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dez 02 2024 CCGL sedia encontro com produtores do projeto “Minha propriedade com Smartcoop”
Nesta quarta-feira, 27, a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) recebeu 20 produtores rurais e seus respectivos Assistentes Técnicos de Campo para o primeiro encontro do programa Gestão da Propriedade. A iniciativa, em parceria com o Sebrae, Sescoop, Fecoagro e Smartcoop, tem como objetivo qualificar os produtores em Gestão de Custos, com ênfase na construção e análise do Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE), por meio da plataforma Smartcoop.
O programa tem o intuito de aprimorar a gestão financeira das propriedades rurais, proporcionando aos produtores ferramentas estratégicas para aumentar a produtividade e rentabilidade de seus negócios. A plataforma Smartcoop se destaca como uma solução inovadora, que auxilia na organização e análise dos dados financeiros das propriedades.
Silvana Trindade, gerente de operações da CCGL, agradeceu a participação dos produtores e a colaboração dos parceiros envolvidos: “Agradecemos pela confiança e participação de todos os envolvidos neste encontro promissor. Estamos certos de que este programa trará resultados positivos para os produtores e contribuirá para o fortalecimento da gestão no campo.”
O projeto “Minha Propriedade com Smartcoop” é uma ação conjunta do Sebrae/RS, Sistema Ocergs, Fecoagro/RS e Smartcoop, que oferece consultoria especializada em gestão financeira para produtores rurais do sistema cooperativo gaúcho. O projeto visa beneficiar inicialmente 500 propriedades no estado, com encontros presenciais que somam 14 horas de capacitação, distribuídas em quatro encontros obrigatórios e um opcional.
A capacitação tem como foco a gestão financeira, a organização de dados e o uso estratégico da plataforma Smartcoop para otimizar os resultados das propriedades rurais.
Fonte: Comunicação CCGL
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dez 02 2024 Livro da Embrapa sobre agricultura de precisão na era digital já está disponível para download
Edição reúne os resultados alcançados in loco na produção das principais cadeias do agro, como milho, soja, trigo, cana e pastagem
Considerado pela presidente da Embrapa Silvia Massruhá como um divisor de águas, o terceiro livro da Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa e instituições parceiras traz como novidade os resultados de estudos sobre o uso de agricultura de precisão e digital na pecuária e em sistemas integrados, como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).
“Agricultura de Precisão: Um Novo Olhar na Era Digital” foi lançado nesta segunda-feira (25) em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, durante o Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP).
Realizado pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), a 10ª edição do ConBAP seguiu até o dia 27 focado em tecnologias para uma agricultura sustentável e de alta performance.
Essa edição do livro, que fecha a trilogia da Rede AP, reúne resultados expressivos alcançados em pesquisas desenvolvidas nas principais cadeias produtivas do agro brasileiro e em diferentes biomas nos últimos 15 anos.
Apoiado pela Câmara Temática de Agricultura Digital da Rede ILPF, a obra oferece suporte a professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação, produtores e prestadores de serviço do setor agrícola, e demais interessados no tema.
Para a presidente da Embrapa, ao reunir tecnologias e resultados efetivos, obtidos na aplicação de agricultura de precisão e digital no cultivo de grãos, plantas perenes e na pecuária, a obra será de utilidade para diferentes públicos.
“Este livro, na forma como seu conteúdo está magistralmente organizado e apresentado, surge como um divisor de águas no tema e será fundamental para renovar os laços de ciência e empreendedorismo, pilares que sustentam a eficiente e competitiva agricultura brasileira há décadas”, afirma a presidente em texto de apresentação no livro.
Avanço do conhecimento
Com o objetivo de apresentar os resultados de pesquisa da Rede AP e instituições parceiras, o livro com 600 páginas conta com 90 capítulos distribuídos em cinco seções: culturas anuais, perenes, pecuária, sistemas integrados e tecnologias.
São cerca de 300 autores de 20 instituições, públicas e privadas, nacionais e internacionais, que durante dois anos atuaram em diversas frentes de trabalho para dar forma e materializar a obra disponível on-line e gratuitamente aqui.
O pesquisador da Embrapa Instrumentação, um dos membros do comitê editorial do livro Luís Henrique Bassoi lembra que o uso da agricultura digital junto com a agricultura de precisão avançou muito desde o segundo livro.
“A publicação atual apresenta pesquisas realizadas no formato on-farm (o experimento ocorre em áreas de produção) em cultura de algodão, milho, soja, trigo, cana-de-açúcar, pastagem, videira, macieira, bem como metodologias, tecnologias habilitadoras e portadoras de futuro com potencial disruptivo, que contribuem para a gestão da variabilidade das propriedades brasileiras, elevando-as a um novo patamar de produção, de forma sustentável”, diz.
Além de Bassoi, o comitê editorial do livro publicado pela editora Cubo é composto pelos pesquisadores Carlos Manoel Pedro Vaz, Lúcio André de Castro Jorge, Ricardo Yassushi Inamasu (Embrapa Instrumentação, São Carlos/SP); Alberto Carlos de Campos Bernardi (Embrapa Pecuária Sudeste, também de São Carlos); João Leonardo Fernandes Pires (Embrapa Trigo, Passo Fundo/RS) e Luciano Gebler (Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves/RS).
Pertinência do olhar digital
O professor do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), José Paulo Molin, que assina o prefácio da obra, diz que é muito pertinente esse olhar para a era digital, pois a agricultura de precisão, que produziu as primeiras inserções digitais no campo, depende fortemente dos avanços nas soluções digitais para alavancar práticas de campo ao mesmo tempo mais assertivas e escaláveis.
“A obra contempla e destaca essa transição e ao mesmo tempo, convenientemente, mantém aqueles agrupamentos (tecnologias, culturas anuais, culturas perenes) e avança em novas frentes”, reforça o professor.
Trabalho em rede
Em uma década e meia, os três livros produzidos pela Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa e instituições parceiras, criada em 2009 e composta por universidades, empresas privadas, fundações, institutos de pesquisas e centros da própria Embrapa, apresentaram mais de 200 estudos desenvolvidos em campos experimentais com culturas perenes e anuais, distribuídos pelo território nacional.
As obras somaram mais de 1.500 páginas e geraram uma ampla base de conhecimento no tema, disponíveis gratuitamente.
O trabalho em rede enfrentou desafios, antecipou tendências, contribuiu para disseminar o conceito da agricultura de precisão (AP) e impulsionou a adoção da técnica entre produtores brasileiros, que deixaram de ver a propriedade como um campo uniforme, para enxergar as diferenças em cada talhão.
“Assim, com a incorporação da AP, produtores rurais passaram a aplicar insumos de forma racional, para reduzir custos, riscos de degradação ambiental e aumentar a produtividade, como mostrou estudos recentes em culturas de milho e algodão. Em fazendas de Mato Grosso e Paraná, a recomendação de semeadura em taxa variável gerou ganhos de produtividade de até 8%, no milho, e 3%, no algodão”, afirma o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, José Manoel Marconcini.
Ele lembrou que obra “Agricultura de Precisão: Um Novo Olhar na Era Digital”, que fecha a trilogia, iniciada em 2011 com o livro “Agricultura de Precisão um Novo Olhar”, seguido pelo livro “Agricultura de Precisão Resultados de um Novo Olhar”, de 2014, é um marco na história de 40 anos da Embrapa Instrumentação, a serem completados no dia 18 de dezembro.
“O tema é de extrema importância para o desenvolvimento da agricultura brasileira, pois incorpora resultados de pesquisa com tecnologias avançadas em drones, automação, geoprocessamento, irrigação de precisão, entre outras que contribuem para mantermos a produtividade da agricultura brasileira”, reforça.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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dez 02 2024 Curso gratuito sobre fixação biológica de nitrogênio é oferecido por entidade
Versão atualizada do módulo é oferecida pela ANPII Bio e já foi assistida por mais de 600 alunos
Em um cenário onde a agricultura demanda cada vez mais práticas sustentáveis, o conceito de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) surge como uma técnica importante neste sentido, já que permite às plantas capturar o nitrogênio atmosférico e convertê-lo em uma forma utilizável, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos ao mesmo tempo que promove a saúde do solo.
A Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPII Bio) disponibiliza, gratuitamente e de forma online, seu curso sobre FBN, já assistido por mais de 4.500 alunos desde o seu lançamento, em 2020. Clique aqui para acessar.
O que é a FBN?
A FBN é uma prática que aumenta a produtividade das lavouras, contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e promove o sequestro de carbono.
“É inegável que o uso de insumos biológicos, aliado às boas práticas de manejo, é uma medida sustentável. Porém, para o agricultor, é preciso combinar sustentabilidade com rentabilidade”, pondera o Conselheiro Fundador da ANPII Bio, Solon Cordeiro de Araújo.
Os participantes aprendem desde a introdução ao nitrogênio e seu papel no solo, até o processo detalhado de fixação em leguminosas e o uso e manejo de inoculantes.
Módulos específicos abordam resultados de pesquisas científicas e tecnologias emergentes, como é o caso da coinoculação com Azospirillum, que tem mostrado resultados significativos na cultura da soja e outras gramíneas.
Dentre os benefícios que os estudantes podem esperar ao adotar as práticas e tecnologias ensinadas no curso, está a base sólida sobre como armazenar e utilizar os inoculantes de forma correta, o que resulta em melhores resultados no campo.
“Tanto os ensinamentos teóricos como práticos do curso possibilitam ao agricultor ter uma base de como armazenar e utilizar os inoculantes da forma correta e o porquê isso culmina em melhores resultados no campo”, destaca.
Versão atualizada do curso
O curso já foi assistido por mais de 600 alunos em sua versão atualizada. Lançada em 2023, a segunda edição inclui os mais recentes dados e resultados de pesquisas, além de uma reorganização dos conteúdos para uma melhor compreensão dos participantes.
As aulas estão disponíveis em formato de vídeo, além dos materiais em PDF, proporcionando uma experiência de aprendizado mais dinâmica e acessível.
Estudantes de agronomia, biologia e cursos técnicos ligados ao agronegócio compõem o público principal considerado pela ANPII Bio para essa qualificação por meio do curso EAD, mas as informações apresentadas são de utilidade para agricultores e consultores de forma geral, com linguagem acessível para quem faz parte do dia a dia do campo.
O curso conta com alunos de todas as regiões do Brasil e até mesmo estudantes do Paraguai, que se inscreveram após indicação de suas Universidades.
“Aprendi sobre a importância dos microrganismos na agricultura e como eles são essenciais para aumentar a produtividade das culturas e reduzir o uso de adubos químicos. Estou animado para aplicar essas técnicas nas minhas lavouras”, conta mestrando em Solos e Nutrição de Plantas na USP-ESALQ e um dos participantes do curso, Carlos Alcides Villalba.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/