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set 14 2026 Manutenção preventiva reduz riscos na semeadura
A revisão preventiva de plantadeiras e semeadoras antes do início da operação é uma medida importante para reduzir paradas no campo e preservar a qualidade da semeadura. Em uma safra com janela operacional ajustada, falhas mecânicas, hidráulicas, elétricas ou de regulagem podem afetar o ritmo dos trabalhos e o estabelecimento da lavoura.
Segundo o 11º Levantamento da Safra de Grãos da Conab, o Brasil deve colher 360,8 milhões de toneladas em uma área estimada em 83,5 milhões de hectares. Nesse cenário, a manutenção deve considerar a máquina como um sistema completo, com atenção à estrutura, componentes hidráulicos e elétricos, dosagem e recursos de agricultura de precisão.
A revisão inclui chassi, cilindros, mecanismos de dobramento, pinos, buchas, mangueiras, engates, rodas e rolamentos. Após essa etapa, a regulagem passa a ter papel decisivo. Nivelamento do chassi, profundidade de semeadura, pressão das rodas compactadoras, atuação do disco de corte e funcionamento dos dosadores estão entre os pontos que interferem na plantabilidade.
Estudos técnicos da Embrapa destacam que a qualidade da operação depende também da uniformidade na distribuição das sementes e na emergência. A velocidade de deslocamento deve respeitar a recomendação de cada equipamento, já que o excesso pode aumentar falhas e duplas.
“A dosagem deve ser calibrada com o lote de sementes que será utilizado. É necessário regular o vácuo, o dosador pneumático e o singulador e verificar a população, a ocorrência de duplas e falhas. A tecnologia está realmente integrada quando a máquina funciona, as informações são confiáveis e o operador sabe transformá-las em uma decisão agronômica”, conclui Guillermo Zegna, gerente comercial da Crucianelli, fabricante argentina de máquinas agrícolas.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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set 14 2026 Vender agora ou esperar? Soja entra em zona decisiva
A forte volatilidade da soja exige cautela nas decisões de comercialização, com estratégias voltadas à proteção de margens e à redução da exposição a movimentos bruscos dos preços. Segundo análise semanal da TF Agroeconômica, a recomendação é evitar posições concentradas e trabalhar com vendas, compras e coberturas de forma escalonada.
Para agricultores com soja disponível, a orientação é negociar entre 25% e 30% do estoque nos níveis atuais ou em eventuais repiques. Outros 20% a 25% podem ser destinados a vendas caso Chicago retorne à faixa de 1.320 a 1.330 cents por bushel, mantendo o restante para uma possível recuperação sustentada pelas compras chinesas. Produtores com custos já cobertos também podem aproveitar oportunidades para fixar parte das margens quando a combinação entre Chicago, prêmio e câmbio for favorável.
O suporte de 1.240 cents por bushel é apontado como referência importante. Caso seja preservado, a queda poderá continuar caracterizada como correção após a forte valorização. Uma perda consistente desse nível aumenta o risco de recuo para 1.160 a 1.165 cents. Já o retorno acima de 1.320 a 1.330 cents pode reativar o movimento de alta.
Para cooperativas e cerealistas, a indicação é evitar estoques especulativos elevados, trabalhar com proteção em Chicago ou B3 e aproveitar repiques para ampliar a cobertura das posições físicas. Indústrias esmagadoras podem usar as correções para antecipar compras, também de maneira fracionada, com atenção às margens proporcionadas pelo farelo e pelo óleo.
A estratégia central é vender uma parcela, proteger margens e manter parte da posição aberta. A TF avalia que a pressão da safra americana recomenda prudência, mas a força das compras chinesas ainda pode limitar as quedas e sustentar uma recuperação no médio prazo.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/