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25 de outubro de 2024

  • ‘Cuidado com o umbigo do bezerro é essencial para evitar infecções’, alerta especialista

    Tratamento com iodo é essencial para evitar infecções que podem comprometer a saúde do bezerro

    O manejo adequado de maternidade em bovinos de corte é um ponto crucial para a saúde dos bezerros e para a produtividade das fazendas, tema que tem levado muitos pecuaristas a buscarem treinamentos especializados com foco nos cuidados durante o parto. Durante o programa Raio-X da Pecuária, a coordenadora do grupo de cria do Instituto Desenvolve Pecuária, Elisia Corrêa, destacou a importância desse tipo de capacitação para os produtores e seus colaboradores.

    Segundo Corrêa, o Instituto Desenvolve Pecuária, localizado no Rio Grande do Sul, desempenha um papel essencial para os produtores associados, com um grupo que promove troca de informações e suporte técnico. “Nosso grupo auxilia em situações que vão desde a indicação de um técnico até o apoio imediato em casos específicos na fazenda”, explicou Elisia, mencionando que o instituto conecta os pecuaristas com profissionais experientes e técnicos capacitados.

    Entre os problemas recorrentes, Corrêa cita a distocia, condição em que o bezerro enfrenta dificuldades durante o parto, o que exige manejo cuidadoso. “Quando isso ocorre, é necessário um acesso técnico cuidadoso e, em alguns casos, o uso de ferramentas específicas. O tratamento do umbigo com iodo é essencial para evitar infecções que podem comprometer a saúde do bezerro”, explicou a coordenadora.

    A demanda por treinamentos surgiu após uma pesquisa com associados do grupo de cria, destacando o interesse em capacitação. “Organizamos treinamentos em Pelotas e São Gabriel, onde os colaboradores dos associados puderam participar e aprender técnicas de manejo importantes para o parto,” detalhou.

    Para produtores interessados, Corrêa informou que o instituto está aberto a novos participantes e já planeja ampliar os cursos em 2025 com treinamentos mensais sobre diversos temas. “Esses treinamentos valorizam a mão de obra e qualificam o trabalho nas propriedades. Esse investimento fez muitos colaboradores sentirem-se valorizados, um ponto crucial para a eficiência nas fazendas,” concluiu.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • Plantio do milho alcança 68% da área no RS, mas controle da cigarrinha segue como desafio

    De forma geral, plantio do cereal tem se beneficiado das chuvas frequentes e bem distribuídas no estado

    A semeadura de milho já alcança 68% da área projetada para a safra no Rio Grande do Sul, diz o boletim semanal da Emater-RS.

    A maior parte das lavouras do estado encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo (96%), e as áreas plantadas mais precocemente estão em florescimento (4%).

    De acordo com o órgão, para que o plantio do cedo seja concluído, ainda restam semeaduras nas regiões da Campanha e dos Aparados da Serra.

    Umidade do solo

    A Emater aponta que as chuvas frequentes e bem distribuídas mantiveram a umidade do solo em níveis adequados, além da alta incidência de radiação solar durante o dia e das temperaturas amenas à noite, que favoreceram o bom estande de plantas e o elevado potencial produtivo.

    Segundo os técnicos do órgão, na maior parte das regiões, a adubação nitrogenada em cobertura, executada entre os estágios vegetativos V2 e V4 de 2 e 4 folhas estendidas foi concluída.

    “A cultura responde bem devido às condições favoráveis de umidade do solo, que garantiram a dissolução adequada do nutriente e sua assimilação pelas plantas no momento oportuno. Para as lavouras em estágio de V6 a V8, os produtores aproveitaram as previsões de chuva para antecipar a aplicação da segunda dose de nitrogênio em cobertura, visando maximizar a eficiência da absorção do nutriente”, informa o boletim.

    Manejo da cigarrinha-do-milho

    Em relação ao manejo fitossanitário, a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) precisou ser
    controlada no Alto Uruguai, onde os danos têm sido mais intensos.

    “Pontualmente, no Planalto e no Alto da Serra do Botucaraí, também ocorreram aplicações. Nas regiões do Baixo Médio Uruguai e Noroeste Colonial, foram realizadas aplicações preventivas de fungicidas devido às condições favoráveis de infecção por doenças”, destaca o documento.

    Para a atual safra 2024/25, a Emater/RS estima o cultivo de 748.511 hectares de milho, com produtividade média de 7.810 kg/ha.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • No Rio Grande do Sul, temperaturas amenas beneficiam o plantio da soja

    Dias ensolarados têm favorecido a semeadura no estado, com expectativas de crescimento no plantio do grão

     As condições climáticas favoráveis, com dias ensolarados e temperaturas amenas, têm beneficiado o avanço da semeadura da soja no Rio Grande do Sul nesta semana. Segundo a Emater, a área semeada atingiu 3% da área total estimada, embora o crescimento tenha sido limitado devido à prioridade de outras atividades, como a colheita de cereais de inverno e a semeadura de arroz.

    Na Metade Sul do estado, muitos produtores enfrentam desafios para a aquisição de insumos. Há relatos de que alguns conseguem acessar apenas 50% do valor habitual, o que gera incertezas e aumenta o risco de estabelecimentos de lavouras com níveis tecnológicos mais baixos.

    A área de cultivo projetada pela Emater/RS-Ascar está estimada em 6.811.344 hectares, com uma produtividade média esperada de 3.179 kg/ha. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/