TEMPO

  • Previsão do Tempo até o dia 04/12

    Na segunda-feira (02) e terça-feira (03), o ingresso ar seco e frio reduzirá a nebulosidade e as temperaturas nas regiões do Sul do Estado; nas regiões da Metade Norte, deverá atuar um sistema de baixa pressão que provocará pancadas de chuva, típicas de verão. Entre a terça e a quarta-feira (04), os volumes pluviométricos previstos podem chegar próximo dos 50 mm na região Norte.

    A circulação ciclônica e a formação de uma nova frente fria trarão novamente instabilidades ao Estado, principalmente nas regiões do Nordeste e Norte do RS. Os totais de chuva previstos, mais significativos, deverão oscilar entre 20 e 70 mm nas Missões, no Alto Uruguai, no Planalto Médio, nos Campos de Cima da Serra e nas Encostas Superior e Inferior do Nordeste. Nas demais regiões do Estado, os valores deverão variar
    entre 5 e 20 mm.

  • Novo Boletim Agroclimatológico Mensal

    O Instituto Nacional Meteorológico (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lançou novo Boletim Agroclimatológico Mensal, que traz mais informações para auxiliar o produtor rural. O novo informativo faz parte das comemorações aos 110 anos do Instituto, completados no último dia 18 de novembro. A cerimônia de comemoração e lançamento do boletim ocorreu no dia 13 deste mês, na sede do Inmet, em Brasília.

    Além da análise das condições climáticas no Brasil, o boletim, existente desde 1967, oferecerá um panorama dos fenômenos de grande escala que interferem no clima do país e do mundo e também informações climáticas, previsões exclusivas que podem ser usadas na elaboração de ações na agropecuária.

    Outras novidades são: condições oceânicas (importantes para as previsões de chuvas e temperaturas) no mês e tendências, variáveis  (exemplo, excesso e déficit de chuvas) que auxiliam o produtor na hora do plantio e colheita e dados relativos a chuvas e temperaturas do mês corrente, do próximo mês e do trimestre.

    As mudanças são resultado de uma reavaliação técnica feita pelo Instituto e de sugestões de usuários técnicos ligados ao meio rural, como as coletadas, em agosto,  no Primeiro Encontro de Usuários de Produtos Agroclimatológico, que reuniu representantes dos setores público e privado ligados à agropecuária.

  • Previsão de chuva e umidade para os próximos dias no RS

    Nos próximos sete dias permanecerá muita umidade e chuva sobre o Rio Grande do Sul, conforme o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    No sábado (19), o tempo seco e com temperaturas amenas predominará em todo Estado. No decorrer do domingo (20), a aproximação de uma frente fria vai provocar chuva em todas as regiões, com possibilidade de temporais isolados, fortes rajadas de vento e eventual queda de granizo.

    Na segunda-feira (21), a propagação da frente fria manterá a nebulosidade e a chuva em todo Estado, ainda com risco de temporais. A partir da terça-feira (22), o ingresso de ar seco garantirá o tempo firme, com declínio das temperaturas em todo Estado.

    Os valores de precipitação previstos oscilarão entre 35 e 50 mm na Fronteira Oeste e Missões. No restante do Estado os totais esperados deverão variar entre 60 e 80 mm. Na Zona Sul e parte da Campanha, os volumes deverão ser superiores a 90 mm em várias localidades.

  • Alerta com chuvas intensas e instabilidades

    Ainda segundo a empresa meteorológica, no Sul do Brasil, as chuvas devem seguir intensas pelo menos até o final da semana. Também é esperada uma queda de temperatura nos estados da região. Nos últimos dias, houve registro de altas temperaturas.

    “O tempo fica muito instável, com chuva frequente e risco de chuva forte nos três estados pelo menos até a próxima sexta-feira, 18 de outubro”, prevê a Climatempo.

    Diante das instabilidades nesta terça-feira, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta de chuvas intensas para os três estados da região Sul, apesar de o Paraná ser o que terá pior condição de chuva, inclusive com áreas de replantio.

    “Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 Km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas”, destaca o instituto meteorológico brasileiro.

    Aviso para as áreas: Planalto Norte Catarinense, Campanha, Metropolitana De Curitiba, Oeste Catarinense, Vale Do Itajai, Grande Florianópolis, Planalto Sul Catarinense, Litoral Sul Catarinense, Encosta Do Sudeste, Serra Do Sudeste, Depressão Central, Encosta Inferior Do Nordeste, Encosta Superior Do Nordeste, Campos De Cima Da Serra, Planalto Médio, Missões, Alto Uruguai, Central Paranaense, Litoral Paranaense, Sudoeste Paranaense, Sul Paranaense, Litoral Gaúcho, Meio-Oeste Catarinense, Litoral Norte Catarinense

    O mapa de precipitação acumulada do Inmet das últimas 24 horas mostra que altos volumes foram registrados em áreas do Rio Grande do Sul e pontos de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O estado do Paraná apresenta baixos volumes.

    Em Goioerê (PR) quem já semeou pode ter que replantar. Apenas 40% da área já foi plantada no município que espera por chuvas nos próximos dias para diminuir os prejuízos. A expectativa já é de menos produtividade na soja e dificuldades para a safrinha de milho 2020.

    Palotina (PR) deve ter que replantar mais de 20% da área de soja devido à falta de chuvas. “Neste final de semana as medições de temperatura de solo chegaram em até 47ºC e a umidade relativa do ar não passou dos 20%”, afirma o vice presidente do Sindicato Rural da cidade, Edmílson Zabot.

    A Climatempo destaca que “no Centro-Sul e Oeste do Mato Grosso do Sul e Sudoeste do Mato Grosso, incluindo Campo Grande, a previsão é de pancadas de chuva ao longo de todo o dia, com moderada a forte intensidade, concentradas em pequenas áreas, e períodos de sol”.

    Também tem previsão de chuva para a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. “A previsão para as demais áreas do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso e para o sul de Goiás, incluindo Cuiabá, é de sol durante o dia e pancadas de chuva a partir da tarde”, informa a empresa meteorológica.

    Já nesta quarta-feira, a chuva diminui sobre o Centro-Oeste. “Uma massa de ar seco vai ganhar força sobre a Região nesta quarta-feira, 14 de outubro, com um dia ensolarado em Goiás, no Distrito Federal, nordeste do Mato Grosso do Sul e oeste do Mato Grosso”, prevê a Climatempo.

    Enquanto isso, seguem até o final de semana, as chuvas no Sul. O mapa de precipitação acumulada dos próximos 7 dias mostra que altos acumulados são esperados na região, confirmando as previsões desta segunda-feira, mas o Paraná será o estado que terá pior condição. Também chove bem sobre áreas da região Norte.

    Previsão estendida de chuvas para o Brasil

    O mapa de previsão estendida do centro de previsão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), no período de 15 até 23 de outubro, mostra chuvas moderadas a volumosas sobre vários pontos do país. Áreas do Centro-Oeste e Nordeste terão baixos volumes.

    Já no período de 23 até 31 de outubro, o mapa de tendência de precipitação aponta que as chuvas reduzem em alguma  áreas, mas voltam para áreas do Centro-Oeste e Nordeste do Brasil. A região Sul seguirá com altos acumulados de chuva no período.

  • Chuva volumosa no Rio Grande do Sul nesta semana

    A semana começou com muitos temporais no Rio Grande do Sul por causa da chegada de uma frente fria. Na região de Chuí, conforme previsto, os volumes ultrapassaram os 80 milímetros em apenas 24 horas.

    Já as áreas produtoras do Paraná, só receberam chuva muito pontual. A cidade com volume mais significativo foi Guarapuava com quase 40 milímetros, segundo o SIMEPAR.  Já Cascavel não registrou chuva significativa até agora.

    “Teremos várias frentes frias que vão manter a chuva mais concentrada no Rio Grande do Sul nos próximos 5 dias. Os sistemas até avançam e provocam chuva na costa do Sudeste, ou pontualmente no Paraná, mas nada tão significativo como será no Rio Grande do Sul”, explica Celso Oliveira.

    No Rio Grande do Sul, a chuva é volumosa, persistente e sem períodos de melhoria principalmente na metade sul do estado, onde o volume de chuva passa de 70 milímetros e é capaz de provocar elevados transtornos como alagamentos, transbordamentos de rios e eventual deslizamento de encostas.

    Tem queda significativa da temperatura no Rio Grande do Sul, registrando as maiores temperaturas nas madrugada, ou seja, máxima invertida.

    Alerta hidrológico no RS

    De acordo com o SEMA-RS, Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, há alerta para risco hidrológico no Rio Grande do Sul nos próximos dias. A previsão é que haja a combinação de dois fatores: chuvas persistentes, que deverão ser registradas ao longo de toda a próxima semana, aliados
    a volumes que poderão ser expressivos em alguns pontos, podendo superar os 100 milímetros acumulados já que a chuva deve vir em forma de temporais.

    O risco é maior para as bacias de rápida resposta e em rios de menor ordem. Portanto, a atenção deve ficar voltada para todas as bacias gaúchas, com destaque para: Ibicuí, Quaraí, Camaquã, Mirim-São Gonçalo, Litoral Médio, Lago Guaíba, Caí, Sinos, Pardo e Gravataí.

    Ao longo da semana  a chuva também se espalha por Santa Catarina e Paraná em forma de pancadas com trovoadas e rajadas de vento que
    ganham intensidade. Aliás, áreas do leste paranaense e todo o estado de Santa Catarina tem céu nublado, poucos períodos de melhoria e chuva intermitente. As instabilidades persistem no Sul até o fim da semana, com risco de temporais entre a quinta (17) e sexta-feira (18) especialmente do norte do Rio Grande do Sul  ao sul do Paraná. Mais uma vez, áreas do norte do Paraná vão passar desapercebidas pelas frentes frias o que agrava a situação dos agricultores desta faixa do estado.

  • Tempo seco predomina nos próximos sete dias no RS

    Nos próximos sete dias, o tempo seco vai predominar na maior parte do Estado, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

    Na quinta (19) e sexta-feira (20), o tempo permanecerá seco, com temperaturas amenas na maioria das regiões – ainda poderão ocorrer chuvas fracas e isoladas sobre a faixa Norte . Entre o sábado (21) e o domingo (22), a presença de uma massa de ar seco e frio garantirá o predomínio do sol, com temperaturas mais baixas no período noturno e possibilidade de formação de geadas isoladas.

    Na segunda (23), o ar frio começará a perder intensidade; porém, ainda poderão ocorrer geadas isoladas no amanhecer, sobretudo entre o Planalto e a Serra do Nordeste. Na terça (24) e na quarta-feira (25), o tempo permanecerá firme, e o ingresso de ar quente e úmido favorecerá o aumento da nebulosidade e a elevação da temperatura.

    A chuva no período deverá se concentrar sobre a Metade Norte do RS e os valores previstos são inferiores a 5mm na maioria das localidades. Somente no Planalto e na Serra do Nordeste, os totais esperados deverão oscilar entre 10 e 20 mm em alguns municípios. No restante do Estado, não há previsão de volumes significativos.

  • Previsão do Tempo: chuva e frio intenso para a semana

    A última semana trouxe uma frente fria para o Rio Grande do Sul. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Metereologia (INMET), em Jaguarão choveu 84 milímetros, correspondendo a 75% da média mensal e ajudando a elevar o nível de reservatórios na região.

    A partir de terça-feira a chuva perde força sobre o Rio Grande do Sul, e existe possibilidade de neve em áreas da serra. Ainda pode chover em pontos da Região Metropolitana, em Porto Alegre e também em áreas do norte gaúcho, mas serão apenas pancadas rápidas.

    O ponto crítico do frio na semana será na quarta-feira (14). A chuva vai embora e o destaque passa a ser o tempo seco e frio sobre todo o território gaúcho. Com o avanço de uma massa de ar seco de origem polar, as baixas temperaturas ganham intensidade. Deve gear na Campanha e também na Serra Gaúcha. A partir de quinta-feira a tendência é de tempo firme predominante e aos poucos o frio perderá intensidade.

  • Tempo: Nova frente fria sobe pelo Sul do País

    A instabilidade de uma frente fria avança sobre novas áreas da Região Sul nesta segunda-feira. Ainda chove na Região e a temperatura entra em declínio nos três estados.

    Uma nova massa de ar frio de origem polar avança sobre o Sul do Brasil e, nesta segunda-feira, 15 de julho, vai atuar com força sobre o Sul do Brasil, chegando ao Sudeste. A temperatura tem acentuado declínio em todos os Estados e a sensação de frio é grande o dia todo.

    Na terça-feira, 16, volta a gear de forma quase generalizada no Rio Grande do Sul e no interior de Santa Catarina.

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    Já no Sudeste, as cidades que fazem divisa com Paraná e a região de Presidente Prudente vão ter sol, mas a previsão indica o retorno da chuva entre a tarde e a noite da segunda-feira(15).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Começou o inverno e a probabilidade é de ocorrência de El Niño

    O outono deu lugar ao inverno hoje e termina apenas no dia 23 de setembro às 04h50. A estação é marcada por um período menos chuvoso em várias partes do país e pelo frio, mas neste ano há atuação do El Niño.

    Dados do Instituto Internacional de Pesquisa para Clima e Sociedade, (IRI, na sigla em inglês) ligado ao NOAA, apontam que nos meses de maio, junho e julho a previsão probabilística de orrência do El Niño é de até 80% e depois em junho, julho e agosto passam para cerca de 65%.

    “Desde meados da primavera de 2018 até a primeira quinzena de junho/2019, a anomalia de temperatura das águas do Oceano Pacífico Equatorial vem apresentando valores acima de 0,5ºC, o que caracteriza um fenômeno El Niño de fraca intensidade”, destaca o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

    A meteorologia aposta que por conta do fenômeno climático a região Sul deve ter mais chuva, principalmente em julho, além de possibilidade de geada, nevoeiro e até neve. No Sudeste e Centro-Oeste, são esperadas poucas chuvas, um inverno mais quente, mas ainda há chances de geadas e nevoeiro.

    No Norte e Nordeste do país, o mês de de julho deve ser bastante chuvoso, principalmente no litoral nordestino e no extremo Norte do Brasil, as precipitações devem seguir pelo menos até julho e agosto.

    O padrão de El Niño deve se manter durante o inverno de 2019 e permanecerá ativo até meados do final da primavera de 2019.

    O Inmet ressalta que, climatologicamente, o inverno é marcado por ser menos chuvoso no Sudeste, Centro-Oeste e parte do Norte e Nordeste do país, enquanto que o noroeste da região Norte, leste do Nordeste e parte do Sul tendem a ter maiores precipitações.

    “Caracteriza-se também, pelas incursões de massas de ar frio, oriundas do sul do continente, que provocam o declínio acentuado das temperaturas média do ar, apresentando valores inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil”, afirma.

    A redução das chuvas em grande parte do país nesta época do ano diminui a umidade relativa do ar, segundo o instituto meteorológico brasileiro, o que favorece bastante a incidência de queimadas e incêndios florestais, bem como aumento de doenças respiratórias.

    Durante os meses de março a maio, as chuvas foram acima da média histórica em grande parte do sul do País, em consequência da atuação do fenômeno El Niño, que provoca maior atuação das frentes frias sobre a região, favorecendo a ocorrência de chuvas mais intensas, bem como do aquecimento das águas do Atlântico Subtropical, próximas à costa do Rio Grande do Sul.

    Durante a segunda quinzena de maio e início de junho, iniciaram-se os primeiros episódios de geadas em regiões serranas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, cuja a intensidade variou de fraca a moderada. O prognóstico do INMET, indica que as chuvas ocorrerão acima da média em grande parte da Região Sul (Figura 3a).

    A maior frequência das frentes frias contribuirá para maiores variações nas temperaturas ao longo deste trimestre, porém as temperaturas médias devem permanecer acima da média climatológica em toda Região Sul (Figura 3b), exceto na metade sul do Rio Grande do Sul e leste de Santa Catarina, onde o inverno deverá ocorrer dentro da normalidade com temperaturas mínimas podendo atingir valores abaixo de 0ºC em áreas serranas e planalto, principalmente no mês de julho.