agricultura

  • TECNOLOGIA É FUNDAMENTAL PARA MELHOR DESEMPENHO DA SOJA

    Para garantir uma produção que contemple as boas práticas, é fundamental que produtores se atentem aos mais rigorosos controles de qualidade, a começar pelo tratamento das sementes, garantindo elevados índices produtivos. Segundo Emanuel Soto da Laborsan Agro, empresa especializada em tecnologia usada no tratamento de sementes (TS), essa etapa é fundamental para assegurar a excelência do cultivo de uma propriedade. “Com técnicas e produtos adequados e bem recomendados para cada necessidade, o TS contribui para rendimentos elevados na lavoura. Com o aumento da produtividade é possível produzir mais grãos sem aumentar a área plantada”, explica.

    Destaca-se as tecnologias cada vez mais empregadas no TS, que além de equipamentos mais sofisticados e precisos na aplicação, o uso de polímeros e pós secantes que permitem uma otimização do processo, diminuindo perdas das sementes tratadas e trazendo maior segurança as sementes tratadas.

    Emanuel Soto vê essa grande evolução do TS: “o tratamento de sementes atualmente evolui para um processo mais eficiente realizado em equipamentos automatizados e mais precisos, o TSI, e que utilizam da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO® , o que viabiliza aumentos de caldas com eficiência operacional ao processo, além, da potencialização dos resultados dos produtos utilizados no TS”.

    Outras dicas que a Laborsan Agro destaca para um melhor tratamento de sementes:

    1- Uso de sementes certificadas e com alta qualidade fisiológica (germinação e vigor);

    2- Recomendação correta dos produtos que compõem a calda de TS.  Trabalho realizado através de assistência técnica por profissionais conhecedores da real necessidade e aptos em fazerem uma recomendação agronômica com produtos mais eficientes possíveis e recomendados a cultura, frente aos desafios relacionados à patógenos, pragas, nutricional, fisiológico etc. Destaque também para a necessidade em se atentarem à compatibilidade entre os produtos que compõem a calda de TS.

    3- Uso da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO®: adesão, proteção às sementes tratadas, melhor recobrimento, fluidez operacional, plantabilidade , maior segurança ao homem e ao meio;

    4- Equipamentos calibrados e adequados visando aplicação mais eficaz (melhor recobrimento, diminuição de danos às sementes);

    5-  Segurança ao homem e ao meio como uso de EPIs adequados e em local mais apropriado possível, evitando contaminações e, por fim, destinar corretamente os resíduos da operação e possíveis sobras de sementes tratadas.

    O tratamento de sementes, então, entra como etapa fundamental no cultivo de soja, protegendo, nutrindo, inoculando etc. na fase inicial da cultura. “É dessa forma que a sojicultura conseguirá ainda mais êxito no mercado internacional, oferecendo produtos que tenham sido bem cuidados em todas as etapas da produção. Com mais produtividade estratégica, temos mais rentabilidade e sustentabilidade”, finaliza Soto.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • COLHEITA DE MILHO DE VERÃO 2020/21 ATINGE 96,6% NO BRASIL

    A colheita da safra de verão 2020/21 no Brasil de milho atingia 96,6% da área estimada de 4,353 milhões de hectares até sexta-feira (21), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

    Os trabalhos de colheita foram concluídos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás/Distrito Federal. As atividades atingem 88,2% em Minas Gerais.

    No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 93,5% da área estimada de 4,119 milhões de hectares da safra verão 2019/20. A média de colheita nos últimos cinco anos para o período é de 94,9%.

    Fonte: Agência SAFRAS

  • AGROPECUÁRIA TEM MAIOR GERAÇÃO DE EMPREGO NO 1º TRIMESTRE DESDE 2007

    A agropecuária gerou no primeiro trimestre de 2021 um saldo positivo de 60.575 novos postos de trabalho, o melhor resultado para o período desde 2007, quando foram criadas 62.245 vagas de emprego.

    A análise está no Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e foi feita com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério da Economia.

    Segundo a CNA, houve geração de empregos em quase todas as regiões no acumulado de janeiro, fevereiro e março deste ano. As regiões Sudeste (44.477) e Centro-Oeste (11.668) foram as regiões que mais criaram vagas no período. A exceção foi o Nordeste, que fechou 7.530 postos.

    São Paulo liderou a geração de empregos nos três primeiros meses de 2021, com 36.146 novas vagas, o que representa 59,7% do total de vagas do setor. Em seguida aparece Minas Gerais, com 7.467 vagas (12,3% do total). No Nordeste, a Bahia foi o único estado com saldo positivo: 3.085 vagas (5,1% do total).

    Por atividade agropecuária, as três atividades que mais criaram empregos foram: o cultivo da soja (12.656), cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja (10.722), criação de bovinos (9.782). Juntas, estas culturas responderam por 54,7% do total.

    Texto: CNA

    https://www.cnabrasil.org.br/

  • MILHO: VALORES SEGUEM RENOVANDO RECORDES EM MUITAS REGIÕES

    Os preços do milho seguem renovando os patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em importantes praças produtoras, o valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020.

    Pesquisadores do Cepea indicam que as contínuas altas estão atreladas à baixa oferta do milho no spot nacional. Preocupados com os possíveis impactos do clima sobre a produção da segunda safra, produtores limitam as vendas.

    Consumidores, por sua vez, estão preocupados com os atuais patamares – que extrapolam os custos de produção em muitos casos. Os compradores que precisam recompor estoques têm tido dificuldades em encontrar novos lotes e os que conseguem se esbarram nos elevados preços negociados.

    Fonte: Cepea

    www.cepea.esalq.usp.br

  • MILHO: safra de verão não deve trazer conforto ao mercado

    O relatório mensal da consultoria Agro Itaú salienta que os preços do milho em Chicago seguirão sustentados no curto prazo diante da perspectiva de balanço apertado nos Estados Unidos e da consolidação de mais um ano de déficit no mercado mundial da commodity. Nesse contexto, ganha ainda mais relevância o tamanho final das safras brasileira e argentina.

    Em relação à safra na Argentina, embora suas condições tenham melhorado levemente ao longo de fevereiro, dados da Bolsa de Cereales de Buenos Aires indicam que no dia 25/2 o percentual da lavoura qualificada como boa ou excelente somava 30%, bem inferior aos 59% observado no mesmo período do ano passado. As condições são piores para as áreas plantadas mais cedo (“tempran os”). No Brasil, o ponto de atenção fica para o atraso no plantio do milho safrinha. Estimativas da StoneX indicam que até o dia 26/2 a área plantada com o grão na 2ª safra alcançou 38%, bem inferior à velocidade de 2020, quando o plantio já chegava a 68% da área pretendida. Isso sugere que parte relevante do milho será plantado fora da janela ideal, o que deverá trazer mais riscos ao desenvolvimento da cultura.

    Do lado da demanda, atenção também deverá ser dada à evolução das compras chinesas, que têm sido puxadas pela recuperação do rebanho suíno local. Se elas se acelerarem ainda mais, as cotações na CBOT poderão ganhar fôlego adicional. Os preços da commodity em Dalian no final de fevereiro foram 58% superiores ao mesmo período em 2020.

    No Brasil, o cenário também é de preços firmes nos próximos meses já que a chegada da safra de verão não deverá ser suficiente para trazer grande conforto ao mercado. Além disso, os preços altos em Chicago atrelados ao câmbio desvalorizado devem deixar a paridade com as cotações internacionais em patamares elevados.

    Fonte: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

     

  • De onde sairão as 500 mil tons de soja nomeada do RS?

    Já existem mais de 500 mil toneladas de soja nomeadas para Rio Grande em março e a preocupação dos analistas é de onde essa soja vai sair, já que o Rio Grande do Sul só começa a colher na segunda quinzena de março. De acordo com a TF Agroeconômica, deverá  haver  um  aceleramento  das entregas no porto, com o consequente inflacionamento ainda  maior  do  frete,  que  já  está  muito  alto  e  outras despesas inerentes aos embarques.

    No Paraná, os fretes subiram de 60% a 70% no estado. “Normalmente o frete do interior do estado (de 600 km) até o porto  estava em  R$ 100,00/tonelada, mas, neste ano, os preços subiram astronomicamente. Veja abaixo a  nova  tabela  válida  para  esta  semana,  apenas  para  a região  Oeste  do  estado  até  Paranaguá,  mas  os  preços são  válidos  para  outras  regiões  quando  tem  a  mesma quilometragem”, indica.

    Em Minas Gerais, os preços estão parados assim como o mercado. “Tanto  Minas  quanto  Mato  Grosso  são  duramente impactados  pelas  variações  na  bolsa  por  se  basear  na exportação tão fortemente. Ademais, os preços estão lucrativos e é preciso esperar pela evolução da colheita. Hoje  soubemos  que  duas  categorias  cruzaram  os  Braços  em  Minas  gerais,  transportadores  de  combustível  e motoristas de caçamba, já falta combustível em vários locais do estado de Minas Gerais”, conclui.

    Fonte: Agrolink.

  • Por que pode ocorrer mofo branco em regiões sem histórico?

    O mofo branco, causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, é comum na Região Norte do Rio Grande do Sul (RS), especialmente em áreas com altitudes acima de 600 m. No entanto, nas últimas safras, sintomas da doença foram observados em regiões sem histórico, com altitudes em torno de 200 m. Seria este um reflexo da adaptação do fungo?

    Conforme a Pesquisadora e Fitopatologista da CCGL Caroline Wesp Guterres, a resposta é não! Este é um indício de que temos inóculo de mofo branco amplamente disseminado em diferentes regiões do estado, basta apenas que existam condições de ambiente que favoreçam a manifestação dos sintomas para a doença ocorrer. – Com umidade prolongada e temperaturas noturnas amenas (abaixo de 20 °C), escleródios de Sclerotinia germinam, formando apotécios, que dão origem aos ascósporos, esporos que atingem as flores da soja, dando início aos sintomas da doença. Além disso, uma vez que as cultivares de soja indeterminadas vêm apresentando um longo período de florescimento, o período propício para a infecção também se torna mais amplo – explica Caroline.

    A pesquisadora salienta que esse inóculo pode estar sendo disseminado nas lavouras através da falta de qualidade das sementes de soja não beneficiadas ou salvas e de outras culturas suscetíveis, como algumas culturas de cobertura. – Estes escleródios podem permanecer no solo por diversas safras, aguardando condições de ambiente favoráveis para a manifestação dos sintomas da doença. Além do escleródio, o mofo pode sobreviver na forma de micélio no interior das sementes. Sendo assim, a qualidade da semente de soja e de outras culturas suscetíveis ao mofo é de extrema importância. Ainda, a realização de tratamento de sementes com fungicidas específicos para o controle mofo branco em sementes oriundas de áreas com histórico da doença é medida imprescindível – completa a fitopatologista.

    Conforme Caroline, a prática da rotação de culturas com gramíneas (milho e cereais de inverno) é fundamental para o controle da doença. Além disso, manter a lavoura livre de espécies daninhas reduz de forma significativa o inóculo de mofo. – Diversas espécies daninhas, como buva e nabiça, são suscetíveis ao mofo branco, servindo como fonte de multiplicação de inóculo. A presença de uma boa camada de palhada é outra medida de manejo, além de atuar como barreira física, a pouca luminosidade conferida pela cobertura morta, principalmente de gramíneas, permite que os escleródios sejam destruídos mais rapidamente, através da ação de microrganismos antagonistas. Nessa linha, o controle biológico também tem se apresentado como alternativa eficiente para minimizar o avanço do mofo branco – reforça a pesquisadora. Soma-se a essas medidas o controle químico em parte aérea com fungicidas específicos – conclui a fitopatologista. Para mais informações, procure a CCGL ou técnico de sua cooperativa.

    Fonte: CCGL.

  • PREVISÃO DO TEMPO: avanço de frente fria provoca chuva no Centro-Sul

    O avanço da frente fria entre o sul e sudeste do país, continuará provocando chuvas em algumas localidades do centro-sul, nesta quinta-feira. Porém estas instabilidades não sofrerão avanço significativos para a direção norte. Já no nordeste do Brasil, há condições para pancadas de chuvas em boa parte da região devido à atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), pois este sistema favorece a formação de instabilidades em suas bordas.

    No decorrer do dia, o alinhamento do fluxo de umidade entre o sul da Região Amazônica, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, dará forma a uma nova Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que deverá se manter pelo menos até o próximo final de semana. A ZCAS deverá se configurar provocar chuva mais regulares entre MT, GO, centro-sul e oeste de MG, centro-sul do RJ e SP.

    A tendência é que, até o domingo (28) não deveremos ter mudanças expressivas nas condições de tempo. A chuva deverá se concentrar principalmente na faixa central do país e parte do interior do Nordeste. Em grande parte do Sul do país (exceto no norte e leste do PR e leste de SC) o tempo deverá ficar mais seco, com pouca condição para chuva.

    Região Sul

    Como a frente fria não sofrerá avanços significativos, em virtude disso, o tempo terá condições para acumulados expressivos entre o norte e leste do estado do PR e ao norte do estado de SC. Sendo que as instabilidades na faixa leste do estado do PR serão reforçadas com a presença da região de baixa pressão no litoral do sudeste. Já no estado do RS, a influência será da massa de ar seco associada ao sistema de alta pressão na retaguarda da frente fria, manterá o tempo sem condições para instabilidades sobre o estado gaúcho.

    Fonte: Agrolink.

  • Lavouras de soja são monitoradas no RS

    Na última semana a equipe da Emater/RS-Ascar de Novo Tiradentes realizou visitas de monitoramento e acompanhamento técnico em lavouras de soja do município. Na grande maioria das lavouras a cultura encontra-se em fase de enchimento de grãos, apresentando boa sanidade e demonstrando alto potencial de produtividade.

    O extensionista rural Luciano Schievenin alerta aos produtores sobre os possíveis ataques de pragas e, principalmente, ao aparecimento de sintomas de doenças, as quais poderão ser evitadas com tratamento preventivo, para evitar perdas na produção. “O produtor também deve observar o intervalo entre uma aplicação e outra e procurar realizar uma aplicação adequada, observando fatores climáticos como umidade, vento e temperatura. É importante avaliar o bom funcionamento do pulverizador, escolher ponteiras adequadas, realizar a limpeza dos bicos, calcular o tamanho de gota e manter o pulverizador sempre bem calibrado”, observou Schievenin.

    Com a finalidade de auxiliar os produtores no manejo da Ferrugem Asiática da Soja (FAS) no RS, a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, à qual a Emater/RS-Ascar é vinculada, e em colaboração com laboratórios privados, instituições de ensino e pesquisa do Estado, iniciou um projeto piloto para o monitoramento de esporos de ferrugem asiática da soja nas regiões produtoras. Na safra agrícola 2020/21 esta ferramenta se aprimora com a inclusão de informações relativas às condições meteorológicas (precipitação pluvial, temperatura e molhamento foliar), dando início ao Programa de Monitoramento da Ferrugem Asiática da Soja no RS – Programa Monitora Ferrugem RS.

    O objetivo do Programa é desenvolver uma ferramenta de suporte ao manejo da ferrugem asiática da soja e, desta forma, auxiliar os produtores na tomada de decisão do momento inicial da aplicação preventiva de fungicidas para o controle da FAZ e contribuir para a diminuição do uso de fungicidas, dano ambiental e custo econômico das lavouras de soja.

    O Programa Monitora Ferrugem RS tem como estratégia metodológica a detecção da presença de esporos, associada às condições meteorológicas, para gerar mapas indicativos de predisposição da ocorrência da FAS e auxiliar técnicos e produtores na tomada de decisão e adoção de medidas de manejo da doença. Produtores interessados em mais informações sobre o programa e orientação técnica para o manejo da cultura da soja, devem entrar em contato as equipes da Emater/RS-Ascar do seu município.

    Fonte: Agrolink.

  • Em 3 dias Brasil exportou 248,1 mil toneladas de milho e fev/21 já está 121% a frente de fev/20

    O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a terceira semana de fevereiro.

    Nestes 13 primeiros dias úteis do mês, o Brasil exportou 753.104,2 toneladas de milho não moído. Este volume representa um acréscimo de 248.163,9 toneladas com relação ao contabilizado até a segunda semana de fevereiro (504.940,3) e é 29,54% de tudo o que foi embarcado durante o mês de janeiro (2.548.860 toneladas).

    Até aqui, o país já embarcou 121,33% a mais do que tudo o que foi registrado durante fevereiro de 2020 (340.255,8 toneladas).

    Com isso, a média diária de embarques ficou em 57.931,1 toneladas, patamar 54,53% menor do que a média do mês passado (127.443 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 206,46% maior do que as 18.903,1 do mês de fevereiro de 2020.

    Em termos financeiros, o Brasil já exportou um total de US$ 153.726,10 no período, contra US$ 69.884,40 de todo fevereiro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 204,58% ficando com US$ 11.825,10 por dia útil contra US$ 3.882,50 em janeiro do ano passado.

    Já o preço por tonelada obtido registrou queda de 0,62% no período, saindo dos US$ 205,40 do ano passado para US$ 204,10 neste mês de fevereiro.