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jul 24 2024 Exportações de soja do Brasil devem crescer 21% em julho
Janela de embarques mais estendida é sinal da preferência chinesa pelo grão brasileiro ante ao norte-americano
O Brasil deve embarcar até 10,434 milhões de toneladas de soja em julho, de acordo com o levantamento semanal da Associação Brasileira dos Exportadores de Cereais (Anec).
O volume é 21,2% superior ao mesmo mês do ano passado, quando as vendas ao exterior somaram 8,606 milhões de toneladas. Já em junho deste ano, o país comercializou para outros países 13,942 milhões de toneladas.
Na semana encerrada dia 20 de julho, o Brasil embarcou 2,277 milhões de toneladas. Já para o período entre 21 e 27de julho, a Anec indica a exportação de 2,086 milhões de toneladas.
Farelo de soja
Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,401 milhões de toneladas em julho. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 2,166 milhões de toneladas. Em junho, ficou em 1,975 milhão de toneladas.
Na semana passada, as exportações ficaram em 458,748 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 677,232 mil toneladas.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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jul 24 2024 País colheu 97,8% do milho verão da safra 2023/24, afirma Conab
Em relação à semana anterior, houve avanço de 1 ponto porcentual e, em comparação com a igual período do ano passado, atraso de 0,8 ponto porcentual
A colheita da safra brasileira de milho verão 2023/24 alcançou, no país, 97,8% da área semeada até o último domingo (21), informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em levantamento semanal. Em relação à semana anterior, houve avanço de 1 ponto porcentual e, em comparação com a igual período do ano passado, atraso de 0,8 ponto porcentual. Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já concluíram a colheita, enquanto a retirada do cereal dos campos ainda estava em 99% na Bahia, 92% no Piauí e 79% no Maranhão.
A colheita de milho de segunda safra 2023/24 atingia 79,6% da área no país até domingo, avanço de 5,4 pontos porcentuais em relação à semana anterior e de 31,7 pontos porcentuais ante igual período do ano passado. Mato Grosso, maior produtor nacional do grão, está com a colheita mais adiantada, com 97,7% da área já retirada, enquanto Maranhão tem os trabalhos mais lentos, com 44% da área colhida.
A colheita de algodão 2023/24 alcançava, até domingo, 20,5% da área plantada, avanço de 3,8 pontos porcentuais na semana e 2,3 pontos porcentuais à frente de 2022/23. Goiás lidera o ranking, com 52% da área colhida. Já Mato Grosso, o maior produtor da fibra, havia colhido até domingo 15,8% da área.
Quanto à safra de inverno 2023/24, a Conab informou que o plantio de trigo alcançou 96,8% da área estimada até o último domingo, avanço de 4,7 pontos porcentuais na semana e atraso de 1,1 ponto porcentual na comparação com a temporada passada. No Sul, que concentra a produção do cereal, a semeadura continua nos três estados produtores. O Rio Grande do Sul semeou 97% da área prevista; Paraná, 99%, e Santa Catarina, 64%. A Secretaria de Agricultura do Paraná considera o plantio de trigo concluído no estado.
Já a colheita de trigo alcançava, até domingo, 3,9% da área estimada em 2023/24, avanço de 0,4 ponto porcentual em relação à semana passada e atraso de 1,9 ponto porcentual ante igual período do ano passado. Apenas Goiás (73%) e Minas Gerais (23%) já iniciaram a retirada do cereal do campo.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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jul 24 2024 Carne bovina: produção vai crescer no Brasil; China e EUA aumentam compras
S&P Global Commodity Insights indica que exportações atingiram nível histórico no 1º semestre
A produção de carne bovina no Brasil deve crescer 6,71% em 2024, de acordo com relatório da S&P Global Commodity Insights, enquanto a previsão de alta da exportação é de 12,7%. No primeiro semestre de 2024, as exportações de carne bovina refrigerada e congelada alcançaram um nível histórico, totalizando 1,13 milhão de toneladas, um aumento de 29% em comparação ao igual período do ano passado.
As exportações para a China, que representam cerca de 44% do total dos embarques brasileiros de carne bovina, cresceram 10% no período. Já as exportações para os Estados Unidos aumentaram 26%.
Os preços da carne bovina no Brasil registraram aumento de 5% em julho, com a avaliação de preço do Platts Brazil Beef Marker em US$ 4.275 por tonelada no dia 19 de julho. Este aumento é sustentado pela crescente demanda externa, especialmente da China e dos Estados Unidos, segundo o relatório.
Mercado para carne bovina no segundo semestre
No entanto, os analistas da S&P Global Commodity Insights consideram que a firmeza dos preços observada em julho não deve se manter no segundo semestre.
A expectativa é de que a demanda chinesa diminua nos próximos meses em virtude do aumento dos estoques de carne bovina e da recuperação total da produção de carne suína na China, o que está levando os consumidores a optar por proteínas mais acessíveis.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/