agronegócio

  • O QUE VAI MEXER NO PREÇO DA SOJA?

    A pergunta que todos estão de olho neste início de semana é justamente essa: O que pode mexer e ditar tendência nos preços da soja nos próximos trinta dias? De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, o primeiro grande fator é o novo relatório mensal de acompanhamento do quadro de Oferta & Demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    Por outro lado, ressalta a Consultoria Agroeconômica, com qualquer número do relatório, o clima desempenhará um papel muito importante, daqui para frente: “Primeiro, sobre a safra americana que foi plantada em maio último e que sofreu alguns períodos de seca. Segundo, sobre as safras sul-americanas do Brasil, Argentina e Paraguai, que iniciarão os seus plantios assim que a colheita dos Estados Unidos começar”.

    “E o clima – quase sempre imponderável – pode determinar uma maior ou menor oferta, afetando drasticamente os preços. Então, tanto no caso do relatório do USDSA quanto do clima, há que se esperar”, concluem os analistas de mercado.

    Fonte: AGROLINK

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  • LAVOURAS E PECUÁRIA TÊM MAIOR AUMENTO EM 30 ANOS

    O Ministério da Agricultura divulgou o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de maio. O montante é de R$ 1,11 trilhão. A cifra é 11,8% superior ao obtido em 2020, que foi de R$ 993,9 bilhões. O bom desempenho é reflexo na maior alta de lavouras e pecuária dos últimos 32 anos. Lavouras aumentaram 15,8% e a pecuária, 3,8%.

    Alguns grupos têm tido desempenho negativo, como a batata-inglesa, café, feijão, laranja, tomate, uvas e na pecuária, leite, suínos e ovos. Isso ocorre devido a efeitos de menores preços ou de menores quantidades produzidas.

    Apesar de terem existido períodos de seca que afetaram lavouras, como milho e feijão, os preços têm contribuído para reduzir esse impacto. Esses efeitos foram sentidos, principalmente, no Paraná e em Mato Grosso. O milho foi particularmente prejudicado. A segunda safra, que é a mais importante, teve uma redução em relação a 2020, de 5 milhões de toneladas, e menor produtividade de grãos.

    O crescimento do VBP pode ser atribuído, como destacado em relatórios anteriores, ao excepcional desempenho das exportações de soja em grãos e carnes, preços favoráveis e a safra de grãos, que apesar de problemas de falta de chuvas ocorridos, mesmo assim as projeções da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) e do IBGE são de uma safra expressiva.

    Os dados regionais do VBP continuam mostrando a liderança de Mato Grosso com participação de 17,2% no valor, Paraná 13,2%, São Paulo 11,2%, Rio Grande do Sul 10,8%, e Minas Gerais 10%.

    O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

    Fonte: AgroLink

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  • AGRO PUXA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA DO RS

    Depois de um 2020 difícil na economia e com reflexos de uma severa estiagem, o Rio Grande do Sul vive recuperação. O responsável por puxar o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado foi o agronegócio. No primeiro trimestre deste ano a economia gaúcha avançou 5,5% enquanto a brasileira cresceu 1%.

    Já no comparativo com o último trimestre de 2020, o crescimento geral foi de 4%. Os desempenhos da agropecuária tiveram alta de 35,7%. Os números foram divulgados pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).

    Nas exportações a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) aponta alta de 57,1%, em maio, ante o mesmo mês do ano passado, totalizando US$ 1,2 bilhão. No acumulado de 2021, as vendas externas alcançaram US$ 4,9 bilhões, um avanço de 26,1% na comparação interanual.

    As maiores altas foram na indústria, como Alimentos, 36,4%; Químicos, 62,6%; Celulose e papel, 126%; e Máquinas e equipamentos, 96,5%. Também se destacaram Couro e calçados, com elevação de 105,5%, produtos de metal, 51,9%; e veículos automotores, 42,5%. A única exceção foi tabaco, com queda de 8,4%.

    Em relação aos destinos das vendas externas do RS, em comparação a maio de 2020 ocorreu grande aumento dos embarques totais para a China (50,9%). Mesmo com a fraca redução observada nas exportações da indústria de Alimentos para a economia asiática no mês, as vendas de soja em grãos (+US$ 317,8 milhões) garantiram esse avanço.

    Fonte: AGROLINK

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  • COMO PESQUISA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA CONTRIBUÍRAM PARA UMA SAFRA RECORDE NO RS

    Conforme a RTC o estado colherá mais de 20 milhões de toneladas de soja nesta safra

    O conhecimento é um bem valioso e indispensável para superar os desafios relacionados a agricultura. Compartilhar e difundir as informações obtidas torna-se essencial para obter resultados efetivos na produção de alimentos. Por esse motivo, pesquisa e assistência técnica uniram forças e criaram em 2018 a Rede Técnica Cooperativa – RTC, um movimento que une tecnologia, experimentação agrícola e difusão de conhecimento para o fortalecimento dos produtores rurais cooperados.

    Conforme dados da RTC, nesta safra o Rio Grande do Sul (RS) deve colher mais de 20 milhões de toneladas de soja. Esse volume é o maior já produzido da oleaginosa no estado, e deve representar um avanço de mais de 80% em relação a safra anterior, onde a produção da soja foi prejudicada pela estiagem. Para o Gerente de Pesquisa da CCGL (Cooperativa Centra Gaúcha Ltda.) e coordenador da RTC, Geomar Mateus Corassa, esses dados confirmam o trabalho desenvolvido pela Rede vem sendo efetivo.

    – Buscar rentabilidade é o plano principal desenvolvido pelas 31 cooperativas gaúchas que participam da RTC, que desenvolvem e compartilham conhecimento oriundo dos seus campos experimentais localizados em todo o RS. Os estudos são conduzidos de forma conjunta entre o departamento técnico da cooperativa e a equipe de pesquisadores da CCGL. Os resultados gerados se traduzem em recomendações técnicas para os mais de 160 mil produtores associados e anualmente contribuem para o aumento da produtividade no campo – explica Geomar.

    Apesar do número positivo, o Engenheiro Agrônomo da Cotribá, Fernando Müller relata que o primeiro cenário era de dificuldade para safra. – Tivemos problemas já nas culturas de inverno, onde o clima mais seco e as geadas prejudicaram as culturas da época. Durante o plantio da soja, iniciado em outubro de 2020, houve falta de chuva no mês de novembro, o que atrasou o plantio em diversos municípios – relembra Fernando.

    – O trabalho conjunto entre pesquisa e assistência técnica foi decisivo para  contornar as adversidades. Os profissionais receberam diversos treinamentos e pesquisas foram conduzidas durante o período. Após o cenário de dificuldades a distribuição de chuvas melhorou e favoreceu o desenvolvimento da cultura, na fase vegetativa, floração e enchimento de grãos e oportunizou resultados mais rentáveis – destaca o Engenheiro Agrônomo da Cotribá

    O Engenheiro Agrônomo e Diretor Técnico da Cotrisel, Marcelo Sbicigo salienta que este trabalho vem construído com muita dedicação e o que o uso tecnologia usada de forma aplicada pelas cooperativas é parte importante deste resultado. – Os investimentos em pesquisas e capacitações dos profissionais que atuam junto aos produtores são decisivos para os avanços na lavoura. Hoje contamos com maquinários modernos, drones, aplicativos, imagens de satélites, indicadores de previsão do tempo em nível de talhão, informações privilegiadas na palma da mão que facilitam o gerenciamento da propriedade, mensuração e assertividade no processo, fortalecendo o elo de confiança entre produtor e técnico.

    O Engenheiro Agrônomo e Coordenador Técnico da Cotricampo, Rodolfo Richter reforça o comprometimento das cooperativas para manter os produtores rurais bem informados mesmo em época de pandemia, onde as pesquisas seguiram sendo conduzidas nos campos experimentais da RTC e a informação chegou através de  eventos online, vídeos, boletins e redes sociais.

    Rodolfo tem como perspectiva que o produtor aproveite esse conhecimento e analisa o cenário agrícola futuro: – O próximo passo é manter o trabalho que vem sendo desenvolvido, aliando teoria e prática e aproveitando o ensinamento que a última safra nos proporcionou. Precisamos ter cuidado com os manejos, fazer uma boa análise do solo e usar com precisão as plantas de cobertura, estar atento a todas as mudanças e inovações, buscando elevar ainda mais a produção no estado na próxima colheita.

    Segundo o Presidente da CCGL – cooperativa matriz da RTC, Caio Vianna a safra recorde reforça a importância das cooperativas para o crescimento econômico do Rio Grande do Sul. – A RTC é um sistema intercooperativo que está presente em todo o processo agrícola, são mais de mil profissionais, que auxiliam o produtor nas tomadas de decisões na lavoura. A colheita de 20 milhões de toneladas de soja e as boas cotações do mercado são sinais da força do cooperativismo, que representa metade da safra colhida no estado. Os resultados devem avançar ainda mais com a implementação da Smartcoop (plataforma digital das cooperativas) – reforça o Presidente.

    Para os produtores rurais associados da Cotrijuc Mauro Machado da Silva e  Carlos Manfio Júnior, o trabalho desenvolvido pela RTC foi essencial para os resultados obtidos na safra de soja 2020/2021.

    – Os dados gerados pela rede trazem mais segurança, economia, assertividade para o produtor. Através de estudos ficamos sabendo qual a melhor semente, qual o melhor produto, ou seja, a orientação está embasada em pesquisa, sem interesse comercial e de forma idônea. Um comprometimento de práticas e processos, que aliados com a capacidade de se moldar durante os problemas de clima e de aplicar a tecnologia resultam em números cada vezes mais altos e impressionantes na colheita – resume Mauro.

    – Acredito que três fatores são decisivos para a produção, o clima, aumento da área cultivada da oleaginosa em novas fronteiras do nosso estado e as boas práticas agrícolas. Não temos controle sobre o clima, mas nos outros dois fatores a pesquisa e assistência técnica são responsáveis pelo resultado, com profissionais qualificados e com produtores interessados em aumentar a produtividade, para poder ter viabilidade no negócio. A pesquisa possibilita novas tecnologias, novas alternativas para melhorar o solo, com adubação mais precisa, correção da acidez, e rotação de culturas e cultivo em áreas de várzea. Temos cultivares adaptadas as diferentes condições de solo e clima, nosso manejo é robusto e usamos os melhores produtos. A assistência técnica faz a ligação entre a pesquisa e o produtor, que muitas vezes não consegue ter acesso a todas as novas informações. O somatório de todo esse conjunto possibilitou o estado chegar neste número recorde – comemora, Júnior.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL

     

     

  • SOJA: COLHEITA SE INTENSIFICA NO BRASIL E VALORES RECUAM

    O avanço da colheita de soja no Brasil, a melhora do clima na Argentina e a falta de cota para embarcar o grão nos portos nacionais pressionaram os valores internos e também os prêmios de exportação da oleaginosa na semana passada, conforme indicam pesquisadores do Cepea.

    No campo, em Mato Grosso, o baixo volume de chuva no início da semeadura de soja e, depois, o excesso das precipitações na colheita elevaram a quantidade de grãos avariados e com excesso de umidade, o que pode resultar em descontos nos valores pagos.

    No Paraná, produtores consultados pelo Cepea indicam que um pequeno volume dos primeiros grãos colhidos estava avariado, mas isso não deve impactar na produção total do estado.

    Já no Rio Grande do Sul, o déficit hídrico e o aumento dos casos de pragas e fungos nas lavouras de soja preocupam agricultores. O estado gaúcho é o que mais apresentou focos de ferrugem asiática nesta temporada.

    Fonte: www.cepea.esalq.usp.br

  • Parceria comercializa soja em plataforma de commodities

    Uma parceria entre a Orbia, plataforma que conecta produtores a distribuidores, e a multinacional de alimentos, Bunge, resultou na primeira comercialização totalmente digital de soja.

    A operação foi realizada por meio de uma plataforma de commodities. Em três meses foram movimentadas mais de 75 mil toneladas de soja. A parceria permite ao produtor rural negociar sua produção de duas formas: venda de grãos disponíveis e barter digital, em que os grãos são utilizados como pagamento na compra de insumos agrícolas.

    Roberto Marcon, diretor de Originação da Bunge, ressalta que a parceria é mais um passo na jornada de transformação digital da multinacional. “Estamos desenvolvendo e implantando soluções digitais em nossas principais áreas de negócio. Por meio da parceria com a Orbia, a Bunge se tornou a primeira trading do Brasil a realizar o processo de originação (compra) de grãos online, permitindo ao produtor rural realizar cotações, vender sua safra e assinar o contrato sem precisar sair de casa, com segurança e transparência em todos os processos”, afirma.

    As relações de troca que viabilizam a compra de insumos agrícolas com pagamento futuro em grãos já fazem parte do dia a dia dos produtores rurais. Inclusive um dos objetivos da parceria é justamente estimular as operações de barter digital.

    “As plataformas digitais no Agro estão gradativamente ganhando espaço e o interesse de nossos clientes. Essa tendência que aos poucos vai dominando o mercado”, destaca Paula de Mello, da Agrícola Alvorada, revenda que movimentou cerca de 45 mil toneladas em barter digital na Orbia.

    Texto: AgroLink

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  • Pesquisa apresenta soja tolerante ao percevejo

    Os percevejos são insetos sugadores com enorme potencial de ocasionar prejuízos em várias culturas como soja, milho, trigo, entre outras. Embora estejam presentes desde o período vegetativo das culturas, é no período reprodutivo que ocorrem os maiores prejuízos e podem impactar também a armazenagem dos grãos. Um percevejo, por metro quadrado, acarreta uma redução de 49 a 120 kg de grãos. Essa variação depende da espécie de percevejo, do clima, fase da cultura, da cultivar e de sua produtividade.

    Uma tecnologia da Embrapa apresenta a soja tolerante ao inseto. Chamada de Block, a ferramenta confere maior tolerância aos percevejos, o que minimiza a ação destrutiva da praga. Ela não dispensa o uso de inseticidas, mas permite uma melhor convivência com os insetos no campo. A adoção de cultivares tolerantes agrega força ao Manejo Integrado de Pragas (MIP-Soja).

    O pesquisador da Embrapa Soja, Marcos Rafael Petek, explica que a tecnologia suporta o dobro dos ataques da praga sem reduzir a produtividade. “A resistência genética da própria soja foi selecionada por melhoramento e traz maior tranquilidade ao produtor, principalmente em épocas de descontrole do percevejo, como em períodos de muita chuva onde não é possível pulverizar. E o produtor não paga a mais pela tecnologia. Ela já está embutida nas cultivares”, destaca.

     A tecnologia está associada às diferentes plataformas de cultivares de soja da Embrapa: convencional, RR e IPRO, com quatro cultivares disponíveis no sistema, sendo duas lançadas no ano passado e duas neste ano. “No caso da BRS 1003IPRO também há tolerância às lagartas e ao glifosato e tem ampla adaptação pelas regiões. A BRS 543RR é importante para o refúgio e recomendação também para várias regiões. Ambas têm ciclo precoce e ajudam contra os percevejos”, explica o pesquisador.

    As novas cultivares da tecnologia Block que chegam ao mercado são as convencionais BRS 523 e BRS 539.  A primeira é uma cultivar precoce e validada também no sistema orgânico. Já a segunda também é precoce e além da tolerância ao percevejo também tem resistência a Ferrugem Asiática.

     

    Fonte: AgroLink

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  • Fomentar a produtividade do campo com tecnologias de precisão: potencial do monitoramento por satélite para aumentar o rendimento da colheita

    O monitoramento por satélite pode resolver a preocupação mais urgente dos agricultores – como aumentar o rendimento de suas culturas. A tecnologia agrícola de precisão, reforçada por análises de satélite, fornece informações precisas sobre o desenvolvimento das culturas, simplificando assim a tomada de decisões. Pesquisas recentes revelam que a implementação do software Crop Monitoring pode potencialmente aumentar a produtividade do campo em até 30%.

    O inovador software EOS Data Analytics de monitoramento por satélite online ajuda os agricultores a aumentar o rendimento das safras por meio dos seguintes métodos:

    Zoneamento de produtividade de campo

    O software de monitoramento de colheitas, que utiliza tecnologia de alta precisão e dados via satélite, permite aos agricultores gerar mapas de produtividade de campo com base em dados históricos. Isso ajuda os agricultores a zonear as terras agrícolas de acordo com seu nível de produtividade. Esta informação pode ser usada para plantar sementes de forma mais densa em áreas de alta produtividade para melhores rendimentos.

    Quando os agricultores identificam áreas de campo com menor produtividade, eles podem melhorar as condições de cultivo de suas plantas, incluindo as medidas para aumentar a fertilidade do solo. Muitos agricultores usam o software Data Analytics da EOS para avaliar a produtividade de seus campos antes da semeadura.

    Aplicação inteligente dos fertilizantes

    Os fertilizantes são a forma mais comum de aumentar a produtividade das culturas, porém devem ser usados ??com cautela. É possível que diferentes áreas de um mesmo campo tenham diferentes necessidades de fertilização. O monitoramento das culturas permite que os agricultores identifiquem essas distinções, criando zonas onde os fertilizantes podem ser aplicados de forma seletiva.
    Monitorando o crescimento das culturas

    Os satélites detectam o crescimento das plantas por meio de índices espectrais que os agricultores podem usar para monitorar a saúde da cultura. As informações recebidas por sensoriamento remoto permitem aos agricultores realizar as estimativas de rendimento, bem como rapidamente detectar e prevenir as ocorrências como pragas, doenças de plantas, ervas daninhas e outras necessidades das plantas.

    O software EOS Data Analytics pode exibir múltiplos índices, incluindo:
    • NDVI – Índice de vegetação com diferença normalizada (recomendado durante as fases ativas de crescimento da cultura);
    • MSAVI – Índice de vegetação ajustado ao solo modificado (recomendado para os estágios iniciais do crescimento da cultura; com base no índice, você pode construir mapas para aplicação diferencial de fertilizantes);
    • NDRE – Índice de vegetação por diferença normalizada na borda vermelha (recomendado em conjunto com o índice NDVI);
    • ReCl – Clorofila Red Edge (mais relevante durante os estágios de crescimento inicial e ativo da cultura)
    • NDMI – Índice de umidade com diferença normalizada (usado para determinar o conteúdo de água na vegetação)

    Previsão precisa do tempo

    O software de monitoramento na agricultura de precisão ajuda os agricultores a atingir altos rendimentos, apesar das mudanças climáticas incontroláveis. O clima tem influência significativa no desenvolvimento das plantas, portanto, as previsões precisas permitem aos agricultores tomar medidas preventivas oportunas para proteger sua cultura contra os extremos do clima.
    Usando a solução EOS Crop Monitoring, os agricultores têm acesso a previsões meteorológicas de alta precisão com até duas semanas de antecedência. Este software de análise por satélite pode detectar estresse por frio e estresse por calor que podem causar danos às plantações.

    Escotismo

    O escotismo ajuda a garantir o desenvolvimento adequado das plantas e aumentar o rendimento das safras. Utilizar uma solução de escotismo das plantas para gestão de tarefas aumenta a eficiência, especialmente ao monitorar uma grande área. Ajuda a economizar tempo, orientando olheiros para investigar partes dos campos que precisam de mais atenção, conforme indicado pelos dados de satélite.
    Uma solução multifuncional como o Crop Monitoring da EOS Data Analytics permite aos fazendeiros gerenciar várias tarefas de seguimento. Também permite aos especialistas que avaliam os campos registrar e carregar suas descobertas em tempo real, facilitando a geração de relatórios detalhados.

    Conclusão

    O aprimoramento dos rendimentos é muitas vezes o resultado de abordagens e tecnologias combinadas. A escolha das técnicas de cultivo depende muito da precisão e da profundidade dos dados. Com a tecnologia certa é mais fácil acertar na aplicação destes métodos para melhorar o rendimento da colheita. A EOS Data Analytics desenvolveu o software Crop Monitoring para simplificar a tomada de decisões para os agricultores. Agora você também pode acessar os dados de satélite detalhados de suas terras agrícolas e tomar as medidas necessárias para incrementar a produtividade do campo, a saúde das colheitas e, por sua vez, aumentar o rendimento das suas plantações.

    Fonte: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

     

  • De onde sairão as 500 mil tons de soja nomeada do RS?

    Já existem mais de 500 mil toneladas de soja nomeadas para Rio Grande em março e a preocupação dos analistas é de onde essa soja vai sair, já que o Rio Grande do Sul só começa a colher na segunda quinzena de março. De acordo com a TF Agroeconômica, deverá  haver  um  aceleramento  das entregas no porto, com o consequente inflacionamento ainda  maior  do  frete,  que  já  está  muito  alto  e  outras despesas inerentes aos embarques.

    No Paraná, os fretes subiram de 60% a 70% no estado. “Normalmente o frete do interior do estado (de 600 km) até o porto  estava em  R$ 100,00/tonelada, mas, neste ano, os preços subiram astronomicamente. Veja abaixo a  nova  tabela  válida  para  esta  semana,  apenas  para  a região  Oeste  do  estado  até  Paranaguá,  mas  os  preços são  válidos  para  outras  regiões  quando  tem  a  mesma quilometragem”, indica.

    Em Minas Gerais, os preços estão parados assim como o mercado. “Tanto  Minas  quanto  Mato  Grosso  são  duramente impactados  pelas  variações  na  bolsa  por  se  basear  na exportação tão fortemente. Ademais, os preços estão lucrativos e é preciso esperar pela evolução da colheita. Hoje  soubemos  que  duas  categorias  cruzaram  os  Braços  em  Minas  gerais,  transportadores  de  combustível  e motoristas de caçamba, já falta combustível em vários locais do estado de Minas Gerais”, conclui.

    Fonte: Agrolink.

  • Previsão de corte nas chuvas para o Sul e frequencia de chuvaradas no centro-norte do País, diz LR Lazinski

    O La Niña vai continuar alterando o clima na América do Sul até pelo menos o final do ano (nicio da safra 21/22), afetando de maneira preocupante o andamento da safra no Brasil, alerta o agrometeorologista Luis Renato Lazinski, com base no modelo europeu de previsões meteorológicas.

    Para os próximos dias (até o dia 6/março) o cenário será uma prévia do que virá pela frente: chuvas constantes no Mato Grosso e Matopiba, precipitações acima da média no sudeste (incluindo Goiás e Triangulo Mineiro, além do Estado de SP e RJ/ES) e corte preocupante da umidade para o Sul.

    — “A antevisão que esse modelo nos dá é de corte acentuado nas chuvas para o Rio Grande. Preocupação maior será com a Argentina, Uruguai e norte do Paraguai. Para as lavouras gauchas essas previsões atingirão a fase crucial da soja, que é o momento do enchimento dos grãos”.

    — “Também a culturas de inverno serão prejudicadas, principalmente o trigo. Mas o que chama a atenção serão os impactos na safrinha de milho em Sta Catarina e Paraná”, acrescenta ele.

    Lazinski mostra as configurações do modelo europeu para os próximos 45 dias (até 12 de abril), e aconselha aos agricultores ajustarem seus planejamentos para evitar perdas.

    O agrometeorologista informa também que o La Niña permanecerá atuando sobre a America do Sul até o final do ano, afetando o inicio da próxima safra de verão (21/22), quando as chuvas deverão novamente chegar mais tarde do costume.

    — “O frio nese inverno será mais acentuado, alias ele já chegou, pois tivemos geadas em fevereiro na serra catarinense”, lembra ele. Outro efeito do La Niña será sobre a safra norte-americana que, após frio intenso dos ultimos dias, enfrentará continuidade da seca no centro-oeste (corn bealt).

    — “O fornecimento de grãos será comprometido”, conclui Luis Renato Lazinski.

    Fonte: Notícias Agrícolas.