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17 de janeiro de 2025

  • Serviço Veterinário Oficial reforça recomendações aos produtores sobre febre aftosa

    O Sistema Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), está acompanhando a notícia de um foco de febre aftosa registrado na região de Brandemburgo, na Alemanha, e faz alguns alertas para produtores e viajantes.

    “A ocorrência da febre aftosa na Alemanha só corrobora aquilo que já estamos falando há algum tempo: não é porque a gente não tem circulação viral que podemos relaxar com os cuidados, baixar a guarda”, afirma a coordenadora estadual do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA-RS),  Grazziane Rigon. A febre aftosa ainda tem registros na Ásia, na África e no Oriente Médio. Com a questão da globalização é possível a transmissão da doença de um continente para outro, lembrando ainda que a Venezuela é de risco desconhecido aqui na América, avalia Grazziane.

    Entre os principais cuidados que o produtor rural deve ter estão:

    – Estar alerta a alguns sintomas que os animais possam apresentar, como feridas na boca, nas patas, na região dos tetos, febre alta e animais babando ou mancando. No caso destes sintomas, é preciso notificar imediatamente a Inspetoria Veterinária mais próxima;

    – Realizar desinfecção dos veículos que entram na propriedade, como caminhões de leite ou ração, que são veículos que transitam entre propriedades;

    – Restringir o acesso de visitantes, principalmente na área onde ficam os animais;

    – Comprar animais com Guia de Trânsito (GTA), que são uma garantia de que aqueles animais estão em dia com as obrigações sanitárias;

    – Cercar bem o perímetro da propriedade.

    Já para os viajantes, o alerta principal é para que não tragam produtos de origem animal de forma ilegal, principalmente cárneos, como embutidos. De acordo com Grazziane, “o Vigiagro (Programa de Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura e Pecuária) faz um excelente trabalho de vigilância nos aeroportos para que estes produtos não entrem no Brasil, mas é sempre bom lembrar desta obrigatoriedade, já que é uma responsabilidade de todos”. Grazziane também cita que caso tenha ocorrido visita à exploração pecuária em área com ocorrência de aftosa é importante desinfetar roupas e calçados na chegada, além de evitar o contato com outros suscetíveis por, no mínimo, 48 horas.

    A Alemanha não registrava um caso de febre aftosa desde 1988. O Rio Grande do Sul é zona livre de febre aftosa sem vacinação e não registra um caso de febre aftosa desde 2001. Neste ano de 2025 completa quatro anos de status de zona livre de febre aftosa sem vacinação concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

    Mais informações, veja https://www.agricultura.rs.gov.br/aftosa

    Para notificações, entre em contato pelo whatsapp (51) 98445-2033 ou pelo e-mail: [email protected] ou [email protected]

    Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial

  • Milho está em plena colheita e atinge 16% da área total plantada

    A cultura do milho está em plena colheita no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (16/01) pela Emater/RS-Ascar, em algumas regiões as primeiras áreas colhidas apresentam excelentes resultados. Já foram colhidos 16% da área total estimada, 31% da cultura está em fase de maturação, 30% em enchimento de grãos, 11% floração e 12% em germinação e desenvolvimento vegetativo. A ausência de chuvas afeta as lavouras em estágio reprodutivo de maneira mais intensa e o plantio está impactado pela reduzida umidade do solo.

    Milho Silagem

    Tem continuidade a colheita de milho silagem no Estado. A produtividade dessas primeiras áreas está muito boa de maneira geral. As lavouras em fase reprodutiva estão sendo afetadas pela estiagem, principalmente nas regiões de Bagé, Santa Rosa, Santa Maria e Ijuí. Continua também o plantio de safrinha, sem maiores restrições na região Sul.

    Soja

    A última semana foi caracterizada por umidade relativa do ar muito baixa em grande parte do Estado. As chuvas que ocorreram foram muito desuniformes e de baixos volumes e, em algumas localidades, acentuaram-se os sintomas de déficit hídrico. O plantio da soja segue suspenso onde não choveu e, em certas lavouras, não há estande adequado de plantas. Das lavouras implantadas, 6% estão em enchimento de grãos e 30% em floração, fases que mais exigem água.

    As atuais condições climáticas têm trazido preocupação para os produtores e podem causar perdas irreversíveis nas culturas de verão, principalmente na soja. Estão sendo realizadas aplicações preventivas de fungicidas contra ferrugem-asiática e de inseticidas para tripes e ácaro principalmente.

    Arroz

    O desenvolvimento da cultura do arroz tem sido favorecido pela alta radiação solar, principalmente na fase reprodutiva dos cultivos. Segundo o Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga), a área implantada é de 927.885 hectares de arroz irrigado. A Emater/RS-Ascar estima produtividade inicial de 8.478 kg/ha.

    Feijão1ª Safra

    A colheita da primeira safra de feijão evoluiu na última semana, favorecida pelo clima seco, passando de 30% da área projetada. Os rendimentos alcançados estão em 1.600 kg/ha.

    Frutícolas

    Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em São Gabriel, os pomares de noz-pecã estão em fase de formação dos frutos. Os 25 hectares plantados já estão em fase de produção comercial, mas, nesta safra, deve ocorrer quebra devido à alta incidência de antracnose, provocada pelas chuvas excessivas no inverno e na primavera, bem como pela falta de chuvas, que vem se intensificando desde dezembro, levando a necessidade de irrigações.

    Os produtores de melancia do município relatam acentuada queda nos preços (de R$ 1,90/kg, praticado há poucas semanas, e, para R$ 0,70/kg na lavoura atualmente). A colheita alcança 50% de 52 hectares plantados.

    Em Itaqui, os produtores de melancia estão comercializando os frutos entre R$ 15,00 e R$ 25,00/unid, evitando vendas de cargas fechadas devido à queda no preço, que se dá pelo período de safra em todas as regiões produtoras do Estado. Devido às altas temperaturas e à intensa radiação solar, os produtores estão cobrindo as frutas em desenvolvimento com papel ou palha para evitar queimaduras.

    Na região de Ijuí, os frutos de melão e melancia apresentam tamanho muito superior aos obtidos nos últimos anos, além de excelente sabor. Em relação às videiras, houve melhora no desenvolvimento dos ramos vegetativos, mas baixo potencial produtivo. Nos viveiristas locais, a produção de mudas de morango está sendo ampliada, e as matrizes têm emitido um alto número de estolões.

    Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial

  • NF-e agora obrigatória: Emissão gratuita disponível para associados via Smartcoop

    A partir de 2025, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) será obrigatória para todos os produtores rurais no Brasil, substituindo o modelo 4 (talão de produtor), que será definitivamente descontinuado. Para facilitar a adaptação a essa nova exigência, a plataforma Smartcoop oferece uma solução prática para a emissão da NF-e, garantindo que todos os associados de cooperativas que fazem parte da plataforma possam se adequar com segurança e eficiência.

    Mudança obrigatória para a NF-e:

    A partir de 3 de fevereiro de 2025, todos os produtores rurais que, nos anos de 2023 ou 2024, obtiveram receita bruta superior a R$ 360 mil com a atividade rural, deverão emitir a Nota Fiscal Eletrônica (modelo 55) para todas as suas operações internas. Quem ainda utilizar o modelo 4 (talão de produtor) poderá continuar até 30 de junho de 2025, mas a partir de 1º de julho, o uso do talão será proibido. Já a partir de 5 de janeiro de 2026, a obrigatoriedade se estenderá a todos os produtores rurais, independentemente do faturamento, e o modelo 4 será totalmente descontinuado.

    Emissão simplificada via Smartcoop:

    A Smartcoop oferece uma solução prática, segura e gratuita para a emissão de NF-e. O Smartcoop NF-e utiliza o Certificado Digital SafeID para a assinatura das notas fiscais, garantindo autenticidade e segurança. O SafeID é um certificado digital armazenado em nuvem, desenvolvido com tecnologia Safeweb, e pode ser adquirido diretamente na sua cooperativa. Essa solução foi projetada para simplificar o processo, eliminar burocracias e permitir que os produtores se adéquem rapidamente às novas exigências legais.

    As cooperativas oferecem suporte para que os produtores possam tirar dúvidas, entender os processos e obter auxílio na utilização da plataforma Smartcoop e têm um papel importante nesse processo, fornecendo o apoio necessário para que todos os associados se adaptem de forma tranquila e eficiente à nova obrigatoriedade.

    Não deixe para a última hora!

    A obrigatoriedade da NF-e será implementada gradualmente, e o tempo para adaptação está se esgotando. Com a plataforma Smartcoop, você pode iniciar o processo de emissão de NF-e agora mesmo, garantindo que sua propriedade esteja em conformidade com a legislação antes que o prazo final chegue. Aproveite o suporte das cooperativas e facilite sua transição para a NF-e. Para mais informações, entre em contato com sua cooperativa.

    Fonte: Comunicação CCGL