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set 04 2025 Feira amplia oportunidades para pequenos produtores na Expointer
Plataforma conecta agroindústrias familiares a consumidores e empresas
O governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), lançou, na terça-feira (2/9), na 48ª Expointer, a Feira Digital Sabor Gaúcho, plataforma que moderniza a comercialização de produtos da agricultura familiar e fortalece a gestão dos empreendimentos rurais.
A iniciativa conecta produtores a outros mercados, amplia a visibilidade das agroindústrias e contribui para a profissionalização do setor. A plataforma oferece atualização de preços, logística e meios de pagamento, além de cursos e capacitações em marketing digital e gestão comercial.
No Pavilhão da Agricultura Familiar, um espaço permanente oferece orientação prática aos produtores sobre cadastro, logística e vendas online, garantindo o início da comercialização de produtos para restaurantes, bares e distribuidores. A expectativa é que a plataforma também permita vendas diretamente ao consumidor final, ampliando ainda mais o alcance das agroindústrias familiares.
A força do mercado digital
Entre os produtos disponíveis estão queijos artesanais, polpas de frutas, vinhos, geleias, doces, salames e outros itens típicos das agroindústrias familiares gaúchas. A feira digital possibilita que os empreendimentos continuem vendendo mesmo após o fim da Expointer, aumentando o alcance dos produtos e fortalecendo a presença no mercado digital, segundo o proprietário da agroindústria Estrelat em Estrela, Roberto Oliveira.
O titular da SDR, Vilson Covatti, ressaltou que a plataforma é um marco para a inovação e a sucessão rural, aumentando a visibilidade de produtos que muitas vezes não chegam a canais mais amplos e preparando as novas gerações para administrar os negócios rurais em uma era digital.
Conforme a diretora-executiva da Produtores Gaúchos Unidos, Aline Barili Alves, a iniciativa não é apenas uma vitrine online. A plataforma organiza o dia a dia dos empreendimentos, ao facilitar cadastro, logística e meios de pagamento, e ainda prepara os produtores para expandirem suas vendas no mercado digital.
O diretor-geral da SDR, Romano Scapin, destacou a importância da governança conjunta das secretarias e a conexão da feira digital com o Centro de Inteligência do Agronegócio (Centro Agro), pontuando que o Pavilhão da Agricultura Familiar valoriza tradição, dedicação e visibilidade dos empreendimentos familiares.
Parcerias para fortalecimento da agricultura familiar
A iniciativa envolve parcerias da SDR com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), a Secretaria Extraordinária de Inclusão Digital e Apoio às Políticas de Equidade (Seidape), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS-Ascar), a Invest RS, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf), garantindo suporte técnico, capacitação e fortalecimento da agricultura familiar em todo o Estado.
O lançamento contou com a presença de autoridades e parceiros estratégicos, entre eles o presidente da Invest RS, Rafael Prikladnicki, o presidente da Emater/RS-Ascar, Luciano Schwerz, além do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum.
Fonte:https://www.agrolink.com.br/
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set 04 2025 Presença de carrapatos resistentes é maior do que o previsto no RS
Uma pesquisa realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) mostrou dados significativos sobre a resistência dos carrapatos que afetam o rebanho gaúcho aos produtos existentes no mercado. A responsável pelo Serviço de Doenças Parasitárias da Seapi, Nathalia Bidone, mostrou que os sete carrapaticidas testados no estudo apresentaram resistência em mais de 80% das propriedades, com um deles chegando a 100%. “O resultado mostrou uma realidade muito pior do que nós imaginávamos”, afirmou Nathália.
A pesquisadora também afirmou que a Seapi está realizando um estudo que avalia a importância do trânsito de bovinos na dispersão de carrapatos resistentes, em parceria com a Universidade da Carolina do Norte. “Fizemos toda a interrelação dos dados de bioensaios, que são os testes de resistência dos carrapatos aos carrapaticidas, com as análises de rede.” Esse trabalho é uma parceria dos Departamentos de Vigilância e Defesa Animal (DDA) e de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) da Seapi com a Universidade da Carolina do Norte, através do convênio entre a Secretaria e o Fundesa.
A mesa-redonda “O carrapato bovino no Conesul: cenários, impactos e diretrizes” ocorreu na Casa do Fundesa nesta segunda-feira (01/09), na Expointer, e contou com representantes do Brasil, Uruguai e Argentina. Ao fazer a saudação no primeiro encontro realizado na nova sede do fundo, Kerber deu as boas-vindas à “casa da sanidade animal no Rio Grande do Sul” e destacou a importância de todos estarem atentos à questão da resistência aos carrapaticidas. O secretário adjunto da Agricultura, Márcio Madalena, afirmou que o carrapato causa prejuízos imensuráveis ao estado e está sendo discutido com a profundidade necessária e direcionamento para a solução.
O pesquisador do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor, (IPVDF), também da Seapi, José Reck, apresentou os 10 passos para o controle do carrapato, conteúdo que será publicado em breve em Nota Técnica pela Secretaria da Agricultura, com orientações sobre como proceder para contornar a situação no grave cenário atual. Dados apresentados pelos palestrantes do Uruguai e Argentina revelaram que nos dois países vizinhos a situação é igualmente grave.
O teste para saber qual a melhor opção de produto a ser utilizado no combate ao carrapato é gratuito. Nathalia Bidone destacou ainda que o manejo do carrapato e a recomendação do produto deve ser feito por um profissional médico veterinário. Para mais informações acesse: https://www.agricultura.rs.gov.br/carta-de-servicos/servicos?servico=1486
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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set 04 2025 Emater/RS-Ascar projeta aumento na produção de soja e milho no RS
A estimativa da safra de verão 2025/2026 foi apresentada hoje
Na manhã desta terça-feira (02/09), a Emater/RS-Ascar apresentou as estimativas iniciais da Safra de Grãos de Verão 2025/2026, durante o tradicional Café com a Imprensa, na Arena da Extensão, na Expointer. De acordo com levantamento inicial, o Rio Grande do Sul terá uma produção de 35.328.754 toneladas, +27,30% superior à safra passada, que foi de 27.752.455 toneladas de grãos, incluindo soja, arroz, milho, milho silagem, feijão e sorgo.
Destaque para o milho grão, que deve apresentar aumento de área de +9,31%, passando de 718.190 hectares cultivados na safra anterior, para 785.030 hectares para esta safra. A produtividade calculada pela tendência é de 7.376 quilos de milho por hectare, -0,03% em relação à produtividade da safra passada, que foi de 7.378 quilos de milho por hectare. Essas projeções geram uma expectativa de produção de 5.789.995 toneladas, ou seja, +9,45% acima das 5.290.051 toneladas de milho produzidas na safra passada.
Já a soja, principal commodity cultivada no Estado, a produção projetada é de 21.440.133 toneladas, +57,14% a mais do que na safra passada, que foi de 13.643.936 toneladas do grão, numa área de 6.742.236 hectares, -0,80% menor do que na safra passada, quando foram cultivados 6.796.916 hectares. A produtividade esperada é de 3.180 quilos de soja por hectare nesta safra, +58,29% acima da produtividade em 2024/2025, que foi de 2.009 quilos de soja por hectare.
“Importante ressaltar que, de todas as regiões produtoras de soja, três ultrapassam 1 milhão de hectares projetados para serem cultivados nesta safra, que são Bagé, Ijuí e Santa Maria, apesar da pequena redução de área esperada, reflexo da estiagem passada”, avalia o diretor técnico da Emater/RS, Claudinei Baldissera, ao apresentar as projeções para a safra de grãos de verão.
No caso do milho e do milho silagem, Baldissera observa a variação das produtividades apresentadas nas diversas regiões produtoras, que visivelmente reflete as ambiências de cada região, mas que merece um olhar técnico mais apurado.
A área a ser cultivada com milho silagem nesta safra é de 366.067 hectares, 2,74% a mais do que na safra passada, quando foram cultivados no RS 356.300 hectares. Com uma produtividade esperada de 38.338 quilos de milho silagem por hectare, 5,28% a mais do que na safra passada, que foi de 36.416 quilos por hectare, o milho silagem deve atingir uma produção 8,29% maior, passando de 12.960.145 toneladas na safra passada para 14.034.434 de toneladas de milho silagem nesta safra.
O feijão 1ª safra apresenta como estimativa inicial uma redução da área de -15,27%, passando de 30.797 hectares cultivados na safra passada para 26.096 hectares a serem cultivados nesta safra de verão no RS. A produtividade esperada é de 1.779 quilos de feijão por hectare, ou seja, -2,97% inferior à da safra passada, que foi de 1.833 quilos de feijão por hectare. Isso permite projetar uma produção estadual de feijão de -17,27%, passando de 56.098 toneladas na safra passada para 46.412 toneladas nesta safra.
No arroz, dados do Instituto Riograndense do Arroz (Irga) também apresentam redução de área de -5,17%, passando de 970.216 hectares para 920.081 hectares nesta safra, o que projeta uma produção -8,10% menor do que na safra passada, que foi de 8.762.370 toneladas, para 8.052.213 toneladas nesta safra. A produtividade esperada nesta safra é de 8.752 quilos de arroz por hectare, -3,23% menor do que na safra passada, que foi de 9.044 quilos de arroz por hectare.
A novidade nesta estimativa inicial é a inclusão do sorgo como uma cultura que ocupa áreas consideráveis, a exemplo de Bagé, onde é cultivado em mais de 8 mil hectares (8.317 ha), totalizando no Estado 11.888 hectares.
Projeções climáticas
Antes da apresentação das estimativas de produção dos grãos de verão, o meteorologista da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Flávio Varone, projetou uma primavera dentro da normalidade, com precipitações em setembro e outubro dentro da média, sendo novembro esperado como mais seco, ou seja, com chuvas abaixo da média. As temperaturas ficarão mais elevadas, acima da média no trimestre de setembro a novembro. Já para o verão, a tendência é de temperaturas acima da média e chuvas próximas da média. Varone destaca que os dados são atualizados todas as semanais e podem ser conferidos no www.simagro.rs.gov.br.
Qualificação e valorização
A constante qualificação e valorização do quadro profissional da Emater/RS-Ascar foi destacada pelo presidente Luciano Schwerz, ao anunciar, através da implementação da Operação Terra Forte, programa de recuperação de solos do Rio Grande do Sul, a reestruturação da frota de veículos da Instituição, que dará suporte ao trabalho no campo, e a contratação de 144 novos extensionistas. “O Terra Forte é fruto de importante parceria, de respeito e comprometimento com o agricultor, que está no nosso horizonte de atuação, para os quais alcançamos oportunidades”, diz Schwerz.
Para o secretário estadual da Seapi, Edvilson Brum, “o olho no olho favorece construir, juntos, alternativas de produção, fortalecidas pelo trabalho realizado pelos extensionistas da Emater”, analisa, ao ressaltar a importância da comunicação e da imprensa nesse processo de fortalecimento da agricultura familiar gaúcha.
O trabalho qualificado e as parcerias renovadas e fortalecidas foram destacados pelo secretário estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), Vilson Covatti, ao avaliar a Operação Terra Forte como o maior investimento de recuperação do solo e da agricultura gaúcha, “garantida pelos extensionistas da Emater, a partir do trabalho realizado, que vemos, na realidade, os resultados no campo”, diz Covatti. O secretário ressaltou que o Terra Forte vai beneficiar 15 mil famílias de agricultores, que serão definidas pelos conselhos municipais da agricultura, através de parceria com as prefeituras.
Além da imprensa, prestigiaram a apresentação das estimativas iniciais da safra de grãos de verão da Emater/RS-Ascar, ex-presidentes e ex-diretores da Instituição, a secretária estadual de Relações Institucionais, Paula Mascarenhas, secretários adjuntos da Seapi e da SDR, representantes de cooperativas, universidades, do IBGE, e o superintendente regional do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no RS, José Cleber de Souza, além de gerentes estaduais e regionais da Emater/RS-Ascar e extensionistas rurais.
Fonte:https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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set 01 2025 Agroindústria gera 340 mil empregos no Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul tem 14,7 mil indústrias ligadas ao agronegócio
O Rio Grande do Sul concentra atualmente 14,7 mil indústrias da transformação ligadas ao agronegócio, responsáveis por 340,5 mil empregos e por movimentar US$ 10,7 bilhões em exportações, segundo levantamento do Sistema FIERGS. A relevância do setor está em destaque na Expointer, considerada a maior feira agropecuária da América Latina, que ocorre em Esteio até o próximo domingo (7).
Durante o evento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) promove ações voltadas a negócios, inovação e conhecimento. Entre os destaques está o lançamento do Observatório da Agroindústria, marcado para quinta-feira (4), em seu estande institucional. A plataforma digital reúne dados sobre o desempenho da agroindústria gaúcha.
O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destacou a importância da feira para a integração do setor. “O agronegócio vai muito além da lavoura. Para que exista agroindústria, é preciso ter agropecuária. Para que haja agropecuária, são indispensáveis os insumos agrícolas, como máquinas e fertilizantes. Tudo está conectado”, afirmou. Ele acrescentou: “E não há lugar melhor para fortalecer as pautas do agro do que a Expointer”.
De acordo com a FIERGS, 13,8 mil indústrias do estado são classificadas como agroindústrias, representando 27% do setor industrial gaúcho. Essas unidades geram 294,2 mil empregos, equivalem a 34% da mão de obra industrial e movimentaram US$ 10 bilhões em exportações, o que corresponde a 45,5% das vendas externas do estado. O Rio Grande do Sul é o quinto em número de agroindústrias e ocupa a terceira posição no ranking nacional de exportação de produtos agroindustriais.
No segmento de insumos agropecuários, que inclui máquinas, fertilizantes, rações e medicamentos veterinários, o estado conta com 884 estabelecimentos, equivalentes a 1,7% das indústrias locais. Essa atividade emprega 46,3 mil pessoas e registrou exportações de US$ 682,3 milhões em 2024, segundo a FIERGS. O estado ocupa a segunda posição nacional nesse segmento, tanto em número de estabelecimentos quanto em exportações.
As máquinas e equipamentos agrícolas se destacam nesse contexto. O Rio Grande do Sul é o segundo maior exportador do país, com vendas externas de US$ 446,6 milhões em 2024, atrás apenas de São Paulo. Panambi lidera em número de estabelecimentos, com 35 fábricas que empregam 5,7 mil trabalhadores. O estado ainda responde por 60% da produção nacional de tratores agrícolas.
O Observatório da Agroindústria, que será apresentado oficialmente na Expointer, é resultado da parceria entre o Conselho da Agroindústria (Conagro), a Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e o Observatório da Indústria. Segundo a FIERGS, a ferramenta foi criada para “auxiliar o setor a identificar desafios e oportunidades”, reunindo dados sobre exportações, geração de empregos e participação do setor na economia.
Fonte:https://www.agrolink.com.br/
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set 01 2025 Segunda safra de milho enfrenta desafios logísticos
A produção nacional deve superar 130 milhões de toneladas em 2025
A colheita da segunda safra de milho no Brasil atingiu 94,8% da área plantada, desempenho acima da média histórica recente, mas ainda atrasado em relação ao ciclo anterior. O atraso compromete o período mais competitivo para exportação, entre julho e setembro, fazendo com que parte do milho chegue ao mercado quando os Estados Unidos já ofertam grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil e pressionando preços.
A produção nacional deve superar 130 milhões de toneladas em 2025, com risco de sobreoferta. No mercado interno, o consumo é robusto, puxado pela indústria de ração animal e pelo etanol de milho, que absorve cerca de 21 milhões de toneladas. Mesmo assim, a pressão sobre os preços deve se manter ao longo do ano, aliviando apenas em períodos de menor disponibilidade, como dezembro e janeiro.
“O milho brasileiro tem uma janela mais competitiva de julho a setembro. Se a colheita e o programa de exportação atrasam, parte desse milho só chega ao mercado quando os Estados Unidos já estão ofertando grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil nas vendas externas e pressionando os preços”, analisa Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.
Os principais destinos continuam sendo China, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Irã, Vietnã e Egito, mas a concorrência internacional está mais acirrada. Conflitos geopolíticos e disputas tarifárias exigem do Brasil a busca por novos mercados e a consolidação de parcerias já existentes.
Fatores como câmbio, clima e gargalos logísticos serão determinantes para a competitividade. O real valorizado reduz a vantagem frente a EUA e Argentina, enquanto safras cheias nesses países ampliam a oferta global. A capacidade de armazenagem interna é limitada, e o escoamento depende majoritariamente da malha rodoviária, elevando custos. Estratégias de gestão de risco, como fracionar vendas e travar custos, são essenciais para proteger o produtor e garantir fluidez nos embarques.
Fonte:https://www.agrolink.com.br/
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set 01 2025 XV Dia de Campo da CCGL vai mostrar como o bem-estar animal pode elevar a produção de leite
Garantir o bem-estar das vacas leiteiras é um dos pilares para manter a produtividade e a rentabilidade da atividade. Pensando nisso, o XV Dia de Campo da CCGL contará com a estação técnica “Bem-estar que gera resultados: estratégias práticas para reduzir o estresse térmico”, conduzida pelos especialistas Renan Faccio (CCGL), Jair Veit (Coopermil) e o produtor Matheus Meinerz (Coopermil).
O espaço vai apresentar soluções de manejo que ajudam o produtor a transformar desafios climáticos em oportunidades, garantindo maior conforto para os animais e lucratividade para a propriedade. Além disso, os participantes poderão conhecer estratégias aplicáveis no dia a dia da propriedade, que unem simplicidade e eficiência, sempre com base em pesquisas e resultados práticos.
Essa estação integra a programação que reúne sete grandes temas sobre gestão, tecnologia e sucessão na cadeia leiteira, reforçando que o leite do futuro começa a ser construído hoje. O XV Dia de Campo da CCGL acontece dia 18 de setembro, a partir das 9h, no Tambo Experimental da cooperativa, localizado na ERS 342, em Cruz Alta, e reunirá produtores, técnicos e parceiros em um dia inteiro de conhecimento, troca de experiências e inovação.
Fonte: https://rtc.coop.br/