Notícias

  • RTC CONDUZIRÁ EXPERIMENTOS EM 15 COOPERATIVAS NA SAFRA 21/22

    Projeto contou com treinamento para alinhar condução das pesquisas

    Com o objetivo de proporcionar o avanço da pesquisa agrícola no sistema cooperativo através do compartilhamento de experiências e informações e visando explorar peculiaridades regionais com foco na produtividade e rentabilidade das cooperativas e cooperados, a Rede Técnica Cooperativa – RTC conduzirá experimentos com 15 cooperativas no Rio Grande do Sul.

    Conforme o Gerente de Pesquisa da CCGL Geomar Corassa, o grande propósito da RTC é a condução experimental de forma coletiva entre as cooperativas para dar solidez na informação gerada, posicionar de maneira assertiva os técnicos e levar essa informação de qualidade aos produtores. – Ao conduzir experimentos em 15 locais nesta safra será possível explorar condições peculiares de solo e clima e gerar resultados personalizados para a região de atuação das cooperativas – ressaltou Geomar.

    Para dar início ao projeto, a RTC realizou nesta quinta-feira, 21 de outubro, um treinamento para os representantes das cooperativas que realizarão o trabalho na safra 21/22 nas áreas experimentais. Os experimentos propostos por setor para a condução em rede são a fertilidade do solo e nutrição de plantas, manejo de plantas daninhas, fitopatologia, entomologia e manejo de culturas.

    Para o Pesquisador da CCGL Mário Bianchi, o treinamento procurou nivelar os princípios básicos da condução experimental para que todos tenham a mesma orientação no planejamento, sem comprometer o resultado e a segurança dos experimentos. – O treinamento ocorreu de maneira teórica e prática e a interação entre as cooperativas foi produtiva, sendo o primeiro passo para fortalecer a pesquisa técnica entre as cooperativas – salientou Geomar.

    O Gerente Técnico da Cotrirosa e Engenheiro Agrônomo Jairton Dezordi entende que a agricultura está cada vez mais dinâmica, por isso a participação da RTC através da criação da rede experimental é importante para acelerar o desenvolvimento da pesquisa nas cooperativas. – O treinamento é determinante para que o estudo seja bem conduzido e gere resultados confiáveis para as áreas técnicas das cooperativas reverterem a pesquisa em incremento de produtividade para seus associados – completa Jairton.

    No total, serão 56 experimentos e mais de 80 tratamentos testados. O número de parcelas experimentais que dizem respeito aos estudos da RTC deve ser superior a 5 mil nesta safra. A rede experimental da RTC contará com as cooperativas: CCGL, Cotripal, Coasa, Coopermil, Cotrijuc, Cotribá, Cotrijal, Cotrisal, Cotrisel, Coopatrigo, Agropan, Cotricampo, Cotrirosa, Cotrisul e Cotriel.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL

  • RS: SEGUE PLANTIO DA SOJA INICIADO NOS ÚLTIMOS DIAS

    Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Santa Rosa, Porto Alegre, Santa Maria, Soledade, Bagé, Frederico Westphalen e Pelotas, produtores iniciam a semeadura da soja. A elevada umidade no solo durante praticamente toda a semana não permitiu avanços significativos.

    De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (21/10) pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), os produtores seguem com dessecações e preparo de novas áreas e se organizam com o escalonamento do plantio a fim de minimizar os impactos de períodos de estiagem previstos nos modelos climatológicos. Em algumas localidades, sojicultores estão lavrando e gradeando as áreas devido à alta infestação de ervas de difícil controle com herbicidas, aproveitando a atividade para aplicar e incorporar calcário.

    O tempo instável no Estado restringiu os avanços no plantio do milho, que alcançou 70% da área total cultivada, estando em germinação e desenvolvimento vegetativo. O custo de produção se elevou significativamente, em especial devido à alta no preço dos fertilizantes. Os valores pagos pelo tratamento extra ou complementar nas sementes de milho para o controle da cigarrinha também contribuem para o maior custo de produção.

    Na semana, predominaram dias nublados, com temperatura quente durante o dia e mais baixa à noite. Em algumas localidades, as chuvas foram fortes, de elevado volume, acompanhadas de ventos e granizo, promovendo assim danos às lavouras. Por conta da umidade, a colheita do trigo avançou de forma lenta no Estado, chegando a 9%, outros 51% da área cultivada está em fase de maturação, 35% em enchimento de grãos e 5% em floração.

    OLERÍCOLAS

    Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período foi marcado por temperaturas elevadas durante o dia e baixas na madrugada. Houve uma sequência de dias chuvosos, diminuindo a necessidade de irrigação, mas dificultando outras operações de manejo na olericultura. Na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, produtores aproveitaram períodos secos para semear culturas de verão – abóbora, moranga, pepino e tomate. As culturas de inverno estão sendo colhidas e comercializadas na Feira do Produtor, que retomou atividades e frequência semanal. Parte dos produtores já atendem clientes fixos na cidade e aproveitam o mesmo dia para entrega de produtos. As escolas estaduais e municipais organizaram calendário semanal de entrega com agricultores familiares participantes do Pnae.

    Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, avança a colheita de pêssego, com aumento da produtividade nas cultivares de ciclo médio em virtude de não terem sofrido danos com as geadas no final de julho. Há baixo pegamento de frutos dos citros em geral. Seguem em desenvolvimento as culturas do melão e melancia; as primeiras lavouras implantadas encontram-se em início de floração.

    PASTAGENS

    As áreas de campo nativo continuam incrementando a oferta de forragem, favorecida pela boa disponibilidade de umidade no solo, luminosidade e elevação das temperaturas registradas em parte da semana. Nos Campos de Cima da Serra, estão com bom desenvolvimento, aumentando significativamente a oferta.

    As pastagens anuais de inverno estão em final de ciclo, mas azevéns tetraploides com manejo adequado da adubação e pastoreio controlado ainda oferecem boa oferta de volumoso, mesmo com algumas plantas emitindo estruturas reprodutivas nas áreas com baixa lotação de animais. As pastagens de aveia estão com ciclo praticamente encerrado, resultando em baixa disponibilidade de massa verde de qualidade reduzida.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/

  • ABERTURA DO PLANTIO DA SOJA NO RS 2021 SERÁ EM 13 DE OUTUBRO COM PRESENÇA DO GOVERNADOR EDUARDO LEITE

    Um dos eventos mais esperados do ano pelos produtores rurais tem a data confirmada para o dia 13 de outubro: é a 11ª edição da Abertura do Plantio da Soja no Estado do Rio Grande do Sul. A organização será realizada pela Prefeitura Municipal de Júlio de Castilhos, COTRIJUC, ACCIJUC e Sindicato Rural, e contará com a presença ilustre do Governador Eduardo Leite, entre outras autoridades a confirmar.

    O local escolhido para a cerimônia foi o Campo Experimental da Cotrijuc, que fica na beira da BR-158 e o horário de início será às 14 horas.

    Essa é uma ação simbólica que marca o início do ciclo da principal commodity nacional e que, no último ano, representou a maior área plantada no nosso estado. Para Júlio de Castilhos, segundo maior produtor de soja do estado, que só fica atrás da vizinha Tupanciretã, é uma celebração que eleva o município ao protagonismo no agronegócio nacional.

    Na abertura, seguindo a tradição, é preparada uma plantadeira para a largada oficial da semeadura. A solenidade tem como objetivo desenvolver, despertar, cultivar e fomentar as relações interpessoais, a cultura e a economia, e é um ato oficial do calendário de eventos do município, promovido nos termos da Lei Municipal Nº 2.870, de 19 de maio de 2011.

    Reconhecendo a importância deste ato, o Governo do Estado, através da Lei nº 13.806, de 7 de outubro de 2011, incluiu no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul, o início do plantio da soja a ser realizado anualmente no Município de Júlio de Castilhos.

    Júlio de Castilho é destaque na produção da soja

    Júlio de Castilhos é destaque em termos de volume produzido, conforme dados do IBGE, com uma produção mínima estimada de 400,3 mil toneladas por ciclo produtivo. Na safra de 2020/2021, com produção de 100.000 hectares, apresentou os seguintes resultados:

    – Em uma área de 98.800 hectares, no sistema sequeiro, observou-se uma média geral de produtividade de 59 sacas por hectare;
    – Em uma área de 1.200 hectares, com a utilização de irrigação, teve-se rendimento médios geral de 80 sacas por hectare.

    Vale ainda destacar, que a média castilhense está a frente do RS, a qual, segundo dados da Emater/RS, fechou em 55 sacas por hectares.

    Com relação ao ciclo 2021/2022, segundo o presidente da Associação dos Produtores de Soja, Aprosoja RS, Décio Teixeira, a projeção para este ciclo é aumentar em 3% a área cultivada e ultrapassar a marca das 20 milhões de toneladas de produção.

    No Brasil, a safra de soja em 2021/22, projeta aumento na produção que deve alcançar um recorde de 144,26 milhões de toneladas, aumento de cerca de 1 milhão de toneladas.

    Texto: Assessoria de Imprensa PMJC

  • PRESIDENTE DA COTRIJUC RECEBE PRÊMIO PERSONALIDADE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL 2021

    O Presidente da Cotrijuc Caio Vianna, no dia 23 de setembro, recebeu o mérito Personalidade Competitividade Internacional 2021. Esta categoria é oferecida todos os anos para uma liderança empresarial ou profissional que atue no comércio exterior e que tenha realizado ações de incentivo à inserção de produtos brasileiros no mercado global. A premiação ocorreu em Porto Alegre, durante a cerimônia do 49º Prêmio Exportação RS, juntamente com as 63 empresas condecoradas.

    Considerado o maior evento do segmento do país, há 49 anos o Prêmio Exportação RS distingue empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Ao todo mais de 600 empresas já foram reconhecidas por obterem resultados de destaque com exportações em diferentes segmentos de mercado.

    Vianna é engenheiro Agrônomo e é produtor rural nos municípios de Júlio de Castilhos e Tupanciretã. Atualmente, além de Presidente da Cotrijuc, é Diretor- Presidente da CCGL, Diretor do Sindilat, Vice-Presidente da Associação Brasileira de Angus e faz parte do Conselho de Administração da FECOAGRO.

    De acordo com Caio Vianna, receber o prêmio Personalidade Competitividade Internacional 2021 por uma instituição como a ADVB/RS e passar no crivo do Conselho do Prêmio Exportação RS com líderes e empresas de destaque no mercado, é motivo de orgulho. “Recebo a distinção com muita humildade e a compartilho com os meus pares e colegas. Espero contribuir para a formação de novos empreendedores e exaltar a crença no nosso povo e nas nossas organizações”.

    Texto: ASCOM Cotrijuc

    Fonte: ADVB/RS

    Fotos: Agência Preview

     

     

     

     

  • SELO DE INOVAÇÃO PROMOVERÁ COOPERATIVAS USUÁRIAS DA FERRAMENTA SMARTCOOP

    Lançada no dia 20 de abril deste ano, a ferramenta SmartCoop, criada em projeto coordenado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), apresenta uma novidade. A partir de agora as cooperativas participantes do projeto poderão utilizar o Selo de Inovação SmartCoop que tem por objetivo promover a ampliação do número de usuários entre as cooperativas do sistema.

    Mas para isso, cada cooperativa deve alcançar um objetivo para poder utilizar esta marca. Para obter o Selo Bronze, precisa ter no mínimo 250 usuários ativos, enquanto no Selo Prata são 500 usuários e no Ouro precisa pelo menos 750 usuários. O ponto máximo é o Selo Diamante, que é alcançado quando a cooperativa tem pelo menos 70% do quadro social utilizando a plataforma. A cooperativa poderá usar o selo sempre em seu material de divulgação, pelo prazo de um ano, podendo sempre, ser substituído pelo selo de maior grau conforme atinja os objetivos.

    O diretor superintendente da CCGL e coordenador do projeto SmartCoop, Guillermo Dawson Junior, explica que o Selo de Inovação é um primeiro reconhecimento da FecoAgro/RS para com suas associadas que fizeram adesão ao projeto. “É o reconhecimento que as cooperativas estão seguindo na direção da formação de um efetivo ecossistema digital. Levar ao associado essa plataforma, visa o aumento da competitividade do produtor na sua propriedade e da cooperativa. Se todos os associados e cooperativas aumentarem sua competitividade, existe o aumento da competitividade do sistema FecoAgro/RS e de todo o agro no Rio Grande do Sul”, destaca.

    Para o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, esta é uma ferramenta extraordinária criada pelos técnicos e executivos das cooperativas com a aprovação, o apoio e a coordenação da entidade e o apoio total dos presidentes de cada cooperativa é fundamental neste processo. “Criamos uma forma de incentivar cada cooperativa que terá uma colocação dentro de um ranking proativo de uma forma de que estará utilizando de forma mais intensa. É uma distinção qualitativa das cooperativas”, ressalta.

    Atualmente a plataforma SmartCoop já está em pelo menos 282 mil hectares de áreas de associados das 30 cooperativas agropecuárias participantes da iniciativa. O objetivo da ferramenta é beneficiar cerca de 173 mil produtores associados. O produtor tem acesso a funcionalidades como acompanhamento da lavoura, monitoramento por satélite, previsão do tempo, indicadores da cadeia leiteira, gerenciamento de rebanho, saldo de produtos na cooperativa, títulos a pagar, cotações e mecanismos de venda da produção.

    Fonte: FECOAGRO

  • É PRECISO ESPERAR A CHUVA ESTABILIZAR ANTES DE SEMEAR PASTO?

    Especialista da Agrocria Nutrição Animal e Sementes Forrageiras dá essa e outras dicas importantes para obtenção de um capim verdejante no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Está chegando o momento de reformar pasto no Brasil Central e no Sudeste do País. Todo o cuidado é pouco nessa hora porque alguns erros fatais no plantio poderão comprometer seriamente os resultados na engorda dos bovinos e até mesmo na taxa de prenhez das matrizes durante a estação reprodutiva.

    Para obter sucesso no estabelecimento das gramíneas, veja algumas dicas importantes fornecidas pelo médico-veterinário Marcelo Mitsuyoshi Fukuda, gerente técnico da unidade de beneficiamento de sementes da Agrocria Nutrição Animal, em Anápolis (GO).

    Segundo o especialista, ao evitar alguns erros que vêm se tornando recorrentes, o produtor conseguirá diminuir a incidência de invasoras, terá plantas mais vigorosas e maior oferta de matéria seca para os animais a partir da primavera.

    1 – Vistorie a área

    Entre os aspectos a ser observados, defina o tamanho da área. Dessa forma, é possível estimar se o plano é compatível com os recursos financeiros, a mão de obra, as máquinas, os equipamentos e os implementos disponíveis, para que, assim, o estabelecimento seja feito na época preferencial de semeio.

    Aspectos relacionados ao solo também são importantes. Grau de drenagem, cor, textura, profundidade efetiva, pedregosidade e uniformidade são elementos que devem ser analisados, pois indicam a aptidão agrícola da área para o estabelecimento da pastagem.

    Informações colhidas com o tempo sobre uma cultura anteriormente estabelecida e a produtividade obtida, se houve ou não emprego de fertilizantes, corretivos e outros produtos químicos também norteiam a decisão sobre qual material forrageiro plantar e seu potencial produtivo.

     2 – Defina o objetivo da pastagem

    Será para pastejo contínuo, rotacionado, confecção de silagem, feno ou capineira? Além disso, é importante se atentar à espécie animal, idade e sexo; o ciclo de produção, se é cria, recria ou engorda; bem como a produtividade esperada. Cada um destes fatores requer um planejamento diferente para a pastagem.

    3 – Faça análise de solo

    Esta é uma ferramenta básica para recomendações de calagem e adubação. Para o sucesso da atividade, deve-se seguir, criteriosamente, três passos igualmente fundamentais. O primeiro refere-se à coleta da amostra de solo, que, se não realizada corretamente, vai comprometer os passos seguintes.

    O segundo passo diz respeito à escolha do laboratório ao qual será confiada, uma vez que erros na interpretação podem ser fatais. O terceiro e último passo é atribuir ao engenheiro agrônomo e/ou do técnico em agropecuária a interpretação dos resultados.

    Junto à outra ferramenta básica, a “Recomendação para uso de corretivos e fertilizantes”, se obterá uma indicação de acordo com as condições do solo e também das exigências nutricionais da cultura que se deseja implantar.

    4 – Escolha material forrageiro adequado à sua realidade

    “Ao contrário do senso comum, não há a melhor forragem. O que existe é um material forrageiro mais adequado que outro, em uma determinada situação”, alerta Fukuda. Obviamente, há espécies que, por suas características, se adaptam a uma gama maior de situações, sendo mais adotadas.

    É desejável que a área de pastagem seja composta pelo maior número de variedades possíveis, evitando assim, possíveis impactos negativos oriundos do monocultivo, como o aparecimento de pragas ou doenças, por exemplo.

    5 – Prepare o solo corretamente

    Entre os objetivos dessa operação estão controlar vegetação existente e indesejada, incorporar corretivos e fertilizantes ao solo, além de melhorar as condições para germinação das sementes e estabelecimento das plantas.

    Entretanto, em algumas situações, não há necessidade do preparo do solo, destacando-se aqui uma situação cada vez mais comum, de integrar lavouras anuais com produção animal, em áreas de semeadura direta na palha.

    Os implementos a serem usados e a quantidade de operações para o preparo do solo, variam bastante conforme a situação.  O solo, antes do semeio, deve estar o mais nivelado possível e com o mínimo de torrões. “Isso melhora muito a germinação das sementes e o desenvolvimento do capim”, observa Fukuda.

    Geralmente, se consegue este resultado com uma a três operações com grade niveladora. Para melhorar o resultado, uma estratégia que pode ser adotada é usar um tronco ou pedaço de madeira (plaina) atrelado à grade niveladora.

    6 – Cuidado na semeadura

    O primeiro ponto que deve ser observado é a qualidade das sementes. A germinação e a pureza física são fatores que determinam, em grande parte, a qualidade de um lote de sementes.

    Para as regiões Centro- Oeste e Sudeste, a época de semeadura deve coincidir com o início das chuvas, pois, geralmente, nessa época há boas condições de temperatura e umidade à germinação e posterior desenvolvimento da plântula. Importante que seja no momento de regularidade.

    As sementes dos materiais forrageiros diferem em forma e tamanho. As de tamanho maior podem ser plantadas mais profundas e sua distribuição pode ocorrer de duas formas: em linha ou a lanço.

    De modo geral, onde a produção animal é a principal atividade, a segunda opção é mais indicada, por permitir uma melhor distribuição, ocupando de forma mais racional e equilibrada a superfície do solo.

    A quantidade de semente por área é outro fator primordial para o sucesso do semeio. Fique atento ao valor cultural, ele indica a quantidade existente de sementes puras e aptas a germinar. Quanto maior melhor.

    Fonte: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

  • SAÍDA DA CRISE SANITÁRIA É OPORTUNIDADE PARA AGRICULTURA

    A saída da crise sanitária, econômica e social causada pela pandemia da Covid-19 pode ser uma oportunidade para a América Latina e o Caribe transformarem o seu modelo de sistema agroalimentar. É o que sustenta a nona edição do relatório Perspectivas da Agricultura e do Desenvolvimento Rural nas Américas, um olhar para a América Latina e o Caribe.

    Nesse cenário, o documento da CEPAL, da FAO e do IICA faz um apelo a que se reconstrua melhor e ressalta que as ações transformadoras de longo prazo devem ser encaminhadas com o processo de recuperação imediata diante da crise, abordando simultaneamente os problemas sanitários, econômicos e climáticos. Para que isso ocorra, é central reconhecer o papel da agricultura como fonte de renda, emprego e alimento para a região e o mundo.

    “A pandemia colocou em evidência a centralidade dos sistemas agroalimentares para a manutenção dos fluxos de alimentos —globais, regionais e nacionais— desde os nossos campos até as populações confinadas por quarentenas e restrições à mobilidade. Também tornou evidentes as nossas vulnerabilidades”, afirmou Alicia Bárcena, Secretária Executiva da CEPAL.

    O setor agroalimentar foi mais resiliente que os demais setores econômicos aos desafios sanitários, logísticos e financeiros trazidos pela pandemia: as exportações agroalimentares da região aumentaram 2,7% em 2020 em relação a 2019, enquanto o total de exportações caiu 9,1%.

    Texto: Agrolink

    https://www.agrolink.com.br/

  • RTC E AGRO CONNECTION LANÇAM PROJETO INÉDITO COM INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES SOBRE A SAFRA AMERICANA

    Receber informações diretamente das lavouras dos Estados Unidos, destaque na produção de grãos, e condizentes com a realidade da safra é sempre um desafio para os produtores. Para superar essas barreiras e levar informações às cooperativas e aos produtores cooperados (mesmo em um cenário de pandemia), a Rede Técnica Cooperativa (RTC) e o Agro Connection lançaram um projeto inédito: O Crop Tour.

    Conforme o idealizador do Crop Tour, Carlos Pires, o objetivo do projeto é fazer um exame detalhado nas lavouras dos principais estados produtores de grãos dos EUA e mostrar para quem assiste do Brasil a situação das lavouras nesses locais. – Não é novidade para ninguém que tudo o que acontece aqui nos Estados Unidos influencia e serve como guia aos produtores brasileiros, por isso o Crop Tour pretende estreitar o acesso a essa informação – ressalta Carlos, que é gaúcho natural de Panambi e que atualmente reside nos Estados Unidos, onde faz doutorado na Kansas State University.

    Segundo o Gerente de Pesquisa da CCGL e responsável pela RTC, Geomar Corassa, a iniciativa busca descrever de forma simples e objetiva a realidade das lavouras americanas, deixando cooperativas e produtores informados sobre práticas de manejo, condições climáticas e potencial produtivo ao longo da safra. – EUA é um grande produtor mundial de grãos e por isso as condições da safra norte-americana, sejam elas positivas ou negativas, interferem diretamente no mercado e, naturalmente, na tomada de decisão dos produtores brasileiros – ressalta Geomar.

    Para o Engenheiro Agrônomo Ph.D. e também idealizador do Crop Tour, Alexandre Rosa, o projeto é relevante, pois as informações geradas nos EUA ajudam o produtor brasileiro nas estratégias de comercialização dos grãos. – Do ponto de vista econômico, sabemos que os dois países são os grandes produtores de soja, milho e trigo então uma possível quebra ou supersafra tende a afetar o mercado de ambos, por isso é preciso estar atento. Do ponto de vista técnico, existem dados relevantes na área da tecnologia e manejo que chegarão ao Brasil em breve e também devem influenciar o cenário produtivo – explica Alexandre, também gaúcho natural de Uruguaiana e atualmente residindo no estado de Nebraska.

    Crop Tour: Na estrada com Agro Connection e RTC já percorreu mais de 3.500 km em 6 estados americanos (Kansas, Missouri, Iowa, Nebraska, Dakota do Sul e Minnesota) e tem o propósito de trazer informações referentes às condições da safra americana, ao mesmo tempo em que reduz a distância entre a realidade brasileira e americana no âmbito agrícola. Para conferir as duas temporadas do projeto, basta acessar o canal do Youtube da Rede Técnica Cooperativa e assistir gratuitamente a todos os episódios.

    Texto e Foto: ASCOM CCGL

  • BRASIL TEM POTENCIAL PARA ATINGIR SAFRA RECORDE DE SOJA 2021/22

    A primeira estimativa para a produção de soja 2021/22 da StoneX, divulgada nesta segunda-feira (02), ficou em 143,3 milhões de toneladas, volume 5,6% superior ao recorde registrado na safra 2020/21.

    “Em meio a preços fortalecidos e perspectivas favoráveis para a demanda ao redor do mundo, o Brasil tem uma posição privilegiada, pois conta com área disponível para o avanço da agricultura, sem precisar ocupar vegetação nativa”, avalia a especialista de inteligência de mercado do grupo, Ana Luiza Lodi.

    A área plantada para o novo ciclo foi estimada em 40,1 milhões de hectares, mais de 1,5 milhão acima do registrado neste ano. Considerando um clima dentro da normalidade, o rendimento médio nacional foi estimado em 3,57 toneladas por hectare.

    “O clima começará a ser acompanhado de perto, após chuvas abaixo do usual durante boa parte de 2021 e lembrando dos atrasos ocorridos na regularização das precipitações em 2020”, pondera Ana Luiza.

    Caso o recorde de produção esperado pela StoneX seja atingido, o balanço de oferta e demanda da soja teria espaço para ficar mais folgado, além de favorecer o consumo doméstico e as exportações, que foram estimados em 49 e 92 milhões de toneladas, respectivamente. Nesse cenário, os estoques finais ficariam em 6,32 milhões de toneladas.

    Para a safra 2020/21, houve uma elevação da estimativa de importação, para 900 mil toneladas, com os estoques finais ficando em 3,79 milhões de toneladas.

    Fonte: Assessoria de imprensa StoneX

  • TECNOLOGIA É FUNDAMENTAL PARA MELHOR DESEMPENHO DA SOJA

    Para garantir uma produção que contemple as boas práticas, é fundamental que produtores se atentem aos mais rigorosos controles de qualidade, a começar pelo tratamento das sementes, garantindo elevados índices produtivos. Segundo Emanuel Soto da Laborsan Agro, empresa especializada em tecnologia usada no tratamento de sementes (TS), essa etapa é fundamental para assegurar a excelência do cultivo de uma propriedade. “Com técnicas e produtos adequados e bem recomendados para cada necessidade, o TS contribui para rendimentos elevados na lavoura. Com o aumento da produtividade é possível produzir mais grãos sem aumentar a área plantada”, explica.

    Destaca-se as tecnologias cada vez mais empregadas no TS, que além de equipamentos mais sofisticados e precisos na aplicação, o uso de polímeros e pós secantes que permitem uma otimização do processo, diminuindo perdas das sementes tratadas e trazendo maior segurança as sementes tratadas.

    Emanuel Soto vê essa grande evolução do TS: “o tratamento de sementes atualmente evolui para um processo mais eficiente realizado em equipamentos automatizados e mais precisos, o TSI, e que utilizam da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO® , o que viabiliza aumentos de caldas com eficiência operacional ao processo, além, da potencialização dos resultados dos produtos utilizados no TS”.

    Outras dicas que a Laborsan Agro destaca para um melhor tratamento de sementes:

    1- Uso de sementes certificadas e com alta qualidade fisiológica (germinação e vigor);

    2- Recomendação correta dos produtos que compõem a calda de TS.  Trabalho realizado através de assistência técnica por profissionais conhecedores da real necessidade e aptos em fazerem uma recomendação agronômica com produtos mais eficientes possíveis e recomendados a cultura, frente aos desafios relacionados à patógenos, pragas, nutricional, fisiológico etc. Destaque também para a necessidade em se atentarem à compatibilidade entre os produtos que compõem a calda de TS.

    3- Uso da Tecnologia Film-coating LABORSAN AGRO®: adesão, proteção às sementes tratadas, melhor recobrimento, fluidez operacional, plantabilidade , maior segurança ao homem e ao meio;

    4- Equipamentos calibrados e adequados visando aplicação mais eficaz (melhor recobrimento, diminuição de danos às sementes);

    5-  Segurança ao homem e ao meio como uso de EPIs adequados e em local mais apropriado possível, evitando contaminações e, por fim, destinar corretamente os resíduos da operação e possíveis sobras de sementes tratadas.

    O tratamento de sementes, então, entra como etapa fundamental no cultivo de soja, protegendo, nutrindo, inoculando etc. na fase inicial da cultura. “É dessa forma que a sojicultura conseguirá ainda mais êxito no mercado internacional, oferecendo produtos que tenham sido bem cuidados em todas as etapas da produção. Com mais produtividade estratégica, temos mais rentabilidade e sustentabilidade”, finaliza Soto.

    Fonte: AGROLINK

    https://www.agrolink.com.br/