MILHO: Estudo da RTC compara sintomas do complexo de molicutes e viroses transmitidos por cigarrinha e pulgão
Desde o primeiro surto de Dalbulus Maidis no Rio Grande do Sul em 2020, a cada ano ampliam-se os estudos na tentativa de reduzir as perdas de produtividades provocadas pela praga. Contudo, além da ocorrência de D. maidis , a presença de pulgão nas lavouras de milho, principalmente a espécie Rhopalosiphum maidis , também vem se tornando frequente. Ambas as espécies são responsáveis pela transmissão de seis fitopatógenos no milho, chamados de complexo de molicutes e viroses.
A Rede Técnica Cooperativa desenvolveu um estudo com o objetivo de gerar informações visuais do impacto das viroses e bactérias transmitidas por cigarrinha e pulgão na cultura do milho. O estudo demonstrou que o pulgão também é um vetor relevante, que associado ou não à cigarrinha traz reduções significativas na produtividade final. Também foi evidenciado que o complexo de bactérias é mais nocivo para as plantas de milho em comparação aos vírus.
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Fonte: https://rtc.coop.br/