soja

  • RS: SEGUE PLANTIO DA SOJA INICIADO NOS ÚLTIMOS DIAS

    Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Santa Rosa, Porto Alegre, Santa Maria, Soledade, Bagé, Frederico Westphalen e Pelotas, produtores iniciam a semeadura da soja. A elevada umidade no solo durante praticamente toda a semana não permitiu avanços significativos.

    De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (21/10) pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), os produtores seguem com dessecações e preparo de novas áreas e se organizam com o escalonamento do plantio a fim de minimizar os impactos de períodos de estiagem previstos nos modelos climatológicos. Em algumas localidades, sojicultores estão lavrando e gradeando as áreas devido à alta infestação de ervas de difícil controle com herbicidas, aproveitando a atividade para aplicar e incorporar calcário.

    O tempo instável no Estado restringiu os avanços no plantio do milho, que alcançou 70% da área total cultivada, estando em germinação e desenvolvimento vegetativo. O custo de produção se elevou significativamente, em especial devido à alta no preço dos fertilizantes. Os valores pagos pelo tratamento extra ou complementar nas sementes de milho para o controle da cigarrinha também contribuem para o maior custo de produção.

    Na semana, predominaram dias nublados, com temperatura quente durante o dia e mais baixa à noite. Em algumas localidades, as chuvas foram fortes, de elevado volume, acompanhadas de ventos e granizo, promovendo assim danos às lavouras. Por conta da umidade, a colheita do trigo avançou de forma lenta no Estado, chegando a 9%, outros 51% da área cultivada está em fase de maturação, 35% em enchimento de grãos e 5% em floração.

    OLERÍCOLAS

    Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período foi marcado por temperaturas elevadas durante o dia e baixas na madrugada. Houve uma sequência de dias chuvosos, diminuindo a necessidade de irrigação, mas dificultando outras operações de manejo na olericultura. Na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, produtores aproveitaram períodos secos para semear culturas de verão – abóbora, moranga, pepino e tomate. As culturas de inverno estão sendo colhidas e comercializadas na Feira do Produtor, que retomou atividades e frequência semanal. Parte dos produtores já atendem clientes fixos na cidade e aproveitam o mesmo dia para entrega de produtos. As escolas estaduais e municipais organizaram calendário semanal de entrega com agricultores familiares participantes do Pnae.

    Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, avança a colheita de pêssego, com aumento da produtividade nas cultivares de ciclo médio em virtude de não terem sofrido danos com as geadas no final de julho. Há baixo pegamento de frutos dos citros em geral. Seguem em desenvolvimento as culturas do melão e melancia; as primeiras lavouras implantadas encontram-se em início de floração.

    PASTAGENS

    As áreas de campo nativo continuam incrementando a oferta de forragem, favorecida pela boa disponibilidade de umidade no solo, luminosidade e elevação das temperaturas registradas em parte da semana. Nos Campos de Cima da Serra, estão com bom desenvolvimento, aumentando significativamente a oferta.

    As pastagens anuais de inverno estão em final de ciclo, mas azevéns tetraploides com manejo adequado da adubação e pastoreio controlado ainda oferecem boa oferta de volumoso, mesmo com algumas plantas emitindo estruturas reprodutivas nas áreas com baixa lotação de animais. As pastagens de aveia estão com ciclo praticamente encerrado, resultando em baixa disponibilidade de massa verde de qualidade reduzida.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • TECNOLOGIA É FUNDAMENTAL PARA MELHOR DESEMPENHO DA SOJA

    Para garantir uma produção que contemple as boas práticas, é fundamental que produtores se atentem aos mais rigorosos controles de qualidade, a começar pelo tratamento das sementes, garantindo elevados índices produtivos. Segundo Emanuel Soto da Laborsan Agro, empresa especializada em tecnologia usada no tratamento de sementes (TS), essa etapa é fundamental para assegurar a excelência do cultivo de uma propriedade. “Com técnicas e produtos adequados e bem recomendados para cada necessidade, o TS contribui para rendimentos elevados na lavoura. Com o aumento da produtividade é possível produzir mais grãos sem aumentar a área plantada”, explica.

    Destaca-se as tecnologias cada vez mais empregadas no TS, que além de equipamentos mais sofisticados e precisos na aplicação, o uso de polímeros e pós secantes que permitem uma otimização do processo, diminuindo perdas das sementes tratadas e trazendo maior segurança as sementes tratadas.

    Emanuel Soto vê essa grande evolução do TS: “o tratamento de sementes atualmente evolui para um processo mais eficiente realizado em equipamentos automatizados e mais precisos, o TSI, e que utilizam da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO® , o que viabiliza aumentos de caldas com eficiência operacional ao processo, além, da potencialização dos resultados dos produtos utilizados no TS”.

    Outras dicas que a Laborsan Agro destaca para um melhor tratamento de sementes:

    1- Uso de sementes certificadas e com alta qualidade fisiológica (germinação e vigor);

    2- Recomendação correta dos produtos que compõem a calda de TS.  Trabalho realizado através de assistência técnica por profissionais conhecedores da real necessidade e aptos em fazerem uma recomendação agronômica com produtos mais eficientes possíveis e recomendados a cultura, frente aos desafios relacionados à patógenos, pragas, nutricional, fisiológico etc. Destaque também para a necessidade em se atentarem à compatibilidade entre os produtos que compõem a calda de TS.

    3- Uso da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO®: adesão, proteção às sementes tratadas, melhor recobrimento, fluidez operacional, plantabilidade , maior segurança ao homem e ao meio;

    4- Equipamentos calibrados e adequados visando aplicação mais eficaz (melhor recobrimento, diminuição de danos às sementes);

    5-  Segurança ao homem e ao meio como uso de EPIs adequados e em local mais apropriado possível, evitando contaminações e, por fim, destinar corretamente os resíduos da operação e possíveis sobras de sementes tratadas.

    O tratamento de sementes, então, entra como etapa fundamental no cultivo de soja, protegendo, nutrindo, inoculando etc. na fase inicial da cultura. “É dessa forma que a sojicultura conseguirá ainda mais êxito no mercado internacional, oferecendo produtos que tenham sido bem cuidados em todas as etapas da produção. Com mais produtividade estratégica, temos mais rentabilidade e sustentabilidade”, finaliza Soto.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • O QUE VAI MEXER NO PREÇO DA SOJA?

    A pergunta que todos estão de olho neste início de semana é justamente essa: O que pode mexer e ditar tendência nos preços da soja nos próximos trinta dias? De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, o primeiro grande fator é o novo relatório mensal de acompanhamento do quadro de Oferta & Demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    Por outro lado, ressalta a Consultoria Agroeconômica, com qualquer número do relatório, o clima desempenhará um papel muito importante, daqui para frente: “Primeiro, sobre a safra americana que foi plantada em maio último e que sofreu alguns períodos de seca. Segundo, sobre as safras sul-americanas do Brasil, Argentina e Paraguai, que iniciarão os seus plantios assim que a colheita dos Estados Unidos começar”.

    “E o clima – quase sempre imponderável – pode determinar uma maior ou menor oferta, afetando drasticamente os preços. Então, tanto no caso do relatório do USDSA quanto do clima, há que se esperar”, concluem os analistas de mercado.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • SOJA CAI FORTE NESTA 2ª EM CHICAGO COM NOVA DESPENCADA DO ÓLEO E CLIMA NO CORN BELT

    O mercado da soja tem baixas agressivas nesta manhã de segunda-feira (14) na Bolsa de Chicago, dando início à mais uma semana com foco nas questões climáticas no Meio-Oeste americano. “O mercado de grãos caia forte na abertura durante a noite deste domingo diante das previsões mostrando um tempo mais úmido nos EUA nos próximos 8 a 14 dias. O calor também parece estar menos intenso. No entanto, os próximos dias ainda deverão ser, em sua maioria, mais secos”, disse a especialista internacional Karen Braun.

    Assim, por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 26,25 e 35 pontos, com o recuo mais intenso sendo observado nos contratos mais distantes. Assim, o julho já operava abaixo dos US$ 15,00 – depois de ter tocado nos US$ 16 na semana passada – e era negociado a US$ 14,82 por bushel. Já o novembro tinha US$ 14,02.

    O novo boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) chega nesta segunda-feira, após o fechamento do mercado, e poderá mostrar o plantio da soja já concluído. Assim, as atenções seguem sobre as condições das lavouras norte-americanas.

    Os pontos de atenção, no entanto, continuam sendo as Dakotas e Minnesota. Há relatos da necessidade de replantio  por diversos produtores, as chuvas seguem limitadas e os traders permanecem atentos.

    Além do clima, o mercado da soja em grão continua sendo pressionado também pelas queda dos futuros do óleo, que nesta segunda-feira se aproximam de 4% mais uma vez, dando continuidade à despencada da última sexta (11). Assim, caem também os preços do farelo de soja, mais de 1% na CBOT.

    “Na sexta-feira, circularam  rumores de fontes ligadas ao presidente Joe Biden de que o mesmo estaria estudando possível redução nos mandatórios de biocombustíveis, o que poderia reduzi a demanda por óleo de soja e também por milho. Essas reduções, caso venham a ser implementadas, poderiam, momentaneamente, reduzir a pressão sobre os estoques americanos, o que vem se traduzindo em forte pressão de venda desde a última sexta”, explica a Agrinvest Commodities.

    Fonte: Notícias Agrícolas

    https://www.noticiasagricolas.com.br/

  • COLHEITA DA SOJA CHEGA A 91% NO BRASIL.

    A colheita dos 38,6 milhões de hectares de soja semeados no Brasil está em 91%, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. Isso ainda representa um leve atraso se comparado ao volume colhido em 2019/2020 e a média histórica. Ao todo, 3 estados já terminaram os trabalhos e outros três estão com 99%.

    Na safra 2019/2020 o ritmo de colheita até o dia 23 de abril era de 94,3% e na média dos últimos 5 anos o ritmo é de 93,3%.

    Por enquanto apenas três estados terminaram a colheita da soja, e isso aconteceu na semana passada: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

    Outros três estão com 99% e devem terminar ainda esta semana, caso o clima colabore: Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

    O Rio Grande do Sul ainda é o estado que menos área recolheu e o mais atrasado na comparação ao ano passado. Até o momento o estado colheu 65% da área, contra os 92% de 2019/2020 e os 81,6% da média dos últimos 5 anos.

    Rio Grande do Sul

    A colheita da soja avançou um pouco esta semana e chegou a 61% da área de 6 milhões de hectares no Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Emater-RS. Na semana anterior o ritmo era de 54%. Esta foi uma das menores taxas de evolução da colheita desde o início dos trabalhos, apesar de o clima ter colaborado para a retirada da soja.

    Fonte: Canal Rural | Soja Brasil

    https://www.canalrural.com.br/

  • CONAB ELEVA SAFRA DE GRÃOS A 273 MILHÕES DE TONELADAS

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, na quinta-feira (8), o 7º levantamento da safra brasileira de grãos. A marca é recorde. A safra 2020/21 deverá somar 273,8 milhões de toneladas, volume nunca atingido na história do país. O crescimento em relação à safra anterior é de 6,5% ou 16,8 milhões de toneladas a mais.

    A área total de plantio registra um crescimento de 3,9% sobre a safra anterior, com previsão de alcançar 68,5 milhões de hectares. Esse volume conta com a participação de cerca de 20 milhões de hectares provenientes das lavouras de segunda e terceira safras e as de inverno, que ocuparão a pós-colheita da soja e do milho primeira safra.

    No caso da soja, que tem o Brasil como maior produtor mundial, o volume deve alcançar novo recorde, estimado em 135,5 milhões de toneladas, 8,6% ou 10,7 milhões de toneladas superior à produção da safra 2019/20.

    O milho total também sinaliza  produção recorde, com a previsão de atingir 109 milhões de toneladas e crescimento de 6,2% sobre a produção passada. Serão produzidas 24,5 milhões na primeira safra, 82,6 milhões na segunda e 1,8 milhão na terceira safra.

    Por outro lado, a produção de arroz deve sofrer redução de 0,8% frente ao volume colhido na safra anterior, obtendo 11,1 milhões de toneladas. Para o algodão, a produção estimada é de 6,1 milhões de toneladas do produto em caroço, correspondendo a 2,5 milhões de toneladas de pluma.

    Quanto ao feijão, é esperado crescimento de 2% na produção, somando-se as três safras, totalizando 3,3 milhões de toneladas. A primeira safra tem a colheita praticamente concluída, a segunda está em andamento e a terceira com o plantio a partir da segunda quinzena de abril.

    Completam os números do levantamento também o amendoim, com  produção total de 595,8 mil toneladas e crescimento de 6,9%, e o trigo, cujo plantio  deve ser intensificado a partir do próximo mês, mas já sinalizando uma produção de 6,4 milhões de toneladas.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • EMATER/RS-ASCAR E SECRETARIA DA AGRICULTURA LANÇAM ESTIMATIVA FINAL DA SAFRA DE VERÃO

    Com uma produção de 24,6 mi de toneladas, o Rio Grande do Sul vai colher nesta safra de verão (2020/2021) 59,24% a mais do que na safra anterior (2019/2020). Destaque para a soja, que tem um incremento na produção de 80,02%, passando de 11,2 mi de toneladas para 20,2 mi de toneladas nesta atual safra, e de produtividade (76,63%%), com rendimento projetado de 3,32 toneladas por hectare, em área de 6 milhões de hectares, apenas 1,56% maior que no ano anterior.

    As estimativas finais da Safra de Verão 2020/2021 foram divulgados pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e a Emater/RS-Ascar na manhã desta quinta-feira (25/03), em Coletiva de Imprensa Virtual. Mais de 270 pessoas acompanharam o lançamento das estimativas através de transmissão pelo Facebook e pelo YouTube da Emater/RS-Ascar.

    Participaram do evento o secretário estadual da Agricultura, Covatti Filho, o presidente e o diretor técnico da Emater/RS, Geraldo Sandri e Alencar Rugeri, além de extensionistas, imprensa e representantes de entidades do setor agropecuário do RS.

    Safra Excepional

    Para o secretário Covatti Filho, o Rio Grande do Sul é um dos principais estados na produção agropecuária do Brasil. “É uma alegria apresentarmos esses números muito significativos, pois estamos batendo recordes e temos muito bons relatos da colheita”, disse, ao ressaltar a importância do “fortalecimento do Agro, que está dando respostas positivas nesse momento de pandemia”.

    O presidente da Emater/RS, Gerando Sandri, comemorou “os números expressivos que se refletirão na vida dos gaúchos”. Ele ressaltou “a grande parceria com as diretorias da Seapdr, liderada pelo secretário Covatti, defensor da Emater”, e parabenizou agricultores, pecuaristas e entidades parceiras da agropecuária, além da pesquisa, das federações, “e às políticas públicas, que chegam até as propriedades rurais através da Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) da qual representamos, dando vazão aos serviços pelos quais somos contratados”, disse Sandri, que estendeu os parabéns aos extensionistas envolvidos na coleta e divulgação das informações.

    Segundo o diretor técnico da Emater/RS, Alencar Rugeri, a safra deste ano está “excepcional”. Os dados apresentados foram coletados na primeira quinzena de março. “É importante ressaltar que estão baseados na tendência apresentada pelas produtividades médias municipais registradas nos últimos dez anos e, por isso, estão muito acima do resultado obtido na última safra, prejudicada pela estiagem”.

    Confira a estimativa final dos grãos de verão no RS:

    • Soja
      • Área: 6 milhões ha (+1,56%)
      • Produção: 20,20 milhões ton (+80,02%)
      • Produtividade: 3,32 ton/ha (+76,63%)
    • Milho Grão
      • Área: 796,2 mil ha (+5,9%)
      • Produção: 4,32 milhões ton (+4,16%)
      • Produtividade: 5,43 ton/ha (-2,97%)
    • Feijão 1ª safra
      • Área: 37,4 mil ha (+1,23%)
      • Produção: 51,5 mil ton (-4,87%)
      • Produtividade: 1,37 ton/ha (-6,34%)
    • Feijão 2ª safra
      • Área: 23,4 mil ha (+0,82%)
      • Produção: 31,5 mil ton (+19,80%)
      • Produtividade: 1,34 ton/ha (=14,1%)
    • Milho Silagem
      • Área: 351,8 mil hectares (-0,66%)
      • Produção: 9,82 milhões ton (+8,84%)
      • Produtividade: 27,9 ton/ha (+9,33%)

    Fonte: Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural – Seapdr

    https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial

  • SOJA: COLHEITA SE INTENSIFICA NO BRASIL E VALORES RECUAM

    O avanço da colheita de soja no Brasil, a melhora do clima na Argentina e a falta de cota para embarcar o grão nos portos nacionais pressionaram os valores internos e também os prêmios de exportação da oleaginosa na semana passada, conforme indicam pesquisadores do Cepea.

    No campo, em Mato Grosso, o baixo volume de chuva no início da semeadura de soja e, depois, o excesso das precipitações na colheita elevaram a quantidade de grãos avariados e com excesso de umidade, o que pode resultar em descontos nos valores pagos.

    No Paraná, produtores consultados pelo Cepea indicam que um pequeno volume dos primeiros grãos colhidos estava avariado, mas isso não deve impactar na produção total do estado.

    Já no Rio Grande do Sul, o déficit hídrico e o aumento dos casos de pragas e fungos nas lavouras de soja preocupam agricultores. O estado gaúcho é o que mais apresentou focos de ferrugem asiática nesta temporada.

    Fonte: www.cepea.esalq.usp.br

  • Atualizada plataforma de monitoramento de soja por satélite

    A plataforma de monitoramento de soja por satélite, chamada de SojaMaps, passou por atualização. A tecnologia desenvolvida pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) permite uma visão das áreas de soja do Brasil utilizando técnicas avançadas de sensoriamento remoto em nuvem.

    Na atualização foram acatadas sugestões de usuários de diversas partes do país e do mundo. O software permite agora a interação com os dados das áreas cultivadas com a cultura da soja e verificar se a saúde da planta e variáveis climáticas foram adequadas para a produção.

    Usuário pode interagir com os resultados mensais na plataforma e também a partir de dados como dados de seca, evapotranspiração e modelos de vegetação. A nova versão da plataforma conta também a partir de agora com dados atualizados ao longo do tempo do índice de vegetação EVI (Enhanced Vegetation Index) para qualquer lugar do estado de Mato Grosso. Essa série-temporal é capaz de mostrar para o usuário mudanças significativas no uso do solo, principalmente a conversão para agricultura.

    Uma novidade bastante aguardada é que, a partir de abril será disponibilizada a nova plataforma SpaceAgro. Este novo recurso trará aos usuários a capacidade de interagir com dados de uso do solo e clima para os dados vetoriais de seu interesse.

    Os dados da safra de soja 2020/2021 serão inserida no próximo mês, visto que a colheita no Mato Grosso ainda se encontra em andamento em boa parte do estado devido as altas ocorrências das chuvas.

    O SojaMaps foi criado no ano de 2015 como um projeto de extensão e de pesquisa do laboratório de Geotecnologia Aplicada em Agricultura e Floresta (GAAF), da Unemat, campus de Sinop (MT).

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • Parceria comercializa soja em plataforma de commodities

    Uma parceria entre a Orbia, plataforma que conecta produtores a distribuidores, e a multinacional de alimentos, Bunge, resultou na primeira comercialização totalmente digital de soja.

    A operação foi realizada por meio de uma plataforma de commodities. Em três meses foram movimentadas mais de 75 mil toneladas de soja. A parceria permite ao produtor rural negociar sua produção de duas formas: venda de grãos disponíveis e barter digital, em que os grãos são utilizados como pagamento na compra de insumos agrícolas.

    Roberto Marcon, diretor de Originação da Bunge, ressalta que a parceria é mais um passo na jornada de transformação digital da multinacional. “Estamos desenvolvendo e implantando soluções digitais em nossas principais áreas de negócio. Por meio da parceria com a Orbia, a Bunge se tornou a primeira trading do Brasil a realizar o processo de originação (compra) de grãos online, permitindo ao produtor rural realizar cotações, vender sua safra e assinar o contrato sem precisar sair de casa, com segurança e transparência em todos os processos”, afirma.

    As relações de troca que viabilizam a compra de insumos agrícolas com pagamento futuro em grãos já fazem parte do dia a dia dos produtores rurais. Inclusive um dos objetivos da parceria é justamente estimular as operações de barter digital.

    “As plataformas digitais no Agro estão gradativamente ganhando espaço e o interesse de nossos clientes. Essa tendência que aos poucos vai dominando o mercado”, destaca Paula de Mello, da Agrícola Alvorada, revenda que movimentou cerca de 45 mil toneladas em barter digital na Orbia.

    Texto: AgroLink

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