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out 06 2025 Plantio da soja é aberto no Estado com expectativa de produção maior que o ano passado
O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participou, nesta sexta-feira (03/10), da 15ª Abertura Oficial do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, no município de Júlio de Castilhos, na região Central. A estimativa da safra de verão 2025/26 é de 21,4 milhões de toneladas de soja, segundo dados da Emater/RS-Ascar, um aumento de 57,14% a mais do que na safra passada, que foi de 13.643.936 toneladas do grão. O secretário da Casa Civil, Artur Lemos, também esteve presente.
De acordo com esta projeção, o Estado cultivará uma área de 6,74 milhões de hectares, uma redução de 0,80% na área plantada. A estimativa de produção depende também das condições climáticas do Rio Grande do Sul.
O secretário Brum destacou a força e a resiliência dos produtores gaúchos, que enfrentam as adversidades climáticas no campo para produzir. “Para esta safra, temos a expectativa de uma recuperação da produtividade e de um desempenho mais positivo, apoiado por condições climáticas mais favoráveis e pela dedicação incansável de homens e mulheres. Se os números se confirmarem, e o clima ajudar, a produção de soja pode voltar a colocar o Rio Grande do Sul em destaque nacional na produção do grão”, enfatizou.
Segundo dados da Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2025 (RAG), publicação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), os municípios maiores produtores no cultivo irrigado são São Borja, Cruz Alta, São Luiz Gonzaga, Santa Bárbara do Sul e Boa Vista do Cadeado. Já no cultivo de sequeiro, se destacam os municípios Palmeira das Missões, Dom Pedrito, Vacaria, Cachoeira do Sul e São Gabriel.
No ano de 2024, o Rio Grande do Sul exportou produtos do complexo soja para 50 países, gerando US$ 6,33 bilhões, sendo o estado o terceiro maior exportador de produtos do complexo soja do país, segundo a RAG. A China é o principal destino desta cultura, adquirindo 56% das exportações gaúcha, seguido por Irã (7,2%), Coréia do Sul e Índia (3,7% cada um) e Iraque (3,1%).
Fonte: https://www.emater.tche.br/site/index.php
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out 06 2025 Cor das plantas indica saúde e produtividade das lavouras
O efeito ocorre porque nutrientes essenciais influenciam a síntese de pigmentos
A coloração das plantas vai muito além do aspecto visual, funcionando como um indicativo direto da saúde e do desenvolvimento das culturas, refletindo nutrição, equilíbrio de minerais e eficiência da fotossíntese. Segundo Luis Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes, fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho dos frutos e até tons específicos em flores, sem alterar a genética das plantas.
“Quando falamos em nutrição vegetal, não pensamos apenas no crescimento ou na produtividade, mas também na coloração das folhas, flores e frutos. Fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho de frutos e até mesmo tons específicos em flores, sem alterar a genética da planta”, explica.
O efeito ocorre porque nutrientes essenciais influenciam a síntese de pigmentos vegetais: o nitrogênio está ligado à produção de clorofila, responsável pelo verde intenso das folhas, enquanto fósforo e potássio podem realçar cores de flores e frutos. Schiavo ressalta que a escolha do fertilizante certo, aliada a acompanhamento técnico, impacta diretamente na aparência, produtividade e resistência das culturas a pragas.
A nutrição foliar, aplicada diretamente nas folhas, permite corrigir deficiências rapidamente e ajustar a coloração em momentos estratégicos do ciclo de cultivo. Além disso, tecnologias de aplicação de precisão e produtos biológicos complementares potencializam os efeitos da nutrição, intensificando cores naturais sem causar danos às plantas.
“Fertilizantes bem escolhidos e aplicados com tecnologia apropriada não apenas promovem crescimento e produtividade, mas também influenciam positivamente a estética das plantas, oferecendo aos produtores mais controle sobre a qualidade de suas lavouras”, finaliza o CEO da Naval Fertilizantes.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 06 2025 Criando a vaca do futuro: práticas essenciais para a criação de bezerras
O futuro da produção leiteira começa muito antes da vaca entrar em lactação. Esse foi o tema central do episódio mais recente do podcast RTC/CCGL, que trouxe uma conversa rica e prática sobre a importância do cuidado em todas as fases da vida da bezerra. Participaram do bate-papo Renan Faccio, Especialista em Nutrição e Produção de Forragens da CCGL; Jaqueline Alchieri, Assistente Técnica de Campo da CCGL; e Taiane Gayer, Médica Veterinária da Cotrijal.
Segundo os especialistas, o desempenho futuro da bezerra já começa a ser influenciado durante a gestação da bezerra, no útero da mãe, a Nutrição da vaca, manejo no período seco, estresse térmico e protocolos de vacinação impactam diretamente na saúde e vigor do animal ao nascer e na quantidade e qualidade do colostro.
“Tudo que acontece com a mãe durante a gestação afeta o potencial genético da bezerra”, destacou Renan Faccio, lembrando que cada detalhe conta para que o animal expresse ao máximo sua capacidade produtiva.
No momento do parto, atenção redobrada. O auxílio ao parto deve ser realizado apenas quando necessário, além de ser extremamente importante ter um ambiente adequado para o parto, estes fatores são fundamentais para garantir um nascimento saudável. Após o parto, os primeiros passos incluem a cura correta do umbigo, a pesagem da bezerra e a oferta de colostro, este deve ser ofertado em quantidade ideal(10% peso vivo) e qualidade (25% brix e menos de 100 Contagem bacteriana), em até duas horas após o nascimento.
“Não é só quantidade: a higiene dos utensílios e a qualidade microbiológica do colostro são determinantes para que os anticorpos realmente sejam absorvidos”, reforçou Jaqueline Alchieri.
O colostro segue sendo um dos temas centrais na criação de bezerras. Além da primeira mamada, os especialistas destacaram a importância do leite de transição, que contém nutrientes e compostos que fortalecem a imunidade e reduzem a incidência de diarréias e pneumonias.
Para a médica veterinária Taiane Gayer, esse manejo simples, aliado à prevenção de doenças e ao acompanhamento técnico, evita perdas e melhora o desempenho futuro das novilhas: “A diarreia, por exemplo, muitas vezes não mata pela bactéria em si, mas pela desidratação. Hidratação deve ser sempre a primeira medida de tratamento”.
O monitoramento do ganho médio diário (GMD) foi apontado como métrica essencial para medir a eficiência do manejo. O objetivo, conforme os especialistas, é que as bezerras atinjam acima de 900 g/dia até os 60 dias de vida, garantindo desenvolvimento adequado e preparo para a primeira lactação.
Nesse processo, a tecnologia também é aliada. A plataforma Smartcoop, disponível gratuitamente para os associados, permite registrar dados de nascimento, colostragem, ganho de peso e ocorrência de doenças, gerando informações estratégicas para decisões no campo.
Ao longo do episódio, ficou evidente que cada etapa, da gestação ao aleitamento, é decisiva para a rentabilidade futura da propriedade. Como reforçou Renan Faccio, cuidar bem das terneiras é cuidar da sustentabilidade da cadeia produtiva: “A vaca do futuro começa a ser construída hoje, com atenção e manejo adequado desde os primeiros momentos de vida”.
O episódio completo de “A vaca do futuro: estratégias na criação de bezerras” está disponível no YouTube e no Spotify da Rede Técnica Cooperativa.
Fonte: https://rtc.coop.br/