CLIMA

  • O QUE VAI MEXER NO PREÇO DA SOJA?

    A pergunta que todos estão de olho neste início de semana é justamente essa: O que pode mexer e ditar tendência nos preços da soja nos próximos trinta dias? De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, o primeiro grande fator é o novo relatório mensal de acompanhamento do quadro de Oferta & Demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    Por outro lado, ressalta a Consultoria Agroeconômica, com qualquer número do relatório, o clima desempenhará um papel muito importante, daqui para frente: “Primeiro, sobre a safra americana que foi plantada em maio último e que sofreu alguns períodos de seca. Segundo, sobre as safras sul-americanas do Brasil, Argentina e Paraguai, que iniciarão os seus plantios assim que a colheita dos Estados Unidos começar”.

    “E o clima – quase sempre imponderável – pode determinar uma maior ou menor oferta, afetando drasticamente os preços. Então, tanto no caso do relatório do USDSA quanto do clima, há que se esperar”, concluem os analistas de mercado.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • ÚLTIMOS DIAS DO VERÃO COM CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DA ESTAÇÃO: AQUECIMENTO DIURNO E PANCADAS DE CHUVAS PELO BRASIL

    O verão acaba oficialmente no próximo sábado, dia 20, e até lá, todas as regiões do país terão dias típicos da estação, com aquecimento diurno e pancadas de chuva acontecendo principalmente entre os períodos da tarde e noite. A partir da próxima semana, de forma gradual, todas as regiões passarão pela fase de transição entre verão e outono.

    Segundo Andrea Ramos, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), áras de instabilidade seguem ativas no Centro-Oeste e também no Matopiba. A atuação da Zona de Convergência Intertropical favorece a formação de nuvens carregadas na parte norte do país, sobretudo no Maranhão, que deve receber as precipitações mais expressivas nas próximas 24 horas.

    Em relação aos volumes esperados, o modelo Cosmo, também do Inmet, prevê chuvas entre 20mm e 30mm em todo estado do Maranhão. Ainda no Matopiba, Piauí e Tocantins também têm previsão de chuvas, porém com volume mais baixo. O Oeste da Bahia deve permanecer com tempo seco.

    Já no Centro-Oeste, as chuvas mais expressivas seguem previstas para o Mato Grosso. A tendência é de chuvas de até 30mm nas regiões central e norte do estado. O modelo mantém ainda a umidade para Goiás e Mato Grosso do Sul, que devem acontecer em formas de pancadas no final do dia.

    Na região Sudeste do Brasil, a tendência também é de chuvas típicas de verão. O modelo Cosmo mantém chuvas com volumes baixos para São Paulo, extremo sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. “Algumas nuvens vão passar ao longo da semana sobre o estado de São Paulo, mas o sol vai predominar. As temperaturas seguem elevadas, com máximas em torno dos 30°C na maioria das regiões, inclusive na capital”, complementa a previsão da Climatempo.

    A semana começa com tempo seco e altas temperaturas na região Sul do Brasil. Segundo as previsões da Climatempo, os padrões devem mudar entre terça e quarta-feira (16) com avanço de um sistema de baixa pressão para a região.

    “Com isso, no Rio Grande do Sul, a expectativa é de tempo instável, com chuva durante a quarta-feira. O céu fica cheio de nuvens e há condições para temporais. As áreas do sul e leste do estado devem registrar rajadas de vento”, afirma a consultoria.

    Fonte: Notícias Agrícolas

    https://www.noticiasagricolas.com.br/

     

  • Previsão de corte nas chuvas para o Sul e frequencia de chuvaradas no centro-norte do País, diz LR Lazinski

    O La Niña vai continuar alterando o clima na América do Sul até pelo menos o final do ano (nicio da safra 21/22), afetando de maneira preocupante o andamento da safra no Brasil, alerta o agrometeorologista Luis Renato Lazinski, com base no modelo europeu de previsões meteorológicas.

    Para os próximos dias (até o dia 6/março) o cenário será uma prévia do que virá pela frente: chuvas constantes no Mato Grosso e Matopiba, precipitações acima da média no sudeste (incluindo Goiás e Triangulo Mineiro, além do Estado de SP e RJ/ES) e corte preocupante da umidade para o Sul.

    — “A antevisão que esse modelo nos dá é de corte acentuado nas chuvas para o Rio Grande. Preocupação maior será com a Argentina, Uruguai e norte do Paraguai. Para as lavouras gauchas essas previsões atingirão a fase crucial da soja, que é o momento do enchimento dos grãos”.

    — “Também a culturas de inverno serão prejudicadas, principalmente o trigo. Mas o que chama a atenção serão os impactos na safrinha de milho em Sta Catarina e Paraná”, acrescenta ele.

    Lazinski mostra as configurações do modelo europeu para os próximos 45 dias (até 12 de abril), e aconselha aos agricultores ajustarem seus planejamentos para evitar perdas.

    O agrometeorologista informa também que o La Niña permanecerá atuando sobre a America do Sul até o final do ano, afetando o inicio da próxima safra de verão (21/22), quando as chuvas deverão novamente chegar mais tarde do costume.

    — “O frio nese inverno será mais acentuado, alias ele já chegou, pois tivemos geadas em fevereiro na serra catarinense”, lembra ele. Outro efeito do La Niña será sobre a safra norte-americana que, após frio intenso dos ultimos dias, enfrentará continuidade da seca no centro-oeste (corn bealt).

    — “O fornecimento de grãos será comprometido”, conclui Luis Renato Lazinski.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • PREVISÃO DO TEMPO: avanço de frente fria provoca chuva no Centro-Sul

    O avanço da frente fria entre o sul e sudeste do país, continuará provocando chuvas em algumas localidades do centro-sul, nesta quinta-feira. Porém estas instabilidades não sofrerão avanço significativos para a direção norte. Já no nordeste do Brasil, há condições para pancadas de chuvas em boa parte da região devido à atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), pois este sistema favorece a formação de instabilidades em suas bordas.

    No decorrer do dia, o alinhamento do fluxo de umidade entre o sul da Região Amazônica, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, dará forma a uma nova Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que deverá se manter pelo menos até o próximo final de semana. A ZCAS deverá se configurar provocar chuva mais regulares entre MT, GO, centro-sul e oeste de MG, centro-sul do RJ e SP.

    A tendência é que, até o domingo (28) não deveremos ter mudanças expressivas nas condições de tempo. A chuva deverá se concentrar principalmente na faixa central do país e parte do interior do Nordeste. Em grande parte do Sul do país (exceto no norte e leste do PR e leste de SC) o tempo deverá ficar mais seco, com pouca condição para chuva.

    Região Sul

    Como a frente fria não sofrerá avanços significativos, em virtude disso, o tempo terá condições para acumulados expressivos entre o norte e leste do estado do PR e ao norte do estado de SC. Sendo que as instabilidades na faixa leste do estado do PR serão reforçadas com a presença da região de baixa pressão no litoral do sudeste. Já no estado do RS, a influência será da massa de ar seco associada ao sistema de alta pressão na retaguarda da frente fria, manterá o tempo sem condições para instabilidades sobre o estado gaúcho.

    Fonte: Agrolink.

  • Inmet alerta para oportunidade de colheita no PR e SC com janela de 4 dias sem chuvas a partir da sexta-feira (05)

    Depois de altos volumes de chuvas, o produtor de soja do Paraná deve ter uma trégua nas precipitações e conseguir avançar com os trabalhos de colheita no Paraná. Segundo Francisco de Assis Diniz, Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a pausa nas chuvas devem acontecer a partir do dia 5, próxima sexta-feira. Até lá, no entanto, o estado deve continuar com condição de chuvas em toda área.

    O especialista destacou ainda que o bloqueio atmosférico, que impedia o avanço das chuvas em importantes áreas de produção agrícola do país, começa a perder força, favorecendo o aumento de chuvas sobretudo em Minas Gerais e no oeste da Bahia. Além do bloqueio, o vórtice ciclônico também se desloca para o Oceano, favorecendo as condições de chuvas.

    O modelo Cosmo do Inmet mostra ainda que as próximas 24 horas serão de chuvas mais expressivas em toda faixa oeste da região Sul do Brasil. Em São Paulo, sul de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás são previstas pancadas de chuvas entre a tarde e noite desta segunda-feira (1º), mostrando assim uma mudança no padrão de chuvas dos últimos dias.

    O modelo mostra ainda que a partir de quinta-feira (4), o Rio Grande do Sul já deve ter tempo estável, enquanto as precipitações mais expressivas são previstas para o Triângulo Mineiro. A partir de sexta, dia 5, já apresentam tempo estável Santa Catarina e Paraná e acumulados expressivos para Minas Gerais, Goiás, oeste da Bahia, Tocantins e Mato Grosso.

    Veja o mapa de previsão de precipitação para as próximas 93 horas: 

    93 horas - Inmet - 0102
    Fonte: Inmet
     

     

    Por:

    Aleksander Horta e Virgínia Alves

    Fonte:

    Notícias Agrícolas

  • RS: semana será chuvosa

    Nos últimos sete dias, a chuva forte alcançou apenas a divisa com Santa Catarina, longe das áreas produtoras do Rio Grande do Sul. Na Zona Sul, a estiagem mais intensa diminuiu o nível de reservatórios e a produtividade em fazendas de Arroio Grande e Pelotas. A chuva intensifica sobre todo o RS no momento em que 5% da área encontra-se em maturação, pouco mais de 20% em estágio vegetativo e quase 75% em estágio reprodutivo.

    A precipitação mais intensa retornará a partir desta terça-feira (26) e prosseguirá até, pelo menos, a segunda-feira (1) da semana que vem. Mas, olhando para os próximos 15 dias, a chuva não irá parar completamente até o fim da primeira semana de fevereiro.

    Se por um lado a chuva forte poupa água de reservatórios e aumenta a umidade do solo, por outro lado, deixa a luminosidade bem mais baixa. Em sete dias, até o domingo que vem (31), estima-se até 100mm no Centro e Oeste do Estado.

    Na primeira semana de fevereiro, o acumulado oscilará entre 35mm e 50mm na maior parte das áreas produtoras do Rio Grande do Sul. A tendência é de migração da chuva para as Regiões Sudeste e Centro-Oeste e tempo mais seco a partir da segunda semana de fevereiro.

    Apesar da chuva, espera-se calor acima do normal nesta semana na maior parte do Estado e próximo da média na semana que vem. Serão poucos os dias com temperatura máxima mais baixa, casos da quarta e quinta-feira desta semana e entre o domingo e terça-feira da semana que vem.

    Fonte: Agrolink.

  • MetSul: La Niña afeta o regime de chuvas no RS, mas deixa Paraná e Santa Catarina em alerta pra chuva forte nos próximos 10 dias

    Esteal Sias, meteorologista da Metsul, destacou em entrevista ao Notícias Agrícolas que o regime de chuvas na região sul do Brasil continua sob influência de um La Niña. Segundo a especialista, a partir de agora o Rio Grande do Sul deve registrar um corte expressivo nas precipitações, enquanto Santa Catarina e Paraná tem previsão de muita chuva para os próximos dias.

    Para o Rio Grande do Sul, Estael destacou que apenas o extremo norte do estado pode se beneficiar de algumas chuvas. “Ainda assim, é importante ficar em alerta levando em consideração que entre março e maio o corte nas chuvas acontece devido a chegada do outono, o que pode comprometer ainda mais a condição do RS”, afirma.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Clima traz mudanças na safra de verão; fevereiro terá chuvas fortes no Sul/Sudeste e menos chuvas no Centro-Oeste e Matopiba, confirma Climatempo

    O aquecimento das águas do Atlântico e a continuidade das águas frias no Pacífico (La Niña) modificaram o panorama climático da safra de verão, explica João Castro, agrometeorologista da Climatempo/Agroclima.

    — ” Se antes havia o temor de corte nas chuvas para o sul e sudeste do País, agora os modelos mostram exatamente o contrário. Teremos muita chuva sobre o sul do País e chuvas abaixo da média do Brasil Central para cima. Chamamos a atenção principalmente do Matopiba, que vai vivenciar períodos de estiagens cada vez mais frequentes pelo menos até março”.

    Os modelos rodados pelo NOAA (serviço meteorológico dos Estados Unidos), mais os estudos da equipe de meteorologistas da Climatempo confirmam que o INMET já antecipou ao Notícias Agrícolas: mudança surpreendente nas previsões, provocada principalmente pelo aquecimento das águas do Atlântico Sul.

    — “Vejam as simulações, a massa de água quente é enorme na costa do Rio Grande do Sul, isso provoca a formação de muita umidade para a região. Também com a ajuda da umidade que vem da Amazônia — que, na verdade, são frentes úmidas que entram pelo Atlântico Norte e rebatem na Cordilheira dos Andes, está sendo formado um corredor de umidade que permanecerá praticamente por todo o verão no centro sul do Brasil.” diz João Castro.

    No entanto, o agrometeorologista considera impactante também o corte das chuvas para o Norte/Nordeste e Centro-Oeste do País:

    –“Não é que não haverá chuvas para essas regiões, mas elas diminuirão de intensidade. De agora em diante as frentes vão encontrar resistência para subir até o Matopiba; em compensação, teremos muitas chuvaradas no sul do País”.

     

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja como fica o tempo nesta sexta-feira (15)

    Nesta sexta-feira (15/01) o predomínio do sistema da Alta da Bolívia ainda atua de forma significativa sobre o continente, mantendo as instabilidades de altitude em boa parte do país. Em conjunto, o Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) ganhou força e está centrado no estado da BA. Esses sistemas, são vórtices que ficam nas camadas mais altas da atmosfera, e nas bordas desses vórtices os ventos ficam mais intensificados gerando instabilidades nas camadas abaixo. Além disso, temos o retorno dos jatos de baixos níveis, levando ar quente e úmido da região amazônica em direção ao centro-sul do país.

    As instabilidades nas partes mais altas da atmosfera, em conjunto com o forte calor próximo à superfície e umidade disponíveis, serão os ingredientes para as chuvas no norte do país. Principalmente no setor oeste do estado do AM, AC, RR, sul do PA e no estado do TO, que também estará com as instabilidades influenciadas pelo VCAN. No norte do PA e RO, há condição para chuvas isoladas sem acumulados significativos. No AP, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), continua atuando de forma significativa, portanto o tempo segue instável, com condiç?os para chuvas volumosas no litoral do estado.

    Na região nordeste, devido à atuação do VCAN, a previsão é de acumulados expressivos no litoral, sul e oeste da BA, e entre os estados do MA e PI. Entretanto, como o VCAN impede a formação de nuvens de chuva no seu centro, nas áreas entre o norte BA ao CE o tempo segue mais seco, apenas com condição para chuva fraca e passageira nos litorais de PB, PE e RN.

    No centro-oeste, as chuvas ficarão bem distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal. Essa condição se dá devido ao transporte de ar quente e úmido da região amazônica pelos jatos de baixos níveis, semelhantes a rios voadores, além das instabilidades provocadas pelo calor em superfície, uma região de baixa pressão entre o Paraguai e MS e a influência da Alta da Bolívia nas partes mais altas da atmosfera. Com isso, em praticamente todo o estado do MT há condições para chuvas, e na faixa oeste do estado esses acumulados podem chegar aos 50mm. No estado do GO, os volumes mais significativos ficam no setor centro-sul e nas áreas adjacentes ao estado de MG. Já em MS, os acumulados mais expressivos ficarão entre o centro-sul e leste do estado.

    O fluxo de umidade dos jatos de baixos níveis, também contribui para os volumes de chuvas no sudeste. Principalmente entre o leste de SP, que além da umidade amazônica, recebe a umidade do mar trazida pela circulação marítima. Em MG e no RJ a condição de chuva se mantém, porém com volumes menores do que os registrados nos últimos dias.

    A umidade marítima também predomina no tempo entre SC e PR, principalmente na faixa leste dos estados. E essa condição deixa o tempo mais encoberto com a possibilidade de chuva a qualquer momento. No RS uma massa de ar quente e seco será predominante, elevando gradativamente as temperaturas, indicando a aproximação de um novo sistema de baixa pressão que dará origem a uma nova frente fria no sábado.

    A presença do jato de baixos níveis (JBN) e o sistema de baixa pressão, vai provocar mudanças no tempo em parte do RS no sábado (16/01), onde haverá temporais isolados. Por conta disso, frente fria irá se formar no final do dia do sul ao oeste do RS e reforçará as instabilidades, resultante da influência do sistema de baixa pressão na região do Chaco e os fortes ventos nas camadas mais altas da atmosfera. Essas instabilidades influenciarão o tempo no RS e o PR e no MS, a medida que avançará no decorrer do dia 17, onde haverá condições para pancadas de chuva forte com chance de temporais isolados, sendo que do sul ao oeste do RS o tempo começará a ter pouca nebulosidade a partir da tarde. No dia 18 a instabilidade estará alinhada entre o MS e SC, e deverá provocar chuva forte em MS, em SC e no PR, com chance de acumulados expressivos do centro ao nordeste e ao litoral do PR.

    Confira o Mapa de Chuvas para esta sexta-feira:

     

    Temperaturas Máxima do Dia:

    Informações da equipe Agrotempo

  • La Niña moderada no Verão: CONFIRA

    O primeiro trimestre de 2021 será marcado por temperaturas elevadas e chuvas abaixo do normal, aponta o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina. De acordo com a agência oficial de meteorologia do país vizinho, é esperado um fenômeno climático La Niña “moderado” no Verão do Hemisfério Sul.

    De acordo com as previsões dos modelos climáticos, os ventos alísios permaneceram intensificados entre 120 ° W e 120 ° E: “De acordo com modelos dinâmicos e estatísticos, em média, no trimestre janeiro-fevereiro-março de 2021 (EFM) há 95% de probabilidade de que a fase La Niña continue, probabilidade que se mantém elevada durante o resto do verão”.

    Em relação à temperatura média da água do mar, refere o SMN, durante o mês de dezembro as anomalias permaneceram mais frias do que os valores normais ao redor e a leste da linha de data. “Essas anomalias, em média mensal, diminuíram levemente sua intensidade em relação aos meses anteriores. Algumas anomalias positivas foram observadas em uma região ao redor da Indonésia e noroeste da Austrália”, diz o relatório SMN.

    “Durante o mês de dezembro, todas as regiões do Niño mantiveram seu resfriamento com diferentes oscilações como médias semanais”, disse a agência. Quanto ao Índice de Oscilação Sul (IOS), como média móvel de 30 dias, manteve-se neutro desde o final de agosto de 2019. “Em julho de 2020 assumiu valores positivos e desde o final de agosto o IOS ultrapassou o limiar associado a uma fase Menina (+7)”, indicou o SMN.

    “Expresso em valores probabilísticos, há uma probabilidade de 95% de que a fase fria permanecerá no trimestre EFM 2021. Essa probabilidade permanece alta durante o restante do verão e início do outono de 2021”, concluiu o relatório dos argentinos.