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16 de outubro de 2024

  • Safra 2024 alcançará 295,1 mi de toneladas, 6,4% menor que a de 2023, diz IBGE

    Resultado é 1,2 milhão de toneladas menor que o previsto no levantamento de agosto

    A safra agrícola de 2024 deve totalizar 295,1 milhões de toneladas, 20,2 milhões de toneladas a menos que o desempenho de 2023, um recuo de 6,4%.

    Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de setembro, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (15).

    O resultado é 1,2 milhão de toneladas menor que o previsto no levantamento de agosto, uma queda de 0,4%.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • La Niña atrasa e pode haver mais chuva no Brasil; entenda

    Outros fenômenos climáticos retardaram a ocorrência do La Niña, que estava previsto para setembro, provocando alterações no tempo em regiões brasileiras

    Novas previsões climáticas mostram a possibilidade de atrasos na ocorrência do fenômeno La Niña, anteriormente projetado para ter início em setembro deste ano. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAAA) ainda indica a possível atuação da La Niña, mas outros fenômenos climáticos estão influenciando as condições de chuva no Brasil, como a Oscilação de Madden-Julian (MJO) e o Global Atmospheric Angular Momentum (GLAAM).

    Conforme explica a Climatempo, a Oscilação de Madden-Julian (MJO), que circula pelo planeta e influencia a formação de nuvens e tempestades, está se deslocando do Sudeste Asiático em direção ao Oceano Pacífico.

    Isso trará mais umidade para as regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil nas próximas semanas, beneficiando estados como Mato Grosso e Goiás, que enfrentam longos períodos de seca. Com essa mudança, as chuvas devem ocorrer de forma mais frequente e intensa, aliviando a estiagem em áreas críticas.

    Outro fator relevante é o Global Atmospheric Angular Momentum (momento angular atmosférico global), que mede a rotação da atmosfera ao redor do globo. A previsão é de um pico no GLAAM em sua fase positiva, o que implica ventos mais fortes em grandes altitudes, conhecidos como correntes de jato.

    Esses ventos ajudam a movimentar os sistemas climáticos e intensificar as chuvas no Hemisfério Sul. No entanto, o fortalecimento do vórtice polar antártico, localizado sobre a Antártica, pode confinar o ar frio e reduzir a possibilidade de ondas de frio intenso no Brasil.

    A combinação desses fenômenos, especialmente a MJO e o GLAAM, tem retardado o resfriamento das águas do Pacífico, o que pode atrasar ou suavizar a La Niña. Ainda assim, meteorologistas não descartam a ocorrência do fenômeno, embora ele seja esperado com menor intensidade e curta duração.

    Nas próximas semanas, as chuvas devem se intensificar no Centro-Oeste, Sudeste e Norte do Brasil, com maior incidência em estados que enfrentam seca prolongada, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. O aumento da umidade e os ventos rápidos favorecem a formação de sistemas de baixa pressão, o que amplia as chances de chuvas volumosas nessas regiões.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

     
  • Horário de verão: governo toma decisão definitiva; saiba aqui

    Alexandre Silveira, de Minas e Energia, afirmou que a segurança energética do país está garantida, mas não descartou adoção da medida em 2025

    O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta quarta-feira (16) em coletiva de imprensa que o governo decidiu não adotar o horário de verão em 2024.
    De acordo com o titular da pasta, a definição foi baseada em novos estudos apresentados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
    “Chegamos à conclusão de que não há necessidade de implementar o horário de verão neste período. A segurança energética está garantida”, afirmou.

    Horário de verão pode voltar em 2025

    Embora a medida não seja adotada em 2024, Silveira não descartou a possibilidade de retomar o horário de verão em anos futuros. Ele ressaltou que a política pode ser reavaliada, especialmente em momentos de crise energética.

    “Podemos, após o verão, considerar o retorno dessa política para 2025. Defendo a implementação do horário de verão no Brasil”, destacou o ministro.

    A decisão de não implementar o horário de verão ocorre após a extinção da medida em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde então, a política tem sido avaliada de acordo com as necessidades energéticas do país.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/