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28 de julho de 2025

  • Cinco falhas que mais param as colheitadeiras e como evitá-las

    Rompimento de correias lidera o ranking de problemas nesse tipo de máquina; confira os demais

     

    Em uma jornada de sete horas, é possível colher cerca de 29 toneladas de soja. Assim, caso a máquina esteja parada, o prejuízo diário pode chegar a quase R$ 450 mil, conforme estimativas da indústria.

    Contudo, o impacto não se limita ao rendimento da produção, mas inclui também perdas com caminhões parados e operadores ociosos, sem contar o risco de perda de qualidade dos grãos, que devem ser colhidos no ponto ideal.

    Portanto, entender quais são os principais pontos de atenção na colheitadeira antes do início da operação e como preveni-los é essencial para garantir o desempenho das máquinas no campo. Pensando nisso, o coordenador de pós-venda Massey Ferguson Edison Souza listou as cinco falhas mais recorrentes que causam paradas durante a safra:

    Rompimento de correias: esse tipo de falha pode ser mais grave do que parece. Em determinados modelos, algumas correias quando se rompem podem levar ao rompimento das demais que estão próximas, comprometendo todo o sistema.
    Falhas no sistema de corte: componentes como caixa de navalha, dedos do molinete e facas da navalha estão entre os que mais sofrem desgaste, especialmente, se não passarem por revisão adequada.

    Rolamentos danificados: as falhas relacionadas aos rolamentos são as que podem demorar mais tempo para corrigir, pois muitas vezes em função destas falhas, ocorre a quebra de engrenagens, carcaças ou outros componentes do sistema envolvido.
    Problemas nos redutores finais: vazamentos e falhas em rolamentos nos redutores finais afetam diretamente a tração e movimentação da máquina, sendo difíceis de corrigir durante a operação em campo.

    Defeitos nos sistemas hidráulico e elétrico: bombas hidráulicas e sensores de rotação e plataforma também são vulneráveis quando não recebem a manutenção preventiva necessária, afetando o desempenho da colheitadeira.

    Souza lembra que para prevenir as falhas, é fundamental realizar a manutenção preventiva. “Muitos produtores deixam para fazer manutenção apenas quando a máquina quebra. É a chamada manutenção corretiva, que ocorre no pior momento possível, no meio da lavoura. O ideal é agir com antecedência, na entressafra, com base no histórico da máquina”, recomenda.

    Segundo ele, a revisão preventiva, além de reduzir o risco de paradas inesperadas, diminui custo e permite um planejamento técnico mais eficiente. “Ao corrigir de forma preventiva apenas os componentes desgastados, evita-se a quebra de outras peças do mesmo sistema, o que gera economia na manutenção, além de permitir um melhor planejamento e execução por parte da concessionária”, detalha.

    De acordo com o especialista da Massey, outro fator que merece atenção é o diesel, já que o combustível contaminado é um dos principais causadores de problemas durante a colheita.

    Quando não tratado, o diesel pode gerar problemas no sistema de injeção, começando com a saturação do filtro e perda de potência do motor. Em casos mais graves, atinge bombas injetoras e bicos injetores. O custo para realizar o tratamento é muito baixo se comparado ao risco que representa”, alerta.

     

    Fonte: https://www.canalrural.com.br/

  • Smartcoop é destaque em evento do Centro de Inteligência do Agronegócio promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS

    A plataforma Smartcoop foi um dos destaques do encontro promovido nesta quinta-feira (24) pelo Centro de Inteligência do Agronegócio do RS (Centro Agro), realizado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O evento reuniu representantes de entidades públicas, cooperativas, universidades, empresas e organizações do setor agropecuário, com o objetivo de avançar na agenda de inovação e fortalecer entregas previstas para 2025.

     

    Durante o painel “Casos e resultados no agro gaúcho”, a Smartcoop foi apresentada como uma solução que vem contribuindo para qualificar a gestão no campo e ampliar o acesso à tecnologia por mais de 18 mil produtores cooperados do Rio Grande do Sul. A plataforma integra informações, apoia a tomada de decisões, democratiza o acesso a ferramentas modernas e tecnológicas de gestão, promovendo a inclusão digital nas propriedades rurais.

     

    A apresentação foi conduzida pela gerente de Operações da CCGL, Silvana Trindade, que destacou os impactos positivos da Smartcoop na rotina dos produtores. “A plataforma tem como premissa entregar gestão através das funcionalidades das mais diversas áreas, que vão desde a propriedade digital, manejo agrícola, manejo do rebanho, gestão financeira,  rastreabilidade, acesso aos boletins técnicos da Pesquisa RTC, NF-e, comercialização, mapas de predições, previsão do tempo no talhão, tudo isso de forma prática e objetiva, respeitando a realidade de quem está no campo. Além disso, conseguimos atrair os jovens a permanecer na propriedade rural e auxiliar na tomada de decisões efetivas. Isso significa transformar tecnologia em ferramentas úteis para o dia a dia da produção”, afirmou.

     

    O evento foi promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Na abertura, as autoridades destacaram a importância da articulação entre os setores público e privado para tornar o Rio Grande do Sul referência em inteligência e tecnologia no agronegócio até 2035.

     

    Para a CCGL, a participação no evento reafirma o compromisso com a transformação digital no meio rural, apoiando o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da gestão das propriedades por meio de soluções tecnológicas acessíveis.

     

    Fonte: https://rtc.coop.br/