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27 de janeiro de 2025

  • Smartcoop leva eficiência e rentabilidade ao campo com gestão integrada de dados

    A gestão eficiente de dados se tornou essencial para o produtor rural que busca rentabilidade e sustentabilidade em suas atividades. Para atender a essa necessidade, a plataforma Smartcoop permite o gerenciamento integrado de talhões, rebanhos e finanças diretamente na palma da mão, através do celular.

    Com a Smartcoop, o produtor rural pode registrar dados detalhados de sua propriedade, acessando indicadores produtivos que facilitam decisões estratégicas. “As informações geradas pela plataforma aproximam muito mais o técnico do produtor. Assim fica mais fácil traçar metas e tomar decisões assertivas para melhorar os resultados da propriedade”, explica Greici Cortez Sawitzki, Assistente Técnica de Campo da CCGL.

    A proposta da ferramenta é simples e poderosa: transformar dados em decisões. Ao consolidar informações em um único sistema, a plataforma permite que o produtor tenha uma visão clara e completa do desempenho de sua atividade, promovendo melhorias contínuas com foco na sustentabilidade e na rentabilidade.

    A Smartcoop reafirma o compromisso das cooperativas com a modernização do agronegócio, oferecendo aos produtores uma ferramenta que conecta e gestão para transformar a realidade do campo. Se você ainda não faz parte do ecossistema de inovação fornecido pela Smartcoop, procure sua cooperativa e use a plataforma totalmente gratuita.

    Fonte: Comunicação CCGL

  • Soja: índice de vegetação das lavouras do Sul anunciam quebra de safra

    Expectativa de chuva acima da média nos próximos dias não deve reverter quadro de seca nas lavouras, aponta EarthDaily Agro

    A seca persistente traz o risco de quebra de safra de soja 2024/25 em toda a Região Sul do Brasil, mostram as imagens de satélite da EarthDaily Agro.

    Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná têm enfrentado baixa precipitação desde dezembro, com impactos claros nas condições das lavouras, conforme apontado pelo índice de vegetação (NDVI).

    Felippe Reis, analista de culturas da empresa, enfatiza que nas lavouras gaúchas, a umidade do solo diminuiu drasticamente nas últimas semanas, e mesmo com previsão de chuva nos próximos dias, o volume esperado parece insuficiente para recuperar as condições das lavouras.

    NDVI do Rio Grande do SulNDVI do Rio Grande do Sul. Imagem: EarthDaily Agro

    Segundo ele, o NDVI apresenta sinais de deterioração, embora em níveis melhores que os dos anos críticos de 2022 e 2023.

    NDVI de Santa Catarina
    NDVI de Santa Catarina

    Já em Santa Catarina, até meados de dezembro, o volume de chuvas foi considerado satisfatório. “No entanto, a seca ganhou força em janeiro, causando deterioração evidente no NDVI, ainda que este esteja em níveis superiores aos de 2022”, ressalta.No Paraná, por sua vez, desde o final de dezembro, as lavouras têm apresentado dinâmica negativa no índice de vegetação, indicando uma possível quebra de safra para o ciclo atual.

    NDVI do Paraná
    NDVI do Paraná

    Em Mato Grosso do Sul, o acumulado de precipitação desde 15 de dezembro lembra os anos ruins de 2022 e 2024, ambos marcados por quebras de safra. “O NDVI no estado aponta condições piores que as registradas em 2024, quando houve uma perda de 15% da produtividade”.

    NDVI de Mato Grosso do Sul
    NDVI de Mato Grosso do Sul

    Estados com boas perspectivas na soja

    Os estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais apresentam perspectivas otimistas em relação ao potencial produtivo, com o NDVI indicando boa evolução das lavouras, aponta a EarthDaily Agro.

    Em Mato Grosso, o NDVI apresenta evolução favorável, superior ao desempenho observado em 2023, ano em que a produtividade foi 7% superior à tendência histórica. “Com base nos dados mais recentes, estima-se uma produtividade de 3,91 toneladas por hectare, o que, caso confirmado, representará um recorde para o estado”, diz Reis.

    Para o analista, outro destaque no cenário produtivo é a Bahia, que projeta produtividade recorde de 4,8 toneladas por hectare, representando aumento de 27% em relação ao ciclo anterior.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • Escore corporal é a chave para alta taxa de fertilidade das vacas na estação de monta; entenda

    Observação treinada do pecuarista a respeito da qualidade alimentar do rebanho é fundamental ao manejo reprodutivo

    O período das águas é a época ideal para os pecuaristas iniciarem a estação de monta. Nesse ponto, o chamado “escore corporal”, índice usado para avaliar o estado nutricional da vaca, pode ser um aliado no manejo reprodutivo.

    De acordo com o zootecnista Bruno Marson, a ferramenta é voltada ao desempenho reprodutivo dos animais e nada mais é do que uma avaliação visual do plantel.

    “No escore corporal, a gente dá uma nota de um a cinco, em que um são vacas muito magras e cinco as gordas demais. O ideal é que as vacas estejam em uma nota intermediária, entre 3 e 3,5”, detalha.

    Marson ressalta que o pecuarista precisa ter um olhar treinado para a tarefa. “Ele vai observar o espaço entre as costelas, entre as vértebras no dorso do animal, a traseira, a inserção da cauda, a proeminência dos ossos da traseira, do ílio e do ísquio”.

    O especialista ressalta que em um animal com escore corporal de 3,5, ou seja, o mais adequado, não é possível contar as costelas e nem as vértebras, além de uma certa quantidade de gordura na inserção da cauda e o ílio e o ísquio observáveis, mas não muito presente.

    “Se o animal está gordo demais, observa-se uma cobertura muito grande de gordura, principalmente na inserção da cauda, ou seja, aquelas bolsas de gordura não são o ideal. É importante que a gente monitore e se certifique que as vacas estejam bem na estação de monta por causa da taxa de fertilidade […]. Vacas magras demais ou gordas demais não conseguem emprenhar”, destaca.

    Suplementação das vacas

    Em anos de seca, o capim perde qualidade e com menos nutrientes, é comum que as vacas fiquem mais magras. Para reverter esse quadro, Marson destaca que a suplementação é ideal para recuperar o escore corporal.

    “Quanto mais cedo a vaca emprenhar dentro da estação, o bezerro vai nascer com melhor qualidade porque a vaca vai ter passado a maior parte da gestação dela com o pasto favorável, verde. Se ela emprenha mais tarde, passa a gestação com um pasto menos favorável”.

    O zootecnista afirma que a diferença de peso entre bezerros que nasceram em épocas favoráveis e desfavoráveis pode chegar a até 30kg no período de desmama.

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/