LEITE

  • CUSTO DE PRODUÇÃO DE LEITE TEM ALTA DE QUASE 3%

    A variação do custo de produção de leite em maio foi 2,89%, conforme o Índice de Custos de Produção de Leite (ICPLeite/Embrapa), calculado pela Embrapa Gado de Leite. Pelo segundo mês consecutivo, a maior alta foi encontrada no grupo Sal mineral, que subiu 8,74% em comparação com o mês anterior. Elevações acentuadas de preços também foram verificadas nos itens que compõem os grupos que se referem à alimentação dos animais, que por sua vez, possuem as maiores participações na ponderação do indicador: Alimentação concentrada, que registrou variação de 5,18% e Produção e compra de volumosos, com alta de 1,81%. Energia e combustível registrou aumento de 1,42% devido principalmente ao reajuste no preço do etanol, já os grupos Sanidade e Qualidade do leite registraram variações idênticas, 0,27%. Os grupos Mão de obra e Reprodução não sofreram alterações.

    Segundo o ICPLeite/Embrapa, a inflação dos últimos doze meses foi 36,23%. Acumulando 64,53% de alta, o grupo Alimentação concentrada seguiu pressionando as margens do produtor, ao lado do grupo Produção e compra de volumosos, que registrou alta de 38,65%. Também variando acima de duas casas decimais, os grupos Sal mineral e Energia e combustível acumularam, em um ano, inflações de 23,82% e 19,55%, respectivamente.

    * Informações Embrapa Gado de Leite*

    https://www.agrolink.com.br/

  • OS DESAFIOS DA VARIAÇÃO DO PREÇO DO LEITE

    No mês de fevereiro, o preço do leite ao produtor fechou, pela primeira vez em seis meses, abaixo de R$ 2 por litro – a “Média Brasil” líquida foi de R$ 1,9889/litro. Com isso, a baixa no acumulado do primeiro bimestre chegou a 7,5%, em termos reais (descontando a inflação pelo IPCA de fevereiro/21). Esse movimento de queda no campo deve persistir em março, influenciando, portanto, as cotações do leite que foi captado em fevereiro. Expectativas de agentes do setor indicam que o recuo no preço deve ser em torno de 2,5%, o que, caso se concretize, resultaria em diminuição de 9,8% no acumulado do primeiro trimestre de 2021.

    Ainda assim, os valores registrados neste primeiro trimestre superam os do mesmo período de anos anteriores, representando recorde da série histórica do Cepea (iniciada em 2004). A média deste trimestre supera em 34,5% a do mesmo período de 2020, em termos reais.

    A desvalorização do leite no campo se deve ao enfraquecimento da demanda por lácteos, dado o contexto de diminuição do poder de compra do brasileiro, do fim do auxílio emergencial para muitas famílias, do recente agravamento dos casos de covid-19 e da elevação do desemprego. Desde dezembro de 2020, observa-se intensificação da pressão exercida pelos canais de distribuição junto às indústrias para obter preços mais baixos nas negociações de derivados. E o fraco desempenho das vendas de derivados em fevereiro deve influenciar negativamente o pagamento ao produtor pelo leite captado naquele mês (e a ser pago em março).

    Quanto ao preço do leite fornecido em março e que será pago em abril, há dúvidas sobre a manutenção ou não da tendência de queda. Apesar de as cotações de muçarela terem recuado na primeira quinzena de março, houve valorização no leite UHT e no leite em pó no período. Além disso, os preços do leite spot (negociado entre indústrias) saltaram de R$ 1,95/litro na primeira quinzena de março, para R$ 2,33/litro na segunda quinzena, ou seja, expressiva alta de 19,8%. Esse cenário mostra que, mesmo com a demanda final fragilizada, a oferta de leite no campo começa a ficar limitada, o que estimula maior concorrência entre as indústrias para a compra de matéria-prima e, por consequência, preços mais elevados junto ao produtor.

    Ressalta-se que o mês de março marca, sazonalmente, um período de transição para a entressafra da produção leiteira, especialmente no Sul do País. Além do impacto climático negativo sobre as pastagens, a produção de leite deve ser prejudicada pelas menores quantidade e qualidade das silagens neste início de ano, devido ao clima desfavorável no último trimestre de 2020. Ademais, a valorização considerável e contínua dos grãos (principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira) tem comprometido a margem do produtor leiteiro.

    É preciso considerar, também, que, diante da desvalorização do Real frente ao dólar e da alta nos preços internacionais de lácteos, as importações devem permanecer em queda, o que pode intensificar a restrição de oferta nos próximos meses.

    Fonte: CEPEA – ESALQ/USP

    https://www.cepea.esalq.usp.br/br

  • Leite subiu 29% em relação a dezembro de 2019

    O último boletim do Centro de Inteligência do Leite, elaborado pela Embrapa Gado de Leite, mostra que os preços do leite UHT e do queijo muçarela no atacado começaram dezembro com valorizações sobre a média do mês de novembro. Mas, já antes do Natal, os preços já começaram a perder forças. Em relação a novembro os valores foram 3% maiores. No dia 20 de novembro o litro estava em R$ 3,12 e em 18 de dezembro em R$ 3,21. Os valores se referem ao atacado paulista. Já em relação a dezembro do ano passado a alta é de 29%. No mesmo mês de 2019 o litro estava em R$ 2,48.

    O leite em pó variou 39% em relação a dezembro do ano passado e a muçarela 41%. O cenário de queda em dezembro também afetou o leite spot, que após duas fortes valorizações, recuou R$0,35 por litro nas negociações referentes à segunda quinzena de dezembro. No mercado mineiro o leite é cotado em R$ 2,05, enquanto no começo do mês estava em R$ 2,40.

    Segundo a publicação alguns fatores contribuem para esse cenário. As importações seguem elevadas, enquanto o consumo dá sinais de enfraquecimento, inclusive com queda de preços ao consumidor. No caso do muçarela verifica-se inclusive um incremento nos estoques industriais.

    Grãos com preço menor

    Após meses de grande valorização, os preços do milho e do farelo de soja tiveram pequeno recuo em dezembro. As cotações fecharam a sexta-feira (18/12) abaixo das médias de novembro, sendo estas quedas de 8% para o milho e de 7% para o farelo.

    A valorização do real frente ao dólar, a melhoria do clima em dezembro e uma maior oferta por parte dos produtores, se preparando para receber a safra de soja, contribuíram para esse cenário de baixa. Apesar destes recuos, os valores atuais ainda estão bem maiores em relação ao mesmo período de 2019.

    No ano o milho valorizou 54%, com a saca de 60 kg saindo de R$ 48,16 em dezembro de 2019 para R$ 74,22 em dezembro de 2020. Já a tonelada de farelo de soja partiu de R$ 1.453 em dezembro do ano passado para R$ 2.732 neste mês. A valorização do farelo foi de 88%.

    Leite ao produtor deve subir

    O boletim também traz a projeção dos Conseleites de Minas Gerais e Rio Grande do Sul para os preços praticados em janeiro de 2021. Os preços devem aumentar no leite entregue referente a dezembro de 2020. As altas ficaram próximas 3%.

    Segundo os órgãos esses resultados refletem o movimento de valorização de preços no atacado e no mercado Spot na primeira quinzena do mês corrente.

  • Reflexos da estiagem gaúcha devem impactar novamente mercado do leite

    Os desafios enfrentados pela cadeia láctea foram debatidos na noite deste dia 18 de novembro no debate sobre Mercado Lácteo, no evento virtual “Agropauta Web Talks”, promovido pela AgroEffective. Participaram o presidente da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul, Delcio Giacomini, o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, o economista da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Tarcísio Minetto, e o presidente do Conseleite/RS e assessor da Farsul, Rodrigo Rizzo.

    Apesar de uma alta no preço do leite ao produtor ao longo do ano, que vem desacelerando neste momento, não houve uma compensação ao menos para os criadores de gado leiteiro do Rio Grande do Sul. A estiagem que assolou o Estado no início do ano e que agora novamente se avizinha ligam o sinal de alerta de toda a cadeia produtiva, especialmente com a falta de alimentação e aumento dos custos já sentidos. Além disso, a questão tributária e as importações também vem pressionando a cadeia.

    Segundo Giacomini, quando se fala insumos, as pequenas e médias indústrias também tem sofrido com a alta dos custos de produção. A pandemia também foi determinante para as empresas, especialmente no início. “Também precisamos trabalhar com margens. Também estamos preocupados com o produtor no campo que produz esse leite. A pandemia atrapalhou nossa margem que já era pouca, mas estamos trabalhando com a conscientização para incentivar o produtor. De que forma incentivar o produtor? Pagando bem. Pois sem o leite do produtor não temos indústria”, ressaltou.

    Tang reforçou que o produtor já veio de uma estiagem anterior e que agora deve amargar um novo cenário de prejuízos. Para sobreviver a estas adversidades, o dirigente reforçou que é preciso que haja uma margem de lucro para planejamento. “Sem comida não tem como a vaca ficar viva imagina produzir leite. O leite é uma atividade de médio e longo prazo. O produtor já se profissionalizou. O produtor que não defende qualidade e sanidade como pré-requisitos, estará fora do mercado. Só que ele tem que ter o mínimo lucro. Por mais que a gente ame nossa atividade, ele não pode trabalhar com uma margem mínima de lucro. E tem muito produtor que está trabalhando no vermelho há muito tempo”, ponderou.

    Já Minetto explanou que o mercado é preocupante no sentido de que em algumas regiões produtores já consolidam expressivas perdas no milho, o que deverá dificultar o acesso à ração. “Pelo cenário, houve um momento interessante até o final de setembro e depois os preços começaram a sinalizar uma tendência de queda. Ainda por cima esta estiagem deixa o cenário complexo. Em algumas regiões do Noroeste gaúcho já temos perdas de 70% a 80% e esse milho não pode nem ser aproveitado para a ração animal. E já vinha uma composição fraca de alimentação com a silagem desde a safra passada e agora se agrava”, destaca.

    Rizzo lembrou a pandemia também impactou no aumento de custos de produção ao produtor, fato já consolidado, mas que o produtor deve ter o ensinamento de administrar o futuro com as informações para ter um planejamento na propriedade. Analisou também que, em relação à estiagem, se o alimento não chegar para os animais, a conversão para o leite ficará mais difícil. “Todas estas dificuldades, em termos das nossas pastagens e também do milho e da soja que complementam a alimentação dos animais, se agravam com a seca. Se não tivermos milho ou soja para oferecer aos nossos animais viveremos dentro de um quadro complicado”, frisou.

    Fonte:

    AgroEffective

  • Comportamento das vacas leiteiras revela “rede social”

    Um estudo publicado na revista  Frontiers in Veterinary Science  ofereceu novas idéias sobre o comportamento “social” de vacas leiteiras, com base em um corpo de pesquisa que poderia um dia ajudar a remodelar as práticas de gerenciamento agrícola para criar ambientes de vida mais saudáveis para os animais. Uma equipe de cientistas chilenos e norte-americanos passou 30 dias observando um pequeno rebanho de vacas leiteiras que havia dado à luz recentemente para entender a rede de interações bovinas com base no comportamento de higiene, também conhecido como alogação.

    Nos modernos sistemas de produção leiteira, as vacas são constantemente misturadas em diferentes grupos, dependendo de fatores como estágio de lactação, necessidades nutricionais e criação. Os animais devem restabelecer sua estrutura social durante cada reagrupamento, o que, de acordo com pesquisas anteriores, causa efeitos negativos no comportamento, na saúde e na produtividade.

    Acredita-se que a alogação, que geralmente envolve uma vaca lambendo a outra ao redor da cabeça e do pescoço, atenda a vários propósitos sociais. Por exemplo, a preparação social é uma maneira de estabelecer laços individuais entre os membros de um grupo e também melhora a coesão social geral no rebanho.

    “Nosso objetivo era entender como as vacas formam a ‘rede social’ depois de se conhecerem no início do período de ordenha e quais fatores podem influenciar essas mudanças. Isso é importante porque o gado forma laços fortes, que lhes oferecem apoio e ajuda para lidar com os estresses que ocorrem regularmente na vida das vacas leiteiras “, diz o autor principal, Dr. Gustavo E. Monti, do Instituto de Medicina Veterinária Preventiva da Universidade Austral do Chile.

  • CCGL distribui R$ 9 milhões para seus produtores de leite

    A partir do dia 23 de abril, a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. – CCGL irá distribuir a seus produtores associados, que entregaram ininterruptamente a matéria-prima (leite) durante o ano de 2019 e que estão ativos no sistema CCGL até a data do pagamento, o valor aproximado de R$ 9 milhões como bonificação de participação nos resultados da industrialização e comercialização do seu leite.

    Segundo o Gerente de Suprimento de Leite da CCGL Jair da Silva Mello, o valor é significativo e chega em um momento importante, o de estabelecer as pastagens de inverno nas propriedades e, também, como forma de ajudar nas finanças da família nessa época de crise e de estiagem.

    Caio Vianna, Presidente da CCGL, explica que este sistema cooperativo de participação nos resultados da indústria permite aos produtores uma renda que, somada ao preço recebido pelo leite durante o ano, proporciona uma média anual de preço do leite igual ou até superior às demais empresas. Além disso, o sistema CCGL disponibiliza como diferencial a seus produtores a pesquisa, a assistência técnica, o fornecimento de insumos e o apoio na melhoria da rentabilidade das propriedades através das suas cooperativas filiadas.

    Atualmente, a CCGL possui o maior parque industrial de leite em pó do Brasil, distribuindo seus produtos para os mercados doméstico e internacional.

     

  • Setor lácteo brasileiro fechou 2019 com bons rendimentos

    Apesar de não ter sido uma elevação exponencial, o setor lácteo brasileiro fechou o ano de 2019 de forma positiva. A estimativa é de que no ano passado o segmento tenha crescido entre 2% a 2,5%. O preço médio do litro de leite pago ao produtor foi R$ 1,36, o que representa US$ 0,33 considerando o câmbio de R$ 4,06 por dólar.

    Os números são muito melhores do que 2018 quando o setor ficou praticamente estagnado, registrando alta de apenas 0,5%. Para o analista da Embrapa Gado de Leite, Lorildo Stock, os números são razoáveis e não colocam a importação como atrativa, fato que gerou muita reclamação dos produtores de leite brasileiros em 2018.

    Conforme Stock, a tonelada de leite está sendo vendida fora do Brasil a valores que variam entre US$ 3,1 mil a US$ 3,3 mil, abaixo do preço histórico de US$ 3,7 mil, o que representa uma estabilidade entre oferta e demanda do produto no mercado mundial.

    Para 2020, analistas não preveem um ano de muito otimismo, mas a perspectiva de crescimento da economia brasileira de 2,3% (maior percentual dos últimos seis anos) é vista como um sinal do fim da crise. Diante disso, espera-se uma recuperação um pouco maior do consumo, o que também deve impactar no preço pago ao produtor.

    Por outro lado, algumas incertezas no cenário nacional e internacional deixam os analistas do setor em atenção. Internamente, a forma como o governo conduzirá sua agenda de reformas é ponto crucial para o desempenho da economia.

    Já a nível internacional, a peste suína africana que reduziu em 40% a quantidade de suínos na China no ano passado deverá continuar afetando o mercado, pois a doença se espalhou por outros países asiáticos. Com isso, a demanda de carne importada de países como o Brasil cresceu, o que fez a produção nacional também disparar, exigindo mais alimentos para os animais.

    Nesse cenário, a perspectiva é de aumento no custo de produção do rebanho leiteiro, já que há uma pressão no uso dos grãos, o que encarecerá a alimentação animal. “Pode haver muita volatilidade nos preços do concentrado para as vacas de leite até que seja definida a safrinha de milho no meio do ano”, afirma o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho.

  • Dia Nacional do Produtor de Leite é criado

    Foi protocolado nesta terça-feira (17/12) na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei – PL 6487/2019, que institui o Dia Nacional do Produtor do Leite, a ser comemorado no dia 12 de julho em todo o território nacional, com o objetivo de valorizar o produtor de leite brasileiro, bem como incentivar o consumo de leite e de produtos lácteos.

    A data instituída por esta Lei passará a constar do calendário oficial e por ocasião da comemoração do Dia Nacional do Produtor de Leite os setores público e privado promoverão palestras e seminários, entre outros eventos e atividades, com vistas a promover o consumo de leite e de produtos lácteos e também debater políticas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e a valorização do produtor de leite.

    Esta lei foi idealizada pela ABRALEITE Associação Brasileira dos Produtores de Leite, que contou com o apoio imediato dos deputados federais Evair de Melo, Domingos Sávio e Emidinho Madeira, que se prontificaram para serem os parlamentares autores do PL perante a Câmara dos Deputados.

    A data de 12 de julho foi a escolhida por ser a data de criação da ABRALEITE, que é entidade que representa e defende os interesses de todos os produtores de leite do Brasil.

    As informações são da ABRALEITE.

  • CCGL lança nova campanha para seus produtos lácteos

    Os filmes produzidos pela Casa Na Árvore foram inspirados na origem dos produtos fabricados pela Cooperativa.

    Demonstrar toda  dedicação e comprometimento das pessoas envolvidas no sistema de produção CCGL,  elevando a percepção de valor de seus produtos aos consumidores, é o objetivo da nova campanha “Onde Nasce O Leite De Verdade”.

    A campanha conta com 3 filmes para divulgação nas mídias digitais. As peças dessa webseries demonstram, através de imagens e depoimentos, as características específicas da região para uma melhor produção leiteira, o cuidado com os animais e o meio ambiente, a união, vocação e comprometimento das pessoas com seus clientes, num sistema de produção sustentável que dá origem aos produtos CCGL.

    A proposta, segundo Marcio Escobar – Gerente de Marketing da CCGL, foi conectar as pessoas com histórias de vida, amor, dedicação e inovação, contadas por produtores e colaboradores da Cooperativa. “A CCGL não possui um dono ou grupo de empresários, mas sim famílias que se unem e trabalham todos os dias para oferecer produtos com o mais alto nível de qualidade aos seus consumidores”, destaca Caio Vianna – Presidente da CCGL.

    Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, unindo 29 cooperativas singulares e mais de 170 mil famílias produtoras, a CCGL disponibiliza suas linhas de leite em pó, creme de leite e achocolatado para todo o mercado doméstico e internacional:

    Link Facebook: https://www.facebook.com/grupoccgl/videos/2260783454212520/

    Link Instagram:  https://www.instagram.com/tv/B39yV–AT1n/?utm_source=ig_web_copy_link

    Link Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=bMq7pg6E08c

  • Pecuária leiteira, soja, sorgo e milho têm custos de produção atualizados

    Esta semana, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participarão de visitas e painéis no município de Unaí (MG) para atualização dos custos de produção de café arábica, pecuária leiteira, soja, sorgo e milho.

    Os dados apurados servirão como referência para fixação dos preços mínimos desses produtos na região do Distrito Federal e entorno, incluindo Unaí, município mineiro que faz parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE). Esta região é atendida pela superintendência regional da Conab no Distrito Federal.

    O município de Unaí foi selecionado por ser referência na produção destas culturas. Para esta atualização estão previstas visitas técnicas a propriedades modais, além de painéis com a participação de produtores, representantes de associações, órgãos de pesquisa, técnicos de extensão e outras instituições que podem contribuir com o trabalho realizado.

    Os dados colhidos pela Conab servem como base para a definição das ações públicas de apoio ao produtor, como a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), instrumento utilizado pelo governo federal para diminuir oscilações na renda dos agricultores e assegurar uma remuneração mínima para cada cultura.