Notícias

  • Soja: Após feriado, mercado retoma negócios em Chicago trabalhando com estabilidade nesta 5ª

    Preços da soja em queda na Bolsa de Chicago na volta dos negócios nesta quinta-feira (5). Os futuros da oleaginosa recuavam entre 1,75 e 3,50 pontos nos principais contratos, com o julho/18 sendo cotado a US$ 8,40 por bushel. O mercado segue muito ansioso por novas informações que possam movimentá-lo de forma mais intensa.

    Segundo explicam analistas da consultoria internacional Allendale,Inc., os principais fatores ainda a serem observados, principalmente no caso da soja, são od desdobramentos da guerra comercial entre China e Estados Unidos e as atualizações dos mapas climáticos para o Corn Belt.

    No cenário da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo – que segue no foco principal dos traders – as atenções se intensificam sobre a possibilidade de parte das tarifações norte-americanas já começarem a valer a partir desta sexta-feira, 6 de julho, o que aquece ainda mais as tensões entre os dois países.

    Lideranças chinesas, no entanto, afirmam que “a China não irá dar o primeiro tiro”.

    “Caso tenhamos alguma surpresa, esta seria o cancelamento de qualquer imposição comercial no prazo limite de do dia 6. A ARC alerta se tal inesperado cenário se concretizar, o Mercado apresentará um movimento agressivo de altas consecutivas para a soja, principalmente. Tais movimentos políticos são imprevisíveis no atual momento”, explicam os analistas de mercado da AgResource Mercosul (ARC).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Brasil possui 135 startups voltadas ao agronegócio

    Um mapeamento realizado pela consultoria KPMG em parceria com a Distrito indicou que o Brasil possui pelo menos 135 empresas voltadas exclusivamente para o desenvolvimento de tecnologias para o aprimoramento do agronegócio dentro de um total de 7 mil startups. O crescente número de agritechs foi um dos fatores responsáveis pelo alta da participação do agronegócio no Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos cinco anos, que passou de 19% para 23%.

    Dentre as principais soluções oferecidas se destacam ferramentas voltadas à agricultura de precisão, drones, uso de satélites, big data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (AI) e sistemas de gestão em nuvem. André Luiz Monaretti, sócio da KPMG Agronegócios, afirma que o crescimento das startups está ligado com dos agricultores pelo aumento da produtividade e qualidade de seu produto

    “A busca por inovação não é só uma prioridade, mas uma necessidade em um ambiente econômico altamente complexo e de crescente pressão por parte dos consumidores, governos e reguladores que demandam mais eficiência, controle, rastreabilidade e sustentabilidade”, comenta.

    De acordo com Rafael Ribeiro, gerente-executivo da Associação Brasileira das Startups (ABStartups), outro ponto que explica o aumento das empresas é a mudança de comportamento do produtor rural, que está mais aberto para a adoção da tecnologia. Ele lembra que há alguns anos atrás o agricultor utilizava muito a intuição para gerenciar sua lavoura, mas agora isso está sendo substituído por equipamentos e informações oferecidas pelas startups.

    “A maior aceitação da tecnologia pelo agricultor é o primeiro ponto desse avanço grande das agritechs. Isso tem impacto diretamente no crescimento do nosso segmento”, pontua.

    Nesse cenário, segundo ele, as startups voltadas ao agronegócio estão atraindo não apenas os produtores rurais, mas também grandes investidores. Ribeiro destaca que grandes companhias como Raízen, Monsanto, Bayer e Basf são algumas que começaram a se reinventar e destinar grandes montantes nas agrithes com objetivo de continuar acompanhando as tendências de mercado.

    Fonte: Agrolink

  • Aquecimento global aumenta resistência de bactérias

    Cientistas dos Estados Unidos e do Canadá concluíram que o aquecimento global colabora para o aumento da resistência de bactérias a antibióticos populares do país. O estudo foi produzido por profissionais do Hospital Infantil de Boston,nos Estados Unidos, entre os anos de 2013 e 2015, sendo posteriormente publicado na revista Nature Climate Change.

    Os cientistas analisaram algumas bactérias dos tipos Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Staphylococcus aureus para descobrir como elas agiam perante 20 tipos de antibióticos diferentes sob uma diferença de temperatura de 10ºC. De acordo com John S. Brownstein, cientista do hospital e diretor do projeto, a conclusão foi de que as bactérias mais comuns têm um aumento de sua resistência a esse tipo de medicamento de 2% a 4% quando expostas a condições de diferença de temperatura.

    Além da temperatura média, os cientistas associaram o crescimento da resistência aos antibióticos à densidade populacional. A análise estatística mostrou que o aumento da população relativa de 25.000 habitantes por quilómetro quadrado eleva a resistência da E. coli aos antibióticos em cerca de 3% e o da Klebsiella pneumoniae em quase 6%.

    Segundo os pesquisadores, as principais causas da relação entre o aumento da temperatura e a resistência das bactérias são o mecanismo de transferência horizontal de genes e o aumento da taxa de crescimento populacional. Eles afirmam ainda que essas descobertas podem ajudar aos cientistas e farmacêuticos a desenvolverem novos medicamentos que não sejam vulneráveis a tais condições.

    Fonte: Agrolink

  • Argentina deve produzir mais trigo em 2018/19

    A Argentina deverá produzir cerca de 20,1 milhões de toneladas (MT) de trigo na safra 2018/19, aponta relatório da consultoria argentina Agritrend, localizada na capital do país vizinho. O cereal deverá ser plantado em uma área de 6,1 milhões de hectares – mesma previsão da BCBA, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

    A safra 2017/18 totalizou uma produção foi de 18,5 MT, segundo a mesma consultoria, dos quais já foram negociadas com o exterior 10,8 MT em grão e 350 mil toneladas em farinha. Os moinhos adquiriram 3,26 milhões de toneladas, donde se conclui que a disponibilidade ainda existente no país é de aproximadamente 4,44 milhões de toneladas.

    “Como os argentinos estiveram esta semana em São Paulo comprometendo 2,5MT para fornecer ao Brasil e a programação dos moinhos até o final do ano deve consumir outras 2,3 MT, prevê-se um déficit de aproximadamente 400 mil tons no quadro de oferta e demanda argentino, eventualmente coberto com os estoques iniciais, mas que deixariam o país sem estoques finais”, comenta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    Na visão do analista Luiz Fernando Pacheco, a competitividade argentina no Brasil está ameaçada pelos trigos norte-americanos e europeus. “Mesmo considerando-se os impostos de importação e taxas da Marinha Mercante que os trigos de fora do Mercosul são obrigados a pagar, vê-se claramente que a competitividade do trigo argentino está em sério risco, diante dos preços menos posto nos portos brasileiros do trigo dos EUA. Somente os trigos australianos e canadenses são mais caros que o argentino, postos no Brasil, atualmente”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Liderada pela soja, produção agropecuária na América Latina deve crescer 17% em 10 anos

    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicou na última terça-feira (03/07) o relatório: “Perspectivas Agrícolas 2018-2027”. De acordo com o informativo, a produção agropecuária América Latina e do Caribe aumentará 17% na próxima década, sendo que os cultivos de soja norteiam essa ampliação.

    Segundo o relatório, cerca de 53% da expansão corresponde a um aumento na produção de cultivos, 39% à pecuária e os 8% restantes à expansão da piscicultura. A previsão é de que a produção total de cultivos na região cresça 1,8% por ano até 2027.

    Em torno de 60% deste crescimento deve ocorrer devido a melhorias no rendimento, que implicará no aumento de cerca de 11% na próxima década, liderado pelos cultivos de cereais e leguminosas. O informativo sinaliza ainda que o uso agrícola da terra na América Latina e no Caribe crescerá em torno de 11 milhões de hectares.

    O cultivo de soja corresponderá a aproximadamente 62% da expansão da área cultivada na região. Desta maneira, se prevê que o Paraguai expanda significativamente sua área de cultivo de soja, enquanto o Brasil fará o chamado cultivo múltiplo, ou seja, soja e milho em um mesmo terreno. Ainda assim, a perspectiva é de que cerca de 46% da produção de soja seja exportada – principalmente para a China – e que cerca de 54% da produção total seja processada na região.

    Fonte: Mais Soja

  • Frente fria chega na quarta e fica mais intensa no final de semana

    Na próxima quarta-feira a temperatura vai cair bastante, principalmente na região Sul do país. Isso pode provocar geadas em pontos isolados no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Mas a atenção maior deve ser voltada para o dia 10 de julho, porque a onda de frio será mais intensa e ampla, partindo do oeste do Rio Grande do Sul, até parte do Centro-Oeste e Sudeste.

    Nos próximos 15 dias, a previsão indica pouquíssimas chuvas em todo o país. Devem ficar restritas ao extremo Norte e parte do Rio Grande do Sul. Até o dia 15 o estado deve receber no máximo 20 milímetros acumulados.

    SUL

    A terça-feira começa com chuvas no norte do Rio Grande do Sul e em parte de Santa Catarina, por causa de uma frente fria. O sistema avança rapidamente e no final da manhã já chove no sul e leste do Paraná. As chuvas persistem nas horas seguintes na faixa entre o centro paranaense e norte gaúcho nas horas seguintes, mas com menos intensidade que no começo da semana. No norte do Paraná, faz sol e calor. Já, no centro e sul do Rio Grande do Sul, o tempo abre, mas ventos de sul deixam o tempo frio, com baixo risco para formação de geadas em alguns pontos da Campanha no amanhecer.

    SUDESTE

    Uma massa de ar seco continua sobre a maior parte do Sudeste e deixa o tempo aberto nesta terça-feira (03). O dia começa com temperaturas amenas e uma leve sensação de frio em alguns pontos da Região, mas as temperaturas disparam à tarde e o calor é intenso. Uma frente fria até tenta avançar pelo Sudeste, mas se afasta rapidamente para o oceano e só aumenta a nebulosidade em áreas próximas do litoral, com chuva pontual no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com chuva fraca pontual. No caso do estado paulista, a umidade relativa do ar fica ligeiramente mais alta do que nos últimos dias. Nas demais áreas, porém, o ar segue muito seco.

    CENTRO-OESTE

    Uma massa de ar seco continua no centro do Brasil e garante mais um dia ensolarado, quente e seco no Centro-Oeste. Os índices de umidade continuam críticos nos três estados da Região e no Distrito Federal.

    NORDESTE

    Os ventos úmidos que sopram do mar mantém as chuvas no litoral do Nordeste, enquanto o interior da Região tem ar seco. Faz calor no litoral, mas faz ainda mais calor no interior nordestino, onde as temperaturas altas são acompanhadas de baixos índices de umidade relativa do ar.

    NORTE

    Terça-feira com tempestades a qualquer hora do dia em Roraima e no norte do Amazonas. A chuva é volumosa e forte, com trovoadas. Também chove, de forma mais curta, no norte do Pará e no Amapá. Do Acre ao Tocantins, tempo firme, com bastante calor à tarde.

    Fonte: Canal Rural

  • China diz que não vai disparar primeiro tiro em guerra comercial com os EUA

    PEQUIM (Reuters) – A China “não vai absolutamente” disparar o primeiro tiro em uma guerra comercial com os Estados Unidos e não será a primeira a cobrar tarifas, disse o Ministério das Finanças do país nesta quarta-feira.

    Uma pessoa com conhecimento do plano disse à Reuters que as tarifas da China sobre 34 bilhões de dólares em produtos dos EUA vão entrar em vigor no início a partir do início da sexta-feira. Dada a diferença de 12 horas, isso coloca sua implementação antes da entrada em vigor das tarifas de Washington. Outras mídias publicaram notícias semelhantes.

    Mas o ministério emitiu um esclarecimento breve em resposta.

    “A posição do governo chinês foi declarada muitas vezes. Nós não vamos absolutamente disparar o primeiro tiro, e não vamos implementar medidas tarifárias antes que os EUA o façam”, afirmou, sem dar mais detalhes.

    Washington diz que implementará tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos chineses em 6 de julho, e Pequim prometeu retaliar com medidas similares no mesmo dia.

    Mais cedo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse que a China está pronta para agir, mas não confirmou a data de início das imposições das tarifas chinesas.

    “A China já fez preparativos”, disse Lu em uma entrevista coletiva diária.

    “Desde que os Estados Unidos emitam a chamada lista tarifária, a China tomará as medidas necessárias para proteger firmemente seus interesses legítimos”, acrescentou ele, sem dar mais detalhes.

    Fonte: Reuters

  • Preço da soja em alta no Brasil com demanda chinesa

    As cotações da soja tiveram nesta segunda-feira (02.07) um dia de altas no mercado físico brasileiro, influenciadas pela alta do Dólar (0,87%) e apesar da queda na Bolsa de Chicago (1,16%). De acordo com os índices do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), apurados junto aos diversos participantes do mercado, em média os preços subiram 0,61% nos portos e 0,71% no interior do País.
    “Com o acirramento da disputa entre EUA e China, os chineses estão se voltando mais para o Brasil e isto está elevando os prêmios da soja em grão nos nossos portos, como já viemos mencionando várias vezes. Ocorre que esta demanda não é apenas no que se refere à soja em grão, mas também do farelo de soja, uma vez que a Arentina, principal fornecedor mundial, teve sua safra grandemente diminuída nesta temporada (em 20 MT), provocando aumento da demanda de farelo no mercado mundial”, explica Pacheco.

    “Com isto, as indústrias têm demanda aquecida para o farelo e para o óleo, devido ao aumento de 10% de óleo de soja na produção de biocombustível, tornada obrigatória neste ano”, conclui o analista da T&F Consultoria Agroeconômica.

    Fonte: Agrolink

  • Sicoob deve liberar R$ 12,6 bi para Plano Safra 2018/2019

    O maior Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, deve disponibilizar em torno de R$ 12,6 bilhões para a safra 2018/2019 incluindo linhas de Custeio, Comercialização e Investimento, além de BNDES, FCO e Funcafé. O valor é 17% maior em relação à safra anterior.

    Para o Custeio serão liberados R$5,92 bilhões do montante. Já para Investimento, R$6,30 bilhões e para linhas de Comercialização, R$380 milhões.

    O financiamento do crédito rural estimula os investimentos e o ritmo do mercado econômico. Os recursos subsidiados com baixo custo são destinados ao produtor para o desenvolvimento e aprimoramento das atividades rurais como reformas nas propriedades, plantio, manutenção do plantel de animais, aquisições, ampliação, diversificação e modernização da produção, mantendo, assim, o setor do agronegócio aquecido. Na Safra 2017/2018, o Sicoob liberou R$ 10,8 bilhões.

    O valor total do Plano Safra 2018/2019 é de R$ 194,37 bilhões, que podem ser acessados pelos produtores entre 1º de julho deste ano e 30 de junho de 2019.

    Fonte: Agrolink