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set 11 2024 Consultoria divulga estimativas da safra 2024/25 de soja
Previsões têm influência das queimadas que atingiram o país
A consultoria de agronegócio AgResource Brasil, filial da AgResource Company, divulgou suas estimativas para a safra da soja 2024/25. De acordo com Raphael Mandarino, diretor da AgResource Brasil, as previsões da consultoria são inferiores às do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), principalmente devido às queimadas devastadoras que atingiram o país recentemente.
O fenômeno climático La Niña na região sul do Brasil pode agravar ainda mais a produtividade. “Esses fatores nos levaram a ajustar nossas estimativas, prevendo um incremento na área plantada em algumas regiões, enquanto outros locais sofreram perda de potencial nutricional”, explica Mandarino.
Produção e produtividade da soja
Para a produção da soja da safra 2024/25, a AgResource Brasil estima 164,05 milhões de toneladas (MMT), o que representa uma redução de 2,93% em relação à estimativa do USDA, que é de 169 MMT. Comparado à previsão do USDA para agosto do ano passado, a estimativa da AgResource para a safra 2023/24 é 7,2% superior, totalizando 153 MMT.
Considerando uma área estimada de 46,8 milhões de hectares e a produção em 164,05 MMT, a estimativa de produtividade da AgResource para a próxima safra de soja é de 3,5 toneladas por hectare (T/Ha), número 1,91% abaixo da estimativa do USDA para 2024/25, mas 4,92% maior do que o estimado pelo USDA em 2023/24.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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set 11 2024 Arroz: balança comercial volta a ser positiva em agosto
Apesar da queda nas exportações em agosto/24, o volume de arroz embarcado foi o segundo maior do ano, voltando a superar as importações.
Após três meses consecutivos de saldo negativo, a balança comercial do arroz voltou a ser positiva em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas.No acumulado de 12 meses, porém, o déficit é de 185,4 mil toneladas, o maior desde out/21. De acordo com dados da Secex, compilados e analisados pelo Cepea, apesar da queda nas exportações em agosto/24, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, voltando a superar as importações.Os preços de exportação e importação, por sua vez, subiram, mas o custo de importação (em R$/saca) atingiu a máxima nominal de toda série Secex.O custo FOB (Free on Board) na origem do produto foi de US$ 478,36/t em agosto/24, ou de R$ 132,98/saca de 50 kg. Se deflacionado pelo IGP-DI, trata-se da média mais alta desde ago/15, quando atingiu R$ 134,03/sc de 50 kg.Fonte: https://www.canalrural.com.br/ -
set 11 2024 Milho: exportações podem chegar a cerca de 6,5 milhões de t em setembro
Em setembro do ano passado, o Brasil embarcou 9,425 milhões de t de milho; já em agosto os embarques do cereal somaram 6,429 milhões de t
Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetam que o Brasil deverá exportar 6,469 milhões de toneladas de milho em setembro.Em setembro do ano passado, o Brasil embarcou 9,425 milhões de toneladas de milho. Em agosto, os embarques do cereal somaram 6,429 milhões de toneladas. No acumulado de 2024, os embarques de milho atingem 23,531 milhões de toneladas.De acordo com a Anec, na semana entre 1 e 7 de setembro, foram registrados embarques do cereal de 1,322 milhão de toneladas. Entre 8 e 14 de setembro, os embarques estão projetados em 2,007 milhões de toneladas de milho.
Preços do milho seguem em alta, diz Cepea
Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os preços do milho seguem em alta no mercado doméstico. De acordo com pesquisadores do centro, essa valorização está relacionada ao aumento da demanda internacional e às preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra de verão no Brasil.
Vendedores, atentos às recentes altas tanto no mercado externo quanto interno, estão limitando o volume ofertado, o que colabora para a sustentação dos preços.
A procura internacional pelo milho brasileiro tem crescido, impulsionada pela maior paridade de exportação, aponta o levantamento. Além disso, compradores internos estão retomando negociações, buscando recompor estoques e/ou se antecipar a possíveis novas valorizações nos próximos dias.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/