LEITE

  • CCGL distribui R$ 9 milhões para seus produtores de leite

    A partir do dia 23 de abril, a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. – CCGL irá distribuir a seus produtores associados, que entregaram ininterruptamente a matéria-prima (leite) durante o ano de 2019 e que estão ativos no sistema CCGL até a data do pagamento, o valor aproximado de R$ 9 milhões como bonificação de participação nos resultados da industrialização e comercialização do seu leite.

    Segundo o Gerente de Suprimento de Leite da CCGL Jair da Silva Mello, o valor é significativo e chega em um momento importante, o de estabelecer as pastagens de inverno nas propriedades e, também, como forma de ajudar nas finanças da família nessa época de crise e de estiagem.

    Caio Vianna, Presidente da CCGL, explica que este sistema cooperativo de participação nos resultados da indústria permite aos produtores uma renda que, somada ao preço recebido pelo leite durante o ano, proporciona uma média anual de preço do leite igual ou até superior às demais empresas. Além disso, o sistema CCGL disponibiliza como diferencial a seus produtores a pesquisa, a assistência técnica, o fornecimento de insumos e o apoio na melhoria da rentabilidade das propriedades através das suas cooperativas filiadas.

    Atualmente, a CCGL possui o maior parque industrial de leite em pó do Brasil, distribuindo seus produtos para os mercados doméstico e internacional.

     

  • Setor lácteo brasileiro fechou 2019 com bons rendimentos

    Apesar de não ter sido uma elevação exponencial, o setor lácteo brasileiro fechou o ano de 2019 de forma positiva. A estimativa é de que no ano passado o segmento tenha crescido entre 2% a 2,5%. O preço médio do litro de leite pago ao produtor foi R$ 1,36, o que representa US$ 0,33 considerando o câmbio de R$ 4,06 por dólar.

    Os números são muito melhores do que 2018 quando o setor ficou praticamente estagnado, registrando alta de apenas 0,5%. Para o analista da Embrapa Gado de Leite, Lorildo Stock, os números são razoáveis e não colocam a importação como atrativa, fato que gerou muita reclamação dos produtores de leite brasileiros em 2018.

    Conforme Stock, a tonelada de leite está sendo vendida fora do Brasil a valores que variam entre US$ 3,1 mil a US$ 3,3 mil, abaixo do preço histórico de US$ 3,7 mil, o que representa uma estabilidade entre oferta e demanda do produto no mercado mundial.

    Para 2020, analistas não preveem um ano de muito otimismo, mas a perspectiva de crescimento da economia brasileira de 2,3% (maior percentual dos últimos seis anos) é vista como um sinal do fim da crise. Diante disso, espera-se uma recuperação um pouco maior do consumo, o que também deve impactar no preço pago ao produtor.

    Por outro lado, algumas incertezas no cenário nacional e internacional deixam os analistas do setor em atenção. Internamente, a forma como o governo conduzirá sua agenda de reformas é ponto crucial para o desempenho da economia.

    Já a nível internacional, a peste suína africana que reduziu em 40% a quantidade de suínos na China no ano passado deverá continuar afetando o mercado, pois a doença se espalhou por outros países asiáticos. Com isso, a demanda de carne importada de países como o Brasil cresceu, o que fez a produção nacional também disparar, exigindo mais alimentos para os animais.

    Nesse cenário, a perspectiva é de aumento no custo de produção do rebanho leiteiro, já que há uma pressão no uso dos grãos, o que encarecerá a alimentação animal. “Pode haver muita volatilidade nos preços do concentrado para as vacas de leite até que seja definida a safrinha de milho no meio do ano”, afirma o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho.

  • Dia Nacional do Produtor de Leite é criado

    Foi protocolado nesta terça-feira (17/12) na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei – PL 6487/2019, que institui o Dia Nacional do Produtor do Leite, a ser comemorado no dia 12 de julho em todo o território nacional, com o objetivo de valorizar o produtor de leite brasileiro, bem como incentivar o consumo de leite e de produtos lácteos.

    A data instituída por esta Lei passará a constar do calendário oficial e por ocasião da comemoração do Dia Nacional do Produtor de Leite os setores público e privado promoverão palestras e seminários, entre outros eventos e atividades, com vistas a promover o consumo de leite e de produtos lácteos e também debater políticas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e a valorização do produtor de leite.

    Esta lei foi idealizada pela ABRALEITE Associação Brasileira dos Produtores de Leite, que contou com o apoio imediato dos deputados federais Evair de Melo, Domingos Sávio e Emidinho Madeira, que se prontificaram para serem os parlamentares autores do PL perante a Câmara dos Deputados.

    A data de 12 de julho foi a escolhida por ser a data de criação da ABRALEITE, que é entidade que representa e defende os interesses de todos os produtores de leite do Brasil.

    As informações são da ABRALEITE.

  • CCGL lança nova campanha para seus produtos lácteos

    Os filmes produzidos pela Casa Na Árvore foram inspirados na origem dos produtos fabricados pela Cooperativa.

    Demonstrar toda  dedicação e comprometimento das pessoas envolvidas no sistema de produção CCGL,  elevando a percepção de valor de seus produtos aos consumidores, é o objetivo da nova campanha “Onde Nasce O Leite De Verdade”.

    A campanha conta com 3 filmes para divulgação nas mídias digitais. As peças dessa webseries demonstram, através de imagens e depoimentos, as características específicas da região para uma melhor produção leiteira, o cuidado com os animais e o meio ambiente, a união, vocação e comprometimento das pessoas com seus clientes, num sistema de produção sustentável que dá origem aos produtos CCGL.

    A proposta, segundo Marcio Escobar – Gerente de Marketing da CCGL, foi conectar as pessoas com histórias de vida, amor, dedicação e inovação, contadas por produtores e colaboradores da Cooperativa. “A CCGL não possui um dono ou grupo de empresários, mas sim famílias que se unem e trabalham todos os dias para oferecer produtos com o mais alto nível de qualidade aos seus consumidores”, destaca Caio Vianna – Presidente da CCGL.

    Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, unindo 29 cooperativas singulares e mais de 170 mil famílias produtoras, a CCGL disponibiliza suas linhas de leite em pó, creme de leite e achocolatado para todo o mercado doméstico e internacional:

    Link Facebook: https://www.facebook.com/grupoccgl/videos/2260783454212520/

    Link Instagram:  https://www.instagram.com/tv/B39yV–AT1n/?utm_source=ig_web_copy_link

    Link Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=bMq7pg6E08c

  • Pecuária leiteira, soja, sorgo e milho têm custos de produção atualizados

    Esta semana, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participarão de visitas e painéis no município de Unaí (MG) para atualização dos custos de produção de café arábica, pecuária leiteira, soja, sorgo e milho.

    Os dados apurados servirão como referência para fixação dos preços mínimos desses produtos na região do Distrito Federal e entorno, incluindo Unaí, município mineiro que faz parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE). Esta região é atendida pela superintendência regional da Conab no Distrito Federal.

    O município de Unaí foi selecionado por ser referência na produção destas culturas. Para esta atualização estão previstas visitas técnicas a propriedades modais, além de painéis com a participação de produtores, representantes de associações, órgãos de pesquisa, técnicos de extensão e outras instituições que podem contribuir com o trabalho realizado.

    Os dados colhidos pela Conab servem como base para a definição das ações públicas de apoio ao produtor, como a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), instrumento utilizado pelo governo federal para diminuir oscilações na renda dos agricultores e assegurar uma remuneração mínima para cada cultura.

  • Indústria láctea gaúcha comemora acordo com a China

    Indústrias gaúchas comemoram o anúncio feito nesta terça-feira (23/07) pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, de abertura do mercado da China para os produtos lácteos brasileiros. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, é um potencial enorme e que deve colaborar com a estabilização do mercado brasileiro.

    “É um gigante que se abre para nós, mas precisamos entender que, para aproveitar essa oportunidade, precisamos ser competitivos. Ou somos eficientes ou estamos fora do mercado internacional”, reforçou. Atualmente, o Rio Grande do Sul tem sete indústrias aptas a exportar para a China.

    Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, uma alternativa extremamente interessante, e que deve ser levada pelo setor ao governo federal, seria viabilizar o uso do Prêmio de Escoamento do Produto (PEP) para subsidiar o frete para a China. “Essa ferramenta colocaria o leite brasileiro em uma condição mais favorável de enfrentamento do mercado internacional e harmonizaria o mercado interno”, constatou.

    Comissão Técnica centralizará debates sobre qualidade do leite

    Durante a reunião de associados do Sindilat realizada nesta tarde em Porto Alegre (RS), o setor também avaliou como positiva a publicação da portaria 142 no Diário Oficial da União neste dia 22 de julho. O texto cria a nova Comissão Técnica Consultiva para Monitoramento da Qualidade do Leite (CTC Leite), instituída pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, como forma de concentrar os debates sobre a produção e processos do setor lácteo. A ação atende a pedido da Aliança Láctea Sul Brasileira – grupo do qual o Sindilat faz parte.

    A expectativa é que o colegiado permita debate aprofundado sobre temas importantes para o setor e as novas regras impostas pelas Instruções Normativas (INs) 76 e 77, já em vigor. O grupo ainda tem entre suas atribuições propor ações de curto, médio e longo prazo para melhorias da qualidade do leite. “As indústrias estão adaptadas e, a cada mês, executando medidas adicionais para elevar a qualidade do leite para os padrões exigidos pelas normativas. A cada reunião entre nossos associados evidenciamos maior índice de propriedades em conformidade”, ressaltou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra.

    A nova Comissão Técnica do Mapa será composta por representantes da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Secretaria de Defesa Agropecuária, Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Secretaria da Agricultura Familiar e Cooperativismo, além de um representante da Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL) e dois representantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados.

    Durante a reunião desta terça-feira, as empresas também aprovaram as contas do Sindilat no primeiro semestre do ano, que foram detalhadas pelo diretor Angelo Sartor. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, ainda fez relato sobre os projetos que estão sendo alinhados pelo sindicato para a Expointer 2019, de 24 de agosto a 1º de setembro.