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10 de outubro de 2024

  • Chuva acima ou abaixo da média? Inmet te mostra previsão até dezembro

    Boletim Agrometeorológico do Instituto informa sobre concentração de precipitações e outros fenômenos climáticos de Norte a Sul

    O Boletim Agroclimatológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem como objetivo levar até aos usuários informações climáticas direcionadas às atividades do campo.

    Nesta edição, o documento traz a previsão para as cinco regiões para os meses de outubro, novembro e dezembro. Confira:

    Sul

    A previsão indica condições favoráveis para chuvas acima ou próximas da média no Rio Grande do Sul, enquanto, no Paraná e em Santa Catarina, as precipitações devem ficar abaixo da média.

    O boletim destaca que a temperatura do ar deve se manter acima da média histórica em grande parte da região, especialmente no Paraná, no oeste de Santa Catarina e no noroeste do Rio Grande do Sul.

    Para os próximos meses, o balanço hídrico prevê níveis elevados de umidade no solo na maior parte da Região Sul, em função das chuvas recentes. No entanto, o centro-sul do Rio Grande do Sul, níveis mais baixos de umidade no solo em dezembro podem ser registrados.

    Sudeste

    A previsão para o trimestre aponta chuvas próximas ou abaixo da média na maior parte da região, exceto no Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde as precipitações podem ficar ligeiramente acima da média devido à passagem de frentes frias.

    As temperaturas devem permanecer acima da média histórica nos próximos meses, especialmente no oeste de Minas Gerais e no norte de São Paulo, durante o mês de outubro.

    Há uma tendência de redução do armazenamento hídrico no solo em grande parte da região durante outubro, com exceção do sul e leste de São Paulo e do Rio de Janeiro, onde os níveis de umidade podem continuar elevados.

    Já a partir de novembro, espera-se aumento dos níveis de umidade do solo em toda a região, exceto no noroeste de São Paulo, que deverá manter níveis baixos de armazenamento.

    Centro-Oeste

    A previsão do Inmet para o trimestre indica chuvas próximas ou abaixo da média em grande parte da região. As temperaturas devem continuar acima da média climatológica nos próximos meses, com a possibilidade de dias de calor intenso em algumas áreas, devido à presença de massas de ar seco e quente.Com a diminuição das chuvas e a elevação das temperaturas ao longo de outubro, espera-se uma redução dos níveis de água no solo em quase toda a região, exceto no sul de Mato Grosso do Sul. Entretanto, a partir de novembro, o retorno das chuvas poderá aumentar os níveis de umidade do solo em grande parte da região.

    Norte

    A previsão climática indica chuvas próximas ou abaixo da média nos próximos meses em grande parte da região. No entanto, em áreas de Roraima e Acre, os totais de chuva poderão ficar acima da média histórica.

    As temperaturas médias devem se manter acima da climatologia em toda a região, embora haja uma leve queda em relação ao mês anterior devido ao retorno gradual das chuvas.

    Já no mês de outubro, os níveis de umidade no solo devem permanecer baixos em grande parte da região. Para novembro, espera-se uma elevação nos níveis de água no solo, exceto no nordeste da Amazônia, centro-norte do Pará e Amapá, onde os níveis ainda permanecerão baixos.

    Por fim, em dezembro, o armazenamento hídrico deve aumentar em grande parte da região com o retorno mais consistente das chuvas.

    Nordeste

    A previsão indica chuvas abaixo da média climatológica na maior parte da Região Nordeste, com algumas precipitações chegando ao sul da Bahia.Quanto às temperaturas, devem ficar acima da média histórica em toda a região, especialmente no interior, devido à diminuição das chuvas nos próximos meses.

    Para os próximos três meses, prevê-se baixos níveis de água no solo na maior parte da região. No entanto, no sul da Bahia, os níveis de umidade do solo devem aumentar gradualmente com o retorno das chuvas.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • Conab: semeadura de milho verão safra 24/25 atinge 25,9% da área

    Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira (7), 5,1% da área, avanço de 2,7 p.p. em relação à semana anterior

    A semeadura de milho verão no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (6), 25,9% da área prevista, avanço de 4,3 pontos porcentuais ante a semana anterior. A informação parte da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em relatório semanal de progresso de safra publicado nesta terça-feira (8).

    Em comparação com igual período da safra passada, há atraso de 0,9 ponto porcentual. O Paraná, com 74% da área semeada, lidera os trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, com 73%, e de Santa Catarina, com 55%.

    Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira (7), 5,1% da área, avanço de 2,7 pontos porcentuais em relação à semana anterior, mas atraso de 5 pontos porcentuais em relação a igual período da safra 2023/24, quando 10,1% da área já havia sido trabalhada.

    O Paraná, com 22% da área plantada, lidera os trabalhos, seguido de Mato Grosso do Sul, com 10%. Mato Grosso, o principal estado produtor de soja do país, semeou, até ontem, 3,7% da área prevista.

    Em relação ao arroz, até este domingo,13,1% da área havia sido semeada, avanço de 2,5 pontos porcentuais ante a semana passada e de 1,5 ponto porcentual na comparação com igual período da safra 2023/24. Santa Catarina já plantou 55% da área, seguido por Goiás, com 15%. O Rio Grande do Sul, principal produtor, semeou 11%.

    Quanto à colheita de trigo 2023/24, até o domingo, 36,7% da área havia sido ceifada, avanço de 5,8 pontos porcentuais em relação à semana passada, mas atraso de 4,3 pontos porcentuais em relação a igual período da safra passada.

    Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia já encerraram a colheita do cereal. Entre os maiores estados produtores, o Paraná contava com 62% da área trabalhada. Já o Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • Como a manutenção de equipamentos influencia no sucesso da lavoura de soja?

    A boa produtividade também está ligada às medidas de prevenção em máquinas agrícolas

    A manutenção preventiva de máquinas agrícolas é uma estratégia que pode reduzir a perda de produtividade nas lavouras de soja. De acordo com a RZK Agro, essa prática pode elevar a eficiência em até 30%, por meio de ações programadas, como inspeções e troca de peças, ações que garantem o funcionamento ideal dos equipamentos.
    Os benefícios incluem a redução de paradas inesperadas, o aumento da vida útil das máquinas e a diminuição de custos. Ações não planejadas podem causar perdas de até 25% na disponibilidade dos equipamentos, afetando a rentabilidade. Além disso, máquinas com peças originais apresentam custos de manutenção até 60% inferiores.

    Edison Ramos, pesquisador da Embrapa Soja, destaca que o desgaste dos componentes das máquinas é normal e que a fase de semeadura deve ocorrer no momento mais oportuno, com a umidade do solo adequada. “Ter o equipamento revisado e pronto para a operação é fundamental para o sucesso”, esclarece.

    E na colheita?

    A manutenção preventiva é essencial tanto durante o ciclo da cultura quanto na colheita. Ela permite a troca de peças em iminência de quebra durante a entressafra, quando a demanda de mão de obra é menor. Manutenções periódicas, sejam preventivas ou preditivas, aumentam a vida útil das máquinas e identificam problemas antes que se tornem maiores.

    Inspeções realizadas por profissionais qualificados reduzem riscos de quebra e tornam as operações mais previsíveis. Esses especialistas podem melhorar o desempenho das máquinas por meio de regulagens corretas, beneficiando desde a semeadura até a colheita.

    Segundo Ramos, um programa de manutenção preventiva garante que as máquinas estarão prontas para uso nos momentos críticos. A Embrapa recomenda inspeções anuais antes das operações de semeadura e colheita para trocar itens desgastados, como mangueiras e correias. Investir nessa manutenção é fundamental para produtores que buscam maximizar a eficiência e a rentabilidade, assegurando o bom desempenho das máquinas.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/