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dez 13 2024 Sancionada lei que cria mercado regulado de carbono no Brasil
Lula sanciona, sem vetos, lei que cria mercado regulado de carbono no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto que cria um mercado regulado de carbono no Brasil, com o objetivo de estabelecer limites para a emissão de gases de efeito estufa. O texto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado, e foi publicado nesta quinta-feira (12), no Diário Oficial da União (DOU).
A nova lei prevê a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). Por meio desse sistema, as empresas vão poder compensar a emissão de gases poluentes comprando créditos de carbono ligados a iniciativas ambientais.
O sistema divide esse mercado entre dois setores, o regulado e o voluntário – o agronegócio está no segundo.
Um ato do Executivo poderá estabelecer regras de funcionamento dos órgãos que compõem a governança do SBCE, que será composto pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, por seu órgão gestor e pelo Comitê Técnico Consultivo Permanente.
Na regulamentação, deverá ser definido um teto para a emissão de gás carbônico em determinadas atividades produtivas. Para que uma empresa ultrapasse esse montante máximo, precisará comprar cotas de outra que não tenha usado todo o seu limite, no chamado comércio de permissões de emissões. Dessa forma, nunca haverá aumento efetivo da emissão de carbono.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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dez 13 2024 Confira as projeções para a soja em 2025
Abiove revisa projeções da soja para o próximo ano, com expectativas de recordes na produção e comercialização
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) revisou suas previsões para o complexo da soja em 2025, destacando números recordes para a produção e comercialização do grão e seus derivados. A expectativa é que a produção atinja 168,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento deve chegar a 57 milhões de toneladas. A produção de farelo de soja está projetada para 44 milhões de toneladas, e a de óleo para 11,4 milhões de toneladas.
As exportações também devem alcançar novos patamares, com a soja batendo 104,4 milhões de toneladas, o farelo chegando a 22,9 milhões de toneladas e o óleo de soja se mantendo em torno de 1,05 milhão de toneladas. As receitas totais com exportações devem somar US$ 50,8 bilhões. Além disso, a importação de óleo deve crescer para 150 mil toneladas, enquanto a de soja deverá ser de 500 mil toneladas, para complementar o mercado interno.
Em relação a 2024, as projeções não sofreram alterações significativas. A produção foi mantida em 153,3 milhões de toneladas, e o esmagamento seguiu para 54,5 milhões de toneladas. O volume de exportação cresceu levemente, com um aumento de 0,5%, totalizando 98,3 milhões de toneladas, enquanto o farelo e o óleo permaneceram em 22,1 milhões de toneladas e 1,3 milhão de toneladas, respectivamente.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/