TEMPO

  • Chuvas se regularizam no Rio Grande do Sul, mas novos veranicos não estão descartados

    Vórtice volta a atuar sobre oeste da Bahia e norte de Minas interrompendo as chuvas nestas regiões até o próximo dia 20 de janeiro

    Francisco de Assis Diniz – Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet

    A atuação de um vórtice ciclônico na região do Nordeste leva condições de estiagem para áreas do Matopiba nos próximos dias. Segundo Francisco de Assis Diniz – Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), já estava previsto o período sem chuvas e as condições devem mudar na região a partir do próximo dia 17.

    Imagens de satélite do Inmet indicam que a atuação do vórtice está acontecendo em todo o Nordeste, com destaque para o oeste da Bahia, importante região de produção agrícola e que já está com o volume de chuva mais baixo quando comparada com os demais estados do Matopiba.

    A previsão indica que as chuvas voltam acontecer dia 17, mas ainda em volumes baixos. “O sistema vai subir mais pra norte, dando mais condições de chuvas ao poucos no norte de Minas e da Bahia”, afirma o meteorologia.

    De acordo com os mapas de previsão do NOAA, no período entre 13 e 21 de janeiro, volta a chover no oeste da Bahia, com precipitações previstas entre 13 e 20 milímetros. Neste período, os volumes já ficam mais elevados nas demais áreas do Matopiba.

    Entre 21 e 29 de janeiro os mapas indicam chuvas mais volumosas para oeste da Bahia, com precipitações entre 90 e 100 milímetros, sendo esperados os volumes mais expressivos para o Tocantins e Maranhão, com precipitação de até 125 mm em alguns pontos.

    FONTE: https://www.noticiasagricolas.com.br/

  • RS terá rápida frente fria nesta semana

    Nos últimos sete dias, choveu por volta de 100mm na Região Central, 35mm na Fronteira Oeste e na Planície Costeira Interna, porém, menos de 10mm na Zona Sul, Campanha e Planície Costeira Externa. Os índices de umidade do solo estão abaixo de 40% neste momento na maior parte das áreas. No entanto, a irrigação ainda não foi afetada nas áreas que recebem água do Rio Jacuí.

    Semana com tempo aberto e quente no Rio Grande do Sul, o que permite maior evapotranspiração. Uma rápida frente fria passa pelo Estado entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16), mas mesmo com chuva forte os acumulados não revertem o déficit hídrico da maior parte do RS. Atenção apenas ao granizo previsto neste sistema. Na próxima semana há chuvas muito isoladas e intercaladas com períodos mais prolongados de tempo seco e quente.

    Na Fronteira Oeste semana com tempo firme e seco na maior parte dos dias. Entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16), uma rápida frente fria passa pelo Estado, trazendo rajadas de vento e trovoadas. Há alto potencial para queda de granizo na passagem do sistema. Os acumulados são modestos e ficam na casa dos 20mm. Nos demais dias da semana, o tempo fica mais firme e com bastante calor em toda essa região orizícola.

    Nas regiões da Campanha, Central, Planície Costeira Interna, Planície Costeira Externa e Zona Sul semana com tempo firme e seco na maior parte dos dias. Entre quarta-feira e quinta-feira, uma rápida frente fria passa pelo Estado, trazendo rajadas de vento e trovoadas. Há baixo potencial para queda de granizo na passagem do sistema. Os acumulados são modestos e ficam na casa dos 15mm. Nos demais dias da semana, o tempo fica mais firme e com temperaturas em elevação.

  • Tempo seco preocupa na América do Sul e soja sofre em regiões produtoras do Brasil e Argentina

    O 2020 começa com as condições de clima na América do Sul exigindo monitoramento constante, principalmente para a nova safra de soja do país. No Brasil, a virada do ano trouxe algumas chuvas em regiões que necessitavam bastante, assim como na Argentina. Entretando, o alívio ainda não parece ser permanente.

    Segundo informações do Commodity Weather Group (CWG), na Argentina, o estresse foi limitado, ao menos por agora, mas as previsões mostram que as precipitações seguirão limitas nos próximos 6 a 15 dias.

    De acordo com mapas, de 2 a 11 de janeiro, os volumes ficarão abaixo da média em importantes regiões produtoras do país, como o Chaca, Santa Fé e Buenos Aires, além de outras.

    No entanto, ainda como explicam os especialistas da agência meteorológica, o estresse pela condição do tempo seco se limita a algo entre 10% e 15% das áreas de soja e milho da Argentina, enquanto se expande para 35% da área de algodão nas próximas duas semanas.

    Nos próximos cinco dias, as previsões indicam chuvas de 6,35 a 31,75 mm, alcançando cerca de 45% das áreas de soja e milho argentinas.

    Para o Brasil, o alívio também deverá ser localizado, segundo as previsões do CWG. As precipitações, no próximos 7 dias, podem alcançar de 12,7 a 101 mm em algumas localidades, abrangendo até 95% da região produtora brasileira de soja e milho verão.

    “Algumas chuvas espalhadas foram registradas pelo norte e nordeste do Brasil nos últimos dois dias, mas a melhora começa a aparecer nesta segunda-feira, para aliviar alguns déficits”, diz o Commodity Weather Group em seu boletim diário.

    Ainda segundo os meteorologistas, o tempo seco volta a preocupar nos próximos 6 a 15 dias – como mostram os três mapas acima – em aproximadamente 1/4 da área de produção.

    São esperadas chuvas abaixo da média em estados como Minas Gerais, Bahia, partes de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul de 7 a 11 de janeiro. Já de 12 a 16, as precipitações seguem escassas no estado baiano, e voltam a se ausentar do Rio Grande do Sul. Para o Centro-Oeste, os volumes deverão ficar na média.

    “Para os próximos a tendência é de que as chuvas se concentrem no Centro-Norte do país, beneficiando regiões como o oeste da região Nordeste e norte de Minas Gerais, que vem vivenciando um regime de chuvas bastante irregular. Já no Rio Grande do Sul, o alívio ocorre somente em relação às temperaturas, devido ao avanço de uma massa de ar mais seco e frio. Aliás, com a mudança de padrão, a sensação tende a ser mais amenas em todo o Centro-Sul”, diz o meteorologista Tiago Robles, em um artigo publicado nesta quinta-feira (2).

    Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
    Fonte: Notícias Agrícolas
  • ATENÇÃO: Último dia do ano terá calor histórico no RS

    A onda de calor que atinge o Rio Grande do Sul deve atingir seu ápice justamente nesta terça-feira, último dia de 2019. A expectativa é de previsão de máximas históricas no Estado. O calor extremo e a queda na pressão atmosférica poderão gerar temporais intensos, especialmente na metade Sul e no Oeste.

    De acordo com a MetSul Meteorologia, também há risco de chuva e temporais nas demais localidades do Estado, mas de forma isolada e passageira. Assim, a metade Norte do Estado tem mais chance de tempo seco na virada.

    Em Porto Alegre, sol aparece, mas há chance de chuva. Mínima deve ser de 23°C, e máxima chegará aos 40°C.

    Mínimas e máximas no RS

    Torres 22°C / 31°C
    Erechim 23°C / 34°C
    Alegrete 23°C / 39°C
    Pelotas 23°C / 33°C
    Santa Rosa 24°C / 34°C
    Santa Maria 23°C / 39°C

     via Correio do Povo
  • Previsão do Tempo até o dia 04/12

    Na segunda-feira (02) e terça-feira (03), o ingresso ar seco e frio reduzirá a nebulosidade e as temperaturas nas regiões do Sul do Estado; nas regiões da Metade Norte, deverá atuar um sistema de baixa pressão que provocará pancadas de chuva, típicas de verão. Entre a terça e a quarta-feira (04), os volumes pluviométricos previstos podem chegar próximo dos 50 mm na região Norte.

    A circulação ciclônica e a formação de uma nova frente fria trarão novamente instabilidades ao Estado, principalmente nas regiões do Nordeste e Norte do RS. Os totais de chuva previstos, mais significativos, deverão oscilar entre 20 e 70 mm nas Missões, no Alto Uruguai, no Planalto Médio, nos Campos de Cima da Serra e nas Encostas Superior e Inferior do Nordeste. Nas demais regiões do Estado, os valores deverão variar
    entre 5 e 20 mm.

  • Novo Boletim Agroclimatológico Mensal

    O Instituto Nacional Meteorológico (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lançou novo Boletim Agroclimatológico Mensal, que traz mais informações para auxiliar o produtor rural. O novo informativo faz parte das comemorações aos 110 anos do Instituto, completados no último dia 18 de novembro. A cerimônia de comemoração e lançamento do boletim ocorreu no dia 13 deste mês, na sede do Inmet, em Brasília.

    Além da análise das condições climáticas no Brasil, o boletim, existente desde 1967, oferecerá um panorama dos fenômenos de grande escala que interferem no clima do país e do mundo e também informações climáticas, previsões exclusivas que podem ser usadas na elaboração de ações na agropecuária.

    Outras novidades são: condições oceânicas (importantes para as previsões de chuvas e temperaturas) no mês e tendências, variáveis  (exemplo, excesso e déficit de chuvas) que auxiliam o produtor na hora do plantio e colheita e dados relativos a chuvas e temperaturas do mês corrente, do próximo mês e do trimestre.

    As mudanças são resultado de uma reavaliação técnica feita pelo Instituto e de sugestões de usuários técnicos ligados ao meio rural, como as coletadas, em agosto,  no Primeiro Encontro de Usuários de Produtos Agroclimatológico, que reuniu representantes dos setores público e privado ligados à agropecuária.

  • Previsão de chuva e umidade para os próximos dias no RS

    Nos próximos sete dias permanecerá muita umidade e chuva sobre o Rio Grande do Sul, conforme o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    No sábado (19), o tempo seco e com temperaturas amenas predominará em todo Estado. No decorrer do domingo (20), a aproximação de uma frente fria vai provocar chuva em todas as regiões, com possibilidade de temporais isolados, fortes rajadas de vento e eventual queda de granizo.

    Na segunda-feira (21), a propagação da frente fria manterá a nebulosidade e a chuva em todo Estado, ainda com risco de temporais. A partir da terça-feira (22), o ingresso de ar seco garantirá o tempo firme, com declínio das temperaturas em todo Estado.

    Os valores de precipitação previstos oscilarão entre 35 e 50 mm na Fronteira Oeste e Missões. No restante do Estado os totais esperados deverão variar entre 60 e 80 mm. Na Zona Sul e parte da Campanha, os volumes deverão ser superiores a 90 mm em várias localidades.

  • Alerta com chuvas intensas e instabilidades

    Ainda segundo a empresa meteorológica, no Sul do Brasil, as chuvas devem seguir intensas pelo menos até o final da semana. Também é esperada uma queda de temperatura nos estados da região. Nos últimos dias, houve registro de altas temperaturas.

    “O tempo fica muito instável, com chuva frequente e risco de chuva forte nos três estados pelo menos até a próxima sexta-feira, 18 de outubro”, prevê a Climatempo.

    Diante das instabilidades nesta terça-feira, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta de chuvas intensas para os três estados da região Sul, apesar de o Paraná ser o que terá pior condição de chuva, inclusive com áreas de replantio.

    “Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 Km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas”, destaca o instituto meteorológico brasileiro.

    Aviso para as áreas: Planalto Norte Catarinense, Campanha, Metropolitana De Curitiba, Oeste Catarinense, Vale Do Itajai, Grande Florianópolis, Planalto Sul Catarinense, Litoral Sul Catarinense, Encosta Do Sudeste, Serra Do Sudeste, Depressão Central, Encosta Inferior Do Nordeste, Encosta Superior Do Nordeste, Campos De Cima Da Serra, Planalto Médio, Missões, Alto Uruguai, Central Paranaense, Litoral Paranaense, Sudoeste Paranaense, Sul Paranaense, Litoral Gaúcho, Meio-Oeste Catarinense, Litoral Norte Catarinense

    O mapa de precipitação acumulada do Inmet das últimas 24 horas mostra que altos volumes foram registrados em áreas do Rio Grande do Sul e pontos de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O estado do Paraná apresenta baixos volumes.

    Em Goioerê (PR) quem já semeou pode ter que replantar. Apenas 40% da área já foi plantada no município que espera por chuvas nos próximos dias para diminuir os prejuízos. A expectativa já é de menos produtividade na soja e dificuldades para a safrinha de milho 2020.

    Palotina (PR) deve ter que replantar mais de 20% da área de soja devido à falta de chuvas. “Neste final de semana as medições de temperatura de solo chegaram em até 47ºC e a umidade relativa do ar não passou dos 20%”, afirma o vice presidente do Sindicato Rural da cidade, Edmílson Zabot.

    A Climatempo destaca que “no Centro-Sul e Oeste do Mato Grosso do Sul e Sudoeste do Mato Grosso, incluindo Campo Grande, a previsão é de pancadas de chuva ao longo de todo o dia, com moderada a forte intensidade, concentradas em pequenas áreas, e períodos de sol”.

    Também tem previsão de chuva para a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. “A previsão para as demais áreas do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso e para o sul de Goiás, incluindo Cuiabá, é de sol durante o dia e pancadas de chuva a partir da tarde”, informa a empresa meteorológica.

    Já nesta quarta-feira, a chuva diminui sobre o Centro-Oeste. “Uma massa de ar seco vai ganhar força sobre a Região nesta quarta-feira, 14 de outubro, com um dia ensolarado em Goiás, no Distrito Federal, nordeste do Mato Grosso do Sul e oeste do Mato Grosso”, prevê a Climatempo.

    Enquanto isso, seguem até o final de semana, as chuvas no Sul. O mapa de precipitação acumulada dos próximos 7 dias mostra que altos acumulados são esperados na região, confirmando as previsões desta segunda-feira, mas o Paraná será o estado que terá pior condição. Também chove bem sobre áreas da região Norte.

    Previsão estendida de chuvas para o Brasil

    O mapa de previsão estendida do centro de previsão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), no período de 15 até 23 de outubro, mostra chuvas moderadas a volumosas sobre vários pontos do país. Áreas do Centro-Oeste e Nordeste terão baixos volumes.

    Já no período de 23 até 31 de outubro, o mapa de tendência de precipitação aponta que as chuvas reduzem em alguma  áreas, mas voltam para áreas do Centro-Oeste e Nordeste do Brasil. A região Sul seguirá com altos acumulados de chuva no período.

  • Chuva volumosa no Rio Grande do Sul nesta semana

    A semana começou com muitos temporais no Rio Grande do Sul por causa da chegada de uma frente fria. Na região de Chuí, conforme previsto, os volumes ultrapassaram os 80 milímetros em apenas 24 horas.

    Já as áreas produtoras do Paraná, só receberam chuva muito pontual. A cidade com volume mais significativo foi Guarapuava com quase 40 milímetros, segundo o SIMEPAR.  Já Cascavel não registrou chuva significativa até agora.

    “Teremos várias frentes frias que vão manter a chuva mais concentrada no Rio Grande do Sul nos próximos 5 dias. Os sistemas até avançam e provocam chuva na costa do Sudeste, ou pontualmente no Paraná, mas nada tão significativo como será no Rio Grande do Sul”, explica Celso Oliveira.

    No Rio Grande do Sul, a chuva é volumosa, persistente e sem períodos de melhoria principalmente na metade sul do estado, onde o volume de chuva passa de 70 milímetros e é capaz de provocar elevados transtornos como alagamentos, transbordamentos de rios e eventual deslizamento de encostas.

    Tem queda significativa da temperatura no Rio Grande do Sul, registrando as maiores temperaturas nas madrugada, ou seja, máxima invertida.

    Alerta hidrológico no RS

    De acordo com o SEMA-RS, Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, há alerta para risco hidrológico no Rio Grande do Sul nos próximos dias. A previsão é que haja a combinação de dois fatores: chuvas persistentes, que deverão ser registradas ao longo de toda a próxima semana, aliados
    a volumes que poderão ser expressivos em alguns pontos, podendo superar os 100 milímetros acumulados já que a chuva deve vir em forma de temporais.

    O risco é maior para as bacias de rápida resposta e em rios de menor ordem. Portanto, a atenção deve ficar voltada para todas as bacias gaúchas, com destaque para: Ibicuí, Quaraí, Camaquã, Mirim-São Gonçalo, Litoral Médio, Lago Guaíba, Caí, Sinos, Pardo e Gravataí.

    Ao longo da semana  a chuva também se espalha por Santa Catarina e Paraná em forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento que
    ganham intensidade. Aliás, áreas do leste paranaense e todo o estado de Santa Catarina tem céu nublado, poucos períodos de melhoria e chuva intermitente. As instabilidades persistem no Sul até o fim da semana, com risco de temporais entre a quinta (17) e sexta-feira (18) especialmente do norte do Rio Grande do Sul  ao sul do Paraná. Mais uma vez, áreas do norte do Paraná vão passar desapercebidas pelas frentes frias o que agrava a situação dos agricultores desta faixa do estado.

  • Tempo seco predomina nos próximos sete dias no RS

    Nos próximos sete dias, o tempo seco vai predominar na maior parte do Estado, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    Na quinta (19) e sexta-feira (20), o tempo permanecerá seco, com temperaturas amenas na maioria das regiões – ainda poderão ocorrer chuvas fracas e isoladas sobre a faixa Norte . Entre o sábado (21) e o domingo (22), a presença de uma massa de ar seco e frio garantirá o predomínio do sol, com temperaturas mais baixas no período noturno e possibilidade de formação de geadas isoladas.

    Na segunda (23), o ar frio começará a perder intensidade; porém, ainda poderão ocorrer geadas isoladas no amanhecer, sobretudo entre o Planalto e a Serra do Nordeste. Na terça (24) e na quarta-feira (25), o tempo permanecerá firme, e o ingresso de ar quente e úmido favorecerá o aumento da nebulosidade e a elevação da temperatura.

    A chuva no período deverá se concentrar sobre a Metade Norte do RS e os valores previstos são inferiores a 5mm na maioria das localidades. Somente no Planalto e na Serra do Nordeste, os totais esperados deverão oscilar entre 10 e 20 mm em alguns municípios. No restante do Estado, não há previsão de volumes significativos.