mercado comercial

  • Mercado Comercial

    Preços para hoje: 07/02/2020
    Soja: R$ 76,00
    Milho: R$ 45,00
    Trigo PH 78 ou + : R$ 44,00

    Mercado (06/02/20): Março +1,0 ponto a US$ 8,81por bushel / Maio +0,75 ponto a US$ 9,07 por bushel.
    Dólar (06/02/20): +1,09% à R$ 4,28

    O mercado encontrou sustentação durante a sessão de ontem, após a China avançar com a Fase 1 do Acordo Comercial, cortando tarifas de US$75 bilhões de produtos americanos. Entretanto para a soja, a barreira tarifária será reduzida em apenas 2,5%, caindo de 30% para 27,5% a partir do dia 14 de fevereiro. Na carne suína dos EUA a tarifa será ajustada para 55%, contra 60% atualmente. Apesar do otimismo renovado diante do cumprimento chinês no pacto político com os norte-americanos, os ajustes para a soja foram insignificantes para o atual cenário de importação. Nos atuais patamares, o Brasil continua possuindo a oleaginosa mais barata para exportação. A demanda chinesa continuará concentrada para o grão brasileiro, mesmo diante da vigência da Fase 1 do Acordo. Já para a carne suína, a commodity para exportação dos EUA possui as ofertas mais baratas dentre todas as origens de oferta mundial.

    CLIMA NA AMÉRICA DO SUL:
    Os mapas climáticos atualizados trazem a permanência de um padrão chuvoso para toda a região produtora de soja no Sudeste, Centro, Norte e Nordeste do Brasil nestes próximos dias. As leituras vêm confirmando este cenário há alguns dias, aumentando a taxa de assertividade dos modelos de previsão. Chuvas entre 40 e 100 mm são projetadas para regar o Paraná, São Paulo, Minas Gerais, todo o Centro Oeste e MATOPIBA. Estas chuvas intensas irão desacelerar o ritmo de colheita da safra de verão e impedir o estabelecimento saudável da cultura de inverno. Problemas pontuais já começam a aparecer, entretanto ainda sem a generalização para um território de impacto no mercado internacional. Dias de céu aberto são necessários imediatamente sobre o Centro e Norte do Brasil.

     

  • Mercado comercial

    Preços para hoje: 26/11/2019
    Soja: R$ 79,50
    Milho: R$ 35,00
    Trigo PH 78 ou + : R$ 38,00

    Mercado (25/11/19): Janeiro -4,5 ponto a US$ 8,92 por bushel / Março -4,25 ponto a US$ 9,07 por bushel.

    Dólar (25/11/19): +0,53% à R$ 4,215.

    O dólar disparava em relação ao real nesta terça-feira e bateu nova máxima recorde acima de 4,26 reais, com os investidores pessimistas após o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmar que o câmbio de equilíbrio “tende a ir para um lugar mais alto”.

    Às 10:31, o dólar avançava 1,15%, a 4,2636 reais na venda, tendo atingido a máxima recorde intradia de 4,2682 reais. Já na sequência, por volta de 11h20, a moeda americana já reduzia o ganho para ser cotada a R$ 4,244.

    O desempenho do real acompanhava o movimento da principais moedas emergentes, em meio à força generalizada do dólar nos mercados diante da falta de avanços na guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    Na segunda-feira, o dólar à vista encerrou a sessão regular em uma máxima histórica, com alta de 0,53%, a 4,2150, superando o recorde anterior para um fechamento de 4,2061 reais.

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    O contrato mais negociado de dólar futuro registrava alta de 0,86% na B3, a 4,265 reais.

    Os temores sobre a permanência das altas acentuadas da divisa norte-americana foram acentuados após o ministro da Economia, Paulo Guedes, dizer que, diante da redução da taxa básica de juros no país, o câmbio de equilíbrio “tende a ir para um lugar mais alto”. “Os comentários do Guedes mostram que não tem uma preocupação com a taxa de câmbio no atual patamar”, explicou Camila Abdelmalack, economista da CM Capital Markets. “O mercado acaba achando que isso é uma indicação de que o BC não vai atuar.”

    O ministro afirmou ainda na segunda-feira, nos Estados Unidos, que o Brasil tem uma moeda forte e que flutuações no câmbio não são motivo de preocupação. “Temos um câmbio flutuante… Às vezes ele está um pouco acima, por exemplo, quando o juro desce, ele sobe um pouco.” Em nota, economistas do UBS refletiram a fala de Guedes ao dizer que a forte queda na taxa Selic desde 2017 tem sido um importante fator para a depreciação do real. “A perspectiva de que os juros permanecerão baixos está levando a um ajuste na alocação dos investidores locais e no mix de passivos das empresas, com esses fatores levando à demanda por dólar”, afirmou o banco. Segundo o UBS, “uma liquidação adicional pelo BC poderia pressionar o real, já que as restrições de balanços afetam a capacidade dos bancos de vender dólares de volta ao BC”.

    “O Banco Central pode aliviar esses problemas vendendo reservas sem comprar dólares ao liquidar swaps cambiais e adicionar reservas temporárias de câmbio ao mercado para atender às pressões sazonais”, acrescentou o UBS. No entanto ainda não há uma perspectiva clara de atuação da instituição. Nesta terça-feira, o Banco Central vendeu 3.500 contratos de swap cambial reverso e 175 milhões de dólares em moeda spot, de oferta de até 15.700 e 785 milhões, respectivamente.
    Adicionalmente, a autarquia leiloará contratos de swap tradicional, para rolagem do vencimento janeiro de 2020.”

    Mercado agora: Janeiro -8,25 ponto a US$ 8,84 por bushel / Março -8 ponto a US$ 8,98 por bushel.

    Dólar agora: +1,07% à R$ 4,259.

  • Mercado comercial

    Preços para hoje: 22/11/2019
    Soja: R$ 79,50
    Milho: R$ 35,00
    Trigo PH 78 ou + : R$ 38,00

    Mercado (21/11/19): Janeiro -4 ponto a US$ 9,01 por bushel / Março -3,75 ponto a US$ 9,15 por bushel.

    Dólar (21/11/19): -0,26% à R$ 4,193.

    “…Falta de direcionamento nas cotações deverá perdurar até o feriado prolongado da próxima semana, o Thanksgiving dia (28). Nenhuma resolução comercial entre EUA e China deverá ser concretizada no curto-prazo. Muito pelo contrário, continua na crença de que enquanto Trump estiver na liderança estadunidense, nenhum tipo de acordo total deverá ser alcançado. A disponibilidade crescente de grãos frente à finalização da colheita norte-americana tem reduzido os preços de oferta para exportação da soja e milho. Nesta semana, um total de 1,5 milhões de toneladas de soja- EUA foi vendida para embarque até agosto de 2020. Este é o maior volume para esta semana do ano, desde 2015. Importadores europeus estão usufruindo dos preços interessantes para adicionar cobertura de necessidade futura.

    CLIMA – AMÉRICAS
    Ao longo dos próximos 5 dias, acumulados entre 20-45 milímetros são projetados sobre a maior parte do Centro-Oeste brasileiro, chegando também a toda região produtora de Minas Gerais e do norte de São Paulo. Como afirmamos anteriormente, um padrão mais seco segue projetado sobre toda a região sul brasileira, mesmo cenário previsto para o sul do Mato Grosso do Sul e todo o Paraguai. Na Argentina, chuvas generalizadas e com bons volumes devem regar as lavouras do Centro-Norte do país nos próximos dias, trazendo boas condições para as lavouras já cultivadas e uma melhoria no padrão de umidade para o avanço da semeadura de soja.”

    Mercado agora: Janeiro +0,5 ponto a US$ 9,01 por bushel / Março +0,25 ponto a US$ 9,15 por bushel.

    Dólar agora: -0,36% à R$ 4,177.

  • Mercado Comercial

    Preços para hoje: 07/11/2019
    Soja: R$ 77,50
    Milho: R$ 35,00
    Trigo PH 78 ou + : R$ 38,00

    Mercado (06/11/19): Janeiro -6,75 ponto a US$ 9,27 por bushel / Março -6,5 ponto a US$ 9,40 por bushel.

    Dólar (06/11/19): +2,22% à R$ 4,082.

    “…Monotonia do mercado desestimula gestores de fundos na manutenção das posições em commodities agrícolas. A falta de atividade política na “reconciliação comercial” entre EUA e China adiciona sérias dúvidas sobre a possibilidade da assinatura da “Fase 1 do Acordo Comercial” – prometida há quase 2 meses. A atenção do mercado brasileiro ficou sobre os leilões de direito de uso de alguns campos de extração de petróleo. O Governo esperava arrecadar um total de R$107 bilhões com a venda das concessões, entretanto apenas 66% deste total foi levantado por compras da estatal Petrobrás. Empresas privadas que estavam listadas no leilão não conseguiram o arremate e não demonstraram interesse nas demais opções disponíveis. O Governo brasileiro continua na necessidade de elevar o caixa com capital estrangeiro.

    CLIMA – AMÉRICAS

    Clima; volta das chuvas sobre as regiões do Centro-Sul do Brasil que sofriam com severas secas por dias, e semanas em alguns casos. Além do mais, o Paraguai, que vem presenciando faltas de chuvas desde o início de plantio, deve se beneficiar desta rodada de precipitações nos próximos 5 dias..”

    Pregão noturno agora: Janeiro +2 ponto a US$ 9,29 por bushel / Março +1,5 ponto a US$ 9,42 por bushel.

  • Mercado Comercial

    SOJA
    A semana começou em passos lentos, com os especuladores evitando entrar no mercado mais fortemente devido ao relatório de Oferta e Demanda Mundial do USDA, que será publicado nesta quinta feira, dia 10.

    No geral, o mercado espera uma redução na oferta de grãos norte-americana, o que poderá gerar um movimento altista logo após a divulgação do relatório. Entretanto, qualquer ganho de mercado não deverá ser duradouro, já que a falta de demanda pela soja americana continua sendo um fator de peso para as cotações no longo prazo. A neve chega por regiões remotas dos Estados Unidos, principalmente nos estados vizinhos ao Canada.

    Alguns pequenos talhões de soja e milho são afetados com a intempérie, entretanto ainda não há escala suficiente para ameaçar a safra nacional como um todo. Fundos continuam empilhados no lado das vendas para as principais commodities agrícolas, entretanto o momento de reversão tem sido gradual.

    BOLETIM SEMANAL USDA
    O USDA atualizou seu boletim semanal de acompanhamento de safras, que apurou 14% das lavouras de soja nos EUA foram colhidas, contra 7% da semana anterior. As lavouras em condições boas e excelentes tiveram recuo de 2 pontos percentuais em relação à semana passada ficando em 53%. Sobre o milho, o departamento informou que o índice de lavouras em bons e excelentes estados acabou recuando de 57% para 56%. Em condições ruins/péssimas estão 15% das lavouras, índice também pior que o da semana passada que era de 14%. A área colhida de milho avançou de 11% na semana anterior para os atuais 15%, portanto abaixo dos 19% estimados pelo mercado.

    CLIMA NO BRASIL 
    O fim de semana foi marcado por chuvas sobre algumas porções do sudoeste de Goiás, centro do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e toda a região Sul do Brasil. Os índices pluviométricos foram observados entre 5 e 30 mm para tais regiões. Entretanto, ainda há regiões de produção chave no Centro-Oeste brasileiro que ainda não receberam nenhum sinal de precipitações para a atual safra. Nos próximos dias, uma corrente de ar frio empurra chuvas em um “corredor” que vai desde o noroeste do Mato Grosso até o sul de Minas Gerais. Todo o lado sul de Goiás e o norte de São Paulo serão beneficiados por totais entre 10 e 40 mm até o dia 12 de outubro. Entretanto, as leituras para a segunda metade do mês são desanimadoras, com chuvas concentrando apenas no Paraná́, Santa Catarina e Rio Grande do Sul..”