Rosaura Bastos Bellinaso

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  • RTC aponta para aumento de 21% na área cultivada com trigo

    A área cultivada com trigo deve crescer de forma significativa no RS. É o que aponta um levantamento realizado pela Rede Técnica Cooperativa (RTC). Com parte da semeadura da cultura já iniciada no estado, os números levantados junto as cooperativas apontam para um aumento 21% na área cultivada em comparação a safra 2019.

    Os bons preços praticados para o cereal, associados as previsões climáticas que apontam para um inverno favorável para a triticultura do estado, estão entre os principais fatores que impulsionam este aumento. 🌱🌿🚜🌾

    📊Os números foram coletados junto a 21 cooperativas agropecuárias gaúchas, vinculadas ao projeto da RTC. Juntas, estas cooperativas representam mais de 70% da área cultivada com trigo no estado. Na safra 2019, o RS cultivou 735 mil hectares e a produtividade média foi de 3000 kg/ha.

    FONTE: ASCOM – RTC

  • Melhor momento para compra de insumos

    A Mosaic Fertilizantes participou de um debate com especialistas do setor para avaliar o mercado de fertilizantes que, em 2019, atingiu 36 milhões de toneladas, montante que representa um crescimento de 2% em relação ao ano anterior.

    Fernando Degobbi, diretor-presidente da Coopercitrus, afirma que já há uma antecipação expressiva dos negócios. “A soja, por exemplo, está 60% mais forte. No café, este valor chegou a 50%; na cana, temos 17%; e em citrus, estamos lidando com um crescimento de 25% no faturamento se compararmos com o mesmo período do ano anterior.”

    De acordo com Eduardo Monteiro, Diretor de Distribuição da Mosaic Fertilizantes, este cenário segue positivo, mesmo em maio à pandemia de COVID-19. “O Brasil ganhou uma posição extremamente relevante em função dos recursos naturais disponíveis e da necessidade de produção de alimentos. Sem os insumos, a produtividade das lavouras cairia em até 50%”, diz.

    “Além disso, temos hoje uma combinação que envolve a melhor relação de troca dos últimos cinco anos no que se refere aos grãos, custo logístico menor e rentabilidade do agricultor, fatores que tornam os produtos bastante atrativos”, ressalta Monteiro.

    Alexandre Mendonça de Barros, sócio-diretor da MBAgro, afirma que o Brasil é o país que teve a melhor resposta do sistema de produção de alimento, mantendo o ritmo de produção, distribuição e exportação. “Vale ressaltar que, mesmo em meio às incertezas, os níveis altos do dólar tornam o momento de compra excepcional para o produtor rural.”

    Luciano Meneses de Souza, presidente da ANEC, concorda que o produtor rural está observando as movimentações e aproveitando esta oportunidade, o que já traz reflexos na safra 21, que tem um terço do seu total comercializada.

    Walter Horita, produtor rural do oeste da Bahia, reforça, no entanto, que o setor deve continuar tomando todos os devidos cuidados: “Fazemos parte da cadeia de atividades essenciais, então é preciso dar continuidade às operações ao mesmo tempo em que garantimos a segurança de todos que trabalham conosco”.

    O debate na íntegra, pode ser acessado no Facebook da Mosaic Fertilizantes.

    Com informações da assessoria Mosaic Fertilizantes.

  • Medidas para realização da Expointer são discutidas

    Na tarde desta terça-feira (03.06), ocorreu uma reunião sobre as medidas necessárias para a realização da Expointer neste ano. A data que ainda não está definida, mas deverá ocorrer no mês de setembro e não mais no final de agosto, como inicialmente previsto. Também estão sendo estudados e projetados diferentes cenários, de acordo com a situação epidemiológica do momento: bandeira amarela ou laranja ou outra bandeira. E está em discussão como será o acesso do público, se com maior ou menor restrição.

    A reunião ocorreu entre as diferentes áreas da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

    As definições serão melhor avaliadas em reunião a ser agendada com a Secretaria Estadual da Saúde. “Todas as medidas quanto a segurança sanitária do Parque, no caso de realização da Expointer, serão tomadas em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde, para que não se corra nenhum risco e para que possamos garantir a segurança para os frequentadores do Parque”, afirma o Secretário da Agricultura Covatti Filho.

    Participaram da reunião com o Secretário Covatti Filho: o secretário adjunto Luís Fernando Rodrigues, o Subsecretário do Parque, José Arthur Martins, os diretores do Parque Flávio Pradié e Vandré Padilha, o coordenador jurídico da Secretaria, Fernando Witt, e o assessor do Parque Sandro Schlindwein.

  • Corteva Agriscience anuncia metas de sustentabilidade para 2030

    A Corteva Agriscience anunciou hoje suas metas para promover a sustentabilidade em todo o sistema alimentar global pelos próximos 10 anos. Os compromissos abrangem uma ampla gama de iniciativas com foco em quatro pilares: agricultores, saúde do solo, comunidades (aquelas onde funcionários e clientes da empresa vivem e trabalham)  e as operações da companhia. Entre as 14 metas divulgadas, destaque para os compromissos com a melhoria da produtividade no campo, ações climáticas, manejo da água, biodiversidade, transparência da cadeia de suprimentos e segurança do trabalhador, entre outras.

    “Nossa missão de liderar todo o setor agrícola em busca de resultados melhores e mais sustentáveis em todo o mundo é mais importante agora do que nunca. As metas refletem o tamanho e o escopo da nossa empresa, 100% focada no mercado agrícola, sendo uma clara demonstração do quanto estamos comprometidos com uma agricultura ainda mais sustentável, atendendo demandas observadas no campo e nas cidades”, destaca Roberto Hun, Presidente da Corteva Agriscience para o Brasil e Paraguai.

    Entre as metas, ressaltamos o treinamento de agricultores sobre boas práticas de manejo, ferramentas para otimizar insumos e melhorar a resiliência climática. Em relação ao compromisso da empresa com a saúde do solo, destacamos as metas relacionadas com a gestão da água e biodiversidade. Nas comunidades, a empresa está focada em trabalhar na segurança de seus funcionários e daqueles que fazem parte da cadeia agrícola em geral. Em relação às suas operações, a Corteva está comprometida em inovar de maneira sustentável, estabelecendo uma estratégia climática, usando embalagens sustentáveis e aumentando os esforços de sustentabilidade atualmente em curso nas suas unidades em todo o mundo.

    A partir de 2021, a Corteva reportará o progresso em relação às metas por meio de um relatório anual de sustentabilidade. Para mais informações, acesse www.sustentabilidade.corteva.com.

    Metas com foco nos agricultores

    1. Fornecer treinamento para 25 milhões de produtores rurais sobre saúde do solo, administração de nutrientes e água e melhores práticas de produtividade.

    2. Ajudar a aumentar a produtividade, a renda e as práticas agrícolas sustentáveis de 500 milhões de pequenos agricultores cumulativamente até 2030.

    3. Projetar, validar e dimensionar sistemas de gerenciamento que permitirão aos agricultores aumentar de maneira sustentável o rendimento das culturas em 20%, em comparação a 2020, reduzindo simultaneamente as emissões de gases de efeito estufa em 20% nos sistemas de cultivo (quando comparado a 2020).

    Metas com foco na saúde do solo

    4. Melhorar a saúde do solo em 30 milhões de hectares de terras agrícolas globais.

    5. Apoiar os avanços da gestão da água na produção agrícola global: ajudar a acelerar a melhoria na eficiência do uso de nitrogênio nas terras agrícolas globais; e reduzir o consumo de água, ajudando a aumentar a produção em 2,5 milhões de hectares usados na produção de sementes e em áreas agrícolas que sofrem com a falta de água até 2030 (quando comparado a 2020).

    6. Melhorar a biodiversidade em mais de 10 milhões de hectares de pastagens e ecossistemas naturais em todo o mundo por meio de práticas de manejo sustentável e conservação de habitat.

    Metas com foco nas comunidades

    7. Manter a segurança das pessoas nas instalações da Corteva e das que trabalham na agricultura.

    8. Capacitar mulheres e jovens, além de envolver comunidades em todo o mundo e onde funcionários e clientes da Corteva Agriscience vivem e trabalham.

    9. Oferecer um milhão de horas de funcionários para apoiar pessoas e comunidades em todo o mundo.

    10. Aumentar a transparência da cadeia de suprimentos dos agricultores para os consumidores, alavancando ferramentas digitais que permitam aos agricultores criar valor adicional por meio da transparência nos mercados agrícolas, sistemas alimentares e comunidades.

    Metas com foco nas operações da empresa

    11. Garantir que cada novo produto atenda aos critérios de sustentabilidade até 2025.

    12. Estabelecer uma estratégia climática para as emissões do escopo 1, 2 e 3, incluindo metas de redução apropriadas até 1º de junho de 2021.

    13. Usar apenas embalagens recicláveis ou reutilizáveis até 2030.

    14. Operar cada local de forma mais sustentável por meio da redução de resíduos, conservação de água e aumento da biodiversidade.

  • Saiba como é a evolução da fertilidade do solo

    A Fertiláqua tem realizado semanalmente transmissões online com representantes do seu corpo técnico e especialistas do agronegócio para debater principais pontos da agricultura e auxiliar os produtores com dicas e orientações que, até então, eram dadas no campo.

    Mais uma Live “DM em Campo” foi ao ar com a participação dos especialistas em solo Dorotéia Ferreira e Eduardo Cancellier. A mediação foi feita pelo coordenador de desenvolvimento de mercado da Fertiláqua, Caio Alves. O tema desta edição foi “Evolução da fertilidade do solo: Integração do sistema”.

    Dorotéia iniciou traçando uma linha do tempo desde o início das análises de solo, por volta de 1889. No cerrado brasileiro, os primeiros experimentos datam de 1900, quando testaram tratamentos com fontes de nutrientes e mediu-se o desenvolvimento da planta e a produção. Nas décadas de 60 e 70, foram iniciados os programas para avaliar as formas analíticas, e as análises de tecido vegetal e de foliar são dos anos 80.

    O Brasil por ser muito diversificado apresenta uma mescla de solos em seu território e por isso cresceu a necessidade de manejo de solo e de entender quais tecnologias podem ser inseridas nele. “O sul, com sua temperatura mais amena, retarda a decomposição acelerada de resíduos e, sendo pioneiro em Plantio Direto, soube construir a fertilidade. No cerrado, foi necessária a abertura de ambientes, e com isso fez-se adubação e calagem, uma vez que se sabia que a restrição era química, pois são solos bem profundos e drenados, porém naquele momento com equilíbrio biológico. E na região de nordeste, semiárida, a genética dos solos não ajudam muito, mas colocando água e trabalhando o manejo, a planta responde”, explica Dorotéia.

    Já os trabalhos em calagem e adubação datam do fim da década 70. Segundo Eduardo, a calagem deve ser a primeira ação a se utilizar, pois a partir do momento em que se realiza a correção da acidez do solo, se melhora a disponibilidade de diversos nutrientes.

    A análise de solo é um artifício criado para tentar imitar o que a planta faz. Nem a melhor análise de solo no mundo é tão boa quanto o que a planta nos ‘fala’, com relação a fertilidade do solo. “Todo conhecimento veio sendo construído e tabelado. Porém, o nível de manejo aprimorou-se tanto que se precisa renovar o trabalho. Ainda nos prendemos na análise tradicional do solo. A ciência já tem novos conceitos, métodos e formas de ver o solo, mas ainda por padronização, tem dificuldade de adotar novas ferramentas”, comenta o especialista.

    Uma das novas formas adotadas por agricultores atualmente é o sistema de integração, mas, de acordo com Dorotéia, é um trabalho ainda pontual e que necessita ir para grandes áreas: “Nele, quando há mudança de cultura, trabalha-se a adubação de manutenção, repõe o que a planta extraiu, e aproveita-se outras fontes de fornecer nutrientes para planta. Integra os componentes do sistema, física, química e biologia”.

    Para um solo de qualidade, um dos pontos a se observar é a disponibilidade de nutrientes. Os ácidos orgânicos, provenientes da decomposição de matéria orgânica e presente nos produtos a base de ácidos húmicos e fúlvicos, são complexantes naturais e ajudam na movimentação de alguns nutrientes, como cálcio, potássio e magnésio. Os nutrientes que possam estar com baixa disponibilidade no solo podem ser complexados por moléculas orgânicas e ter sua disponibilidade aumentada para absorção da planta. Mas, os especialistas destacam que não basta só ter o nutriente no solo, tem que se preocupar em como será disponibilizado para a planta.

    Além disso, outros fatores interferem para que a fertilidade seja voltada para a planta e garanta a produtividade: componentes que atuam no sistema como um todo, favorecendo disponibilidade de nutrientes, desenvolvimento radicular, ativação biológica e a proteção de plantas.

    “Lavouras de alta produtividade devem ter como base o perfil de solo bem corrigido em termos de acidez e de alta disponibilidade de cálcio em profundidade para não impedir o crescimento do sistema radicular, com equilíbrio na relação cálcio, magnésio e potássio”, afirma Eduardo.

  • Mapa publica zoneamento das culturas da soja e do girassol

    Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou hoje (29) no Diário Oficial da União as portarias números 145 a 160 que estabelecem o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da soja.  O objetivo é reduzir os riscos relacionados a problemas climáticos e também o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja. O Zarc leva em conta recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio para reduzir os riscos relacionados aos aspectos fitossanitários.

    A principal novidade nas portarias de soja são as novas cultivares indicadas por grupo de maturação e Unidade da Federação (UF). Para a safra 2020/2021, no total, 9.356 indicações foram feitas, considerando que a mesma cultivar pode ser indicada para diferentes UFs, número 15% superior a safra passada, desse montante de indicações 64% são referentes a cultivares do Grupo 1, indicando que o desenvolvimento de cultivares precoces vem ganhando destaque junto aos obtentores.

    Na última sexta-feira, dia 22 de maio de 2020, também foram publicadas as portarias de Zarc números 125 a 144, da cultura do girassol, que apresenta características de boa tolerância ao estresse hídrico, dessa forma, se encaixa em sistemas de produção que realizam duas safras.

    Com a publicação do Zarc de girassol e soja, o Mapa finaliza o cronograma de publicações de portarias do mês de maio de 2020, cumprindo com o objetivo de divulgar com pelo menos 90 dias de antecedência ao plantio. Dessa forma, os produtores rurais e os agentes financeiros têm uma melhor segurança para o fechamento de contratos de seguro e crédito rural para a safra 2020/2021.

    Mesmo com a pandemia do Covid-19, os serviços, que envolvem desde o estabelecimento da metodologia e aplicação da modelagem até o recebimento de informações de cultivares e publicação no Diário Oficial da União, foram realizados de forma remota por meio de sistemas de informação, o que permitiu, neste ano, a antecipação da publicação das Portarias de Zarc para a safra de verão subsequente.

  • Laboratório de Análise de solos da CCGL auxilia na produtividade da lavoura

    Local trabalha em conformidade com métodos oficiais e possibilidade de acompanhamento online das amostras

    A análise de solo é o instrumento essencial para o diagnóstico da lavoura. De posse de uma boa análise o produtor é capaz de tomar decisões mais assertivas para a correção do seu solo, fator fundamental para a obtenção de altas produtividades. Pensando nisso, o Laboratório de Análise de Solos da CCGL oferece resultados precisos, em conformidade com métodos oficiais, qualidade e transparência.

    O laboratório possuí credenciamento junto a Rede Oficial de Laboratórios de Análise de Solo e de Tecido Vegetal dos Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (ROLAS) e realiza análises seguindo rigorosos padrões de qualidade, além de contar com uma estrutura moderna e informatizada, que permite que seus clientes acompanhem o andamento de suas amostras em tempo real, exportem os resultados em planilhas, bem como, imprimam os laudos com selo e assinatura digital.

    Conforme o Gerente de pesquisas da CCGL – Geomar Corassa, a análise de solo deve ser entendida como base do processo produtivo, ela é o exame da lavoura. Por meio da análise química, o produtor pode diagnosticar de forma precisa a necessidade de uso de corretivos e fertilizantes, o que permite um melhor planejamento das intervenções, além é claro, de evitar o uso de insumos desnecessários. Solo corrigido é sinônimo de maior produtividade – explica Geomar.

    Outro ponto importante, é que se considerarmos o custo da análise de solo comparada a sua importância para produtividade agrícola, fica muito claro que estamos falando que um diagnóstico muito acessível. As informações sobre a forma correta de para realizar a coleta das amostras, momento e profundidade de amostragem podem ser obtidas junto a sua cooperativa.

    O laboratório realiza análises químicas de solo (macro e micronutrientes) e análises granulométricas (física). Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone (55) 3321.9449 ou e-mail [email protected]

  • Abelhas aceleram floração perfurando plantas

    A primavera começou mais cedo do que nunca este ano, acompanhada por temperaturas mais típicas do início do verão. Muitas plantas já estavam em plena floração em meados de abril, cerca de três a quatro semanas antes do normal. Esses tipos de anomalias sazonais estão se tornando mais frequentes devido às mudanças climáticas, e a incerteza resultante ameaça interromper o momento de relações mútuas entre plantas e seus polinizadores de insetos, explicou Peter Rüegg, da ETH Zurique.

    Uma equipe de pesquisa liderada pelos professores da ETH, Consuelo De Moraes e Mark Mescher, descobriu que um comportamento peculiar do zangão pode ajudar a superar esses desafios, facilitando a coordenação entre as abelhas e as plantas que polinizam. O grupo descobriu que as abelhas trabalhadoras usam suas peças bucais para comprimir as folhas das plantas que ainda não floresceram e que o dano resultante estimula a produção de novas flores que florescem mais cedo.

    “Trabalhos anteriores mostraram que vários tipos de estresse podem induzir plantas a florescer, mas o papel dos danos das abelhas na aceleração da produção de flores foi inesperado”, diz Mescher.

    Os pesquisadores notaram o comportamento durante outras experiências de um dos autores, Foteini Pashalidou, onde os polinizadores morderam as folhas das plantas de teste na estufa. “Em uma investigação mais aprofundada, descobrimos que outros também observaram esses comportamentos, mas ninguém havia explorado o que as abelhas estavam fazendo nas plantas ou relatado um efeito na produção de flores”, explica Mescher.

    Após suas observações, os pesquisadores da ETH desenvolveram várias novas experiências de laboratório e também realizaram estudos ao ar livre usando colônias de abelhas comercialmente disponíveis, que geralmente são vendidas para polinização de culturas agrícolas e uma variedade de espécies de plantas.

  • Como a inovação pode ser decisiva no agronegócio?

    A inovação vem ocupando um espaço central em diversos setores, e até então, a questão era a necessidade de inovar para manter-se integrado a um sistema produtivo eficiente, sustentável e dinâmico.

    O artigo Como a inovação pode ser decisiva no agronegócio apresenta os aspectos e a importância de ser inovador. Veja abaixo:

    Percebemos cada vez mais a importância da inovação em tempos como o vivido por nós hoje, quando se espera a descoberta de uma nova droga ou uma vacina que possa conter o avanço do COVID-19 e seus impactos na saúde e na economia mundial.

    O agronegócio não fica à margem dessa discussão e vem apresentando cada vez mais opções tecnológicas e inovadoras, seja para o produtor, empresários ou consumidores finais.

    No passado, o modelo tradicional de inovação caracterizava-se pelo empreendedor que tinha uma ideia, contratava pessoas, alugava uma sala, comprava móveis, equipamentos, computadores, passava de seis meses a um ano produzindo e somente depois buscava o seu consumidor final. Atualmente, quando a eficiência é um fator extremamente importante, em que não há como desperdiçar tempo, esforços e recursos financeiros, o consumidor assume um papel central no desenvolvimento de novas tecnologias e novos produtos.

    Primeiro, busca-se entender quais são os principais problemas ou necessidades enfrentadas, para depois criar soluções para satisfazê-los. Com isso, minimizam-se os riscos envolvidos no desenvolvimento de novos produtos ou serviços.

    A cultura da experimentação é extremamente importante para que se possa entender a fundo o que o consumidor precisa, e se a solução em desenvolvimento atrai o seu interesse. Somente depois de tudo isso é que se deve propor uma produção em larga escala.

    No agronegócio, o primeiro passo, e o mais importante, é manter contato constante com o seu cliente, seja ele o produtor, o empresário ou a população urbana. É preciso encurtar os caminhos, acabar com o isolacionismo produtivo, saber das necessidades, vontades, problemas e tendências para que a inovação seja efetiva e agregue valor à cadeia produtiva.

    Hoje, o produtor consegue monitorar sua produção em tempo real, ser preciso na ação de combate a pragas e doenças, em diminuir as perdas no campo e assim ser muito mais eficiente e assertivo na tomada de decisão.

    E como essas inovações afetam o agronegócio e quais as suas tendências? Atualmente, existem possibilidades enormes de mapeamento de dados, de clima, solo, cultura, pragas, etc, e o importante é conseguir transformar esses dados em informações que possam ajudar o produtor a tomar decisões mais rápidas e alinhadas aos desejos de seus clientes. São diversos os exemplos de inovação já adotadas pelo agronegócio em larga escala, seja na utilização de sensores, drones, softwares de gestão, nos modelos de negócios, ou seja, na maneira como se relaciona com o cliente e demais stakeholders. Mais importante do que saber qual inovação adotar, ou qual tecnologia implantar, é preciso saber exatamente qual a necessidade enfrentada pelo seu cliente. Então, é hora de sair do escritório ou da propriedade e fazer os que os sábios e antigos já faziam costumeiramente, conversar com seu cliente.

    Eduardo Garbes Cicconi – Gerente do Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto (SP)

    José Luiz Rampazo Filho – Sócio Diretor da Agrobrain Consultoria

    Oswaldo Junqueira Franco – Sócio Diretor da Agrobrain Consultoria

  • Vias de acesso a Cotrijuc recebem asfalto

    Nos dias 26 e 27 de maio as ruas Coronel Severo Barros e Pedro Machado foram contempladas com capeamento asfáltico.

    No início do mês de maio, Júlio de Castilhos começou a ganhar novas pavimentações em mais de 10 ruas do município. A novidade é que, desta vez, as que tem o pavimento em paralelepípedo ou que precisam de recomposição da via, ganharam uma camada de asfalto.

    As ruas de acesso a Cooperativa Agropecuária de Júlio de Castilhos – COTRIJUC, Coronel Severo Barros e Pedro Machado foram contempladas com o capeamento asfáltico através da destinação das verbas parlamentares. Fica o nosso agradecimento ao Deputado Jerônimo Pizzolotto Goergen do Partido Progressista que não mediu esforços para garantir que a obra pudesse ser realizada, e agradecemos também a Prefeitura Municipal de Júlio de Castilhos.

    A Cotrijuc é hoje a principal empresa arrecadadora da região e a principal propulsora de aporte de tecnologia e assistência técnica na sua área de atuação estando entre as 5 maiores cooperativas do RS em faturamento e captação de soja.