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  • Nova regulamentação reduz dose de vacina contra a aftosa

    Nova dose será de 2 ml; instrução normativa do Mapa trata sobre a retirada do antígeno C, mas não trata sobre o uso da saponina.

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta segunda-feira, 22, a nova regulamentação sobre a vacina contra a febre aftosa, cuja dose a ser aplicada no rebanho bovino brasileiro foi reduzida para 2 mililitros, ante 5 mililitros. O Regulamento Técnico para a Produção, Controle da Qualidade, Comercialização e Emprego do produto oficializa a retirada do antígeno C da formulação, mas não trata do uso da saponina. Segundo o Mapa, um dos principais objetivos na mudança da vacina será a injeção de menor volume de óleo mineral, com consequente redução de reações locais.

    A presença desta substância na composição da vacina gerou debates no ano passado, depois de a saponina ter sido apontada pelo setor produtivo como uma das causas da formação de abscessos na carne bovina – os nódulos presentes no produto exportado para os Estados Unidos fizeram o país suspender as compras em junho de 2017. Havia uma expectativa de que o governo fosse proibir seu uso. A nova vacina deve chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2019, segundo expectativa da indústria.

    De acordo com o Ministério da Agricultura, testes sobre o uso da saponina estão em curso e por isso não foi definida ainda sua aplicação. Por outro lado, Emilio Salani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), afirma que, mesmo sem uma regra oficial, a indústria vai produzir a nova vacina – em doses de 2 mililitros e sem o antígeno C – sem a saponina.

    Ele ressalta que a substância não provoca nódulos na carne, mas a mudança será adotada para atender à demanda. “Não há uma causa única”, afirma. Não há de fato um consenso no mercado sobre a causa do problema. Outra suspeita é de que o nódulo seria uma consequência da aplicação incorreta da vacina ou ainda de falta de higiene no processo.

    Apesar de não tratar da substância, o regulamento publicado hoje define regras sobre questões como teste de tolerância aos quais as vacinas devem ser submetidas. “Quando administrada, a vacina não deve produzir sinais clínicos de febre aftosa ou qualquer reação indesejável local ou sistêmica na espécie alvo”, diz o documento.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Início da colheita da safra 2017/2018 pressiona preços do farelo de soja

    Na comparação com o mês de janeiro de 2017, o farelo de soja está custando 10% menos neste ano.

    As revisões para cima na safra brasileira de soja, a queda do dólar em relação ao real e o início da colheita da safra 2017/2018 pressionaram para baixo os preços do farelo de soja no mercado interno na primeira quinzena de janeiro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a tonelada do insumo ficou cotada, em média, em R$1.095,77, sem o frete.

    Farelo de soja
    Houve queda de 1,6% em relação a dezembro último no preço do farelo de soja, de acordo com a consultoria. Na comparação com janeiro do ano passado, o farelo de soja está custando 10,0% menos este ano. Em curto e médio prazos, a expectativa é de preços mais frouxos para o grão e farelo de soja , em função da maior disponibilidade com a colheita em andamento e aumento do esmagamento no país. Leia também: Abiove estima processamento recorde de 43 milhões de toneladas de soja em 2018.

    Segundo a Scot Consultoria, de qualquer forma, atenção ao clima no Brasil e na Argentina, à demanda mundial aquecida e ao câmbio, que são fatores que podem pontualmente interferir no mercado neste período de safra 2017/2018.

    Fonte: SF Agro

  • Mercado de biológicos deve crescer 11% ao ano

    O mercado de tratamento biológico de sementes foi estimado em US$ 739,3 milhões em 2017 e é projetado para alcançar US$ 1.2 bilhão até 2022 com um crescimento interanual de 11,1%, segundo dados da consultoria americana MarketsandMarkets. O mercado é influenciado pela maior adoção de práticas agrícolas sustentáveis junto com fortes investimentos feitos por importantes agentes em pesquisa e desenvolvimento desses produtos.

    O mercado de tratamento biológico de sementes, baseado em função, é segmentado em biofertilizantes, bioestimulantes, bioinseticidas, biofungicidas, entre outros. Os biofertilizantes estão rapidamente crescendo em função do potencial de trazer resistência em cultivos, enquanto que melhora a qualidade e produtividade. Devido a essa tendência e registro e comércio de novas variedades de biofertilizantes, esse segmento teve uma participação maior estimada no mercado em 2017.

    Por cultivo, o tratamento biológico de sementes foi segmentado em milho, trigo, soja, algodão, girassol, vegetais e outros cultivos. O milho tem maior aplicação em comida, ração e produção de etanol. Este cultivo está sendo afetado por um número de patógenos, pestes e nematoides e é um grande fator que influenciar o uso de tratamento biológico. O milho teve a maior participação nesse mercado em 2016.

    O mercado de tratamento biológico de sementes, por tipo, é segmentado em microbial, botânico e outros. A indústria de microbiais dominou o mercado em 2016, devido à crescente demanda em cultivos como soja e milho.

    A América do Norte teve a maior participação em 2016 e também é projetada para ter o maior crescimento nos próximos cinco anos. A liderança da América do Norte é atribuída à proibição de certas formulações químicas na região. Uma crescente tendência em desenvolver as opções sustentáveis para mitigar em riscos ambientais deve melhorar a demanda de mercado para esses produtos.

    O mercado global por tratamento biológicos de sementes é dominado por Basf (Alemanha), Bayer AG (Alemanha), Syngenta (Suíça), Monsanto BioAg (Estados Unidos), DuPont (Estados Unidos) e Italpollina (Itália). Koppert (Holanda), Incotec (Holand), Plant Health Care (Estados Unidos), Precision Laboratories (Estados Unidos), Verdesin Life Sciences e Valent Biosciences (Estados Unidos são alguns de outros agentes importantes no mercado.

    Fonte: Agrolink

  • Plantio de soja na Argentina deve ser reduzido

    A Bolsa de Cereais de Buenos Aires deve reduzir outra vez a área do plantio de soja estimada devido aos atrasos de semeadura causados pelo clima seco em importantes regiões produtoras. Na semana passada, a bolsa baixou a projeção de área plantada par 18 milhões de hectares dos 18,1 milhões hectares previstos previamente, citando a seca no Noroeste da província de Buenos Aires. Cerca de 30% dos um milhão de hectares projetados para soja nessa parte do país ainda precisam ser plantados, segundo um anúncio da Bolsa de Cereais da semana passada.

    “Ainda há risco de não poder finalizar os planos de plantio em partes do Sul das províncias de Salta e de Tucumán, onde alguns produtores podem mudar soja para feijão,” afirmou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

    A janela para semeadura está rapidamente fechando porque a soja plantada muito tarde em Janeiro começa a correr o risco de morrer por geadas durante o Outono do Hemisfério do Sul entre Maio e Junho. O plantio de soja da Argentina começa a meados de Outubro e usualmente se estende somente a primeira semana de Janeiro.

    Ainda de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os produtores argentina já plantaram 96,7% da área total estimada para a temporada 2017/2018 de grãos. Além de perder superfície para o feijão, a área da oleaginosa também começou a disputar espaço com amendoim, segundo reportado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) recentemente. No caso do amendoim, as áreas se concentram na província de Córdoba.

    Fonte: Agrolink

  • Rio Grande do Sul terá muitas chuvas em fevereiro

    Segundo a meteorologia até lá, a expectativa é de tempo firme nesta semana e chuvas na próxima semana.

    Produtores de soja do Rio Grande do Sul estão preocupados com o desenvolvimento das lavouras, afinal as chuvas têm sido muito irregulares desde o inicio do plantio. Segundo dados meteorológicos as precipitações devem vir com maior regularidade a partir de fevereiro.

    A partir do dia 24 até 30 de janeiro essa situação muda e o Rio Grande do Sul já recebe precipitações de 55 milímetros. No mesmo período, Sudeste e Centro-Oeste recebem 80 milímetros acumulados.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja: Mercado responde ao clima na América do Sul e preços têm bom avanço em Chicago nesta 2ª

    A semana começa positiva para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. A commodity subia na sessão desta segunda-feira (22), por volta de 7h20 (horário de Brasília), pouco mais de 6 pontos, levando os vencimentos julho e agosto de volta ao patamar dos US$ 10,00 por bushel. O maio/18 era cotado a US$ 9,95.

    Com esse avanço, segundo a Reuters internacional, os preços alcançam suas máximas em seis semanas ainda diante das preocupações que o clima na América do Sul traz. Na Argentina, o tempo seco ainda chama a atenção dos traders, tal qual as condições que atrasam a colheita no Brasil. Há muitos pontos em que as chuvas passam a ser um problema em função de seu excesso, travando o andamento dos trabalhos de campo.

    “O mercado da soja respondeu ao quadro climático adicionando alguns prêmios de risco aos preços, e o prêmio climático, agora, é grande o suficiente para levar o contrato março a superar a média do média do mês passado”, diz o analista do Commonwealth Bank da Austrália, Tobin Gorey.

    Sobre o clima na Argentina, a consultoria internacional AgResource explica que “os totais pluviométricos são bem mais escassos do que o previsto e as chuvas projetadas não são de fato confirmadas, ocasionando a redução expressiva dos níveis de umidade do solo”.

    Neste início de semana ainda, atenção dos investidores voltados também para a movimentação do dólar frente às principais moedas mundo a fora, bem como para a atualização de dados da demanda, com o boletim semanal dos embarques norte-americanos de grãos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue testando leves altas em Chicago com olho no clima e no dólar nesta 6ª feira

    No pregão desta sexta-feira (19), os preços da soja dão continuidade às altas observadas ontem e seguem trabalhando em campo positivo na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 2 e 2,50 pontos, levando o março a US$ 9,75 e o maio/18 a US$ 9,86 por bushel.

    Segue o foco sobre a América do Sul, porém, com os traders esperando por um clareza maior sobre seu tamanho. Há problemas sendo pontuados no Brasil, porém, as perdas ainda não foram quantificadas. Na Argentina, a preocuopação com o clima seco continua, todavia, essas são informações já absorvidas pelo mercado e as estimativas têm divergido muito sobre o tamanho da colheita no país.

    Os fundos investidores se mostram atentos ainda ao comportamento do dólar, que segue recuando diante de uma série de outras moedas, ajudando a ampliar o espaço para a recuperação da commodity no mercado futuro norte-americano.

    Nesta sexta ainda, atenção aos números das vendas semanais para exportação norte-americanas que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza nesta sexta-feira. Tradicionalmente, o reporte chega às quintas-feiras, porém, em função do feriado da última segunda foi adiado para hoje.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja: Preços sobem em Chicago com possibilidade de atraso na chegada da oferta da América do Sul

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago operou por boa parte do dia, mais uma vez, com estabilidade na sessão desta quinta-feira (18), mas ganhou alguma força no fim do dia e encerrou os negócios de forma positiva. Os ganhos entre as principais posições foram de pouco mais de 4 pontos, mantendo o maio/18 acima dos US$ 9,80 por bushel.

    Esse movimento, como explica o analista de mercado Marlos Correa, da Insoy Commodities, se deu, principalmente sobre as expectativas dos investidores depois das últimas movimentações, especialmente depois do último relatório mensal de oferta e demanda trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na sexta-feira passada (12).

    E essas expectativas se dão diante da espera dos traders por uma clareza sobre a nova safra da América do Sul e seu real potencial. Afinal, apesar dos problemas que vêm sendo registrados, com mais força na Argentina, os números das produções ainda estão dentro do que espera o mercado, ainda segundo Correa.

    Na contramão, entretanto, esses problemas pontuais – de excesso de chuvas em algumas regiões, falta em outras, doenças e pragas, e um atraso do ciclo em alguns pontos – pode trazer ocasionar também um atraso da entrada dessa oferta no mercado.
    Confirmado, poderia  haver uma maior demanda pela soja norte-americana – que está com as vendas para exportação mais lentas este ano – criando algum espaço de sustentação para as cotações em Chicago.

    O movimento positivo das cotações, porém, ainda é frágil e ainda é prematuro dizer que pode continuar e levar as cotações acima dos US$ 10,00 por bushel de forma sustentável, como explica o analista.

    Enquanto isso, o quadro climático sul-americano continua a ser acompanhado mapa a mapa, no entanto, bem menos divergentes do que antes.

    “Os modelos estão praticamente em sintonia com as previsões para a Argentina, com o modelo americano colocando apenas um pouco mais de chuvas para Entre Rios que o Europeu”, explica o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha em Chicago com leves baixas na manhã desta 4ª feira ainda à espera de direção

    Os preços da soja têm leve baixa na manhã desta quarta-feira (17) na Bolsa de Chicago. Após fechar com boa alta no pregão anterior, a commodity devolve parte dessas altas perdendo pouco mais de 1 ponto entre os principais vencimentos, perto de 7h50 (horário de Brasília).

    O contrato março/18 vinha sendo negociado a US$ 9,66, enquanto a referência para a safra do Brasil – maio/18 – tinha US$ 9,88 por bushel. Ontem, as cotações registraram seus melhores patamares em uma semana.

    O clima na América do Sul, entre os fundamentos, ainda parece ser o principal fator acompanhado pelo mercado. No entanto, com informações divergentes sobre o cenário e o potencial da nova safra, falta direção aos traders.

    Enquanto bolsas locais já reduzem suas projeções para a colheita da Argentina, um adido do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em Buenos Aires soltou um reporte dizendo “ser ainda muito cedo para estimar uma produção menor no país”.

    “A especulação continua na procura de um catalisador fundamental de suporte aos preços em meio aos fundos de investimento ainda em níveis líquidos de posicionamento recorde no lado da venda”, diz o boletim diário da AgResource Mercosul.

    Recuam nesta quarta também os futuros de óleo e farelo de soja na Bolsa de Chicago.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja retoma negócios em Chicago operando em alta nesta 3ª feira de olho no clima e no dólar

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago retomou seus negócios pós-feriado do dia de Martin Luther King atuando do lado positivo da tabela. No pregão desta terça-feira (16), por volta de 7h45 (horário de Brasília), os preços subiam entre 3,75 e 5 pontos, com o março de volta aos US$ 9,65 e o maio/18 – que é referência para a safra brasileira – sendo negociado a US$ 9,76 por bushel.

    Os traders voltam a atuar deixando um pouco de lado os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trazidos na sexta-feira (12) e focando, mais uma vez, a condição climática na América do Sul. No entanto, segue esperando por novidades mais intensas para movimentar os futuros da commodity, assim com o do milho também.

    As preocupações maiores ainda são com a Argentina. Algumas chuvas chegaram ao país no último final de semana, porém, trazendo um alívio apenas pontual, localizado e insuficiente para os problemas que vêm sendo enfrentados em importantes regiões produtoras.

    “O stress já está presente em algumas áreas e isso não está previsto para acabar tão cedo. E esse stress pode trazer um impacto negativo sobre a produção argentina de grãos”, diz o analista internacional Tobin Gorey, do Commonwealth Bank da Austrália ao portal Agrimoney.

    Em seu último reporte, o USDA reduziu sua estimativa para a produção de soja do país de 57 para 56 milhões de toneladas, enquanto a Bolsa de Rosario acredita em uma colheita de pouco mais de 52 milhões.

    Outro fator que contribui com a alta da soja neste começo de semana para os negócios em Chicago é a continuidade da baixa do dólar. Nos últimos dias, a divisa alcançou sua mínima em três anos frente a uma cesta de outras moedas. No Brasil, na última semana, a moeda perdeu mais de 3% frente ao real.

    Ainda nesta terça-feira, atenção também à atualização dos embarques semanais norte-americanos de grãos, que serão atualizados pelo USDA no início da tarde.

    Fonte: Notícias Agrícolas