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  • CUSTO DE PRODUÇÃO DE LEITE TEM ALTA DE QUASE 3%

    A variação do custo de produção de leite em maio foi 2,89%, conforme o Índice de Custos de Produção de Leite (ICPLeite/Embrapa), calculado pela Embrapa Gado de Leite. Pelo segundo mês consecutivo, a maior alta foi encontrada no grupo Sal mineral, que subiu 8,74% em comparação com o mês anterior. Elevações acentuadas de preços também foram verificadas nos itens que compõem os grupos que se referem à alimentação dos animais, que por sua vez, possuem as maiores participações na ponderação do indicador: Alimentação concentrada, que registrou variação de 5,18% e Produção e compra de volumosos, com alta de 1,81%. Energia e combustível registrou aumento de 1,42% devido principalmente ao reajuste no preço do etanol, já os grupos Sanidade e Qualidade do leite registraram variações idênticas, 0,27%. Os grupos Mão de obra e Reprodução não sofreram alterações.

    Segundo o ICPLeite/Embrapa, a inflação dos últimos doze meses foi 36,23%. Acumulando 64,53% de alta, o grupo Alimentação concentrada seguiu pressionando as margens do produtor, ao lado do grupo Produção e compra de volumosos, que registrou alta de 38,65%. Também variando acima de duas casas decimais, os grupos Sal mineral e Energia e combustível acumularam, em um ano, inflações de 23,82% e 19,55%, respectivamente.

    * Informações Embrapa Gado de Leite*

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  • PORQUE SUBIRAM OS PREÇOS DE INSUMOS NO BRASIL?

    A alta do dólar norte-americano em relação ao brasileiro Real, bem como o aumento nos custos internacionais de matérias-primas e transporte estão entre as causas da elevação do preço dos insumos agrícolas no Brasil. A explicação foi dada por Christian Lohbauer, presidente Executivo da CropLife Brasil (CLB), ao portal especializado AgroPages.

    De acordo com Christian Lohbauer, o cenário econômico global “continua sob o impacto das restrições impostas pela pandemia de Covid-19. Entre outros aspectos, a crise sanitária mundial tem causado escassez de ativos básicos e, consequentemente, aumento nos custos de matérias-primas para a produção de insumos agrícolas como sementes, fertilizantes e defensivos”.

    “Os preços de matérias-primas, inclusive para embalagens (papelão e resinas), foram bastante impactados. O mesmo aconteceu com o custo logístico internacional”, explica o presidente Executivo da CropLife Brasil.

    Ele afirma que os insumos agrícolas sofrem impacto das dinâmicas do mercado internacional, especialmente, quando envolvem fornecedores importantes como a China e a Índia: “Para se ter uma ideia, o valor do frete marítimo da China para o Brasil praticamente triplicou nos últimos meses devido à falta de navios e contêineres para transporte. E a tendência é de que estes preços sigam aumentando nos próximos meses”.

    “Desde 2020, essa conjunção de fatores vem causando significativo aumento nos custos de produção de insumos agrícolas no Brasil. No entanto, a indústria não vinha repassando a elevação de custos para os produtos comerciais. Prova disso, é que os preços dos defensivos químicos no mercado interno, por exemplo, subiram apenas 1,4% entre as safras 2019/20 e 2020/21”, conclui.

    Diversas companhias agroquímicas brasileiras enviaram comunicados aos seus clientes avisando da majoração de preços de seus produtos. Uma delas foi a FMC, que explicou ao AgroPages que mandou a carta para “contextualizar todos a respeito dos constantes aumentos de custo de produção de insumos agrícolas e, com transparência e respeito, comunicar que fará reposicionamento de preços”.

    “A mensagem teve o caráter de fortalecer a parceria e, reforçar que essas medidas são necessárias para manter na cadeia de produção e distribuição, o compromisso com a demanda dos agricultores, para que possamos, juntos, continuar contribuindo com o agronegócio de forma sustentável”, disse a FMC.

    Fonte: AGROLINK

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  • KIT ACELERA O DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE BOVINA

    A Embrapa Gado de Corte (MS) desenvolveu um kit que promete maior agilidade no diagnóstico da tuberculose bovina, com alta precisão. A inovação está em associar o método Elisa (sigla inglesa para ensaio de imunoadsorção enzimática) ao teste intradérmico, atualmente o único oficial para a doença no país.

    O novo kit apresenta como vantagens a praticidade, rapidez e possibilidade de testar várias amostras em curto espaço de tempo, além de automação na obtenção dos resultados, baixo custo e fácil padronização para uso em diferentes laboratórios. A tecnologia deve chegar ao mercado em breve.

    “O exame é feito em placas e quando a reação é positiva ele gera uma coloração. Além de acelerar o saneamento do rebanho, não interfere no estado imunológico do animal, podendo ser feito várias vezes”, destaca o pesquisador da Embrapa Gado de Corte Flábio Ribeiro Araújo.

    De acordo com ele, durante as pesquisas foi possível detectar, corretamente, 88,7% dos animais doentes e 94,6% dos sadios. A técnica não exige que os animais sejam manuseados mais de uma vez para a coleta de amostras de sangue, que podem ser utilizadas também para diagnóstico de outras doenças, o que representa benefício econômico. Vale destacar ainda que a coleta de sangue pode ser feita a qualquer momento para ser testada de imediato ou armazenada para estudos retrospectivos.

    A nova tecnologia da Embrapa pode impactar também a exportação. Atualmente, a tuberculose bovina é um grande problema em função das crescentes exigências sanitárias por parte dos países importadores, que impõem, cada vez mais, restrições às propriedades com diagnóstico positivo. Estima-se que as perdas anuais com essa doença no mundo girem em torno de 3 bilhões de dólares.

    A doença acomete rebanhos leiteiros e de corte, acarretando prejuízos sanitários e econômicos para o país.  É uma enfermidade infectocontagiosa de evolução crônica, causada pela bactéria M. bovis, e contagia não só bovinos como também caprinos, ovinos, suínos, animais silvestres e domésticos, caracterizando-se como uma zoonose.

    Fonte: AGROLINK

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  • LAVOURAS E PECUÁRIA TÊM MAIOR AUMENTO EM 30 ANOS

    O Ministério da Agricultura divulgou o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de maio. O montante é de R$ 1,11 trilhão. A cifra é 11,8% superior ao obtido em 2020, que foi de R$ 993,9 bilhões. O bom desempenho é reflexo na maior alta de lavouras e pecuária dos últimos 32 anos. Lavouras aumentaram 15,8% e a pecuária, 3,8%.

    Alguns grupos têm tido desempenho negativo, como a batata-inglesa, café, feijão, laranja, tomate, uvas e na pecuária, leite, suínos e ovos. Isso ocorre devido a efeitos de menores preços ou de menores quantidades produzidas.

    Apesar de terem existido períodos de seca que afetaram lavouras, como milho e feijão, os preços têm contribuído para reduzir esse impacto. Esses efeitos foram sentidos, principalmente, no Paraná e em Mato Grosso. O milho foi particularmente prejudicado. A segunda safra, que é a mais importante, teve uma redução em relação a 2020, de 5 milhões de toneladas, e menor produtividade de grãos.

    O crescimento do VBP pode ser atribuído, como destacado em relatórios anteriores, ao excepcional desempenho das exportações de soja em grãos e carnes, preços favoráveis e a safra de grãos, que apesar de problemas de falta de chuvas ocorridos, mesmo assim as projeções da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) e do IBGE são de uma safra expressiva.

    Os dados regionais do VBP continuam mostrando a liderança de Mato Grosso com participação de 17,2% no valor, Paraná 13,2%, São Paulo 11,2%, Rio Grande do Sul 10,8%, e Minas Gerais 10%.

    O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

    Fonte: AgroLink

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  • MERCADO PASSA A VER SELIC A 6,25% ESTE ANO, COM INFLAÇÃO E CRESCIMENTO MAIORES

    O mercado elevou ainda mais a perspectiva de aperto monetário pelo Banco Central neste ano, projetando ainda inflação mais elevada e crescimento mais intenso, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo BC.

    Dias antes de a autarquia reunir-se para decidir sobre a Selic, a pesquisa mostrou que a expectativa agora para a taxa básica de juros é de que ela termine 2021 a 6,25%, de 5,75% antes. Para 2022, permanece o cenário de Selic a 6,50% ao final do ano.

    A expectativa é de que o BC anuncie na quarta-feira o terceiro aumento consecutivo de 0,75 ponto percentual na Selic, e possivelmente indique um ciclo mais agressivo à frente ao abandonar seu compromisso com uma “normalização parcial” da política monetária.

    O Focus mostrou ainda a décima alta seguida na projeção para a inflação este ano, com a alta do IPCA agora calculada em 5,82%, de 5,44% antes. Para 2022 o cálculo é de avanço de 3,78%, de 3,70%.

    Ambos os resultados ficam acima do centro da meta oficial para a inflação, que em 2021 é de 3,75% e para 2022 é de 3,50%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB) houve melhora para este ano, com o crescimento econômico estimado em 4,85%, de 4,36% na semana anterior. Mas para 2022 a previsão de expansão caiu a 2,20%, de 2,31%.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do BC com cerca de 100 instituições financeiras:

    Expectativas de mercado 2021 2021 2022 2022

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    IPCA (%) 5,44 5,82 3,70 3,78

    PIB (%) 4,36 4,85 2,31 2,20

    Dólar (fim de período-R$) 5,30 5,18 5,30 5,20

    Selic (fim de período-% a.a.) 5,75 6,25 6,50 6,50

    Preços administrados (%) 8,27 9,05 4,25 4,40

    Produção industrial (%) 6,10 6,11 2,40 2,50

    Conta corrente (US$ bi) -1,08 -0,27 -18,60 -18,60

    Balança comercial (US$ bi) 68,00 68,00 60,35 60,00

    IDP (US$ bi) 57,65 58,90 65,70 66,99

    Dívida líquida pública (%/PIB) 62,48 62,10 64,40 64,32

    Fonte: Reuters

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  • SOJA CAI FORTE NESTA 2ª EM CHICAGO COM NOVA DESPENCADA DO ÓLEO E CLIMA NO CORN BELT

    O mercado da soja tem baixas agressivas nesta manhã de segunda-feira (14) na Bolsa de Chicago, dando início à mais uma semana com foco nas questões climáticas no Meio-Oeste americano. “O mercado de grãos caia forte na abertura durante a noite deste domingo diante das previsões mostrando um tempo mais úmido nos EUA nos próximos 8 a 14 dias. O calor também parece estar menos intenso. No entanto, os próximos dias ainda deverão ser, em sua maioria, mais secos”, disse a especialista internacional Karen Braun.

    Assim, por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 26,25 e 35 pontos, com o recuo mais intenso sendo observado nos contratos mais distantes. Assim, o julho já operava abaixo dos US$ 15,00 – depois de ter tocado nos US$ 16 na semana passada – e era negociado a US$ 14,82 por bushel. Já o novembro tinha US$ 14,02.

    O novo boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) chega nesta segunda-feira, após o fechamento do mercado, e poderá mostrar o plantio da soja já concluído. Assim, as atenções seguem sobre as condições das lavouras norte-americanas.

    Os pontos de atenção, no entanto, continuam sendo as Dakotas e Minnesota. Há relatos da necessidade de replantio  por diversos produtores, as chuvas seguem limitadas e os traders permanecem atentos.

    Além do clima, o mercado da soja em grão continua sendo pressionado também pelas queda dos futuros do óleo, que nesta segunda-feira se aproximam de 4% mais uma vez, dando continuidade à despencada da última sexta (11). Assim, caem também os preços do farelo de soja, mais de 1% na CBOT.

    “Na sexta-feira, circularam  rumores de fontes ligadas ao presidente Joe Biden de que o mesmo estaria estudando possível redução nos mandatórios de biocombustíveis, o que poderia reduzi a demanda por óleo de soja e também por milho. Essas reduções, caso venham a ser implementadas, poderiam, momentaneamente, reduzir a pressão sobre os estoques americanos, o que vem se traduzindo em forte pressão de venda desde a última sexta”, explica a Agrinvest Commodities.

    Fonte: Notícias Agrícolas

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  • AGRO PUXA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA DO RS

    Depois de um 2020 difícil na economia e com reflexos de uma severa estiagem, o Rio Grande do Sul vive recuperação. O responsável por puxar o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado foi o agronegócio. No primeiro trimestre deste ano a economia gaúcha avançou 5,5% enquanto a brasileira cresceu 1%.

    Já no comparativo com o último trimestre de 2020, o crescimento geral foi de 4%. Os desempenhos da agropecuária tiveram alta de 35,7%. Os números foram divulgados pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).

    Nas exportações a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) aponta alta de 57,1%, em maio, ante o mesmo mês do ano passado, totalizando US$ 1,2 bilhão. No acumulado de 2021, as vendas externas alcançaram US$ 4,9 bilhões, um avanço de 26,1% na comparação interanual.

    As maiores altas foram na indústria, como Alimentos, 36,4%; Químicos, 62,6%; Celulose e papel, 126%; e Máquinas e equipamentos, 96,5%. Também se destacaram Couro e calçados, com elevação de 105,5%, produtos de metal, 51,9%; e veículos automotores, 42,5%. A única exceção foi tabaco, com queda de 8,4%.

    Em relação aos destinos das vendas externas do RS, em comparação a maio de 2020 ocorreu grande aumento dos embarques totais para a China (50,9%). Mesmo com a fraca redução observada nas exportações da indústria de Alimentos para a economia asiática no mês, as vendas de soja em grãos (+US$ 317,8 milhões) garantiram esse avanço.

    Fonte: AGROLINK

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  • AGRICULTURA DIGITAL E A ASSERTIVIDADE NA PRODUÇÃO

    Tecnologia no campo auxilia em resultados expressivos na produtividade e rentabilidade

    A agricultura digital (ou agricultura 4.0) compreende diversas ferramentas com o objetivo de coletar, armazenar, compartilhar e analisar dados envolvendo todo o espectro da cadeia de valor. Ou seja, aprimorar e controlar melhor as práticas agronômicas através da tecnologia em busca de resultados mais assertivos.

    O Gerente da plataforma SmartCoop, Raí Schwalbert, ressalta a diferença entre agricultura digital e outro termo muito popularizado, agricultura de precisão: — A agricultura de precisão foi introduzida no Brasil no início dos anos noventa e envolve uma série de tecnologias olhando da porteira para dentro, como manejo da variabilidade, mapas de colheita e aplicação à taxa variada de insumos, já a agricultura digital engloba tudo isso, mas vai além, com uma visão da porteira para fora da propriedade.

    Conforme Raí, dois exemplos que estão alinhados às diretrizes da agricultura digital são a Rede Técnica Cooperativa (RTC) e a SmartCoop. — No caso da plataforma digital das cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul, há uma série de tecnologias que auxiliam os associados em diferentes etapas do processo produtivo, desde o monitoramento e manejo dos talhões até o momento de comercializar a produção.

    Em resumo, a agricultura 4.0 possui camadas de informações que podem ser cruzadas e analisadas a cada ciclo produtivo, o que favorece as tomadas de decisões. Dessa maneira, é possível proporcionar um trabalho mais assertivo a técnicos e produtores com melhor eficiência produtiva, lucratividade e responsabilidade ambiental.

    Texto e Imagem: ASCOM CCGL

  • RS: PROGRAMA TROCA-TROCA ABRE PRAZO PARA PEDIDOS DE SEMENTES PARA A SAFRINHA

    A partir desta segunda-feira (07), estão abertas as reservas de sementes da etapa da safrinha do Programa Troca-Troca de Sementes da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O prazo encerra na sexta-feira (11). São 21 cultivares de milho híbrido convencional, 15 de milho híbrido transgênico e 6 de sorgo, totalizando 42 cultivares, com subsídio de 28%.

    “Para as regiões do Estado em que o clima permite o cultivo de duas safras de milho, a safrinha tem se tornado cada vez mais importante. Com o valor da saca de grãos de milho chegando próximo a R$ 100,00, a safrinha aparece como uma fonte de renda importante para o produtor”, destaca Jonas Wesz, coordenador do Programa Troca-Troca. Outro investimento muito rentável, segundo ele, é o cultivo do milho safrinha para a silagem. “A reserva de alimento para os animais na atividade leiteira é estratégica e o uso da silagem tem sido fundamental no planejamento das propriedades, principalmente em anos adversos, com estiagens severas, como temos passado recentemente na agricultura”, afirma.

    O agricultor interessado em garantir as sementes para o cultivo da safrinha deve procurar as entidades do seu município, durante esta semana, para fazer a reserva nesta etapa do Programa.

    Balanço Troca-Troca Safra

    Na última sexta-feira (04) encerrou o prazo para os pedidos de sementes para a etapa da safra no Programa Troca-Troca de Sementes, iniciado em 10 de maio. Foram mais de 43,6 mil agricultores que reservaram 122.478 sacas de sementes sendo 58.426 de milho híbrido convencional, 59.729 de milho híbrido transgênico e 4.323 de sorgo.

    O Programa irá entregar sementes em 391 municípios do Estado. Acessaram o sistema 491 entidades sendo 287 prefeituras municipais, 200 sindicatos de trabalhadores rurais/agricultores familiares/rurais e 4 associações/cooperativas.

    As sementes da etapa da safra serão entregues nestas entidades, diretamente pelas empresas sementeiras, entre os meses de julho e setembro, de acordo com a prioridade estabelecida no calendário de semeadura da região.

    Safrinha 2021/2022

    Período de reservas no sistema: de 07 a 11 de junho

    Pagamento da parcela referente à transgenia da semente (no caso de milho transgênico): 05 de novembro

    Entrega das sementes da etapa safrinha: de 22 de novembro a 31 de dezembro

    Mais informações: https://www.agricultura.rs.gov.br/troca-troca-de-sementes

    FONTE: Notícias Agrícolas

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  • Quais as 10 regras de ouro do confinamento?

    O confinamento de gado é um sistema de criação em que lotes de bovinos são alojados em currais ou piquetes com dimensões determinadas. A oferta de água e alimentação de qualidade é feita à vontade, por meio de cochos. Esse tipo de criação vem ganhando espaço entre os bovinos de corte no Brasil. Em 2020 apontou que a pecuária brasileira bateu recorde do número de animais terminados em confinamento. De acordo com o Censo DSM de Confinamento foram 6,2 milhões de cabeças engordadas em cocho, o que representou um aumento de 6% sobre o ano anterior.

    1. Balanceamento correto da dieta dos animais

    A dieta dos bovinos confinados deve ser corretamente balanceada em todos os nutrientes essenciais, como: proteínas, fibras, nutrientes digestíveis totais, minerais e vitaminas. Esse é um fator importante e que permite que os animais atinjam o bom desempenho zootécnico e produtivo esperado. Dietas que não são balanceadas adequadamente e/ou desprovidas de nutrientes essenciais, como minerais e vitaminas, por exemplo, podem comprometer o desempenho e expor os animais às deficiências e enfermidades de origem nutricional.

    2. Disponibilidade de água limpa

    O fornecimento constante de água feito por meio de bebedouros apropriados e bem localizados é de vital importância para o sucesso do confinamento. Água limpa e à vontade deve ser uma prioridade em todos os confinamentos, sem a qual os desempenhos zootécnicos planejados não serão atingidos. Limpeza periódica e manutenção constante dos bebedouros é regra. Contudo, nota-se no campo que, muitas vezes, essa regra é negligenciada ou deixada em segundo plano, o que representa um erro “fatal” para o sucesso da atividade.

    3. Inclusão de aditivos na dieta (tecnologia de nutrição)

    A inclusão de ingredientes com tecnologias que aumentam o desempenho zootécnico dos animais e a rentabilidade dos produtores é outra regra muito importante. São eles núcleos minerais vitamínicos que possuem em sua formulação diversos ingredientes e aditivos, soluções que melhoram a digestibilidade do amido do milho da dieta, reduzindo as perdas do milho nas fezes e aumentando o ganho de peso diário (GPD). Blends de óleos essenciais, substitui com vantagens o uso de antibióticos na ração empregados como melhoradores de desempenho e melhora a eficiência alimentar. Além de produtos que melhoram o rendimento de carcaça e o peso da carcaça quente, gerando expressivo aumento da produtividade, e os Minerais que reduzem o estresse e aumentam a produção de arrobas.

    4. Gestão zootécnica do confinamento

    Controle eficiente dos indicadores zootécnicos, como consumo diário de ração, ganho de peso diário (GPD), ganho médio diário de carcaça (GMDC), rendimento de carcaça (RC), eficiência biológica, conversão alimentar (CA) e quantidade de arrobas produzidas por animal. Isso é fundamental a todos os confinadores que almejam conhecer e fazer a gestão correta dos índices de produtividade. Os produtores eficientes devem evitar o manejo de “bica corrida”, que consiste em fornecer a ração sem o devido controle da quantidade por baia.

    5. Gestão financeira (custos, receitas, lucro em R? e % e ROI)

    O controle eficiente dos indicadores financeiros é um ponto de atenção ao envolver os custos operacionais, custo da ração, custo por animal ao dia, custo por animal por período, custo total final, receita e lucro (ou ROI – retorno sobre o investimento). Nesse aspecto, um bom aliado dos confinadores é o aplicativo Mais Arroba, desenvolvido pela DSM e pelo Cepea-USP, ao permitir realizar vários cálculos e projeções financeiras.

    6. Capacitação da mão-de-obra

    Equipe treinada e capacitada para operar nos confinamentos é fundamental. Importante frisar, porém, que a equipe deve compreender de fato o que ela está executando no confinamento e não simplesmente realizar tarefas no “modo automático”. Treinamento constante nas áreas de manejo, lida do gado, nutrição e sanidade permitem ao produtor contar com uma mão-de-obra rural que reconhece a importância das suas atividades diárias e contribuem para o sucesso do confinamento.

    7. Acompanhamento do mercado

    Saber as tendências e perspectivas dos preços da arroba e do milho (base da ração) é um ponto vital para os confinadores se planejarem e impulsionarem os resultados econômicos e financeiros da atividade. Saber a hora de comprar o boi magro e os insumos da ração, como milho, farelo de soja, núcleos minerais vitamínicos e demais ingredientes faz parte do negócio e reflete de forma expressiva no resultado do confinamento. O aplicativo Mais Arroba (DSM e Cepea-USP) também fornece ao confinador informações valiosas de mercado do boi e do milho em diversas regiões.

    8. Bem-estar animal e instalações apropriadas

    A infraestrutura do confinamento também é uma das prioridades dos confinadores bem-sucedidos. Currais de manejo bem planejados, com baias construídas com materiais adequados e bem dimensionadas, com bebedouros e cochos em lugares corretos é fundamental para o bem-estar dos animais e, consequentemente, para a saúde e para o seu desempenho zootécnico.

    9. Controle sanitário estratégico

    Cumprir de forma correta o calendário de vacinação é mais uma regra de ouro. Realizar a vermifugação dos animais e manter uma farmácia com os medicamentos adequados próximo ao escritório do confinamento também é importante. Praticar ronda sanitária periódica (diária) por meio de equipe devidamente treinada é mais uma regra que o confinador deve praticar.

    10. Controle dos ingredientes da ração (inventário)

    Realizar um inventário periódico é mais uma regra importante. Controlar compras dos ingredientes, os estoques, época ideal de compra de gado, milho, soja etc. Deixar faltar um ingrediente no meio do manejo pode colocar em risco o sucesso da atividade. Da mesma forma, deixar sobrar também pode representar prejuízos e perdas. Portanto, estocar os ingredientes em barracões apropriados e corretamente dimensionados é uma atenção que pode fazer diferença no bolso do confinador.

    Fonte: AGROLINK

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