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  • Soja opera em queda na Bolsa de Chicago nesta 2ª feira e corrige altas da última semana

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago dá início a esta nova semana trabalhando em campo negativo. As cotações da oleaginosa, por volta de 7h50 (horário de Brasília), perdiam entre 1,50 e 4 pontos nos principais contratos, com o janeiro/19 valendo US$ 8,82 por bushel.

    Os preços devolvem, nesta segunda-feira (12), parte das altas registradas no fechamento da última sessão, quando o mercado subiu motivado pela boa demanda interna norte-americana.

    Além disso, espera ainda por dois novos reportes do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), sendo o primeiro o de embarque semanais de grãos e o segundo, depois do fechamento do mercado, de acompanhameno de safras dos EUA.

    No paralelo, seguem as expectativas para o novo encontro de Xi Jinping e Donald Trump nas reuniões do G20 que acontecem no final deste mês na Argentina. Segundo explicam analistas da ARC Mercosul, o governo americano tem buscado trabalhar na estruturação de um possível acordo com a nação asiática.

    “O Mercado não espera que uma resolução concreta seja presente no curto-prazo, ou até mesmo no encontro presidencial programado para o fim do mês na Argentina. No entanto, será um fator de sustento especulativo caso novas reuniões para tratar deste assunto possam ser agendada no começo de 2019”, explica a consultoria.

    Além disso, ainda de acordo com a ARC, Trump não gostaria de arrastar isso até 2020, “para que o tema não se torne parte de sua campanha política para a tentativa de reeleição”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Produção agrícola depende da biotecnologia, diz especialista

    O uso da biotecnologia no campo está completando vinte anos e sua preservação está se mostrando fundamental para a produção de alimentos ao redor do mundo. É isso que afirma o engenheiro agrônomo formado pela Universidade Estadual paulista (Unesp) e líder de Proteção a Biotecnologias de INTACTA RR2 PRO®, Cláudio Oliveira.

    “Passados 20 anos desde a aprovação da primeira biotecnologia para a soja, quase 100% da produção brasileira de soja (92%), milho (87%) e algodão (94%) é transgênica, com 53 milhões de hectares plantados. Para os produtores, o resultado foi um lucro acumulado de R$ 35,8 bilhões, a redução do uso de defensivos agrícolas (cerca de 839 mil toneladas deixaram de ser aplicadas nas lavouras) e de gastos e o aumento de produtividade, conforme dados da Agroconsult divulgados em setembro de 2018”, informa.

    De acordo com ele, são muitos os beneficiados com o uso da biotecnologia na cadeia produtiva. No entanto, algumas técnicas devem ser desenvolvidas com êxito para que ela seja preservada, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que é considerado o principal meio para a manutenção da tecnologia.

    “O MIP é composto por importantes pilares, como rotação de culturas, mudas sadias, eliminação de plantas doentes, época de plantio e o controle genético (variedades resistentes), porém o protagonista deles é o refúgio estruturado, fundamental para a preservação dos benefícios da tecnologia Bt”, comenta o especialista.

    Para finalizar ele afirma que o grande erro dos agricultores é tratar a biotecnologia como a solução de todos os problemas do campo. “Ela é mais um dos componentes ou ferramentas que podem facilitar a vida do produtor, mas se todos nós não contribuirmos para preservar seus benefícios e longevidade, correremos o risco de perdermos esta ferramenta que tem sido grande aliada do agricultor brasileiro nos últimos 20 anos”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Milho rico em proteína resiste a erva daninha

    Pesquisadores da África Austral identificaram diversas variedades de milho, ricos em proteínas, resistentes à erva daninha Striga. De acordo com esses cientistas, na África Subsaariana, 20% a 80% da produção de milho pode ser perdida devido a essa planta invasora.

    Segundo, Peter Setimela, co-autor do estudo e cientista do Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo em Harare, Zimbábue, a combinação de tolerância ao Striga e melhor nutrição é fundamental. Isso porque essa praga está fazendo com que muitos produtores da África abandonarem suas lavouras.

    “Sabe-se que a Striga afeta campos com baixa fertilidade do solo. Suas sementes podem permanecer no solo por mais de 15 anos. Muitos pequenos agricultores não podem financeiramente comprar substâncias químicas para controlar a Striga. Eles também podem ser incapazes de comprar fertilizantes químicos”, comenta.

    Além disso, ele informou que o conteúdo nutricional melhorado dessas variedades de milho também ajuda no combate dessa praga. Porque as variedades descobertas têm uma ampla variedade de aminoácidos, os blocos de construção da proteína.

    “Normalmente, o milho é pobre em aminoácidos essenciais. Corpos humanos e animais não podem produzir esses aminoácidos. Eles devem ser obtidos da comida “, diz Setimela. “A falta de aminoácidos essenciais pode prejudicar o crescimento e o desenvolvimento. Também pode enfraquecer o sistema imunológico”, conclui.

    Os experimentos de campo foram realizados em três lugares no Zimbábue sob várias condições. Os pesquisadores testaram oito variedades de alta proteína e quatro variedades típicas de milho. Eles mediram várias características da planta, incluindo rendimento, altura, vigor e peso de grãos.

    Fonte: Agrolink

  • Brasil, EUA e mais 11 países se juntam na OMC para apoiar inovação agrícola

    Treze países se juntaram para apoiar políticas que possibilitem inovação agrícola, inclusive a edição de genomas. As nações assinaram a Declaração Internacional para Aplicação Agrícola de Biotecnologia de Precisão (International Statement on Agricultural Applications of Precision Biotechnology, em inglês). O documento foi divulgado em Genebra, no comitê da Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC), informa o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em comunicado.

    A iniciativa, liderada pela Argentina, também tem apoio de Austrália, Brasil, Canadá, Colômbia, República Dominicana, Guatemala, Honduras, Jordânia, Paraguai, Estados Unidos, Uruguai, Vietnã e o Secretariado de Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. O projeto está aberto para inserção de outros países.

    O secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, disse no comunicado que “biotecnologias de precisão, como edição de genomas, trazem grandes benefícios tanto para agricultores como para consumidores ao redor do mundo. Essas ferramentas podem ter um papel crucial para ajudar produtores a lidar com muitos problemas de produção agrícola que eles enfrentam, ao mesmo tempo em que pode melhorar a qualidade e o valor nutricional dos alimentos disponíveis para consumidores no mundo”.

    Fonte: Broadcast Agro

  • Soja: Chuvas em excesso podem provocar aparecimento de doenças nas lavouras

    Em períodos de chuvas intensas, o produtor que cultiva soja deve ficar atento em relação ao aparecimento de doenças devido ao excesso de umidade. O coordenador técnico da Integrada em Londrina, Aleandro de Carvalho, afirma que as chuvas trazem benefícios, mas também podem trazer doenças.

    Respingos – O agrônomo explica que quando a água da chuva cai sobre o solo, os respingos d´ água que incidem sobre as folhas das plantas podem levar inóculos de doenças para a soja, o que resulta em um aparecimento de doenças mais cedo na cultura. Para prevenir que doenças não se espalhem pela lavoura, o coordenador técnico recomenda a aplicação de fungicidas um pouco mais cedo.

    Orientação – Vale lembrar que, antes de qualquer atitude sobre o manejo da lavoura, é recomendada a orientação de um engenheiro agrônomo.

    Ferrugem da soja – O clima quente e úmido já fez com que aparecesse o primeiro foco de ferrugem em uma lavoura paranaense. De acordo com informações da Embrapa Soja, além desse foco em área comercial, o site do Consórcio tem mostrando a presença de soja voluntária com ferrugem em várias regiões produtoras, indicando a presença do fungo.

    Fonte: Cenário MT

  • Soja opera estável em Chicago nesta 5ª feira à espera dos novos números do USDA

    O dia é de novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e à espera de sua divulgação, as cotações da soja negociadas na Bolsa de Chicago trabalham com estabilidade no pregão desta quinta-feira (8). Por volta de 8h15 (horário de Brasília), os preços subiam entre 1,25 e 2,25 pontos, com o novembro/18 valendo US$ 8,70 e o maio/19 sendo cotado a US$ 9,06 por bushel.

    O mercado se comporta de forma técnica, à espera dos novos números que chegam na tarde de hoje. ” O lado especulador aposta na possibilidade de uma redução nas produtividades do milho e soja nos Estados Unidos, porém que não irão inflar os estoques
    domésticos, uma vez que as exportações continuam em “passos lentos”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    O mercado espera algumas ligeiras mudanças entre os números da soja e do milho, principalmente com um novo aumento nos estoques finais norte-americanos de soja e uma redução do milho, ao passo em que poderia reduzir suas estimativas para a produção de ambas as culturas.

    As expectativas do mercado apontam para uma produção de 127,26 milhões de toneladas, contra 127,64 milhões estimadas em outubro. O intervalo das projeções é de 126,2 a 128,08 milhões de toneladas. A produtividade esperada para a oleaginosa, em média, é de 59,4 sacas por hectare, contra 59,51 do mês passado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Brasil negocia aumento de exportação de farelo para China, diz Abiove

    A indústria de processamento de soja do Brasil está negociando com autoridades do governo da China maneiras de elevar as exportações de farelo de soja para o gigante asiático, que já compra cerca de 80 por cento das exportações brasileiras de soja em grão, disse a Abiove ontem (5/11).

    Em vídeo mostrado para participantes de uma conferência sobre biodiesel em São Paulo, o presidente da Abiove, André Nassar, disse que há necessidade de um equilíbrio entre as exportações de grãos e farelo do país, para ajudar os processadores locais, que estão enfrentando um aumento dos custos da matéria-prima.

    Nassar integra uma delegação brasileira que está acompanhando uma missão do Ministério da Agricultura em uma viagem à China nesta semana para discutir o comércio agrícola.

    Fonte: Reuters

  • Milho: demanda melhora e preço sobe na Bolsa de Chicago

    O mercado de milho repercutiu os sinais de boa demanda pelo cereal norte-americano ontem (5/11). Os contratos futuros terminaram o dia em alta. O vencimento dezembro, por exemplo, subiu 0,74%, cotado a US$ 3,74 por bushel. O possível indicativo de redução na safra do país também garantiu suporte.

    Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1,25 milhões de toneladas na semana encerrada em 1º de novembro. Na anterior, haviam atingido 698 mil toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 457 mil toneladas.

    Além disso, os exportadores privados norte-americanos reportaram ao órgão norte-americano a venda de 101,7 mil toneladas de milho ao México. O produto será entregue na temporada 2018/2019.

    Brasil
    Os preços internos abriram a semana sem maiores mudanças, mas interrompendo o movimento de quedas visto ultimamente. Segundo o analista de Safras & Mercado Paulo Molinari, o mercado oferece um certo sintoma de acomodação de preços, com algumas melhorias regionais.

    Fonte: Canal Rural

  • Plantas usam RNA para responder ao estresse

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e publicado na revista Cell Reports descobriu que a planta utiliza uma parte específica do seu RNA, a N6-metiladenosina, ou m6A, para responder ao estresse. Isso porque a m6A previne a quebra de transcritos que codificam proteínas que ajudam as plantas a lidar mais eficazmente com as condições desafiadoras.

    De acordo com Brian D. Gregory, professor associado de biologia na Escola de Artes e Ciências da Universidade, e autor sênior do estudo, a descoberta pode ser extremamente importante para desenvolver culturas que possam ser tolerantes ao sal. “É assim que vamos ajudar os agricultores. Precisamos identificar maneiras pelas quais podemos produzir plantas mais resistentes ao sal e resistentes à seca, e manipular esse caminho pode ser uma maneira de fazê-lo”, comenta.

    Comparando de perto plantas normais e mutantes, a equipe descobriu que o m6A, quando presente, protegia os transcritos impedindo que uma enzima os degradasse. O estudo mostrou que, quando esta marca estava faltando, os transcritos foram clivados e subsequentemente degradados.

    Segundo o estudante de pós-graduação Stephen J. Anderson, outro desenvolvedor da pesquisa, “a descoberta foi um tanto casual, mas descobriu-se que essa desestabilização estava ocorrendo bem ao lado de onde essas marcas deveriam estar, mas não estavam no grupo experimental de plantas”.

    “Isso dá às plantas um mecanismo dinâmico e realmente poderoso para regular a resposta ao estresse”, diz Gregory. “Você pode mover essa marca para as transcrições que deseja manter”, explica. “Também há evidências”, diz Anderson, “de que as plantas podem remover ativamente a marca das transcrições de que não precisam. Ainda estamos investigando esse mecanismo”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Sinalização de acordo entre China e EUA reduz pressão e Chicago testa leves altas nesta 3ª

    O mercado da soja trabalha com leves altas na manhã desta terça-feira (6), ainda mantendo-se bem próximo da estabilidade na Bolsa de Chicago. Os traders esperam uma série de definições e relatórios para esta semana e optam por manter sua postura cautelosa.

    As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 0,50 e 0,75 ponto, com o novembro/18 valendo US$ 8,73 e o maio/19, que serve como referência para os negócios no Brasil, valia US$ 9,12 por bushel.

    As sinalizações de China e Estados Unidos de que poderiam chegar a um acordo e por fim à guerra comercial traz algum otimismo ao mercado e motiva o avanço, mesmo que ainda tímido, segundo explicam analistas internacionais. A disputa já se estende desde maio e tem prejudicado severamente os preços internacionais, uma vez que a demanda chinesa pela soja americana está estacionada.

    “Tanto a China quanto os EUA adorariam ver uma maior cooperação econômica e comercial. O lado chinês está pronto para ter discussões com os EUA sobre questões de preocupação mútua e trabalhar por uma solução em relação ao comércio aceitável para ambos os lados”, disse Wang ao Fórum Bloomberg New Economy em Cingapura.

    Além desse fato, o mercado observa ainda as eleições de meio mandato que acontecem nesta terça nos EUA – o que também pode mexer com as cotações daqui em diante – e se prepara para a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta quinta-feira, 8 de novembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas