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  • Greve de caminhoneiros leva processadoras de soja a suspender operações, diz Abiove

    Os protestos de caminhoneiros em todo o Brasil já levaram algumas unidades processadoras de soja a suspenderem as operações, alertou nesta quarta-feira a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

    Em comunicado, a entidade disse que “foi informada por suas associadas sobre a paralisação de diversas unidades industriais de processamento de soja, produção de farelo de soja, de óleo vegetal e de biodiesel, em razão da impossibilidade do recebimento de matérias-primas e do escoamento de produtos”.

    A associação disse temer que a continuidade da greve “prejudique ainda mais” o abastecimento doméstico e a exportação de produtos, “impactando diretamente no cumprimento dos seus contratos”.

    A associação, que tem entre os associados companhias multinacionais como a Bunge, Cargill, ADM, não especificou quantas unidades pararam a produção.

    Os caminhoneiros protestam pelo terceiro dia consecutivo contra a alta do diesel e já anunciaram que farão mais manifestações na quinta-feira, após não se chegar a um acordo com o governo.

    Dado o atual cenário, a Abiove orientou suas associadas a se manifestarem junto a fornecedores e clientes, “explicando que atrasos podem ocorrer na recepção e expedição de produtos fruto da manutenção da greve, sendo estes motivos de força maior e fora do controle das empresas”.

    O Brasil é o maior exportador mundial de soja e acaba de colher uma safra recorde, de quase 120 milhões de toneladas, com previsão de embarques também históricos em 2018, acima de 70 milhões de toneladas.

    A soja é o principal produto da pauta de exportação do Brasil.

    Fonte: Reuters

  • Trump diz que a China vai comprar “quantidades enormes” de produtos agrícolas dos EUA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que a China prometeu comprar “quantidades enormes” de produtos agrícolas norte-americanos, mas não deu detalhes sobre compromissos propostos por Pequim após negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo na semana passada.

    “Comércio justo, e mais, com a China vai acontecer!”, escreveu Trump em uma série de comentários no Twitter, um dia depois de o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmar que uma guerra comercial com a China está em suspenso.

    “A China concordou em comprar enormes quantidades ADICIONAIS de produtos agrícolas – será uma das melhores coisas que aconteceram aos nossos agricultores em muitos anos”, tuítou Trump. “Na China, barreiras e tarifas cairão pela primeira vez”.

    Trump não ofereceu detalhes sobre o que os EUA e as autoridades chinesas acertaram depois das negociações de quinta e sexta-feira em Washington. As conversas seguiram-se a reuniões anteriores em Pequim com o objetivo de lidar com o atrito comercial provocado pela ameaça do governo Trump de impor tarifas sobre produtos chineses, e uma contraproposta da China para a taxação de produtos norte-americanos.

    Durante o fim de semana, Pequim e Washington se comprometeram a continuar conversando sobre como a China poderia importar mais energia e commodities agrícolas dos EUA para reduzir o déficit comercial anual de 335 bilhões de dólares em bens e serviços com a China.

    Fonte: Agrolink

  • Chuvas devem retornar ao RS somente no final de semana

    A semana começa com o tempo aberto e muito frio em todas as regiões do Rio Grande do Sul. A presença de uma massa de ar polar sobre a região levou ao declínio acentuado das temperaturas mínimas na madrugada desta segunda-feira (21). Os termômetros de algumas localidades chegaram a registrar temperaturas abaixo dos 3 graus centígrados.

    No decorrer da semana, essa massa de ar polar perderá força e gradativamente as temperaturas estarão se elevando. Porém, nas madrugadas de terça (22) e quarta-feira (23) ainda as temperaturas mínimas deverão ficar abaixo dos 6 graus, o que é normal para esta época do ano. E com a presença da massa de ar polar, não há previsão de chuva para nenhuma região do Estado. Somente no final de semana é que uma nova frente fria estará avançando pelo Estado e provocando chuvas. O que será o padrão ao longo dessas próximas semanas.

    Uma frente fria estará passando toda a semana, levando chuvas a diversas localidades gaúchas e, na sequencia, uma massa de ar polar estará ocasionando o declínio das temperaturas. Porém, não serão todas essas massas de ar polar que irão ocasionar queda drástica das temperaturas, pois ao longo destes próximos 15 dias não há mais previsão de geadas para o Estado. E mesmo com a ocorrência de algumas geadas pontuais, essas não afetarão em nada as lavouras. Pelo contrário, até beneficiarão os produtores, uma vez que ajudarão no controle de pragas, doenças e das ervas daninhas.

    Fonte: IRGA

  • Soja: Mercado sobe mais de 1% em Chicago nesta 2ª com suspensão da disputa entra China e EUA

    A “suspensão” da guerra comercial entre China e Estados Unidos trouxe novo fôlego para as cotações da soja na Bolsa de Chicago que, na sessão desta segunda-feira (21), subiam mais de 1,5%. Perto de 7h50 (horário de Brasília), os ganhos entre os principais contratos variavam de 16 a 18 pontos, com o julho/18 já de volta aos US$ 10,16 e o agosto/18 valendo US$ 10,19 por bushel.

    “EUA e China chegaram a uma espécie de acordo, pois, eles podem até não gostar um do outro, mas são grandes demais para se ignorarem”, diz o diretor de estratégia agrícola do Commonwealth Bank da Australia, Tobin Gorey.

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, afirmou neste domingo que o governo do presidente Donald Trump colocou “em suspenso” a imposição de tarifas à China, após dias de negociações entre as partes. Segundo ele, porém, Trump pode no futuro impor tarifas, caso Pequim não leve adiante suas promessas, de acordo com o que informou a agência de notícias Reuters.

    Além disso, a Mnuchin espera ainda um aumento das importações da China pelos Estados Unidos em cerca de 35% a 40% em itens agrícolas somente neste ano, o que também trouxe boas perspectivas para o mercado neste início de semana.

    Na nação asiática, os índices acionários avançaram nesta segunda diante do alívio das tensões entre as duas maiores economias do mundo.

    Ainda hoje, traders atentos também aos números dos embarques semanais de grãos a serem atualizados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), além do reporte semanal de acompanhamento de safras que traz o avanço do plantio no país. As expectativas do mercado para a soja são de que a semeadura esteja concluída em algo entre 50 e 55% da área.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra das principais culturas de verão se encerra nos próximos dias

    Em poucos dias, as principais culturas de verão terão suas safras concluídas, pois faltam poucas áreas a serem colhidas no Estado: 1% da cultura de arroz; 2% de soja e de milho. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (17/05), os resultados apontam para uma safra do arroz de boa produtividade, acima de 7,5 toneladas por hectare. O que continua a preocupar a classe produtiva é o valor da saca de arroz recebido pelo produtor, impossibilitando-lhes de fazerem investimentos nas lavouras.

    Na cultura do milho, restam praticamente as lavouras cultivadas do segundo plantio. A produtividade das áreas já colhidas permanece em torno de 105 sacas por hectare, de boa qualidade. A falta de chuvas está prejudicando o desenvolvimento da cultura nos diferentes estágios atuais e poderá reduzir os rendimentos das áreas não colhidas no segundo plantio. A comercialização atinge aproximadamente 70% da safra em andamento. Os negócios andam estáveis, com os produtores aguardando melhor definição do mercado e esperando o resultado do desenvolvimento da safrinha brasileira e das condições da safra americana.

    A soja também está praticamente toda colhida no RS, restando apenas parte de lavouras nas regiões Sul, Campos de Cima da Serra e Fronteira Noroeste. A produtividade se aproxima de três toneladas por hectare, obtidas dentro do esperado, mas com grande variação entre lavouras e época de plantio.

    Nas regiões de maior área de lavouras da principal cultura de inverno, o trigo, a tendência dos últimos dias é de aumento da procura por sementes, devido ao estímulo do bom preço do momento, junto à perspectiva de um ano comercial melhor do que ao da safra passada. A área total do Estado ainda não está definida, mas já não é tão definitiva a redução prevista anteriormente.

    Fruticultura

    Na região Serrana, as condições climáticas de abril e maio, com altas temperaturas e completa ausência de frio e baixos volumes de precipitações, vem impondo um panorama completamente inusitado e adverso ao normal desenvolvimento da cultura. Mesmo em locais de média-alta altitude, variedades precoces já se encontram em florescimento. Pontos mais quentes, como nos vales de rios, produtores já iniciam os primeiros tratamentos nos pessegueirais, pois as frutas já estão no começo do desenvolvimento.

    A cultura do morango encontra-se em plena fase de plantio. No cultivo de chão registram-se muitas perdas de mudas pela condição de falta de umidade e desatenção. Alguns casos chegam a 60% de perdas. Relatos de perdas também em substrato, quando foram utilizadas mudas de raiz nua.

    Fonte: Emater

  • Menor disponibilidade de carne e demanda mais firme elevam cotações

    A avicultura de corte nacional vem dando sinais de recuperação neste mês de maio, visto que a oferta de carne de frango diminuiu, enquanto a demanda pela proteína aumentou no mercado doméstico. Segundo pesquisadores do Cepea, com as cotações em baixos patamares no início do período, o consumo aumentou, permitindo que os agentes do setor elevassem os valores pedidos.

    Assim, o preço do frango inteiro registrou alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea nos últimos sete dias. Entre 10 e 17 de maio, as cotações do produto congelado e resfriado registraram respectivas altas de 12,5% e de 10% na Grande São Paulo (onde as valorizações foram mais intensas), a R$ 3,55/kg e R$ 3,51/kg na quinta-feira, 17.

    Fonte: Agrolink

  • Fertilizantes aumentam déficit na balança comercial

    A alta de 17,1% nas importações dos intermediários para fertilizantes, que somaram US$ 1,6 bilhão no quadrimestre, impulsionou o déficit na balança comercial de produtos químicos, que atingiu US$ 7,5 bilhões, o que equivale a um crescimento de 17,6% ante o mesmo período do ano passado. A estimativa foi realizada pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e indicou também que esse é o maior valor em importações para o período desde 2014, o que influi para o déficit acumulado nos últimos doze meses chegar a US$ 24,6 bilhões.

    Segundo a Abiquim, enquanto nesses primeiros quatro meses as importações somaram US$ 12,1 bilhões, crescendo 12,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações de produtos químicos chegaram apenas a US$ 4,6 bilhões, o equivalente a uma pequena alta de 4,9%. Denise Naranjo, diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, explica que o principal fator responsável por esse aumento desse valor é o preço dos produtos químicos importados, que cresceu 33,7% em relação aos quatro primeiros meses do ano passado.

    “É imprescindível que o País deixe de estar vulnerável às flutuações do câmbio e dos preços externos e o caminho para tanto é o fortalecimento da competitividade com políticas industriais claras e eficientes, permitindo melhor utilização da capacidade instalada e a atração de novos investimentos”, afirma ela.

    Os produtos químicos comprados pelo País corresponderam a 22,3% do total de US$ 54,2 bilhões em importações e a 6,1% dos US$ 74,5 bilhões somados com exportações, com o grupo correspondente as resinas plásticas sendo o mais vendido internacionalmente, chegando a S$ 694,2 milhões entre janeiro e abril, com retração de 12,2% em comparação com os primeiros meses de 2017. O volume dos químicos importados somou 11,5 milhões de toneladas e o das exportações chegou a 4,9 milhões de toneladas, o que equivale a retrações de 15,9% e de 10,0%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

    Fonte: Agrolink

  • Soja tem boas altas em Chicago nesta 6ª feira com correção técnica e expectativas sobre a China

    Os preços da soja, nesta sexta-feira (18), trabalham em campo positivo na Bolsa de Chicago. Depois de uma nova rodada de baixas ontem, o mercado internacional volta a se ajustar e as primeiras posições recuperam a posição dos US$ 10,00 por bushel com altas variando de 9,25 a 10,50 pontos. O julho/18, por volta de 7h20 (horário de Brasília), era cotado a US$ 10,05.

    Segundo explicam analistas internacionais, o avanço dos preços se dá, além da correção técnica, pelas expectativas de boas notícias que poderiam chegar das negociações entre China e Estados Unidos que acontecem na Casa Branca nesta semana.

    As informações que partem do encontro ainda divergem em alguns pontos. Como noticiou a Reuters, na manhã de hoje, que a China negou “que tenha oferecido um pacote para reduzir o déficit comercial dos EUA em até 200 bilhões de dólares, horas depois de ter desistido de uma investigação antidumping sobre as importações de sorgo norte-americanas em um gesto conciliatório no momento em que os principais negociadores se encontram em Washington”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Forte frente fria deixa BR em alerta nos próximos dias, diz Climatempo

    Uma grande e forte frente fria, associada a um ciclone extratropical, avança sobre o Brasil entre 18 e 22 de maio de 2018. Ela traz também uma massa de ar frio, de origem polar, bastante intensa, com potencial para provocar queda da temperatura muito acentuada em pouco tempo. Em 24 horas, a temperatura poderá cair mais de 10°C em muitas áreas do Sul, do Sudeste, do Centro-Oeste e até em alguns locais da Região Norte.

    Esta será a frente fria mais forte de 2018, até agora, e a primeira realmente com características de outono-inverno a avançar para o centro da América do Sul. Além do Brasil, seus efeitos serão sentidos também sobre o Chile, Argentina, Paraguai , Bolívia e até em áreas do Peru.

    Confira abaixo as condições especiais de tempo esperadas durante a passagem desta grande e forte frente fria pelo país, e que devem causar diferentes transtornos para a população brasileira.

    Temperatura abaixo dos 10°C

    A forte massa de ar frio, de origem polar, que se espalha sobre o Brasil nos próximos dias vai provocar uma acentuada queda temperatura em todos os estados do Sul, do Sudeste, do Centro-Oeste, além de Rondônia, Acre e o sul do Amazonas.

    Temperaturas entre 5°C e 10°C devem ser observadas no dia 19 de maio, sábado, em áreas do Sul do Brasil, e nos dias 20 e-ou 21 e-ou 22 de maio em todos os estados da Região Sul, da Região Centro-Oeste, Distrito Federal, em São Paulo, Rio de Janeiro e em áreas de Minas Gerais. É pouco provável que a temperatura fique abaixo dos 10°C neste período no estado do Espírito Santo.

    Frio intenso e temperatura abaixo de zero

    Durante a passagem desta forte massa de ar polar sobre o Brasil, é possível que a temperatura fique abaixo de zero, pela primeira vez este ano, em áreas dos três estados da Região Sul do Brasil, nos dias 20, 21 e 22 e maio de 2018.

    Frio intenso, com temperatura entre 0°C e 5°C deve ser observado em áreas do sul do estado de São Paulo e na Serra da Mantiqueira (entre SP, MG e RJ) nos dias 21 e 22 de maio de 2018.

    Geada

    Há condições para geada, até de moderada a forte intensidade, nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2018 nos estados da Região Sul.

    Nos dias 21 e-ou 22 de maio de 2018, pode gear na Grande Curitiba, no sul de São Paulo, e na região da Serra da Mantiqueira, em áreas do Sul de Minas e até do sul de Mato Grosso do Sul.

    Friagem no Norte do Brasil

    O ar frio de origem polar se espalha pelo interior do Brasil e chega novamente a Rondônia, ao Acre e ao sul do Amazonas, com moderada intensidade. Temperaturas entre 15°C e 18°C devem ser observadas nestas áreas. E desta vez, mesmo que de forma suave, o vento frio poderá ser sentido até no norte de Mato Grosso, no sul do Pará e do Tocantins.

    Neve

    Há uma pequena possibilidade de nevar entre a noite do sábado, 19, e madrugada do domingo, 20 de maio, nas áreas mais elevadas da serra gaúcha e catarinense.

    Ciclone extratropical

    Um forte ciclone extratropical se organiza no litoral da Região Sul do Brasil entre a noite do dia 18, sexta-feira, e a madrugada de 19 de maio de 2018. A baixa pressão atmosférica deste sistema deve atingir menos 1000 hPa, o que aumenta o potencial para ventania. Este ciclone extratropical deve influenciar a costa da Região Sul e do Sudeste até o dia 22 de maio.Os fortes ventos provocados por este ciclone vão deixar o mar muito agitado por vários dias, tornando a navegação perigosa.

    Ventania

    A passagem de nuvens carregadas da frente fria, a presença do ciclone extratropical no litoral da Região Sul do Brasil e o grande contraste de temperatura e de pressão atmosférica que ocorre nos próximos dias poderá provocar rajadas de vento muito fortes, de ordem de 80 km/h a 100 km/h no Sul do Brasil. Em São Paulo, Rio de Janeiro, no oeste e sul de Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul as rajadas mais intensas podem chegar aos 80 km/h. Outra áreas do Sudeste, do Centro-Oeste e no sul da Região Norte, as rajadas pode alcançar velocidades da de 50 km/h a 70 km/h.

    Chuva forte e granizo

    Nuvens bastante carregadas se formam com a passagem da grande frente fria que avança sobre o Brasil nos próximos dias, que podem provocar temporais, com chuva forte em pouco tempo, podendo causar alagamentos repentinos, além de raios e até granizo. O risco de granizo é maior no Sul do Brasil, em São Paulo e em Mato Grosso do Sul.

    Agitação marítima e ressaca

    No litoral do Sul e do Sudeste do Brasil, até altura da bacia de Campos, a agitação no mar começa a ocorrer nos dias 18 e 19 de maio, mas se intensifica muito durante a segunda-feira, 20 de maio. Grandes ondas se espalham do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro entre os dias 20 e 22 de maio, com picos de 3,0 a 4,0 metros, de forma geral. Há risco de ressaca nestes dias.

    Fonte: Climatempo

  • Soja fecha com mais de 1% de alta em Chicago nesta 2ª com otimismo sobre a demanda

    O mercado futuro norte-americano da soja trabalhou durante todo o dia registrando boas altas e fechou o pregão desta segunda-feira (14) com altas de 10,75 a 18,25 pontos entre os principais vencimentos – ou quase 1,5% entre as posições mais negociadas. O contrato julho/18 encerrou seus negócios, portanto, com US$ 10,17 por bushel na Bolsa de Chicago.

    “Tivemos um dia mais otimista do que o que se esperava em Chicago”, disse o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. “Mercado acabou corrigindo as últimas perdas, após chegar a trabalhar abaixo dos US$ 10,00 na semana passada”, completa.

    Assim, ainda segundo o especialista, os preços voltam a se aproximar dos US$ 10,20 como referência, justificando parte dessas correções e diante de um otimismo em cima da demanda frente a uma nova rodada de negociações entre chineses e americanos que acontece nesta semana.

    O impacto das expectativas ao redor dessa nova rodada de conversas e tentativas de acordo é sentido em todo o mercado global, já que se trata das duas maiores economias do mundo. No entanto, é no comércio da soja onde as especulações são maiores. Sentindo as especulações de que os resultados podem ser positivos.

    “O mercado opera baseado em um cenário otimista para os encontros em Washington nesta semana entre líderes chineses e americanos. O vice premier da China chega para o encontro na Casa Branca na tarde desta terça-feira (15) e as especulações são de que, pelo menos, a imposição tarifária dos US$ 50 bilhões – que seria implementada no fim de maio – seja postergada”, diz o analista de mercado Matheus Pereira, da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas