soja

  • Lavouras de soja são monitoradas no RS

    Na última semana a equipe da Emater/RS-Ascar de Novo Tiradentes realizou visitas de monitoramento e acompanhamento técnico em lavouras de soja do município. Na grande maioria das lavouras a cultura encontra-se em fase de enchimento de grãos, apresentando boa sanidade e demonstrando alto potencial de produtividade.

    O extensionista rural Luciano Schievenin alerta aos produtores sobre os possíveis ataques de pragas e, principalmente, ao aparecimento de sintomas de doenças, as quais poderão ser evitadas com tratamento preventivo, para evitar perdas na produção. “O produtor também deve observar o intervalo entre uma aplicação e outra e procurar realizar uma aplicação adequada, observando fatores climáticos como umidade, vento e temperatura. É importante avaliar o bom funcionamento do pulverizador, escolher ponteiras adequadas, realizar a limpeza dos bicos, calcular o tamanho de gota e manter o pulverizador sempre bem calibrado”, observou Schievenin.

    Com a finalidade de auxiliar os produtores no manejo da Ferrugem Asiática da Soja (FAS) no RS, a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, à qual a Emater/RS-Ascar é vinculada, e em colaboração com laboratórios privados, instituições de ensino e pesquisa do Estado, iniciou um projeto piloto para o monitoramento de esporos de ferrugem asiática da soja nas regiões produtoras. Na safra agrícola 2020/21 esta ferramenta se aprimora com a inclusão de informações relativas às condições meteorológicas (precipitação pluvial, temperatura e molhamento foliar), dando início ao Programa de Monitoramento da Ferrugem Asiática da Soja no RS – Programa Monitora Ferrugem RS.

    O objetivo do Programa é desenvolver uma ferramenta de suporte ao manejo da ferrugem asiática da soja e, desta forma, auxiliar os produtores na tomada de decisão do momento inicial da aplicação preventiva de fungicidas para o controle da FAZ e contribuir para a diminuição do uso de fungicidas, dano ambiental e custo econômico das lavouras de soja.

    O Programa Monitora Ferrugem RS tem como estratégia metodológica a detecção da presença de esporos, associada às condições meteorológicas, para gerar mapas indicativos de predisposição da ocorrência da FAS e auxiliar técnicos e produtores na tomada de decisão e adoção de medidas de manejo da doença. Produtores interessados em mais informações sobre o programa e orientação técnica para o manejo da cultura da soja, devem entrar em contato as equipes da Emater/RS-Ascar do seu município.

    Fonte: Agrolink.

  • RS: safra de camarão do Rio Tramandaí começa dia 15

    A temporada de pesca de camarão na Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí, no estado do Rio Grande do Sul, será entre 15 de fevereiro e 21 de junho de 2021. As datas foram estabelecidas na Portaria nº 35, da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP/Mapa), publicada nesta segunda-feira (8) no Diário Oficial da União.

    A pesca de camarão na Bacia é uma das atividades de elevada importância socioeconômica, movimentando a economia local, por meio da geração de renda e emprego na cadeia produtiva desse produto.

    A definição foi feita atendendo aos aspectos econômico, social e ambiental da atividade, uma vez que se embasou por meio do defeso monitorado, o que significa que a pesca do camarão nessa região é liberada apenas quando o crustáceo chega ao tamanho mínimo de captura definido em legislação, 90 milímetros. Isso se deve às variantes que os organismos aquáticos são submetidos, como temperatura e salinidade da água que influenciam diretamente em seu crescimento e área de ocorrência.

    A medida foi subsidiada cientificamente pelo Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), com o apoio do Sindicato de Pesca de Tramandaí, que tem expertise para discussão técnica local, com especialistas na pesquisa das espécies.

    A coordenadora de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca Marinha da SAP, Sandra Silvestre, explica que anteriormente o período de defeso do camarão era definido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Porém, devido às novas atribuições do Instituto e da SAP, agora a Secretaria  é a responsável por definir as regras de gestão da atividade de pesca no país.

    “A gestão da pesca passa por um processo de revisão de seus períodos de atividade e defesos ‘proibição de captura’, com total atenção às espécies que são impactadas pelas questões climáticas, a exemplo dos camarões, buscando a sustentabilidade socioeconômica e biológica dos recursos. Dessa forma, a medida atende a sociedade e o meio ambiente”, ressalta a coordenadora.

  • Soja tem semana volátil e fecha com mais de 4% de alta em Chicago e nos portos do Brasil

    A semana foi de forte recuperação para os preços da soja na Bolsa de Chicago, com os mercado, inclusive, intensificando o movimento de altas nesta sexta-feira (29), com as posições mais negociadas terminado o dia subindo entre 12,75 e 15,75 pontos. Desde a última sexta-feira (22), o março acumulou 4,27% de alta, passando de US$ 13,11 para US$ 13,67 por bushel, enquanto o maio foi a US$ 13,63, avançando 3,97%.

    Os últimos dias foram marcados pela demanda. Os traders seguem monitorando o comportamento dos compradores e sua concentração ainda nos Estados Unidos dado o atraso da chegada da nova safra brasileira.

    O início dos trabalhos no Centro-Oeste do Brasil ainda caminham em um ritmo bastante lento, e em Mato Grosso, maior estado produtor, a preocupação agora é com a concentração das atividades. Ao Notícias Agrícolas, os presidentes dos sindicatos Rurais de Tangará da Serra, Nova Mutum e Nova Xavantina relataram a necessidade de acompanhar alguns pontos importantes como a velocidade das operações, o escoamento da safra, o armazenamento e, claro, qual será a janela disponível para o plantio da safrinha de milho.

    Os três líderes estiveram juntos nesta sexta, em um debate mediado pelo jornalista Guilherme Dorigatti, e afirmaram ainda que a produtividade deverá ser menor do que a média, porém, com perdas menos agressivas do que estimadas inicialmente.

     

    Mais do que isso, o excesso de chuvas que em alguns pontos provoca este atraso na colheita, resulta também em perdas de produtividade e qualidade em outros pontos do Brasil, como no Paraná. Em contrapartida, no Rio Grande do Sul, o retorno de volumes melhores de precipitações contribui para uma melhor conclusão do desenvolvimento das lavouras. Todavia, a oferta no estado segue muito restrita e o será necessária uma safra “normal” para que os compromissos internos e para exportação sejam cumpridos.

    Assim, o que se observa agora é a disponibilidade de grãos para vender. “Se tivermos uma safra grande, mas o produtor não estiver disposto a vender, de nada adianta. E se houver uma quebra de safra no Brasil, podemos ter estoques ainda mais apertados. Assim, o que influencia mais o mercado é o comportamento de venda, mais do que o tamanho da safra”, acredita Edwards.

    O consultor afirma ainda que toda essa demanda forte e em uma consistente curva de crescimento sugere que este é o movimento do mercado “pedindo que mais áreas sejam plantadas com soja”, como é esperado que aconteça na temporada 2021/22 dos EUA, outro ponto que foi destaque durante esta semana

    “Essa é a tendência. Com os preços que estamos hoje temos a expectativa de se bater recordes de área (nos EUA)”, explica. “É uma queda de braços. É preciso atender esta demanda”. E para a nova safra norte-americana, os preços altos que vêm sendo registrados pelo milho devem intensificar a disputa por área entre as duas culturas e este ser mais um fator altista para as cotações da oleaginosa.

    Assim, permanece o viés positivo para os preços, intensificado por possíveis riscos climáticos para os EUA, os quais, confirmados, poderiam levar as cotações a patamares ainda mais elevados.

    MERCADO BRASILEIRO

    “Para o produtor brasileiro são excelentes preços. Acredito que a palavra agora seja cautela. Fique atento tanto nas oportunidades do hoje, quanto nas boas vendas que ainda podem ser feitas mais para frente”, orienta Edwards.

    Assim como a volatilidade marcou o mercado internacional de soja, marcou também o andamento do dólar frente ao real, que fechou a última sessão da semana com alta de 0,82% para valer R$ 5,48. “Na semana, a cotação ficou no zero a zero e só não subiu devido ao tombo de 2,71% da terça-feira”, informou a agência de notícias Reuters.

    Ainda assim, de 22 a 29 de janeiro, os preços nos portos subiram mais de 4% nas principais referências. Em Paranaguá, a soja disponível fechou a semana com alta acumulada de 4,27% em R$ 170,00 por saca e em Rio Grande, de 3,11% em R$ 166,00. Já para as posições para fevereiro e março, respectivamente, os preços subiram 4,88% e 4,38% para R$ 172,00 e R$ 167,00.

    Os negócios ainda são pontuais, e o produtor mantém seu foco em concluir a colheita e na entrega dos contratos já firmados anteriormente.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Realização de lucros e especulações de uma safra americana com área de soja até 10% maior dão tom negativo a Chicago

    Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago inverteram o sinal e fecharam o dia com perdas intensas no pregão desta quinta-feira (28). Mais uma vez, o mercado realizou lucros e também refletiu, segundo o analista e economista Camilo Motter, da Granoeste Corretora de Cereais, as sinalizações de um aumento de área de grãos nos EUA trazidas por um representante do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    Assim, as perdas ficaram entre 19 e 21,75 pontos, levando o março a US$ 13,53 e o agosto a US$ 12,85 por bushel. “Essas informações circularam no mercado e deram espaço para os fundos venderem parte das posições que compraram nos últimos dias”, diz Motter. Entre segunda e quarta-feira, as cotações da oleaginosa acumularam ganhos de mais de 2%.

     

    “O foco é o desenvolvimento da safra sul-americana, em especial a brasileira, vamos ver o que este início de fevereiro nos trará de informação nova. Temos vários problemas se acumulando nesta temporada”, afirma Motter. “O fato é que ainda não há nenhuma previsão de quando podemos voltar à normalidade, tendo mais luminosidade, menos chuvas e evitando esse tipo de perdas (pelo excesso de umidade)”, complementa.

    Mais do que isso, o analista da Granoeste pontua ainda os estoques muito baixos de soja, combinados a uma demanda muito agressiva e crescendo, enquanto a dúvida ainda paira sobre a safra nova da América do Sul.

    PREÇOS NO BRASIL

    Os preços da soja no Brasil deverão seguir bastante firmes, ainda na análise de Camilo Motter, motivados não só pelos patamares elevados em Chicago, mas também encontrando suporte no câmbio e nos prêmios.

    No entanto, o analista reitera que os produtores ainda seguram mais suas vendas, se focando na entrega das vendas já efetivadas. “Não há muitas razões para corridas com as vendas, já que há essas preocupações com a soja no campo e depois ir vendendo cadenciadamente”, diz.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Soja sobe 26,75 pontos em Chicago

    Os futuros da soja em Chicago subiram pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, recuperando a maior parte das perdas sofridas durante a liquidação da última sexta-feira, segundo o que afirmou a TF Agroeconômica. “Os contratos da CBOT ganharam cerca de 2% ou 26,75 cents/bushel em todas as áreas graças aos relatórios da demanda chinesa por soja nos EUA, bem como às compras de milho de 1,36 milhões de toneladas relatadas pelo USDA, que elevaram os futuros do milho cerca de 3%”, comenta.

    “Recuperados  recentemente,  com  operadores contemplando o início atrasado da colheita no Brasil e o cenário apertado de estoques finais nos EUA. Tudo isso, em um contexto de dinamismo na demanda pela China. Assim,  os  Fundos  de  hedge  estariam  novamente reconsiderando  uma  aposta  de  tendência  de  alta  e retomando  posições  compradas  em  commodities agrícolas.  Chuvas  e  clima  favorável  na  Argentina, evitaram novas altas. Os futuros da soja para março estavam sendo negociados a $ 13,69/ no fechamento de Londres”, completa.

    “O dólar teve nesta terça-feira a maior queda ante o real em mais de sete meses, recuando mais de 3%. A perda de força da moeda americana no exterior ajudou, mas o peso determinante hoje veio do mercado doméstico. O governo com discurso alinhado voltando a sinalizar responsabilidade fiscal e a  ata da reunião do  Banco Central apontando para a chance  de  os  juros  subirem  mais cedo do  que  o  previsto pelos economistas ajudaram a retirar pressão do câmbio. Operadores relataram ainda entrada de fluxo externo hoje. Com isso, investidores desmontaram posições contra  o  real  que  vinham  sendo  construídas  nos  últimos  dias,  marcado  por  piora  do  risco  fiscal.  Assim,  a  moeda americana devolveu parte da valorização recente, que havia superado 6% apenas em 2021”, conclui.

    Fonte: Agrolink.

  • Soja despenca mais de 40 pontos na Bolsa de Chicago na última 6ª feira

    Depois de uma semana intensa de baixas, o mercado aqueceu ainda mais seu recuo e terminou o pregão desta sexta-feira (22) com perdas de quase 60 pontos na Bolsa de Chicago entre os contratos mais negociados. Assim, o março e o maio encerraram a sessão com US$ 13,11 e o agosto, US$ 12,54 por bushel. Os futuros da oleaginosa acompanha seus mercados vizinhos, com o trigo e o milho também perdendo mais de 3% na CBOT.

     

    O mercado registra um movimento técnico, de vendas generalizadas de posições por partes dos fundos investidores, apoiado nas notícias de novos casos de Peste Suína Africana na China e em condições melhores de cilma na América do Sul, como explicam analistas e consultores.

    “São vendas técnicas, pressão vinda de fundos de gestão ativa. América do Sul é o centro das atenções. Apesar de muitas outras variáveis terem entrado no mercado este ano-safra, vale lembrar que ainda estamos em pleno mercado climático para a safra sul-americana. A especulação continuará sensível à qualquer variação do clima, até que a demanda volte a tomar conta deste mercado”, explica Matheus Pereira, diretor da Pátria Agronegócios.

    Todavia, Pereira reafirma que este ainda é um mercado altista no longo prazo. “Assim como estamos alertando há meses, essa safra 2020/21, assim como foi a safra 2019/20, é mercada pelo descompasso no crescimento da produção e da demanda. O desequilíbrio na balança de oferta e demanda existe, e ele continua tendenciado para preços ainda mais altos da soja e milho”, diz.

    E falando em demanda, nesta sexta-feira o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou novas vendas de soja para a China, como já tinha feito também ontem, além de vendas semanais para exportação bem acima das expectativas do mercado.

    Na semana encerrada em 14 de janeiro, as vendas de soja para exportação dos EUA foram de 1,817,7 milhões de toneladas, com a China ainda respondendo pela maior parte do volume. O mercado esperava algo entre 750 mil e 1,5 milhão de toneladas. Em todo ano comecial, o país já comprometeu 57,367,5 milhões de toneladas do total estimada pelo USDA para a temporada de 60,69 milhões de toneladas. O volume já vendido supera o do ano anterior em 84%.

    “Não vai ter mais soja no mundo para o mercado consumir e os preços vão subir”, explica Liones Severo, consultor de mercado e diretor do SIMConsult, em entrevista ao Notícias Agrícolas nesta sexta, afirmando que o mundo registra, atualmente, a mais ampla escassez de grãos – soja, milho e trigo – dos últimos anos. “A escassez soberana nos EUA é evidente e já reconhecida por todo mercado”.

     

    DÓLAR

    Se de um lado a soja despenca em Chicago, aqui no Brasil o dólar dispara e já chegou a subir mais de 2% durante a sessão. Perto de 15h20 registrava um avanço de 1,91% para ser cotado a R$ 5,47 e, também como explicam analistas e consultores, é mais um fator de pressão sobre as cotações da oleaginosa.

    “Condições de clima melhorando na Argentina, dólar em alta, colheita no Brasil e os investidores com posições compradas recordes levaram o mercado de grãos a baixas fortes, com muitas incertezas ainda no radar. O clima no final de semana, no mundo todo, será acompanhado de perto”, afirma Jason Roose, analista da U.S. Commodities.

    COVID 19

    E a despencada da soja acompanha também um dia de maior aversão ao risco no mercado financeiro global. Mais commodities recuam, como o café, o açúcar e o algodão na Bolsa de Nova York, ao lado do petróleo, que perde mais de 1% para levar o WTI a US$ 52,44 por barril, e o ouro, que cede mais de 0,50%.

    Mais do que isso, índices acionários caem no mundo todo. O Ibovespa marcava sua quarta baixa seguida, registrando as mínimas em um mês e, na Europa, os mercados também fecharam a sexta-feira em queda. E parte dessas perdas estão bastante ligadas às notícias mais recentes sobre a pandemia do coronavírus.

    “Os mercados acionários europeus encerraram em queda nesta sexta-feira, uma vez que a atividade empresarial na zona do euro encolheu em janeiro com rígidos lockdowns para controlar a pandemia do coronavírus fechando muitas empresas”, informa a agência de notícias Reuters.

    PESTE SUÍNA AFRICANA

    Além das preocupações com a Covid-19, o mercado da soja neste final de semana olhou também para a Peste Suína Africana na China. Depois de três meses, o país voltou a registrar um novo surto da doença, de acordo com informações do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais. O primeiro em mais de três meses.

    O novo surto foi registrado ao sul da nação asiática, em uma propriedade na província de Guangdon, onde estão mais de mil porcos. Do total, 214 animais apresentaram sintomas e morreram. “Há suspeitas de que essa epidemia tenha se dado em função de transportes ilegais”, informaram as autoridades chinesas.

    Em 2019, um dos picos da doença, a China perdeu quase a metade de seu plantel de suínos e, em 2020, fez um intenso trabalho de recomposição, o que foi e tem sido um dos principais drivers da demanda por soja do país, que importou um volume recorde da oleaginosa no ano passado. E as expectativas são de que até a primeira metade de 2021 haja uma total recuperação dos rebanhos chineses.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Soja cai mais de 1% em Chicago nesta 6ª com melhores chuvas na América do Sul

    Os preços da soja registram baixas de quase 2% na Bolsa de Chicago nesta manhã de sexta-feira (22). Por volta de 7h25 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 20 e 23,25 pontos, com o março já valendo US$ 13,47 e o maio, US$ 13,46 por bushel. A baixa acumulada nesta semana já é a mais intensa em mais de um mês, de acordo com informações da Reuters Internacional.

    Analistas e consultores atribuem as baixas intensas ainda à pressão que as chuvas melhores na América do Sul trouxeram nos últimos dias. As condições das lavouras, principalmente na Argentina, melhoraram consideravelmente e deram espaço para a realização de lucros e para vendas de posições por parte dos fundos investidores.

    “Os mercados de grãos e soja estão revertendo parte da tendência altista observada nas últimas semanas”, diz um analista à Reuters. O que ainda limita o movimento continua sendo o cenário apertado de oferta e demanda, e que não deverá ser revertido ainda nas próximas safras.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Soja ameniza perdas, mas segue operando no vermelho na Bolsa de Chicago nesta 4ª

    A baixa dos preços da soja continua na Bolsa de Chicago nesta tarde de quarta-feira (20), porém, um pouco mais amena do que o recuo registrado mais cedo. Por volta de 13h50 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 18 e 20,25 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 13,67 e o maio a US$ 13,65 por bushel. Em duas sessões, os futuros da oleaginosa já perderam mais de 60 centavos de dólar.

    O mercado ainda reflete, segundo analistas e consultores, a melhora das condições de clima na América do Sul, com chuvas mais volumosas e bem distribuídas, exerce pressão sobre as cotações, e alimenta uma realização de lucros com o ajuste de posições por partes dos fundos de investimentos e que já vinha sendo esperada na sequência de altas fortes.

    Além do clima sul-americano, os traders refletem ainda, como explica a Agrinvest Commodities, a volta dos lockdowns na China – em função do aumento do número de casos de Covid-19 – e os impactos que as medidas poderiam gerar sobre a demanda. Além disso, também na nação asiática, as margens das indústrias processadoras diminuiu, os mercados também passam por recuos e a pressão, consequentemente, chega à CBOT.

    “Há uma demanda grande e real por alimentos e até que haja produção suficiente para baixar estes preços e corrigir esse cenário fundamentalista, esse patamar de preços favoráveis deve continuar”, explica Aaron Edwards, consultor de mercado da Roach Ag Marketing.

    E os Estados Unidos já comprometeram mais de 91% de seu total estimado para ser exportado no ano comercial 2021/22, de pouco mais de 60 milhões de toneladas.

    “Vamos manter o foco sobre os relatórios de exportações. Não há grandes mudanças nas notícias e nos números que pudessem alimentar essas vendas intensas de posições que foram iniciadas ontem. O quadro de oferta e demanda continua favorável aos altistas”, explica Al Kluis, da Kluis Advisors ao Successful Farming.

    Fonte: Notícias Agrícolas.

  • Soja trabalha em alta nesta manhã de 5ª feira em Chicago de olho na força dos fundamentos

    Os preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta manhã de quinta-feira (14), depois de realizar lucros na sessão anterior. Por volta de 7h50 (horário de Brasília), os contratos mais negociados ganhavam entre 8,75 e 11,75 pontos, levando o março a US$ 14,15 e o julho a US$ 13,98 por bushel.

    Depois da disparada da terça e da correção da quarta-feira, o mercado se volta novamente a seus fundamentos e ajusta suas posições à espera de novas notícias. No foco principal permanece o clima na Argentina – ainda muito seco e castigando o nova safra do país. Paralelamente, atenção ainda ao comportamento da demanda, em especial nos EUA, onde as vendas voltaram a ser mais frequentes nesta semana.

    Os traders acompanham também a direção do dólar, tanto frente ao real quanto diante de outras divisas, a questão da inflação dos alimentos que vem sendo registrada em todo mundo, que poderia vir, em determinado momento, a racionar a demanda por alguns produtos.

    No médio prazo, o mercado também já se prepara para as primeiras especulações mais fortes sobre a nova safra de grãos dos Estados Unidos. Já é sabido que o país deve registrar uma intensa disputa por área entre soja e milho frente, justamente, ao bom momento de preços tanto para o grão, quanto para a oleaginosa.

  • Soja testa movimento mais contido em Chicago nesta 4ª feira após fortes ganhos

    O mercado da soja trabalha de forma muito mais tímida e contida nesta manhã de quarta-feira (13) na Bolsa de Chicago, depois das altas de quase 50 pontos registradas na sessão anterior na sequência da divulgação dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    Assim, por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações registravam estabilidade, subindo entre 0,75 e 1 ponto nos principais vencimentos, com o março sendo cotado a US$ 14,19 e o julho a US$ 14,00 por bushel. A exceção fica pelo janeiro, que subia 13,75 pontos para ser cotado a US$ 14,35.

    Os traders acompanham os desdobramentos dos novos dados trazidos nesta terça (12) que sinalizaram safras menores nos EUA, na Argentina e mundial, além dos estoques finais também muitos ajustados no mundo todo. Assim, para analistas e consultores, os preços têm espaço para alcançancar patamares ainda mais elevados.

    Afinal, o mercado segue acompanhando o clima adverso na América do Sul, com foco ainda nas perdas sendo registradas, principalmente, na Argentina, o comportamento da demanda, e as primeiras especulações sobre a disputa por área nos EUA para a safra 2021/22.