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  • Cientistas querem trabalhar com trigo OGM

    Pesquisadores do John Innes Center solicitaram ao Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais da Inglaterra (Defra) o consentimento para realizar testes de campo de trigo geneticamente modificado, a partir da técnica CRISPR s dois testes de campo de pequena escala estão planejados para acontecer no John Innes Center, no Norwich Research Park entre abril e setembro de 2019 e 2020.

    De acordo com os pesquisadores do Centro, a ideia surgiu apos suas pesquisas identificarem um gene chamado de TaVIT2, que codifica o transporte do ferro no trigo. Os cientistas usaram esse conhecimento para desenvolver uma linha de trigo na qual mais ferro é direcionado para o endosperma, a parte do grão a partir da qual a farinha branca é moída.

    A deficiência de ferro ou anemia é um problema de saúde global, mas o teor de ferro das culturas básicas, como o trigo, tem sido difícil de melhorar usando a reprodução convencional e, como resultado, muitos produtos de trigo para consumo humano são fortificados artificialmente com ferro. O aumento da qualidade nutricional das culturas, conhecido como biofortificação, é uma abordagem sustentável para aliviar as deficiências de micronutrientes.

    Na mesma aplicação para a Defra, o líder do projeto John Innes Center, o professor Lars Ostergaard solicitou o consentimento para testar as plantas Brassica oleracea , modificadas usando a tecnologia de edição de genes CRISPR-Cas9. Esta tecnologia permite aos pesquisadores impedirem que um gene existente funcione, para confirmar a função de um dado gene. Este ensaio de campo destina-se a determinar o papel do gene MYB28 que regula o metabolismo do enxofre em Brassica oleracea cultivada em campo.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Bolsa de Chicago opera próxima da estabilidade, mas segue com altas nesta sexta-feira

    A Bolsa de Chicago (CBOT) se mantem com os preços futuros do milho apresentando altas nessa sexta-feira (18), porém mais próximos da estabilidade neste momento. As principais cotações registravam valorizações entre 0,50 e 1 ponto por volta das 11h44 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,80 e o maio/19 valia US$ 3,88.

    Segundo a Agência Reuters, o milho opera com ganhos modestos após fechar a última semana com queda de 1,2%. O clima adverso na América do Sul continuou a sustentar os mercados de milho e soja. Muitos observadores de cultivos diminuíram suas previsões de safra para Argentina e Brasil devido ao tempo estressante.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja estende ganhos da sessão anterior em Chicago e opera com leve alta nesta 6ª feira

    O mercado da soja opera em campo positivo nesta sexta-feira (18) na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h20 (horário de Brasília), subiam entre 3 e 3,75 pontos nos contratos mais negociados, com o o março valendo US$ 9,10 e o maio, US$ 9,24.

    Os preços dão continuidade às fortes altas registras ontem, quando a commodity terminou op dia avançando mais de 13 pontos diante de recompras técnicas de posições e mais rumores de novas compras da China nos EUA. As notícias, porém, ainda não encontram espaço para serem confirmadas com a continuidade da paralisação do governo norte-americano.

    Além disso, ainda nesta sexta, os traders se preparam para estarem bem posicionados antes do feriado da próxima segunda-feira (23) nos EUA.

    “Sendo véspera de final de semana prolongado nos EUA, com o feriado de Martin Luther King na segunda-feira, pode haver ajuste tecnico de posições hoje e até garantia de lucros caso não haja mais notícias sobre a guerra comercial EUA/China”, diz o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agronegócio não é o vilão

    O agronegócio merece total atenção do governo e não deveria ser tema de tanto tabu entre os brasileiros, vem do agro nosso alimento e a “vitamina” que nossa economia precisa. Números testificam tamanha importância do campo.

    O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) encerrou o ano de 2018 em R$ 569,8 bilhões. Os valores da produção de algodão e de soja foram os maiores registrados na série iniciada em 1989. Esses resultados trouxeram importantes benefícios, especialmente àqueles estados onde predominam as lavouras desses produtos, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia.

    Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento toram claros a necessidade do país acreditar e tratar como grandes empresários os produtores, sendo eles protagonistas de um Brasil conhecido internacionalmente por alimentar o mundo. No cenário em que a população mundial só cresce é preciso valorizar os produtores dos alimentos.

    Os produtos que deram maior sustentação ao VBP foram algodão, café e soja, embora cana-de-açúcar e milho também são destacados por expressiva participação no valor gerado.

    De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Municípios do agronegócio lideram crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Mais de 5 mil municípios mostram forte crescimento nas principais regiões agrícolas. Levantamento com base no valor nominal do PIB de 2016 revelou que 82% dos municípios brasileiros classificados como os maiores produtores do agro tiveram crescimento nominal superior à taxa anual do PIB do país, que foi de 4,4 % entre 2014 e 2016.

    Quando isolados os 100 maiores produtores agrícolas, o crescimento médio foi de 9,81%, no período. Esses municípios respondem por 7,2% do PIB do país, e por 27,5% do Valor Bruto da Produção (VBP Lavouras).

    Robustez do agro que contribui com o desenvolvimento econômico dos municípios, estados e nação. Portanto, é vital políticas públicas com mais apoio ao agronegócio e a célere desconstrução da imagem pejorativa de que o agro é o vilão.

    Fonte: 24horasNews

  • Ferramentas de precisão podem aumentar a produtividade

    Um texto publicado no portal agronegocios.co indicou que a utilização de ferramentas de precisão na agricultura garante uma grande probabilidade para que os agricultores aumentem a produtividade de suas lavouras. De acordo com a publicação, 2 bilhões de toneladas de alimentos, que respondem por quase metade dos alimentos produzidos por ano, acabam como resíduos, enquanto estima-se que 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentam falta de segurança alimentar.

    “Acrescente a isso a falta de terra arável, declínio do abastecimento de água, as alterações climáticas e o crescimento da população projetada de 7.600 milhões para 9.800 milhões para 2050, disse a Microsoft em um relatório sobre a importância das novas tecnologias para o setor agrícola e segurança alimentar”, diz o texto.

    Nesse cenário, essas tecnologias que aprofundam a agricultura de precisão aumentam e ampliam o conhecimento profundo dos produtores sobre suas terras, o que torna a produção mais sustentável. A tecnologia avançada pode aumentar a produtividade de uma fazenda em 45% e reduzir o consumo de água em 35%, informa a publicação.

    “Os agricultores implantam robôs, sensores sem fio instalados no solo e drones para avaliar as condições de plantio. Em seguida, eles aproveitam os serviços em nuvem e a computação do ambiente para processar os dados. Até 2050, a fazenda típica deverá gerar uma média de 4,1 milhões de novos dados por dia”, completa.

    O acesso a conectividade de alta velocidade e energia confiável ainda são desafios em muitas partes do mundo. Essa é uma razão pela qual a Microsoft e seus parceiros promovem a disponibilização de banda larga acessível para comunidades rurais em países como a Colômbia por meio da iniciativa Airband.

    Fonte: MassaNews

  • Nova soja transgênica é apresentada no RS

    A Bayer reuniu em Passo Fundo, nesta semana, cerca de 450 produtores gaúchos para conhecer o que a multinacional classifica como terceira geração da soja transgênica no Brasil. Em uma área demonstrativa a empresa apresentou ao grupo os diferenciais da tecnologia Intacta 2 Xtend. Para que seja comercializada no Brasil, onde já tem aprovação da CTNBio e do Ministério da Agricultura, porém, a nova cultivar ainda depende da aceitação por parte da China. O país compra hoje cerca de 80% de toda a soja exportada pelo Brasil.

    “Como a China é o maior comprador de soja do Brasil, antes de colocar essa tecnologia efetivamente nas lavouras daqui, precisamos ter a certeza da aprovação deles. Mas trabalhamos com a perspectiva de termos tudo certo para a safra 2021/2022”, explica o responsável da Bayer para o lançamento da Intacta 2 Xtend no Brasil, Fábio Passos.

    Entre as inovações da nova cultivar de oleaginosa está a maior possibilidade de combate à buva, uma erva daninha que tem presença crescente nas lavouras gaúchas (e que pode reduzir a produtividade em até 30%). Além disso, a Bayer também reforçou em seu pacote mais forças no combate a lagartas (seis ao todo) com três proteínas. A ideia é, assim, proteger melhor a lavoura e com menos custos e se resguardar até mesmo dos ataques da temida Helicoverpa armigera. “No caso da buva, a nova tecnologia é especialmente interessante ao Rio Grande do Sul. Enquanto a média nacional de aplicação de herbicidas contra a buva é de 40% das áreas, no Rio Grande do Sul chega a 90%”, diz Passos.

    Fonte: Jornal do Comercio 

  • Milho: Bolsa de Chicago segue com altas nos preços nesta quinta-feira

    A Bolsa de Chicago (CBOT) segue a tendência apresentada no início do dia e se mantem com leves altas nos preços internacionais do milho. As principais cotações registram valorizações entre 1 e 1,25 pontos por volta das 12h12 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,75 e o maio/19 valia US$ 3,83.

    Segundo a Agência Reuters, os vencimentos do milho seguem a tendência da soja e do trigo e registram altas com o clima adverso na América do Sul sustentando os preços. “As previsões de safra do Brasil estão sendo reduzidas, o que está sustentando os preços, mas não esperamos que o mercado se recupere, já que a guerra comercial EUA-China está pesando no sentimento”, disse um trader de Cingapura.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja testa novas tímidas altas em Chicago nesta 5ª, mas ainda espera por novidadades

    Os preços da soja voltam a subir nesta manhã de quinta-feira (17) na Bolsa de Chicago, dando continuidade aos leves ganhos registrados no final da sessão anterior. Assim, por volta de 8h55 (horário de Brasília), subiam entre 2,75 e 3,25 pontos, com o março cotado a US$ 8,97 e o maio a US$ 9,11 por bushel.

    O mercado ainda encontra dificuldade para oscilações mais intensas, com falta de combustível vindo das informações que não chegam aos traders. A história se repete dia a dia.

    “Sem os números oficiais do USDA e notícias sobre a guerra comercial EUA/China, a quebra de safra na América do Sul impede um recuo para níveis ainda mais baixos”, explica Steve Cachia, diretor da Cerealpar.

    E como explicam analistas e consultores, essa falta de direção das cotações e do andamento dos negócios deverá permanecer até que notícias concretas, principalmente sobre essas duas situações, voltem a aparecer no mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Cooperativas gaúchas apostam em alta produtividade na cultura do cereal

    A colheita do milho iniciou no Rio Grande do Sul. Em áreas mais quentes, onde o plantio ocorreu já a partir de agosto, as primeiras lavouras já começaram a ser colhidas. Na avaliação da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), as produtividades apresentadas já nesta largada indicam uma boa colheita do grão.

    Segundo o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, o milho já tem uma área reduzida no Rio Grande do Sul, onde segundo o levantamento de janeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a área foi de 753,9 mil hectares, mas a cultura está cada vez mais verticalizada, sendo plantada com mais tecnologia e envolvimento dos sistemas de irrigação. “Mesmo com esta área menor, a cultura tem experimentado um aumento de produção em função do aumento de produtividade no Rio Grande do Sul”, destaca.

    Fonte: Notícias Agrícolas 

  • Soja é mais tolerante que milho à sombra de árvore em sistema de integração

    A soja é mais tolerante à sombra das árvores em um sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) do que o milho. Essa é uma das conclusões da avaliação de cinco anos de diferentes configurações de sistemas integrados realizada no maior experimento de ILPF conduzido pela Embrapa, em Sinop (MT).

    De acordo com resultados publicados por pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril (MT), a lavoura de soja só apresentou redução na produtividade devido à menor incidência de sol a partir do quarto ano de implantação dos sistemas. Já o milho, cultivado em segunda safra, apresentou queda da produtividade desde o terceiro ano agrícola.

    A pesquisa foi feita em um experimento de 72 hectares, em que sistemas de produção de soja/milho, pecuária de corte e eucalipto são comparados com todas as combinações possíveis de integração: ILP, ILF, IPF e ILPF (com rotação a cada dois anos e com lavoura na safra e pecuária na safrinha todos os anos). As áreas com componente arbóreo são formadas por renques triplos de eucaliptos, com espaçamento de 30 metros entre eles, plantados em sentido leste-oeste.

    No caso da soja, embora não houvesse diferença no tamanho e porte das plantas até o quarto ano, a produtividade do sistema ILF teve uma queda de 18,4% quando comparada com a lavoura solteira na safra 2014/2015, a quarta do sistema. Nos demais sistemas com árvores não houve diferença estatística.

    Fonte: UOL