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Antecipação e reforço chaves para o controle eficiente de doenças do milho

O milho é um cereal estratégico para o Brasil, sendo a segunda maior cultura agrícola do país. O incremento das áreas irrigadas e cultivos sucessivos de milho na mesma área, no entanto, criam condições ideais para o desenvolvimento de várias doenças, principalmente aquelas causadas por fungos necrotróficos.

Tradicionalmente, a recomendação era iniciar a aplicação de fungicidas em estádios mais avançados da planta, como V10 (décima folha visível) ou até mesmo na fase reprodutiva (R1). Nos últimos anos, ensaios de campo e pesquisas agronômicas têm demonstrado que iniciar o manejo com aplicações precoces (V4-V6) traz melhor desempenho no controle de doenças e ganho de produtividade.

Com isso, evidenciou-se a necessidade de estratégias de manejo mais adequadas e baseadas em informações consistentes, capazes de reduzir a incidência de doenças foliares. A Rede Técnica Cooperativa (RTC) realizou um estudo com o objetivo avaliar os efeitos da antecipação da aplicação de fungicidas no milho e os impactos da inclusão de reforços no programa de manejo, por meio do uso complementar de fungicidas multissítios, biofungicidas e indutores de resistência, visando melhorar a eficiência no controle de doenças.

O ensaio foi conduzido no campo experimental da CCGL, em Cruz Alta. Foram realizadas aplicações de fungicidas no perfilhamento e no emborrachamento do trigo em todos os tratamentos e na testemunha. As avaliações de giberela foram realizadas através da coleta manual de 100 espigas por parcela experimental.

Para ler o estudo completo, acesse a plataforma digital Smartcoop em app.smart.coop.br. Se você ainda não faz parte da comunidade Smartcoop, entre em contato com sua cooperativa e aproveite todas as funcionalidades oferecidas pela plataforma.

 

Fonte: https://rtc.coop.br/