TEMPO

  • Primeira quinzena será de tempo quente e seco no RS

    Nos últimos dias, o Rio Grande do Sul vem sentido temperaturas gélidas e consecutivos dias com a presença de geadas. Na quarta-feira, todas as estações do INMET do estado registravam um amanhecer com temperaturas abaixo dos 5.2°C. E temperaturas abaixo de zero em São José dos Ausentes (-2.1 °C), Quaraí (-1.9 °C), Vacaria (-1.4 °C), Dom Pedrito (-1.1 °C), Serafina Corrêa (-1.1 °C), Cambará do Sul (-0.4 °C).

    De acordo com o consultor do Agrotempo, Gabriel Rodrigues, a partir de sexta feira (31) essa massa de ar polar responsável por estes dias gelados nesta semana, vai começar a se deslocar para o oceano. Esse deslocamento dá espaço para a aproximação de uma massa de ar mais quente e seco vinda da região que compreende o leste da Bolívia, Paraguai e centro oeste do Brasil.

    Os modelos de previsão de tempo indicam que essa massa de ar mais seco vai predominar e determinar o comportamento do tempo na região nos 15 primeiros dias do mês de agosto. Fazendo com que as temperaturas fiquem acima da média esperada para para o período, com algumas tardes de temperaturas até elevadas. Além das temperaturas, há indicativos de que o período será mais seco, sem a presença de chuvas para essa primeira quinzena do mês.

  • Cotrijuc arrecada 1 tonelada de alimentos e milhares de peças de roupas em ação interna

    A Cotrijuc realizou uma ação interna que desafiou seus colaboradores a arrecadar roupas e alimentos não perecíveis. Divididos em equipes multissetoriais, uma “gincana de doações” foi promovida entre os dias 23 de maio e 3 de julho.

    Nossa campanha interna resultou na arrecadação de 1 (uma) tonelada de alimentos, 6 mil peças de roupas, 100 cobertores e 580 pares de calçados. Em breve as entidades de Júlio de Castilhos e dos municípios da área de atuação da cooperativa receberão os donativos.

    “Integrar e fazer o bem de maneira simples é a melhor forma de exercer o voluntariado. Através dessa campanha, os colaboradores se tornaram agentes de transformação social, fortalecendo as comunidades da área de atuação da cooperativa”, destaca o gerente de desenvolvimento humano e marketing, Evandro Freitas.

    A ação integra o Dia C, celebrado neste dia 4 de julho, sendo um grande movimento nacional de estímulo às iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, fazendo parte da agenda estratégica do cooperativismo brasileiro.

    Drive-thru

    Complementado a campanha, neste sábado, dia 4 de julho, continuaremos a arrecadação em um sistema de drive-thru, ou seja, os interessados de fora da cooperativa em contribuir com ação poderão trazer até a Cotrijuc, em frente ao prédio administrativo, em Júlio de Castilhos, suas doações.

    O material arrecadado (Agasalhos, cobertores e Alimentos) serão destinados ao Hospital Bernardina Salles de Barros, Lar Recanto do Amanhecer, Centro Social e a Secretaria de Assistência Social de Júlio de Castilhos. As arrecadações das unidades ficarão para os municípios onde estão localizadas as filias da Cotrijuc.

    Saiba mais:
    O Dia de Cooperar (Dia C) é uma iniciativa das cooperativas brasileiras, e consiste na promoção e estímulo à realização de ações voluntárias diversificadas e simultâneas nos Estados onde a Campanha ocorre. As ações são definidas e executadas pelas próprias cooperativas e contam com o apoio do Sistema OCB.

  • VEM AÍ UM NOVO CICLONE EXTRATROPICAL NO SUL DO BRASIL?

    Nove em dez perguntas em nossas redes sociais ao longo da quinta-feira versaram sobre o mesmo fato: é verdade, MetSul, que vem aí um outro ciclone extratropical? Não é de se surpreender. Sempre que há um evento extremo e mais grave, com mortes e muitos danos, como ocorreu agora com o ciclone bomba, imediatamente após surgem questões sobre a possibilidade de repetição do fenômeno. A MetSul testemunhou comportamento igual após a passagem do furacão Catarina em março de 2004 e depois do temporal de janeiro de 2016 em Porto Alegre.

    Sem rodeios, a resposta é sim. Existe a possibilidade de um novo ciclone extratropical nos afetar no Sul do Brasil nos próximos dias. Diversos modelos numéricos apontam a formação de um centro de baixa pressão e o seu aprofundamento junto à costa do Rio Grande do Sul no dia 8 deste mês. Os mapas mostram as projeções dos modelos GFS dos Estados Unidos e o CMC do Canadá, ambos disponíveis ao assinante da MetSul na seção de mapas com atualizações de duas a quatro vezes por dia.

    Como se observa, o modelo canadense forma o ciclone mais próximo do Litoral Sul do Estado enquanto no norte-americano o indicativo é que o centro de baixa pressão viria a se aprofundar junto ao Litoral Norte gaúcho. São projeções que podem mudar e, por isso, a MetSul trata o ciclone no momento como uma possibilidade. Nos próximos dias, estaremos atentos à situação e em caso de necessidade de alerta estes serão emitidos.

    Dito isso, é importante ter em mente alguns fatos. O primeiro e mais importante é que ciclones extratropicais são absolutamente rotineiros no Atlântico Sul, especialmente nos meses de outono, inverno e primavera. Somente em abril, o Rio Grande do Sul acabou impactado por quatro ciclones. Muitos não se lembram, mas um sistema foi intenso e fez muitos estragos no Litoral Sul gaúcho pela forte agitação marítima.

     

    Assim, não é de se perguntar se teremos mais ciclones. Isso é uma certeza. São rotina. A pergunta é se teremos mais um ciclone intenso e com potencial destrutivo igual ou maior que o último. Isso também é uma certeza que ocorrerá, mas não se sabe quando. Pode ser ainda neste ano, pode ser ano que vem ou apenas daqui a alguns anos.

    Como o Grêmio já goleou o Inter e o Inter já goleou o Grêmio no passado, sabemos que um dia algum será goleado pelo outro novamente, mas não se sabe quando. A diferença é que não se prevê goleada com precisão antes de um jogo, é mero palpite, mas em caso de ciclone muito intenso é possível saber alguns dias antes como ele se comportará, é ciência.

    Foi o que tivemos no começo da semana, quando a MetSul emitiu muitos alertas sobre a gravidade do que se avizinhava e foi o primeiro órgão de Meteorologia a advertir e utilizar a expressão que seria um ciclone bomba, termo que não costumava freqüentar as previsões aqui (é comum nos Estados Unidos) e acabou sendo usado após o alerta da MetSul por órgãos de Meteorologia e por toda a imprensa nacional.

    Há, porém, uma questão não respondida. Esse possível ciclone do dia 8 seria mais uma vez explosivo? A resposta é curta e simples: pelos dados de hoje, não! Os modelos estão a indicar um sistema de baixa pressão com centro ao redor de 1000 hPa ou até acima na costa do Rio Grande do Sul. Não é um valor de pressão muito baixo. Para se ter ideia, o ciclone desta semana teve pressão de 975 hPa logo a Sudeste do Rio Grande do Sul, o que é um valor muito baixo. Assim, pela informação disponível hoje, não seria ciclone muito intenso.

    Como as previsões sempre são atualizadas, fique atentos aos prognósticos da MetSul na mídia e nas redes sociais e, principalmente, se possível, assine metsul.com/assine para muita informação exclusiva e em primeira mão, além de uma multiplicidade de dados para o seu planejamento de curto a longo prazo.

    Via MetSul

  • Condições das chuvas mudaram em maio

    Enfim, a chave virou! O mês de maio de 2020 teve chuvas superiores à média climatológica, trazendo alívio a estiagem no Rio Grande do Sul. Vários municípios da metade Oeste somaram entre 200 e 250mm de chuva. Dessa forma, a anomalia da precipitação foi positiva na maior parte do Estado. Ainda assim, alguns municípios da Planície Costeira Interna e Externa e das regiões Norte e Nordeste registraram acumulados abaixo da média climatológica. De qualquer forma, as chuvas de maio foram providenciais para recuperar parte dos mananciais.

    As temperaturas mínimas ficaram com anomalias negativas, entre -1,0 e -2,0 °C, em relação à média climatológica. Já as máximas ficaram praticamente dentro do normal.

    Situação atual do fenômeno ENOS (El Niño-Oscilação Sul) e perspectivas

    A condição de Neutralidade continua no Oceano Pacífico Central, no entanto, as águas daquela região iniciaram processo de resfriamento neste último mês. Com isso, consegue-se observar uma pequena área com anomalias negativas na região do Niño3.4. É por isso que se fala que o inverno será com condições Neutras, com viés negativo. O trimestre março, abril e maio de 2020 ficou com anomalia de +0,3 °C, na região do Niño. As águas do Oceano Atlântico Sul estão com anomalias negativas (mas, nada extremo) que, associadas com o pequeno resfriamento que ocorre no Pacífico, podem ter seus efeitos somados e acarretar gradual redução nas chuvas no RS, ou causar maior variabilidade nas mesmas, ou seja, períodos secos intercalados com períodos chuvosos.

    Ao monitorar a temperatura das águas subsuperficiais (até 300 metros abaixo do nível do mar, na região do Pacífico), nota-se que há uma grande porção de águas bastante frias, ou seja, anomalias negativas que chegam entre -4,0 e -6,0 °C, e que irão aflorar em superfície, mantendo o resfriamento por mais algum tempo. É por isso que alguns modelos têm sugerido a configuração de um episódio La Niña. No entanto, este resfriamento em profundidade está posicionado entre o Centro e o Leste do oceano, não abrangendo toda a extensão do Pacífico. A Oeste, as águas estão neutras, com leve aquecimento e é por isso que outra gama de modelos aponta para a continuidade da fase Neutra do ENOS (El Niño-Oscilação Sul).

    O IRI (International Research Institute for Climate and Society) (Universidade de Columbia-EUA), em relatório divulgado no dia 11 de junho, prevê em 60% a probabilidade de que a fase Neutra continue no trimestre junho, julho e agosto de 2020. Entre os meses de agosto, setembro e outubro de 2020 e janeiro, fevereiro e março de 2021, o consenso dos modelos prevê chances de La Niña e Neutralidade praticamente iguais, variando ao redor de 45% para cada uma das fases. Por isso, é necessário ter muita cautela, pois estiagens curtas poderão ocorrer, porém é difícil dizer se serão parecidas com as da safra 2019/2020.

    Previsão para a precipitação no trimestre julho, agosto e setembro de 2020

    Falando sobre o mês de julho, a previsão passada, apontava para chuvas superiores à média climatológica, o que deverá ocorrer em boa parte das regiões gaúchas. Lembrando que o inverno iniciou no dia 20 de junho, às 18h44min. Para o trimestre julho, agosto e setembro é esperado que as chuvas continuem ocorrendo e fiquem na média ou acima da média.

    Julho: as simulações anteriores apontavam para chuvas acima da média e passaram a oscilar um pouco. Agora, nas últimas atualizações, o modelo CFSv2 tem mostrado que as chuvas deverão ficar acima da média climatológica, principalmente na Metade Sul do RS, com valores de até +50 mm.

    Agosto: a previsão apresentava bastante variação nas simulações anteriores. Agora, elas têm mostrado um agosto com chuvas um pouco acima da média na Metade Sul do Estado, com valores de até +30 mm.

    Setembro: as previsões anteriores mostravam setembro mais seco, depois mudou para chuvoso. Nas últimas previsões, as simulações continuam mostrando que as chuvas serão um pouco acima da média climatológica, sendo de até +30 mm.

    Estas oscilações nas previsões de precipitação para o mês inteiro são normais, visto que se está e se continuará em período de Neutralidade climática, o que significa irregularidade na precipitação. Ou seja, haverá momentos com chuva mais frequentes e fortes e outros sem ocorrência de chuvas. Haverá, também, variação na temperatura. Aliás, junho tem tido dias com temperaturas bem altas, superiores à média climatológica do mês. Esse padrão deverá ocorrer também nos meses de julho e agosto, ou seja, dias bastante frios, intercalados com períodos de temperaturas mais altas, que se aproximam dos 28°C.

    Aos produtores, sobretudo os de arroz: sabe-se que nos meses de julho e agosto, não raramente, ocorrem os veranicos, ou seja, aqueles períodos mais longos de tempo seco e temperaturas mais altas do que a média. Pensando em preparo de solo para a semeadura do arroz da safra 2020/2021, o produtor deve estar atento a estes períodos, que podem ser curtos, de 7 a 15 dias. Então, quando possível, deve-se priorizar e manter as áreas bem drenadas, assim, qualquer janela de tempo mais seco possibilitará o preparo da terra.

    Ressalta-se que a maioria dos produtores iniciam o processo de semeadura do arroz em setembro e/ou outubro, meses preferenciais para a semeadura do arroz, e estes meses geralmente possuem maior frequência e volume de chuvas, principalmente outubro. Então, estejam preparados!

    Jossana Cera é meteorologista, doutora em Engenharia Agrícola pela UFSM e consultora do Irga.

  • Previsão do tempo no RS: sol predomina em todo o Estado nesta sexta-feira

    O sol voltou a aparecer e o tempo ficou firme em todo o Estado nesta quinta-feira (14). O destaque do dia, porém, ficou por conta das baixas temperaturas. A mínima do Estado, apontada em Quaraí, na Fronteira Oeste, foi de 2,5°C. Mas as máximas também estiveram baixas no RS, principalmente na Serra. Nessa região, os termômetros não chegaram a 13°C em municípios como São José dos Ausentes (11,7°C), Cambará do Sul (12,4°C) e Canela (12,6°C).

    — Uma massa de ar polar está atuando sobre o Rio Grande do Sul. Este sistema, quando combinado a pouca nebulosidade, favorece a ocorrências de baixas temperaturas, especialmente durante a madrugada e a manhã — explica a meteorologista Dóris Palma, da Somar Meteorologia.

    A máxima desta quinta-feira (14) , 20,9°C, foi registrada em Torres, no Litoral Norte. Na Capital, os termômetros oscilaram entre 11,8°C e 20,1°C.

    Nesta sexta-feira (15), o tempo permanece firme no RS, com o céu ficando aberto ao longo de todo o dia. As temperaturas baixas também continuam marcando presença. A mínima, 0°C, está prevista para Palmitinho, na região norte do Estado. Enquanto isso, na Serra e na Campanha, o amanhecer pode ter geada.

    Apesar do predomínio de sol em todas as áreas, as temperaturas nesta sexta (15) voltam a não subir muito no Rio Grande do Sul . A máxima do dia, 22°C, é esperada em Sete de Setembro, nas Missões, e em Palmeira das Missões, no noroeste gaúcho. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 9°C e 19°C.

    Devido à presença do ar seco, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% na Fronteira Oeste e no noroeste do Estado — condição que, se confirmada, colocaria essas áreas em estado de atenção por representar riscos à saúde, como problemas respiratórios e ressecamento da pele, mesmo com o clima frio.

    No sábado (16), o cenário pouco muda: tempo firme e predomínio de sol em todo o Estado. O frio também persiste. Há condições para geada ao amanhecer  na Serra, na Fronteira Oeste e no noroeste gaúcho. Na Região Metropolitana,  no Litoral e no sul do RS, o vento começa a soprar com mais intensidade, com rajadas podendo alcançar até 50 km/h. Em Palmitinho, no norte gaúcho, a temperatura fica entre 0°C e 15°C. Já em Porto Alegre, os termômetros variam entre 10°C e 21°C

    Veja, abaixo, como deve ficar o tempo na sua região:

    Região Metropolitana: a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Em Gravataí, os termômetros variam de 9°C a 20°C.

    Serra gaúcha: a a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Pela manhã, há possibilidade de geada na região. Em Canela, a temperatura varia entre 4°C e 18°C.

    Litoral Norte: a sexta-feira (15) terá tempo firme, com sol entre poucas nuvens. Em Arroio do Sal, os termômetros variam entre 12°C e 18°C.

    Litoral Sul: a sexta-feira (15) terá tempo firme, com sol entre poucas nuvens. Em Rio Grande, os termômetros oscilam entre 9°C e 19°C.

    Região Norte: a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Em Passo Fundo, a temperatura varia entre 5°C e 18°C.

    Região Noroeste: a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Em Santo Ângelo, os termômetros variam de 5°C a 19°C.

    Região Sul: a sexta-feira (15) terá tempo firme, com sol entre poucas nuvens. Em Santa Vitória do Palmar,  os termômetros variam entre 8°C e 18°C.

    Região Central: a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Em Santa Maria, a temperatura varia entre 5°C e 18°C.

    Campanha gaúcha: a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Pela manhã, há possibilidade de geada na região. Em Bagé, a temperatura oscila entre 2°C e 17°C.

    Fronteira Oeste:  a sexta-feira (15) terá tempo firme e ensolarado. Em Itaqui, os termômetros variam entre 4°C e 21°C.

  • Seca no Sul do Brasil pode estar relacionada aos EUA

    A redução considerável da produção de soja na Região Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul, pode estar relacionada de algum jeito com o estresse na produção da oleaginosa dos Estados Unidos, segundo afirmou a World Weather, Inc. A empresa iniciou estudos em 2005 para relacionar os problemas nos dois países.

    A seca deste ano no Rio Grande do Sul será a oitava vez que ocorrerá uma queda significativa no rendimento da soja desde 1970. Os outros sete anos foram 1979, 1986, 1988, 1991, 2004, 2005 e 2012. Ao mesmo tempo, nos EUA, 1988 e 2012 foram anos secos significativos nas principais áreas de cultivo e a seca foi observada em 1991 no Centro-Oeste dos EUA e no sudeste dos Estados Unidos em 1986.

    As perdas de rendimento do Rio Grande do Sul também ocorreram em 1978 e 1979, mas o maior afastamento do rendimento da tendência ocorreu em 1979. Foi difícil encontrar seca nos Estados Unidos durante 1979, tornando esse ano a maior falha na relação proposta entre menores produtividades da soja no Rio Grande do Sul e seca em uma parte da principal região da safra de verão dos EUA.

    O desvio de 1978 dos rendimentos no Rio Grande do Sul não foi tão significativo quanto o de 1979, mas se enquadra nos critérios deste estudo. O tempo em 1978 nos Estados Unidos era apenas polarizado a seco nas planícies do sul, e esse ressecamento já estava em vigor no início de 1978, o que pode desqualificar esse ano para verificação no relacionamento.

    Em 71,4% das vezes, essa relação parece existir de verdade. O tamanho da amostra é muito pequeno para um bom estudo, mas este último oferece um pouco mais de apoio a um viés mais seco em pelo menos uma parte das áreas de cultivo dos EUA.

    Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

  • RS: temperaturas elevadas e baixo volume de chuva

    Os próximos sete dias deverão permanecer com baixos volumes de chuva na maior parte do Rio Grande do Sul, de acordo com o Relatório Oficial nº 4, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, a Emater-RS e o Irga.

    Na sexta-feira (7), o tempo seco e quente vai predominar, com temperaturas superiores a 35°C na maioria das regiões e próximas de 40°C na Fronteira Oeste e Missões. Apenas nas faixas Norte e Nordeste há possibilidade de pancadas de chuva associadas ao forte calor. No sábado (8) e domingo (9), a cobertura de nuvens aumenta e haverá condição de chuva em todo o Estado, com possibilidade de temporais isolados.

    Na segunda-feira (10), ainda ocorrerão pancadas de chuva nas faixas Norte e Nordeste, enquanto o ingresso de ar seco garantirá o tempo firme no restante do Rio Grande do Sul. Na terça (11) e quarta-feira (12), o tempo permanecerá seco e com temperaturas amenas em todas as regiões.

    Os totais de chuva estimados para o período deverão permanecer baixos na maior parte do Estado. Na Metade Sul são esperados volumes inferiores a 10 mm. Nas demais áreas, a previsão indica valores acumulados entre 10 e 35 mm na maioria das localidades, e somente nos Campos de Cima da Serra e no Litoral Norte há estimativa de valores superiores a 40 mm.

    Soja segue em desenvolvimento
    A soja retomou o desenvolvimento com a normalização das chuvas, apesar da sua distribuição desuniforme. As fases da lavoura são as seguintes: 24% na fase de desenvolvimento vegetativo, 33% em floração, 42% na fase de enchimento de grãos e 1% maduro e por colher.

    Segundo dados levantados pelo Irga, 0,05% da área cultivada do arroz foi colhida, com 76% da lavoura orizícola no estádio reprodutivo. A avaliação ainda é de que as condições atuais são melhores do que as apresentadas na safra passada.

    Na cultura do milho, as chuvas no período contribuíram para melhorar a situação das lavouras, mas em algumas regiões as perdas estão consolidadas. As fases da lavoura são as seguintes: 13% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 11% em floração, 22% em enchimento de grãos, 21% maduro e 33% do total já foram colhidos.

  • RS: semana será quente e com pancadas de chuva

    No início da semana passada, a passagem de um sistema de baixa pressão atmosférica trouxe chuva irregular ao Rio Grande do Sul. Áreas do Centro, Sul e Oeste do Estado receberam até 50 milímetros. Mesmo assim, a umidade do solo permaneceu baixa no período exigindo irrigação complementar. No mês, o acumulado varia entre 100 e 200mm e a temperatura está próxima da média na maior parte das áreas produtoras.

    De acordo com o boletim metereológico do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a semana será caracterizada pelo calor e pelas pancadas de chuva. O acumulado total será baixo, inferior aos 10mm na maior parte das áreas produtoras.

    Somente no Leste, região da Planície Costeira Externa, espera-se chuva mais intensa, entre 40 e 60mm. Boa parte dessa precipitação acontecerá na quinta-feira (30). O próximo período com chuva significativa acontecerá entre 9 e 16 de fevereiro.

  • Chuvas se regularizam no Rio Grande do Sul, mas novos veranicos não estão descartados

    Vórtice volta a atuar sobre oeste da Bahia e norte de Minas interrompendo as chuvas nestas regiões até o próximo dia 20 de janeiro

    Francisco de Assis Diniz – Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet

    A atuação de um vórtice ciclônico na região do Nordeste leva condições de estiagem para áreas do Matopiba nos próximos dias. Segundo Francisco de Assis Diniz – Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), já estava previsto o período sem chuvas e as condições devem mudar na região a partir do próximo dia 17.

    Imagens de satélite do Inmet indicam que a atuação do vórtice está acontecendo em todo o Nordeste, com destaque para o oeste da Bahia, importante região de produção agrícola e que já está com o volume de chuva mais baixo quando comparada com os demais estados do Matopiba.

    A previsão indica que as chuvas voltam acontecer dia 17, mas ainda em volumes baixos. “O sistema vai subir mais pra norte, dando mais condições de chuvas ao poucos no norte de Minas e da Bahia”, afirma o meteorologia.

    De acordo com os mapas de previsão do NOAA, no período entre 13 e 21 de janeiro, volta a chover no oeste da Bahia, com precipitações previstas entre 13 e 20 milímetros. Neste período, os volumes já ficam mais elevados nas demais áreas do Matopiba.

    Entre 21 e 29 de janeiro os mapas indicam chuvas mais volumosas para oeste da Bahia, com precipitações entre 90 e 100 milímetros, sendo esperados os volumes mais expressivos para o Tocantins e Maranhão, com precipitação de até 125 mm em alguns pontos.

    FONTE: https://www.noticiasagricolas.com.br/

  • RS terá rápida frente fria nesta semana

    Nos últimos sete dias, choveu por volta de 100mm na Região Central, 35mm na Fronteira Oeste e na Planície Costeira Interna, porém, menos de 10mm na Zona Sul, Campanha e Planície Costeira Externa. Os índices de umidade do solo estão abaixo de 40% neste momento na maior parte das áreas. No entanto, a irrigação ainda não foi afetada nas áreas que recebem água do Rio Jacuí.

    Semana com tempo aberto e quente no Rio Grande do Sul, o que permite maior evapotranspiração. Uma rápida frente fria passa pelo Estado entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16), mas mesmo com chuva forte os acumulados não revertem o déficit hídrico da maior parte do RS. Atenção apenas ao granizo previsto neste sistema. Na próxima semana há chuvas muito isoladas e intercaladas com períodos mais prolongados de tempo seco e quente.

    Na Fronteira Oeste semana com tempo firme e seco na maior parte dos dias. Entre quarta-feira (15) e quinta-feira (16), uma rápida frente fria passa pelo Estado, trazendo rajadas de vento e trovoadas. Há alto potencial para queda de granizo na passagem do sistema. Os acumulados são modestos e ficam na casa dos 20mm. Nos demais dias da semana, o tempo fica mais firme e com bastante calor em toda essa região orizícola.

    Nas regiões da Campanha, Central, Planície Costeira Interna, Planície Costeira Externa e Zona Sul semana com tempo firme e seco na maior parte dos dias. Entre quarta-feira e quinta-feira, uma rápida frente fria passa pelo Estado, trazendo rajadas de vento e trovoadas. Há baixo potencial para queda de granizo na passagem do sistema. Os acumulados são modestos e ficam na casa dos 15mm. Nos demais dias da semana, o tempo fica mais firme e com temperaturas em elevação.