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  • MERCADO PASSA A VER SELIC A 6,25% ESTE ANO, COM INFLAÇÃO E CRESCIMENTO MAIORES

    O mercado elevou ainda mais a perspectiva de aperto monetário pelo Banco Central neste ano, projetando ainda inflação mais elevada e crescimento mais intenso, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo BC.

    Dias antes de a autarquia reunir-se para decidir sobre a Selic, a pesquisa mostrou que a expectativa agora para a taxa básica de juros é de que ela termine 2021 a 6,25%, de 5,75% antes. Para 2022, permanece o cenário de Selic a 6,50% ao final do ano.

    A expectativa é de que o BC anuncie na quarta-feira o terceiro aumento consecutivo de 0,75 ponto percentual na Selic, e possivelmente indique um ciclo mais agressivo à frente ao abandonar seu compromisso com uma “normalização parcial” da política monetária.

    O Focus mostrou ainda a décima alta seguida na projeção para a inflação este ano, com a alta do IPCA agora calculada em 5,82%, de 5,44% antes. Para 2022 o cálculo é de avanço de 3,78%, de 3,70%.

    Ambos os resultados ficam acima do centro da meta oficial para a inflação, que em 2021 é de 3,75% e para 2022 é de 3,50%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB) houve melhora para este ano, com o crescimento econômico estimado em 4,85%, de 4,36% na semana anterior. Mas para 2022 a previsão de expansão caiu a 2,20%, de 2,31%.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do BC com cerca de 100 instituições financeiras:

    Expectativas de mercado 2021 2021 2022 2022

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    IPCA (%) 5,44 5,82 3,70 3,78

    PIB (%) 4,36 4,85 2,31 2,20

    Dólar (fim de período-R$) 5,30 5,18 5,30 5,20

    Selic (fim de período-% a.a.) 5,75 6,25 6,50 6,50

    Preços administrados (%) 8,27 9,05 4,25 4,40

    Produção industrial (%) 6,10 6,11 2,40 2,50

    Conta corrente (US$ bi) -1,08 -0,27 -18,60 -18,60

    Balança comercial (US$ bi) 68,00 68,00 60,35 60,00

    IDP (US$ bi) 57,65 58,90 65,70 66,99

    Dívida líquida pública (%/PIB) 62,48 62,10 64,40 64,32

    Fonte: Reuters

    https://www.noticiasagricolas.com.br/

  • AGRO GERA MAIS DE 30 MIL EMPREGOS EM JANEIRO

    Foram divulgados nesta terça-feira (16), pelo Ministério da Economia, os números do Cadastro Geral de Desempregados (Caged) referentes a janeiro de 2021.

    O Brasil abriu 260.353 vagas de emprego com carteira assinada no mês. O total de empregos com carteira no país somou 39.6 milhões em janeiro, o que representa uma variação de 0,66% em relação ao mês anterior. O resultado representa o melhor desempenho de janeiro dos últimos 30 anos. Até então, a maior geração de empregos formais, para meses de janeiro, havia sido registrada em 2010 (+181.419 vagas).

    Os cinco setores tiveram alta. O maior número de vagas geradas foi na indústria, com mais de 90 mil postos. Em segundo vem o setor de serviços com mais de 83 mil vagas. Em terceiro aparece a construção civil, com mais de 43 mil postos. A agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura vem em quarto com mais de 32 mil vagas preenchidas e, por fim, em quinto o setor de comércio com 9 mil postos.

    Na agricultura as colheitas de soja e de maçã demandaram mais profissionais. Nos pomares foram 12.222 contratações e nas lavouras da oleaginosa 9.194. A região que mais contratou no agro foi o Sudeste, com 17.569 pessoas, seguido do Sul com 10.539 pessoas. O Centro-Oeste contratou 5.755, o Norte 388 trabalhadores e o Nordeste foi o único que teve queda de -1.265 trabalhadores.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • Em 3 dias Brasil exportou 248,1 mil toneladas de milho e fev/21 já está 121% a frente de fev/20

    O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a terceira semana de fevereiro.

    Nestes 13 primeiros dias úteis do mês, o Brasil exportou 753.104,2 toneladas de milho não moído. Este volume representa um acréscimo de 248.163,9 toneladas com relação ao contabilizado até a segunda semana de fevereiro (504.940,3) e é 29,54% de tudo o que foi embarcado durante o mês de janeiro (2.548.860 toneladas).

    Até aqui, o país já embarcou 121,33% a mais do que tudo o que foi registrado durante fevereiro de 2020 (340.255,8 toneladas).

    Com isso, a média diária de embarques ficou em 57.931,1 toneladas, patamar 54,53% menor do que a média do mês passado (127.443 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 206,46% maior do que as 18.903,1 do mês de fevereiro de 2020.

    Em termos financeiros, o Brasil já exportou um total de US$ 153.726,10 no período, contra US$ 69.884,40 de todo fevereiro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 204,58% ficando com US$ 11.825,10 por dia útil contra US$ 3.882,50 em janeiro do ano passado.

    Já o preço por tonelada obtido registrou queda de 0,62% no período, saindo dos US$ 205,40 do ano passado para US$ 204,10 neste mês de fevereiro.

  • Soja: Mercado em Chicago dá continuidade ao movimento de baixas nesta 5ª feira

    Segue a baixa das cotações da soja na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (23). As cotações, por volta de 8h15 (horário de Brasília), perdiam entre 3,75 e 4 pontos nos principais contratos, com o março já atuando na casa dos US$ 9,10 por bushel. O maio tinha US$ 9,23 e o julho, US$ 9,37.

    “Os mercados de grãos seguem cautelosos, enquanto os traders aguardam sinais de nova demanda chinesa por meio de avisos de vendas de exportação. Com o feriado do Ano Novo Lunar na próxima semana para toda a China, porém, o mercado está preocupado com essa ‘distância’ ainda da demanda”, explica a consultoria internacional Allendale, Inc.

    No paralelo das relações China x EUA, o mercado de commodities e financeiro se focam também nas notícias sobre o Coronavírus, que tem provocado mortes e muita preocupação.

    “Com a colheita no Brasil sem maiores problemas, o foco imediato continua sendo a crise provocada pelo Coronavírus. Por outro lado, há o processo de impeachment do Trump, por mais improvaável que seja, e a expectativa em torno de alguma notícia bombástica vinda de Davos, o que mantém traders atentos”, explica Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar.

  • À espera dos números do USDA, em Chicago, mercado da soja se mantém estável nesta 3ª feira

    Segue a estabilidade no mercado internacional da soja no início da tarde desta terça-feira (27). Os futuros da commodity, por volta de 12h15 (horário de Brasília), subiam 0,25 ponto nos principais contratos, levando o maio/18 aos US$ 10,25 por bushel. O agosto/18 busca retomar os US$ 10,40.

    Como explicam analistas e consultores, os negócios seguem mostrando o compasso de espera em que se mantém o mercado diante da espera pelos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final desta semana, que á mais curta.

    Em função do feriado da Sexta-Feira Santa, as bolsas americanas não funcionam e os negócios serão retomados somente na segunda-feira (2).

    Os números de estoques trimestrais norte-americanos são ansiosamente aguardados pelos participantes do mercado, porém, as atenções estão ainda mais voltadas para os dados das áreas de plantio nos EUA. Segundo explicam analistas, a área de soja deverá ser maior do que a de milho nesta temporada e, confirmada, poderia vir a pesar sobre as cotações.

    No quadro paralelo, o mercado se atenta também aos desdobramentos da guerra comercial entre China e Estados Unidos – que ainda não viu a soja americana se tornar um alvo oficial do governo chinês, mas segue especulando sobre o caso – e à conclusão da safra na América do Sul.

    No Brasil, já há quase 70% da área colhida até este momento, segundo a última estimativa da consultoria Datagro, com uma projeção de colheita acima dos 116 milhões de toneladas. Na Argentina, algumas chuvas têm chegado às regiões produtoras que vinham sofrendo com uma das piores secas dos últimos 30 anos, porém, tarde e ainda limitadas para trazer um alívio expressivo após as perdas causadas pelo clima.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Nesta 3ª, mercado testa ligeiras altas em Chicago, mas ainda sente pressão da guerra comercial

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, na sessão desta terça-feira (13), seguem o movimento positivo do fechamento de ontem e registram leves altas na manhã de hoje. Por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações subiam pouco mais de 3 pontos, com o maio/18 valendo US$ 10,44 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, embora o mercado ainda encontre espaço para testar essas altas, permanece limitado pela tensão da guerra comercial entre China e Estados Unidos.

    “Os traders continuam a ver o impacto das tarifas de Trump sobre o aço e o alumínio sobre a agricultura”, diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale.

    Além disso, também segundo analistas e consultores, o mercado – que concentra elevadas posições compradas por parte dos fundos de investimento – também estaria pronto para mais um movimento de realização de lucros. Somente na última sexta-feira, de acordo com dados do CFTC, teriam sido adicionados 37 mil contratos líquidos na soja, totalizando 184 mil.

    “O posicionamento acentuado de contratos comprados deixa o mercado tensionado para uma eventual reversão”, informa a AgResource Mercosul (ARC).

    No paralelo, o mercado ainda observa também o clima na Argentina. Há expectativas de algumas boas precipitações chegando ao país a partir de 16 de março. No entanto, especialistas afirmam que estas precipitações estariam chegando tarde demais para promover uma recuperação significativa da safra, a qual pudesse mudar o atual cenário.

    “Agora que a safra na Argentina caminha para a maturação, a interferência das chuvas no fator de produtividade é limitada”, completa a ARC.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado inicia semana com estabilidade em Chicago após fim de semana de pouca chuva na Argentina

    O mercado internacional de grãos tem um início de semana bastante suave na Bolsa de Chicago e, na sessão desta segunda-feira (12), os futuros da soja acompanhavam o mesmo movimento. Por volta de 7h30 (horário de Brasília), os vencimentos mais negociados perdiam pouco mais de 1 ponto, com o maio/18 sendo cotado a US$ 10,38 por bushel.

    As cotações buscam alguma estabilidade depois de, na semana anterior, acumular perdas que se aproximaram dos 3% após números baixisitas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e das tensões em torno da disputa comercial entre chineses e americanos.

    “A ameaça de que a China pode retaliar os EUA via comércio de soja se tornou mais vívida”, diz o diretor de estratégia agrícola do Commonwealth Bank da Austrália, Tobin Gorey. Autoridades chinesas, afinal, disseram que a commodity é um dos primeiros alvos de retaliação contra o aumento da taxação imposto pelo presidente Donald Trump às importações de aço e alumúinio, de acordo com informações da Reuters Internacional.

    Paralelamente, as atenções se dividem com a questão climática da Argentina, onde no final de semana as condições não foram diferentes das que vêm sendo observadas nos últimos dias. Segundo o Commodity Weather Group, as chuvas foram muito localizadas, limitadas a menos da metade do cinturão produtor de soja e milho do país. E esse ainda deverá ser o cenário pelos próximos 10 dias.

    De acordo com o grupo, as chuvas que aparecem em alguns modelos climáticos no intervalo dos próximos 11 a 15 dias não “trazem muita confiança” e, de qualquer forma, estariam muito atrasadas para as lavouras. “Chuvas poderiam limitar algumas perdas mais tardias na soja e no milho, mas as perdas de produtividade até este momento são severas e irreversíevis”, diz o CWG.

    Fonte: Notícias Agrícolas