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mar 24 2026 Silagem de milho mantém produtividade
A cultura do milho destinado à produção de silagem apresenta desenvolvimento escalonado no Rio Grande do Sul, conforme a época de semeadura, segundo o Emater/RS-Ascar. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19), “nas áreas implantadas no cedo ou intermediárias, a ensilagem está concluída, e os cultivos tardios avançam para estádios vegetativos e reprodutivos”.
O relatório aponta que as condições climáticas ao longo do ciclo favoreceram as lavouras implantadas no período preferencial. “De maneira geral, as condições climáticas ao longo do ciclo foram favoráveis para as lavouras implantadas no período preferencial, resultando em produtividades satisfatórias e adequada qualidade do material ensilado”, informa o documento. Já nas áreas de semeadura tardia, o desenvolvimento ocorre sob influência de precipitações irregulares. “Até o momento, não resultaram em perdas expressivas, mas depende de chuvas para a consolidação dos componentes de rendimento”, destaca.A estimativa estadual indica área cultivada de 345.299 hectares e produtividade média de 37.840 kg por hectare. Na região de Caxias do Sul, houve redução de produtividade durante a colheita para silagem. “Houve queda de produtividade em função da irregularidade das chuvas na fase de floração e enchimento de espigas”, aponta o informativo.
Em Erechim, a colheita está próxima da conclusão, com cerca de 95% da área colhida e produtividade média de 44.570 kg por hectare. Já na região de Ijuí, as lavouras de safrinha avançam para a fase reprodutiva. “As áreas mais adiantadas já apresentam emissão do pendão floral”, registra o levantamento, acrescentando que os produtores acompanham as condições hídricas para garantir a formação de massa e grãos.
Na região de Passo Fundo, as lavouras de safrinha seguem em desenvolvimento vegetativo, sem indicativos de comprometimento relevante do potencial produtivo até o momento. Em Santa Maria, a área cultivada soma 10.155 hectares, com produtividade média de 30.534 kg por hectare, refletindo condições favoráveis no início do ciclo.
Na região de Soledade, as lavouras semeadas entre novembro e janeiro estão majoritariamente em fase reprodutiva. “O cenário atual é de irregularidade hídrica, mas sem impactos expressivos até o momento”, conclui o relatório.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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mar 24 2026 Isso pode mudar os rumos da soja
A agricultura enfrenta um cenário cada vez mais desafiador, marcado por mudanças climáticas, escassez de recursos e aumento da demanda global por alimentos. O tema é abordado por Bruno Carloto, engenheiro agrônomo e mestre em agrobiologia, que atua na área de marketing estratégico no setor de bioestimulantes. Diante desse contexto, produtores de soja buscam alternativas que elevem a produtividade sem ampliar os impactos ambientais, e os bioestimulantes à base da alga Ascophyllum nodosum têm ganhado espaço nesse processo.
Extraída de forma sustentável no Atlântico Norte, a alga é rica em compostos naturais que atuam diretamente nos processos fisiológicos das plantas. Em lavouras de soja, esses extratos favorecem o crescimento radicular, ampliam a absorção de nutrientes e aumentam a resistência a estresses como seca e calor, além de promover maior uniformidade no desenvolvimento.
Estudos conduzidos em diferentes regiões brasileiras indicam que o uso desses bioestimulantes mantém resultados consistentes mesmo em condições adversas, com incremento médio de produtividade. Do ponto de vista fisiológico, também há melhora na assimilação de CO₂, na atividade enzimática e na tolerância a variações térmicas, além de redução de perdas na colheita.
“Com a agricultura brasileira batendo recordes de produção, a integração de bioestimulantes representa um diferencial competitivo. Ao fortalecer a fisiologia das plantas e mitigar efeitos de estresses climáticos e nutricionais, esses insumos proporcionam um manejo mais eficiente, tecnológico e ambientalmente responsável, representando um caminho para a agricultura sustentável e altamente produtiva”, conclui.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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mar 24 2026 Inscrições para segunda turma do Gestores do Futuro seguem até o dia 25
Estão abertas até o dia 25 de março as inscrições para a segunda turma do Curso Gestores do Futuro, iniciativa da CCGL voltada à capacitação de jovens produtores de leite para a sucessão familiar e a profissionalização da gestão no campo.
O curso oferece uma jornada técnica completa, abordando temas essenciais como manejo de solo, forragens, nutrição animal, qualidade do leite, reprodução, criação de terneiras, gestão financeira e de pessoas, além da digitalização das propriedades. Com formato híbrido e duração de seis meses, a capacitação é organizada em módulos mensais, combinando teoria e prática para potencializar resultados no dia a dia das propriedades rurais.
Entre os principais destaques da primeira edição estão os resultados expressivos alcançados pelos participantes. A turma registrou um aumento médio de 19% na produção de leite, com casos individuais de crescimento ainda mais significativo: uma das alunas, por exemplo, obteve um aumento de 41% na produtividade da sua propriedade.
A primeira turma contou com 162 alunos, reforçando o alcance e a relevância da iniciativa. Com o Gestores do Futuro, a CCGL reafirma seu compromisso com a difusão contínua de tecnologia e conhecimento, investindo no desenvolvimento de uma nova geração de líderes rurais preparados para os desafios do setor.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 diretamente com o técnico responsável ou junto à cooperativa. Para mais informações sobre as próximas edições, os interessados devem acompanhar os canais oficiais da CCGL ou consultar sua cooperativa singular.Fonte: https://rtc.coop.br/