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out 23 2025 Climacast de outubro destaca risco de chuvas abaixo da média e temperaturas mais altas no RS
O Climacast Mensal, parceria entre a Agrymet e a RTC, trouxe uma análise detalhada das condições climáticas previstas para as próximas semanas e dos impactos esperados sobre os cultivos agrícolas no Rio Grande do Sul. A análise é da co-fundadora da Agrymet, Bárbara Sentelhas, que apontou tendências importantes para o período.
Segundo Bárbara, o estado deve registrar volumes expressivos de chuva nos próximos dias, especialmente no noroeste gaúcho, com acumulados que podem chegar a 100 milímetros. No entanto, a meteorologista destaca que essa condição será passageira, dando lugar a um período de maior estabilidade a partir da próxima semana.
As temperaturas também devem oscilar fortemente: após dias mais quentes, a entrada de uma nova massa de ar frio entre os dias 19 e 20 poderá provocar queda acentuada nas mínimas e até risco de geada tardia em regiões de maior altitude e áreas de baixada.
No cenário climático de médio prazo, os modelos internacionais indicam uma tendência de formação de uma La Niña fraca e de curta duração. O fenômeno, caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, pode influenciar o regime de chuvas no estado. “Há uma probabilidade elevada de que o trimestre entre outubro e dezembro registre precipitações abaixo da média, sobretudo nas regiões norte e noroeste do Rio Grande do Sul”, explica Bárbara.
A especialista reforça que isso não significa ausência de chuva, mas sim uma redução no volume acumulado. “O estado continuará tendo eventos de precipitação, mas o total do período tende a ser inferior ao esperado para a época”, afirma.
Em contrapartida, a tendência para as temperaturas é de valores acima da média histórica, o que reforça o alerta para o manejo de culturas sensíveis ao calor e à falta de umidade.
Para os agricultores gaúchos, essas projeções exigem atenção redobrada nas estratégias de plantio e irrigação, especialmente nas regiões mais vulneráveis à irregularidade das chuvas.
O Climacast publicado faz parte da parceria entre a Agrymet e a RTC, com o objetivo de levar informações técnicas e acessíveis sobre o clima e seus impactos na produção agrícola. Acompanhe as próximas atualizações no aplicativo SmartCoop e nas plataformas da RTC.
Fonte:https://rtc.coop.br/
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out 21 2025 Competitividade do milho brasileiro pode ser comprometida
Plantio do milho no Brasil ultrapassa 30% da área prevista
De acordo com a análise divulgada nesta segunda-feira (20) pela Grão Direto, com base em dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as lavouras de milho norte-americanas seguem em boas condições, com 66% das áreas classificadas como boas ou excelentes, superando a expectativa de 65%. O relatório indica bom potencial produtivo e aponta que a colheita deve avançar em ritmo acelerado, podendo superar 25% da área total projetada. A previsão de clima mais seco e quente deve favorecer o avanço das máquinas e ampliar a oferta nas próximas semanas. Apesar disso, a demanda pelo milho dos Estados Unidos permanece aquecida, o que tende a sustentar os preços mesmo diante da expectativa de alta produção.
No Brasil, o ritmo de exportações apresentou leve aumento nas últimas semanas, mas ainda está abaixo da média histórica para o período. Os compromissos firmados até o momento são significativamente menores em comparação ao mesmo período do ano anterior. A Grão Direto avalia que o país enfrenta dificuldades para manter sua competitividade frente a outros exportadores, como Argentina e Estados Unidos, que atualmente praticam preços mais baixos no mercado internacional. A análise destaca que a concorrência argentina deve se intensificar a partir de dezembro, com o avanço da colheita e o aumento da disponibilidade para exportação, o que pode pressionar os prêmios pagos pelo milho brasileiro nos portos. Além disso, o avanço da colheita nos Estados Unidos deve ampliar a oferta global e acentuar a perda de competitividade do produto nacional, especialmente se o câmbio não oferecer suporte adicional.
O plantio da primeira safra de milho no Brasil já ultrapassou 30% da área prevista, com destaque para o Sul do país, onde Rio Grande do Sul e Paraná registram avanço superior a 80%. As condições de desenvolvimento das lavouras são consideradas adequadas, embora algumas áreas enfrentem déficit hídrico. Nas demais regiões, o plantio ocorre em áreas irrigadas, o que tem garantido bom progresso mesmo com limitações climáticas pontuais. Até o momento, o ritmo de plantio segue dentro da média histórica, sinalizando boas perspectivas para a safra.
O mercado segue atento à evolução das condições climáticas na América do Sul, principalmente no Brasil e na Argentina. Qualquer atraso nas chuvas, redução da área plantada ou queda de produtividade pode gerar preocupação entre os agentes e atuar como fator de sustentação para os preços.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/ -
out 17 2025 Previsão de chuva no final de semana e tempo estável a partir de segunda (20/10)
Dados são do Boletim Integrado Agrometeorológico
A previsão é de tempo instável em praticamente todo o Rio Grande do Sul em boa parte do final de semana. Há previsão de chuva fraca a moderada, pontualmente forte, principalmente nas regiões Oeste e Central, e de chuva fraca, localmente moderada, na porção leste, retornando a estabilidade no domingo (19/10).
As informações constam no Boletim Integrado Agrometeorológico 42/2025, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).
Sexta-feira (17/10): a aproximação de uma frente fria deve manter o tempo instável em grande parte do território, com precipitação ocorrendo em praticamente todas as regiões.
Sábado (18/10): o sistema deve atuar com maior intensidade sobre as porções central e norte do estado, reduzindo sua influência nas demais áreas. Assim, a previsão de chuva deve ficar restrita a essas regiões.
Domingo (19/10): a atuação de um sistema de alta pressão deve favorecer o retorno de tempo estável em todo o Rio Grande do Sul. Não há previsão de chuva significativa. A partir de domingo (19/10), as temperaturas entrarão em declínio.
Entre segunda (20/10) e quarta-feira (22/10): a atuação de um sistema de alta pressão deve favorecer a condição de tempo estável em todo o Rio Grande do Sul. Não há previsão de chuva significativa.
Os acumulados de precipitação previstos variam entre 10 e 100 milímetros na maior parte do estado. Nas áreas mais ao noroeste, os volumes poderão ultrapassar 100 mm em pontos isolados, enquanto no extremo sudeste os totais tendem a ser menores, não ultrapassando 50 mm.
Fonte:https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 17 2025 Emater/RS-Ascar estima aumento de produtividade na Safra de Inverno 2025
A colheita da Safra de Inverno de 2025 no Rio Grande do Sul começa com boas perspectivas. De acordo com a Segunda Estimativa divulgada pela Emater/RS-Ascar, nesta quinta-feira (16/10), as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento das principais culturas e devem resultar em aumento de produtividade em todas elas.
Entre os grãos de destaque estão o trigo, a canola, a aveia-branca e a cevada, que avançaram em qualidade e rendimento ao longo do ciclo produtivo. “Foi uma safra que transcorreu bem em todos os estágios, desde a semeadura até o enchimento de grãos, o que favoreceu as produtividades projetadas”, destaca o diretor técnico da Emater/RS, Claudinei Baldissera.
De acordo com o levantamento, o trigo, cultura de maior área entre as de inverno, apresentou redução de 14,26% na área plantada em relação ao ano passado passando de 1,33 milhão de hectares, segundo dados do IBGE, para os cerca de 1,14 milhão de hectares cultivados em 2025 que apontam os dados da Emater/RS-Ascar. Apesar disso, o clima favorável e o manejo adequado devem compensar a queda de área. A produtividade média projetada é de 3.261 quilos por hectare, o que representa aumento de mais de 17% em comparação à safra anterior (2.781 kg/ha). “O resultado é uma produção total muito semelhante à do ano passado, porém com melhor qualidade de grão, um dos principais diferenciais desta safra”, avalia Baldissera.
A canola também segue em expansão no Estado, com crescimento de 19,07% na área plantada e produtividade superior à registrada em 2024. A aveia branca ocupa cerca de 393.252 mil hectares, o que representa aumento de 6,73% sobre a área do ano anterior, enquanto a cevada, embora tenha reduzido sua área em 9,77%, deve manter o mesmo volume de produção, com grãos de alta qualidade destinados principalmente à indústria cervejeira.
Os levantamentos da Emater/RS-Ascar são realizados com apoio de ferramentas virtuais e da presença dos extensionistas rurais em todos os municípios do Estado, garantindo dados atualizados e consistentes sobre a realidade das lavouras. Os dados completos da safra de inverno estão disponíveis no site www.emater.tche.br, nas seções Informativo Conjuntural e Acompanhamento das Safras.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 16 2025 Controle biológico de lagartas ganha força no milho
O crescimento é nítido
O mercado brasileiro de controle biológico para lagartas do milho vive um momento de consolidação e crescimento acelerado, impulsionado pela adoção de tecnologias mais sustentáveis e eficazes no manejo de pragas. Dados do levantamento FarmTrak milho 2025, da consultoria Kynetec Brasil, mostram que o uso de bioinseticidas no país alcançou uma nova escala, refletindo a transição de produtores para soluções baseadas em microrganismos naturais, em resposta à resistência crescente de pragas às moléculas químicas tradicionais.
Segundo o estudo, a área tratada com produtos voltados ao controle de lagartas na safrinha — o segundo ciclo do milho — aumentou 86% em apenas um ano, passando de 22,5 milhões para 42 milhões de hectares em 2025. Mesmo com a área cultivada praticamente estável, entre 16 e 17 milhões de hectares, o avanço expressivo indica uma clara mudança na estratégia de manejo adotada pelos agricultores. O segmento biológico, que representava apenas 2% do valor total do mercado de inseticidas para lagartas em 2022, já responde por 7% em 2025 — um crescimento quase quatro vezes maior em apenas três safras.
A pressão de pragas lepidópteras, especialmente da Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), continua sendo um dos principais desafios nas lavouras de milho. Com a redução da eficácia de tecnologias transgênicas e de inseticidas químicos, produtores têm recorrido cada vez mais a soluções biológicas à base de vírus e bactérias específicas, que atuam de forma seletiva e segura, preservando inimigos naturais e reduzindo resíduos no ambiente.
O levantamento da Kynetec também revela diferenças regionais importantes. O estado de Mato Grosso concentra 62% das vendas totais de inseticidas — biológicos e químicos — voltados ao controle de lagartas, seguido por Goiás (12%) e Maranhão (7%). O aumento do número de aplicações, que chegou a dobrar em algumas regiões, reforça a necessidade de programas integrados de manejo, combinando diferentes ferramentas de controle.
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out 13 2025 Desafios na fase vegetativa inicial da soja: Proteja sua lavoura com MultiVex
A fase vegetativa inicial da soja, compreendida entre os estádios V1 e V4, representa um dos momentos mais decisivos para o sucesso da safra. É neste período que se estabelecem as bases para o pleno aproveitamento do potencial produtivo da lavoura, com o desenvolvimento das primeiras folhas trifolioladas e a intensificação da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN). No entanto, diversos desafios fitossanitários e nutricionais podem comprometer o desempenho da cultura logo no início do ciclo.
O cenário da fase vegetativa inicial
Durante os primeiros estádios vegetativos, a planta de soja passa por transformações fundamentais. As folhas trifolioladas começam a se formar e expandir, enquanto o sistema radicular se estabelece e os nódulos radiculares intensificam o processo de FBN. Paralelamente, inicia-se a competição por recursos com plantas daninhas, tornando crucial o monitoramento constante de pragas e doenças de solo.
“Este é o momento em que definimos se a planta terá estrutura para expressar todo seu potencial genético”, explica a Satis, empresa especializada em soluções integradas de nutrifisiologia, biológicos e adjuvantes. “Um manejo preventivo fitossanitário com biodefensivos faz toda a diferença no resultado final.”
Principais ameaças ao desenvolvimento inicial
Os desafios enfrentados pelos produtores nesta fase são múltiplos e interconectados: Deficiências nutricionais críticas: A carência de boro e fósforo impacta diretamente a formação de folhas novas, o desenvolvimento radicular, o transporte de açúcares e a transferência de energia celular. Sem o suporte adequado desses nutrientes, a planta não consegue estabelecer uma arquitetura robusta.
Estresse pós-herbicida: A aplicação de herbicidas, embora necessária para o controle de plantas daninhas, pode causar fitotoxicidade e alterações fisiológicas que interferem na nodulação e na FBN. O travamento metabólico resultante compromete o desenvolvimento vegetal justamente quando a planta mais precisa de vigor.
Doenças foliares silenciosas: O ambiente quente e úmido característico das regiões produtoras de soja cria condições ideais para o estabelecimento de patógenos foliares. Oídio, Cercospora, Mancha Parda, Antracnose, Mancha-alvo e até mesmo a temida Ferrugem Asiática começam a se instalar de forma silenciosa, comprometendo gradualmente a fotossíntese e o potencial produtivo antes mesmo de apresentarem sintomas visíveis.
MultiVex: proteção biológica avançada
Para enfrentar especificamente o desafio das doenças foliares na fase vegetativa, a Satis desenvolveu o MultiVex, um fungicida microbiológico de contato que representa uma evolução no controle preventivo de patógenos.
O produto combina esporos e metabólitos de duas cepas bacterianas altamente eficientes: Bacillus amyloliquefaciens CCT8135 e Bacillus velezensis CCT8136. Esta dupla combinação não é casual – cada cepa foi selecionada por suas características específicas de biocontrole e perfil metabólico distinto.
Múltiplos mecanismos de ação
O diferencial do MultiVex está em seus diversos mecanismos de ação simultâneos contra os fungos patogênicos:
• Rompe as membranas celulares dos fungos
• Inibe a síntese de ergosterol, componente essencial da parede fúngica
• Interfere na respiração celular dos patógenos
• Promove lise enzimática da parede celular
• Ocupa nichos ecológicos por competição (ferro, carbono e nitrogênio)
• Induz resistência sistêmica na planta, ativando genes de defesa e fortalecendo as paredes celulares“Esta multiplicidade de ações dificulta o desenvolvimento de resistência pelos patógenos e oferece controle abrangente”, destaca a empresa. A cepa CCT8136, em particular, apresenta capacidade superior de produção de metabólitos secundários bioativos, enquanto a CCT8135 possui características específicas voltadas ao biocontrole direto.
A alta eficiência contra patógenos necrotróficos e hemibiotróficos torna o MultiVex especialmente indicado para a fase vegetativa, preparando a planta para enfrentar as próximas etapas do ciclo com mais saúde e vigor. A dosagem recomendada varia de 0,5 a 1,0 litro por hectare.
Abordagem integrada para a fase vegetativa
O manejo eficiente da fase vegetativa demanda uma abordagem integrada que vá além do controle de doenças. A Satis oferece um portfólio complementar de soluções para cada desafio específico:
Soymax atua como escudo metabólico contra o estresse causado por herbicidas. O produto protege diretamente os nódulos responsáveis pela FBN e fornece aminoácidos essenciais para manter o metabolismo vegetal ativo mesmo após aplicações de herbicidas. Isso reduz a fitotoxicidade, preserva a nodulação e otimiza o teor de proteína nos grãos, acelerando a recuperação da cultura.
Humicbor fornece boro solúvel enriquecido com substâncias húmicas e extrato de algas, nutriente fundamental para a divisão celular, formação e estabilidade das paredes celulares e transporte de fotoassimilados. Na fase vegetativa, promove o desenvolvimento de um sistema radicular robusto, ampliando a capacidade de absorção de água e nutrientes.
Sturdy combina bioativadores com fósforo para impulsionar o crescimento vegetal. O extrato de algas presente na formulação funciona como catalisador metabólico, tornando a absorção e assimilação do fósforo mais eficientes. O resultado é uma arquitetura de planta superior, com máximo engalhamento, maior quantidade de nós produtivos, área foliar expandida e raízes vigorosas.
Investimento no futuro da safra
A fase vegetativa inicial pode parecer apenas o começo da jornada da soja, mas é nela que se constroem os alicerces da produtividade. Investir em manejo preventivo com biológicos e suporte nutrifisiológico adequado não é custo, mas sim garantia de retorno.
“Uma planta bem nutrida, protegida contra doenças e livre de estresses fisiológicos desde o início expressa todo seu potencial genético”, conclui a Satis. “O segredo está em antecipar os problemas, não apenas reagir a eles quando os sintomas já comprometeram o desenvolvimento.”
Com ferramentas biológicas cada vez mais eficientes e uma compreensão aprofundada das necessidades da cultura em cada fase, o produtor brasileiro tem à disposição recursos para construir lavouras mais saudáveis, resilientes e produtivas desde o primeiro trifólio.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 10 2025 Próxima semana deve ser de tempo estável na maior parte do Estado
A previsão é de tempo estável na maior parte do Rio Grande do Sul na próxima semana. As informações constam no Boletim Integrado Agrometeorológico 41/2025, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).
Sexta-feira (10/10) e sábado (11/10): o tempo deve permanecer estável em grande parte do Rio Grande do Sul. Não há previsão de chuvas significativas em nenhuma das regiões.
Domingo (12/10): a atuação de um sistema de baixa pressão próximo ao estado deverá provocar instabilidade em todo o território gaúcho, com previsão de chuvas fracas a moderadas na metade mais ao sul, podendo ser localmente fortes em alguns pontos, e chuvas mais elevadas nas porções central e norte.
Segunda (13/10), terça (14/10) e quarta-feira (15/10): na segunda-feira (13/10), o sistema começará a se afastar, reduzindo sua influência sobre o estado. Assim, na segunda (13/10), terça (14/10) e quarta-feira (15/10), o tempo deve voltar a se manter estável, sem expectativa de chuva significativa na maioria das regiões.
Os acumulados de precipitação previstos variam entre 10 e 100 milímetros. Nas áreas centrais e do norte, os volumes podem superar os 100 mm em pontos isolados, enquanto no extremo sul os totais tendem a ser menores, não ultrapassando 50 mm.
O boletim agrometeorológico atualiza semanalmente a situação de diversas culturas e criações de animais no RS.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 10 2025 Temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas favorecem o desenvolvimento da canola
A colheita da canola alcança 6% da área semeada. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (09/10), as lavouras apresentam desempenho adequado e estão nas fases de enchimento de grãos (55%) e maturação fisiológica (36%). As condições climáticas recentes, caracterizadas por temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas, favoreceram o desenvolvimento das plantas, a formação das síliquas e o acúmulo de óleo nos grãos. A Emater/RS-Ascar projeta área de 203.206 hectares e produtividade de 1.737 kg/ha.
As lavouras com problemas de estabelecimento inicial apresentam o menor potencial produtivo, mas o desempenho geral está satisfatório, com expectativas positivas de rendimento. O estado fitossanitário em geral é apropriado, pois há baixa incidência de doenças fúngicas. No entanto, a ocorrência da traça-das-crucíferas tem sido recorrente em diversas regiões, o que exige monitoramento constante e aplicações sequenciais de inseticidas seletivos para evitar perdas de produtividade.
Trigo
A cultura do trigo avança para a fase final do ciclo, apresentando adequado desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. A maior parte das lavouras está entre os estágios de enchimento de grãos (58%) e em maturação fisiológica (18%), e as semeaduras mais tardias ainda se situam em espigamento e floração (20%). A colheita está incipiente, em proporção pouco inferior a 1% da área cultivada, que foi inicialmente projetada em 1.198.276 hectares, e a estimativa de produtividade em 2.997 kg/ha.
O potencial produtivo permanece elevado, dependendo do nível tecnológico e das condições locais. As lavouras de maior investimento demonstram elevada uniformidade e sanidade, com expectativas superiores a 3.900 kg/ha.
Aveia branca
A cultura de aveia branca apresenta adequado desenvolvimento vegetativo e reprodutivo na maioria das regiões produtoras. As lavouras implantadas dentro do período indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) mantêm alto potencial produtivo em função das temperaturas amenas e da boa disponibilidade hídrica nas fases iniciais e intermediárias do ciclo.
A colheita está em fase inicial, alcançando 7%, devendo intensificar-se nas próximas semanas, pois cerca de 38% dos cultivos estão em maturação. A área projetada inicialmente para o plantio é de 401.273 hectares, e a produtividade de 2.254 kg/ha.
Cevada
As lavouras apresentam desempenho apropriado e estão principalmente em estágios reprodutivos: espigamento (21%), enchimento de grãos (70%) e início de maturação (5%). As condições climáticas do período, como a alternância de chuvas e de tempo firme, têm favorecido o crescimento e o enchimento dos grãos, embora o excesso de umidade, em algumas regiões, possa aumentar a pressão de doenças da espiga.
Milho
As chuvas expressivas dificultaram a semeadura do milho em diversas regiões do Estado, como na Fronteira Oeste, onde os acumulados passaram de 110 mm. Essas precipitações provocaram atraso na semeadura e prejudicaram o trânsito de máquinas pesadas em áreas de lavoura. As baixas temperaturas no Alto Uruguai reduziram o ritmo de crescimento das plantas.
A área semeada evoluiu apenas 1% e alcançou 73% da projetada. De modo geral, as lavouras estão com desenvolvimento adequado, 99% em estágio vegetativo e 1% em floração. Na Safra 2025/2026, a área de milho alcançará 785.030 hectares, segundo dados preliminares da Emater/RS-Ascar. A produtividade projetada é de 7.376 kg/ha.
Fonte : https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 09 2025 Trigo gaúcho mantém foco na exportação
Os moinhos seguem ausentes das compras
O mercado de trigo no Sul do Brasil segue pressionado, com negócios concentrados na exportação e preços em queda nas principais praças. Segundo dados da TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul já contabiliza cerca de 140 mil toneladas negociadas, somando o mercado interno e externo, volume considerado baixo diante do potencial de colheita entre 2,7 e 3,2 milhões de toneladas.
No estado gaúcho, o clima apresentou melhora entre terça e quarta-feira, permitindo o avanço pontual das colheitas, que devem prosseguir até o fim de semana antes da chegada de novas chuvas. No mercado, as operações estão sendo firmadas principalmente para exportação a R$ 1.160,00 por tonelada sobre rodas no porto de Rio Grande, o que equivale a cerca de R$ 1.000,00 no interior. Essa diferença, causada pelo aumento do frete, resultou em uma distorção em relação ao preço de pedra — que deveria estar em torno de R$ 58,00/saca em Panambi, mas ainda se mantém em R$ 64,00.
Os moinhos seguem ausentes das compras, aguardando melhores condições, enquanto os produtores devem aumentar as vendas assim que a colheita avançar. No mercado interno, há ofertas de R$ 1.050,00 para embarques entre outubro e novembro, mas sem demanda efetiva. Com isso, os preços da pedra seguem em queda, com médias de R$ 61,00/saca nas Missões e R$ 64,00 em Panambi.
Em Santa Catarina, o trigo argentino recuou para US$ 207/t FOB Up River, enquanto os produtores locais pedem cerca de R$ 1.250,00 por tonelada FOB. No Paraná, as chuvas têm afetado a qualidade de parte da safra, com preços ao produtor caindo 2,04% na semana, para R$ 66,62/saca. Mesmo com o custo médio de R$ 74,63, o uso do mercado futuro ainda representa oportunidade de rentabilidade em momentos estratégicos de venda.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 07 2025 RS tem 65% de probabilidade de ter La Niña nos próximos três meses
Chuvas podem ficar ligeiramente abaixo da média histórica para o período
As projeções do APEC Climate Center (APCC), sediado na Coreia do Sul, indicam 65% de probabilidade de transição da fase neutra para fase fria (La Niña) no trimestre de outubro a dezembro de 2025. É o que aponta o Boletim Trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). As previsões apresentadas pelo boletim são baseadas no modelo estatístico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O prognóstico climático indica chuvas variando de normal a ligeiramente abaixo da média na maioria das regiões do Rio Grande do Sul no último trimestre do ano. O mês com maiores desvios negativos de precipitação pluvial deverá ser dezembro, especialmente na metade sul e no oeste do estado. Nos meses de outubro e novembro, as precipitações devem ficar mais próximas da média, porém, com maior irregularidade espacial, havendo leve tendência de ficar abaixo da média, principalmente em novembro.
As temperaturas do ar sobem gradativamente ao longo do trimestre, devendo ter anomalias mais positivas em dezembro. Os meses de outubro e novembro são bastante variáveis, pois ainda ocorrem incursões frias seguidas de períodos com aquecimento. Com isso, não se descarta, inclusive, a ocorrência de geadas tardias. A amplitude térmica aumenta consideravelmente no trimestre, ou seja, algumas madrugadas frias podem ser seguidas de tardes quentes, especialmente entre novembro e dezembro.
O boletim do Copaaergs é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 13 entidades estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima. O documento também lista uma série de orientações técnicas para as culturas do período.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial