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maio 06 2025 Colheita de soja da safra 2024/25 atinge 97,7% da área no Brasil, diz Conab
Toda semana, a Conab divulga informações sobre as culturas de soja, milho, trigo, arroz e feijão com os percentuais da área cultivada
A colheita da safra 2024/25 de soja atinge 97,7% da área no Brasil, conforme apontou relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com dados até 3 de maio. Na semana passada os trabalhos atingiam 94,8% da área e, e no mesmo período do ano passado, a colheita estava completa em 94,3% da área. Já a média para o período nos últimos cinco anos é de 96,3%.
Produção de soja por estado
Os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Tocantins atingiram os 100% da colheita. A Bahia e o Piauí estavam com 99% da ceifa concluída. O Rio Grande do Sul colheu 92% e Santa Catarina atingiu 90%. O estado do Maranhão, até o dia 3 de maio, tinha colhido 73% de sua produção.
Relatório da safra
De acordo com a Conab, o acompanhamento da colheita tem o intuito de auxiliar na formulação das políticas agrícolas e de abastecimento, e ainda de subsidiar os produtores rurais em suas tomadas de decisão. A companhia oferece semanalmente informações sobre os percentuais de plantio e colheita das principais culturas anuais do país.
“A disponibilidade de grãos para o abastecimento junto ao mercado depende da sazonalidade dos elementos cultivados, que seguem de acordo com o calendário agrícola de cada região. Além disso, outros fatores são considerados, como a época mais adequada para a execução das operações, as condições climáticas, o ciclo de desenvolvimento das culturas e a oferta de mão-de-obra para o exercício das atividades”, informa o órgão.
“A disponibilidade de grãos para o abastecimento junto ao mercado depende da sazonalidade dos elementos cultivados, que seguem de acordo com o calendário agrícola de cada região. Além disso, outros fatores são considerados, como a época mais adequada para a execução das operações, as condições climáticas, o ciclo de desenvolvimento das culturas e a oferta de mão-de-obra para o exercício das atividades”, informa o órgão.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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maio 06 2025 Atenção sojicultores! Períodos de vazio e semeadura da soja estão definidos
Portaria que estipula as datas leva em consideração as condições climáticas, entre outros fatores para produção da soja safra 2025/2026
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta segunda-feira (5), a Portaria nº 1.271 que estabelece os períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura de soja em nível nacional, referentes à safra 2025/2026.Segundo o Mapa, as medidas buscam combater a Ferrugem Asiática, considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a praga foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.O vazio sanitário tem como objetivo reduzir ao máximo possível o inóculo de ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Para isso, durante um período contínuo, de no mínimo 90 dias, não é permitido plantar e nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento na área determinada. Essa medida fitossanitária é uma das mais importantes para o controle da doença, minimizando os impactos negativos durante a safra seguinte.
Por sua vez, o calendário de semeadura, uma medida fitossanitária complementar ao período de vazio sanitário, visa à racionalização do número de aplicações de fungicidas e a redução dos riscos de desenvolvimento de resistência da ferrugem asiática da soja às moléculas químicas utilizadas no seu controle. A ação foi implementada pelo Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS).
Confira os períodos de semeadura para a cultura da soja:

Foto: divulgação/ Mapa “Todo esse esforço não seria possível com a participação exclusiva do Mapa e contou com o apoio de muitas instituições, principalmente dos órgãos estaduais de defesa sanitária vegetal e instituições de pesquisa”, destacou a diretora do Departamento de Sanidade Vegetal, Edilene Cambraia.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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maio 05 2025 Colheita do arroz no RS atinge 91,51% da área total cultivada
Estado já colheu mais de 888 mil hectares; regiões da Fronteira Oeste e Planície Costeira Externa lideram avanço.
A colheita do arroz no Rio Grande do Sul alcançou 91,51% da área total cultivada, conforme dados desta sexta-feira (02/05) divulgados pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) , vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Dos 970.194 hectares semeados no estado, 888.852 já foram colhidos, sinalizando um avanço significativo nos trabalhos de campo.
Entre as regiões produtoras, a Fronteira Oeste e a Planície Costeira Externa se destacam com os maiores percentuais de colheita. A Fronteira Oeste já retirou 96,83% do arroz das lavouras, enquanto a Planície Costeira Externa atinge 98,16%. Na sequência, aparecem a Zona Sul, com 93,38%, e a Planície Costeira Interna, com 90,90%. A Campanha apresenta 87,97% da colheita concluída, e a Região Central segue com o menor índice até o momento, com 76,47%.
Conforme Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Pesquisa e Extensão Rural (Dater), a Região Central tem a maior área a ser colhida em razão do atraso no encerramento da semeadura, mas a expectativa é que nos próximos dias avance significativamente. “Com o clima colaborando em boa parte do ciclo, a expectativa é de que a colheita seja finalizada nas próximas semanas”, avalia Siqueira, destacando que o próximo passo da Dater será a realização do levantamento completo e análise dos dados da colheita, incluindo a área colhida, produtividade e área perdida.
Os dados sobre a colheita do arroz são coletados e divulgados semanalmente pelo Irga, por meio da plataforma Safra, que oferece informações precisas e detalhadas sobre o andamento da semeadura e da colheita. A plataforma é alimentada pelos 37 escritórios do Irga distribuídos em todas as regiões arrozeiras do Estado.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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maio 02 2025 Drones agrícolas ajudam produtores a economizar e aumentar a produtividade no campo
Projetados originalmente para fins militares, os objetos voadores não tripulados ganharam outras funções, inclusive na agricultura
Os céus das propriedades rurais estão cada vez mais movimentados por conta dos drones. Nos últimos anos, esses aparelhos provocaram uma transformação no campo, estimulando a produtividade na agricultura, reduzindo os custos dos produtores e contribuindo para a sustentabilidade.
Projetados inicialmente para uso militar, os drones passaram a desempenhar novas funções. No campo, tornam a gestão das atividades mais eficiente, seja na pulverização, irrigação, monitoramento do gado ou mapeamento da propriedade rural.
Na Agrishow, os drones disputam a atenção do público com os maquinários gigantes. Fabricantes trouxeram ao evento o que há de mais moderno no mercado. O consultor técnico-comercial da Geoag, Aurélio Freitas, explica que, no caso da pulverização, o drone consegue reduzir o consumo de água em até 90% em comparação com outros métodos.
“O drone tem facilidade de acesso, independentemente da condição do solo — o que não acontece com os pulverizadores terrestres. Além disso, há a questão da sustentabilidade econômica do negócio”, afirma.
A DJI Agriculture divulgou, durante a Agrishow, um estudo realizado com cafeicultores brasileiros que utilizam drones na lavoura. O resultado aponta uma redução de custos de 70% em relação à pulverização manual e de 50% em comparação com o uso de tratores.
“Muitos produtores recorrem às imagens aéreas para saber o que está acontecendo em suas propriedades. Quando falamos de pulverização, os defensivos têm um custo muito alto. Então, saber exatamente o que está acontecendo e onde o dinheiro está sendo investido é muito importante”, destaca o coordenador de operações Cleverson Klafke Lassen.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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maio 02 2025 Colheita da soja avança para 88% da área total cultivada no RS
O ritmo de colheita da soja avançou de forma significativa, favorecido pela manutenção de condições climáticas estáveis, como dias ensolarados, tempo seco e ausência de precipitações, proporcionando a adequada execução da operação, assim como da logística de transporte. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (30/04), a área colhida atinge 88%, persistindo certa desuniformidade na maturação das lavouras, embora se observe melhora na qualidade dos grãos colhidos nas últimas semanas.
A colheita das lavouras semeadas em novembro e início de dezembro já foi finalizada e os produtores aguardam a maturação plena das áreas implantadas a partir de meados de dezembro para realizar a operação. Entre as lavouras remanescentes, 11% encontram-se em estágio de maturação fisiológica e 1% ainda em enchimento de grãos.
Após três semanas de precipitações escassas, a umidade dos grãos reduziu-se rapidamente, situando-se entre 12% e 13%, beneficiando o processo de debulha natural, tanto nas lavouras quanto no molinete das máquinas colhedoras. Como medida de mitigação de perdas, os produtores têm estendido os turnos de colheita até o início da noite ou contratado serviços terceirizados, visando reduzir riscos decorrentes de eventuais períodos chuvosos, que comprometeriam a qualidade do produto em campo.
Nas regiões onde ocorreu a redução na produção em função da estiagem, algumas áreas arrendadas para o cultivo de soja estão sendo objeto de renegociação, com ajustes nas condições contratuais, incluindo a concessão de descontos nos valores de arrendamento.
Milho
O avanço da colheita das lavouras de milho tem sido pouco expressivo, uma vez que, nas principais áreas produtoras do cereal, a operação já foi realizada em janeiro. Restam plantios em unidades produtivas de menor escala, onde é comum a permanência prolongada das plantas no campo, mesmo após a maturação fisiológica. Esse manejo é motivado por limitações na infraestrutura de armazenagem nas propriedades e pelos elevados descontos aplicados pelas cerealistas para secagem de grãos com alta umidade.
A área colhida alcançou 90%. Restam 6% maduras ou em maturação e 4% em enchimento de grãos. O clima seco e de temperaturas acima da média para o período beneficiou as lavouras, promovendo maior acúmulo de graus-dia e potencializando o progresso das fases fenológicas, especialmente as reprodutivas. Também contribuiu para maior eficiência metabólica e, consequentemente, para o desempenho produtivo.
Milho Silagem
A colheita de milho silagem avançou conforme a evolução fenológica das lavouras e a chegada ao ponto ideal de corte – estágio em que a planta atinge a máxima produtividade de massa verde, com adequada proporção entre grãos e fração fibrosa. Estima-se que 91% da área foi colhida; 4% estão em início de maturação fisiológica; e 5% em enchimento de grãos.
Arroz
O período sem precipitações na maior parte dos municípios favoreceu o avanço da colheita do arroz, embora tenha intensificado a ocorrência de grãos com baixa umidade, resultando em elevados índices de quebra do cereal durante o beneficiamento. A área colhida está estimada em 91% da cultivada.
Próximo ao encerramento da safra, destaca-se a situação crítica das barragens utilizadas para irrigação, cujos níveis estão muito baixos, tornando imprescindível o retorno de chuvas volumosas no restante do outono e ao longo do inverno, para assegurar o abastecimento hídrico da próxima safra.
Feijão 1º safra
A primeira safra de feijão no Estado foi concluída. A estimativa de produtividade está em 1.838 kg/ha em uma área de 49.901 hectares.
Feijão 2ª safra
A colheita do feijão segunda safra evoluiu de 20% para 23%, beneficiada pelas condições climáticas, mas limitada pela quantidade de áreas maduras. A produtividade obtida está próxima a 1.300 kg/ha.
A cultura segue beneficiada pelas condições climáticas, como predomínio de tempo firme, elevada radiação solar e temperaturas amenas, durante as noites e manhãs, e mais altas ao longo do dia, o que favoreceu o desenvolvimento vegetativo, resultando em incremento de estatura das plantas. Contudo, a prolongada ausência de chuvas tem reduzido os níveis de umidade do solo, sendo necessárias precipitações para assegurar a manutenção do potencial produtivo.
A elevada umidade relativa do ar nas manhãs e a formação de orvalho ocasionaram a incidência de doenças fúngicas, como antracnose. Nessas condições, o manejo fitossanitário torna-se fundamental, sendo realizada algumas aplicações antifúngicas preventivas.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial