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  • Trigo: atividades de semeio terminam no PR e no RS

    As atividades de semeio de trigo chegaram ao fim no Sul do Brasil, e produtores consultados pelo Cepea continuam otimistas quanto à produção desta temporada, influenciados pelo clima favorável. No Paraná, as lavouras apresentam condições superiores às observadas nas últimas três temporadas. No Rio Grande do Sul, o tempo seco permitiu o avanço e a finalização do semeio. Em relação aos derivados, se comparadas as médias da semana passada (de 20 a 24 de julho) e da anterior, todas as farinhas e farelos se valorizaram no mercado brasileiro. Colaboradores do Cepea indicaram realização de negócios pontuais para as farinhas destinadas a bolachas (tanto salgadas como doces). No caso dos farelos, a procura e os preços seguem em alta no Sul do País.

    Fonte: Cepea

  • Aumento do plantio de soja do Brasil em 20/21 será o maior em 6 anos, diz Arc Mercosul

    Produtores de soja do Brasil deverão aumentar a área plantada com soja em 3,8% na temporada 2020/21, para históricos 38,43 milhões de hectares, com preços favoráveis permitindo que o setor tenha o maior crescimento no plantio de um ano para o outro desde a temporada 2014/15, estimou ontem (27/7) a consultoria Arc Mercosul.

    Com essa área, a safra de soja do Brasil, maior produtor e exportador global da oleaginosa, poderia atingir um recorde de 129,15 milhões de toneladas, aumento de 3,44% ante 2019/20, segundo a Arc Mercosul, em sua primeira projeção para a nova temporada, cujo plantio começa em setembro.

    “Ainda temos oferta de 90 reais, 95 reais, 100 reais (a saca) para soja futura, dependendo da praça. Estes valores da soja futura são 20%-30% superiores aos futuros exercidos no mesmo período do ano em 2019”, disse o diretor da Arc Mercosul, Matheus Pereira, justificando o impulso na área plantada.

    Prêmios firmes nos portos brasileiros e a forte demanda da China ajudam a explicar esses preços mais altos, acrescentou.

    Produtores deverão expandir o plantio de soja este ano principalmente em pastagens degradadas, conforme analistas.

    Na semana passada, outra consultoria, a Céleres, havia apontado um plantio superior a 38 milhões de hectares, com produtores guiados por margens recordes.

    Em meados deste mês, a Safras & Mercado projetou o plantio em 37,8 milhões de hectares e também uma produção recorde.

    Fonte: Reuters

  • Qualidade das lavouras de milho melhora na semana, diz USDA

    A qualidade das lavouras de milho nos Estados Unidos melhorou na semana passada, disse o Departamento de Agricultura do país (USDA) ontem (27/7), em seu relatório semanal de acompanhamento de safra. Segundo o USDA, 72% da safra tinha condição boa ou excelente até o último domingo (26), um aumento de 3 pontos porcentuais ante a semana anterior. O USDA disse também que 82% da safra tinha formado espiga, ante 75% na média dos cinco anos anteriores. Além disso, 22% da safra tinha formado grãos, em comparação a 17% na média de cinco anos.

    O USDA informou que 72% da safra de soja apresentava condição boa ou excelente até o último domingo, uma melhora de 3 pontos porcentuais ante a semana anterior. Segundo o relatório, 76% da safra tinha florescido, em comparação a 72% na média de cinco anos. Além disso, 43% da safra estava formando vagens, ante 36% na média.

    Segundo o USDA, a colheita de trigo de inverno estava 81% concluída, em comparação a 82% na média de cinco anos.

    Quanto ao trigo de primavera, o USDA disse que 70% da safra tinha condição boa ou excelente, um aumento de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior. Além disso, 97% da safra tinha perfilhado, ante 98% na média de cinco anos. A colheita estava em 1%, em comparação a 3% na média.

    O USDA informou que 49% da safra de algodão apresentava condição boa ou excelente, melhora de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior. O governo dos EUA disse que 84% da safra tinha florescido, em linha com a média de cinco anos. Segundo o relatório, 42% da safra tinha formado maçãs, em comparação a 44% na média.

    Fonte: Dow Jones Newswires/Broadcast Agro

  • Embrapa destaca 22 dicas sobre cuidados com as sementes de soja

    Faltando ainda mais de um mês até que o plantio da soja seja novamente autorizado a acontecer em diversos estados brasileiros, a Embrapa preparou a pedido do Projeto Soja Brasil um manual completo com dicas para garantir uma boa safra. A ideia é trazer dicas para que o sojicultor se prepare e consiga ter uma temporada ainda melhor que as anteriores. Desta vez o tema é a semente e destacamos 22 dicas para não errar com o principal insumo da safra.

    Veja abaixo os 22 pontos de cuidado com as sementes de soja:

    1 – A semente é a chave do sucesso de uma lavoura. Semente de qualidade é fundamental para que o produtor comece e termine bem a safra.

    2 – Semente de boa qualidade tem origem, alto poder germinativo, alto vigor, tem sanidade e tem purezas física e varietal.

    3 – Estas características são indispensáveis para a obtenção de lavouras compostas por plantas de alto desempenho, resultando em lavoura de alta produtividade.

    4 – Semente de má qualidade resulta em estande desuniforme, plantas com baixo desempenho e disseminadoras de doenças e plantas daninhas.

    5 – O bom estabelecimento da lavoura depende também da boa plantabilidade, ou seja, da utilização de semeadoras de alta precisão, bem reguladas e operando dentro dos padrões de velocidade recomendados pelos fabricantes. Isso resultará na obtenção da população ideal de plantas, bem distribuídas, sem falhas e sem aglomerados de plantas.

    6 – Visualmente, semente e grão são idênticos, mas a semente se distingue pela maior pureza, homogeneidade, sanidade, alto poder germinativo e alto vigor.

    7 – É irracional gastar mundos e fundos no manejo do solo e na fertilização do campo e economizar semeando sementes de qualidade duvidosa.

    8 – O custo da semente torna-se irrisório quando comparado ao aumento da produção que ela proporciona. Sementes de alto vigor originam lavouras mais produtivas.

    9 – O uso de sementes pirata é prejudicial ao setor produtivo porque acaba com os programas de melhoramento genético, inibindo o desenvolvimento de novas cultivares. Um tiro no pé.

    10 – A soja destinada para a produção de grãos pode ser cultivada em todo o território nacional, mas nem todos os locais são apropriados para produzir soja-semente.

    11 – Regiões tropicais com baixa altitude não são recomendadas para a produção de soja-semente, a menos que a lavoura seja cultivada em altitudes superiores a 700 m e a semente armazenada em ambiente climatizado.

    12 – Para obter-se uma semente de qualidade, evitar a semeadura cuja colheita coincide com períodos chuvosos.

    13 – Recomenda-se armazenar as sementes com teor de umidade inferior a 12%, em ambientes com temperatura inferior a 25 °C e umidade relativa do ar inferior a 70%. Na seleção da cultivar semeada, atentar para que a semente pertença a uma cultivar recomendada para a região onde será cultivada.

    14 – Aconselha-se tratar as sementes com fungicidas antes da semeadura ou adquiri-las já tratadas industrialmente. O mercado já conta com empresas sementeiras que disponibilizam sementes tratadas industrialmente.

    15 – No tratamento de sementes, cuidado na quantidade e compatibilidade dos produtos utilizados; um produto pode inviabilizar o outro.

    16 – Cuidado com os “cosméticos” agregados à semente, produtos que podem não agregar nada à semente, além do custo.

    17 – Geralmente, sementes de diferentes tamanhos produzem igual, salvo em raras circunstâncias, quando a maior reserva nutricional das sementes graúdas ajudam a plântula no início do desenvolvimento.

    18 – A classificação das sementes por forma e tamanho são pré-requisitos para efetuar a classificação por densidade, que é fundamental para melhorar o vigor do lote de semente. Sementes de baixa densidade apresentam qualidade fisiológica, germinação e vigor, inferiores.
    Forma e tamanho interfere na classificação por densidade efetuada pela mesa densimétrica.

    19 – É importante classificar as sementes por tamanho para melhorar a plantabilidade.

    20 – Quando possível, eleger cultivares resistentes ou tolerantes às principais moléstias que atacam a cultura na região.

    21 – Para evitar danos no armazenamento, recomenda-se retirar a semente do armazém do fornecedor na data da semeadura. Só optar pelo armazenamento no próprio armazém desde que tenha condições de mantê-las em ambiente apropriado.

    22 – Mais de 95% da soja cultivada no Brasil é transgênica, mas há mercado para a soja convencional, que paga bônus.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho começa a semana subindo na B3 e estável em Chicago

    A segunda-feira (27) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,69% e 0,80% por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento setembro/20 era cotado com alta de 0,69%, o novembro/20  com valorização de 0,80%, o janeiro/21 era negociado com estabilidade e o março/21 tinha estabilidade.

    Mercado Externo

    Já os preços internacionais do milho futuro abriram a semana praticamente estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,26 com elevação de 0,25 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,35 com valorização de 0,50 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,46 com alta de 0,50 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,53 com ganho de 0,25 pontos.

    Segundo informações do site internacional Successful Farming, os gerentes de dinheiro aumentaram suas posições vendidas líquidas, ou apostaram em preços mais baixos, em milho na semana passada, de acordo com a Commodity Futures Trading Commission.

    Os investidores, nos sete dias que terminaram em 21 de julho, mantiveram uma posição líquida vendida em aberto de 155.676 contratos futuros de milho, informou a CFTC em relatório. Isso superou os 148.786 contratos da semana anterior e foi a maior posição de baixa de julho.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana com estabilidade em Chicago. No Brasil, atenção à disputa pela oferta

    O mercado da soja começa a semana operando com estabilidade na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h50 (horário de Brasília), subiam entrte 0,50 e 1,25 ponto nos principais contratos, com o agosto sendo cotado a US$ 9,06 e o novembro, US$ 9,00 por bushel. A proximidade do encerramento do mês faz os traders irem adotando uma postura mais cautelosa e de ajuste de posições.

    Segundo explicam analistas e consultores internacionais, o mercado segue limitado pelas preocupações sobre as relações entre China e Estados Unidos, que passam por uma nova onda de escalada e incertezas, o que poderia trazer algum impacto na demanda da nação asiática pelos produtos norte-americanos.

    Ainda assim, por outro lado, as duas última semanas foram de muitas compras feitas pela China nos EUA, especialmente de soja, dada a pouca oferta no Brasil e a necessidade crescente do país. Dessa forma, o mercado espera por novos anúncios nestes próximos dias, bem como pelos números dos embarques semanais norte-americanos que serão reportados nesta segunda-feira.

    Ainda hoje, após o fechamento do mercado em Chicago, chegam também os dados atualizados do desenvolvimento da nova safra dos EUA pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    NO BRASIL

    No Brasil, o mercado deverá seguir, nesta semana, se pautando pela disputa da pouca oferta entre demanda interna e para exportação. Ainda em foco, o câmbio e a próximidade do início da safra 2020/21 nos próximos meses, como explicam ainda analistas e consultores de mercado.

    “O mercado da soja nestes próximos dias, agora já indo para o final de julho, pode ter mais pressão de compra interna do que de exportação, porque os esmagadores precisam se posicionar para trabalhar este segundo semestre e tem muitos que estão com pouco grão nas mãos e se não comprarem a soja logo, não conseguirão o fazer a frente porque resta pouco”, explica Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting.

    Assim sendo, o consultor acredita que as importações deverão continuar a crescer no Brasil, principalmente pelas indústrias do Sul do país e especialmente com compras feitas no Paraguai. Com isso, segue a indústria nacional pagando melhor do que os portos para garantir a oleaginosa no Brasil.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Dispositivo detecta mariposas em menos de 2 horas

    Um novo método de detecção rápida de DNA desenvolvido na Universidade da Colúmbia Britânica (UBC) pode identificar mariposas ciganas asiáticas e outros patógenos em menos de duas horas, sem o uso de processos ou produtos químicos complicados, uma economia considerável de tempo em comparação com os vários dias necessários para se fazer a detecção anteriormente.

     

    “Às vezes, um lugar é apenas um lugar”, explica o professor florestal Richard Hamelin, que projetou o sistema com colaboradores da UBC, Natural Resources Canada e da Agência Canadense de Inspeção de Alimentos. “Outras vezes, é um fungo mortal ou um inseto exótico que foi carregado em um contêiner de transporte e tem o potencial de dizimar parques, florestas e fazendas locais. Então, você quer saber o que está vendo o mais rápido possível, para poder coletar mais amostras para avaliar a extensão da invasão ou começar a formular um plano de ação”, completa.

    A pesquisa de Hamelin concentra-se no uso da genômica para projetar melhores métodos de detecção e monitoramento de pragas e patógenos invasivos que ameaçam as florestas. Por quase 25 anos, você procura um teste de DNA rápido, preciso e barato, que pode ser feito mesmo em locais como florestas, sem a Internet rápida ou uma fonte de alimentação constante.

    O método, demonstrado em uma prévia do ano passado pelos formuladores de políticas florestais de Ottawa, é direto. Pequenas amostras, como partes de folhas ou galhos, ou partes de insetos, como asas e antenas, são colocadas em um tubo e em um pequeno dispositivo alimentado por bateria (o termociclador Franklin, fabricado pela Biomeme, com sede na Filadélfia). O dispositivo verifica se esses fragmentos de DNA correspondem ao material genômico da espécie-alvo e gera um sinal que pode ser visualizado em um smartphone emparelhado.

    Fonte: Agrolink

  • Boas práticas garantem qualidade do leite e prevenção contra doenças em caprinos

    Boas Práticas Agropecuárias (BPAs) para a produção de leite de cabra podem garantir qualidade do produto e seus derivados e, ainda, prevenir contra doenças como a mastite. Essas recomendações serão tema da palestra sobre Controle da Qualidade do Leite, que será ministrada pela pesquisadora Viviane Souza, da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral-CE), na próxima sexta-feira (24), às 18 horas, no “Dia D”, evento, promovido pela Fazenda Carnaúba (Taperoá-PB), com programação que integra palestras, exposições e intercâmbio de conhecimentos e que acontecerá, neste ano, em edição online, com acesso pelo site: https://diadfazendacarnauba.com/.

    O conjunto de Boas Práticas envolve recomendações e técnicas de manejo relacionadas não somente à ordenha, mas também a sanidade animal, alimentação, cuidados com instalações e conservação do leite. “Essas medidas terão impacto significativo em relação à aceitação do consumidor e à segurança alimentar, uma vez que haverá melhoria na qualidade do leite produzido”, destaca Viviane.

     

    A pesquisadora ressalta também que essas medidas podem prevenir e controlar a mastite, inflamação nas tetas das fêmeas que, além de afetar qualidade do leite, traz perdas produtivas para rebanhos de caprinos leiteiros. “Essas medidas estão relacionadas, principalmente, aos aspectos higiênicos das glândulas mamárias durante a ordenha e das pessoas envolvidas no processo de obtenção do leite. Com aplicação de boas práticas agropecuárias, haverá diminuição da incidência de mastite e aumento da produção de leite”, frisa ela.

    Um conjunto de Boas Práticas Agropecuárias na produção do leite caprino deve observar cuidados que já começam antes mesmo da ordenha, para respeitar higiene e bem-estar animal. A recomendação é que as instalações, a água fornecida aos animais e os baldes para guardar o leite estejam limpos. A condução de animais para a ordenha deve ser feita de forma tranquila, para evitar estresse e lesões às cabras utilizadas na produção.

    Os cuidados com higiene são extensivos aos ordenhadores, que devem sempre lavar as mãos com água, sabão comum ou detergente neutro. Os cabelos devem estar presos, com boné ou touca, as unhas curtas e as vestimentas higienizadas. Ordenhadores que estiverem doentes ou com ferimentos, principalmente nas mãos, não devem retirar o leite dos animais, passando, se possível, o serviço para outra pessoa. Dicas para higiene de ordenhadores podem ser vistas no vídeo a seguir: https://youtu.be/211bbrbVS1s

    Cuidados na ordenha

    No processo de ordenha, deverão ser ordenhadas, inicialmente cabras sadias, que nunca apresentaram inflamação nas mamas. Em seguida, passa-se para aquelas que já tiveram este tipo de inflamação, mas que agora não apresentam mais inchaços. Na sequência, podem ser ordenhadas cabras com inflamação, mas o leite deve ser descartado, principalmente se estiver talhado ou com cor diferente da normal. Também deve ser descartado leite de cabras em tratamento com antibióticos.

    Ainda na ordenha, é recomendável lavar as tetas com água clorada, antes de iniciar o processo, com secagem feita com papel toalha. Outro procedimento importante nesta etapa, para identificar as cabras que apresentam a mastite clínica [aquela em que sintomas são perceptíveis] é o teste com caneca telada ou de fundo escuro.

    Neste teste, são ordenhados os primeiros jatos de leite, fazendo descarte em balde apropriado. Em seguida, deve-se observar, no leite, a presença de grumos [aspecto semelhante ao do leite coalhado], pus ou sangue. Se isso acontecer, a mastite pode ser detectada e essas cabras retiradas do rebanho e tratadas, sempre com orientação de médico veterinário. Veja dicas de como fazer o teste no vídeo a seguir: https://youtu.be/H6MtpQx0Fso

    A ordenha manual deve ser realizada com movimentos lentos, para ajudar o estímulo e a descida do leite, além de evitar lesões que possam machucar o animal. Após a ordenha, aplica-se nas tetas uma solução de iodo a 0,5% com glicerina, que permite a formação de um tampão no orifício da teta, impedindo a entrada de microrganismos. No caso de ordenha mecânica, recomenda-se observar o manual do fabricante do equipamento.

    Uma solução recomendada pela Embrapa é o Kit Embrapa de Ordenha Manual para Caprinos Leiteiros. Sua montagem e seu uso são explicados neste vídeo: https://youtu.be/OYImTAEGRI8

    Após a ordenha, é recomendada a manutenção dos animais de pé após a ordenha, para que o orifício da teta se feche e evite a entrada de micróbios para o úbere. Uma alternativa para isso é disponibilizar alimentos no cocho. Finalizado o processo, recomenda-se a lavagem dos utensílios e equipamentos com água corrente, preferencialmente clorada, fazendo uso de escova e de detergente neutro. Após a lavagem, todos os utensílios devem permanecer emborcados para descida da água e resíduos, além de proteção contra insetos, ratos e baratas.

    Já o leite ordenhado deve ser filtrado em coador limpo e armazenado em baldes fechados. Depois, é recomendado o resfriamento do leite, em temperatura igual ou inferior a 4°C, logo após o término da ordenha, para inibir a multiplicação de micróbios e conservar a qualidade do leite.

    Dia D

    O evento promovido pela Fazenda Taperoá acontecerá de 24 a 26 de julho e reúne criadores, expositores e pesquisadores, sendo voltado para a geração de negócios e troca de experiências. O Dia D também traz a programação de palestras e capacitações profissionais. Para participar, é só fazer o credenciamento pelo site do evento: https://diadfazendacarnauba.com/. Mais informações pelos telefones: (83) 98795-1857 / 98878-3343 ou pelo e-mail: [email protected]

     

    Fonte: EMBRAPA

  • Soja testa novas altas tímidas em Chicago nesta 5ª e monitora relações China x EUA

    Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (23), mas registrando altas bem tímidas. Perto de 8h10 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2 e 2,75 pontos, com o agosto sendo cotado a US$ 9,02 e o novembro, importante referência para a safra nova dos EUA, a US$ 8,97 por bushel.

    O mercado futuro norte-americano da soja segue encontrando suporte na melhor demanda da China sendo observada nas últimas semanas, porém, volta a ser limitado por uma escalada nas tensões entre chineses e americanos. O movimento traz alguma incerteza sobre a continuidade das compras, mesmo diante da crescente necessidade da nação asiática e da pouca oferta no Brasil.

    Assim, a quinta-feira segue na espera de novas notícias sobre as relações entre Pequim e Washington, bem como por anúncios de novas vendas e também o relatório semanal de vendas para exportação a ser trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

    No paralelo, atenção ainda à comercialização da oleaginosa no Brasil e ao clima no Corn Belt, que se mantém no radar dos traders, mas sem tanta força diante das boas condições para o desenvolvimento das lavouras norte-amricanas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Resíduos agrícolas são fonte de energia para o futuro

    Considera-se que os biocombustíveis oferecem muitas prioridades, incluindo sustentabilidade, redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), desenvolvimento regional, estrutura social e agricultura e segurança do suprimento de energia, diz o Dr. Sanjib Kumar Karmee, cientista sênior e diretor da divisão de conversão termoquímica do Instituto de Pesquisa em Energia Renovável Sardar Patel em Anand, Gujarat, Índia.

    Para o pesquisador, os biocombustíveis são importantes porque podem substituir os combustíveis à base de petróleo e, no cenário atual, a produção de biocombustíveis requer tecnologia verde. Nesse contexto, para Kumar Karmee, a biomassa de resíduos florestais e agrícolas é a melhor fonte para atender às demandas de energia do futuro, uma vez que não é apenas renovável, mas também ecológica.

    A energia obtida a partir da biomassa é utilizada principalmente para a produção de calor, eletricidade e como combustíveis líquidos para veículos. Várias tecnologias avançadas foram desenvolvidas para obter biocombustíveis e produtos químicos da biomassa, incluindo o processo hidrotérmico, pirólise e combustão.

    A pirólise de biomassa é uma das tecnologias mais eficientes usadas para produzir biocombustíveis. O processo é realizado a temperaturas elevadas em uma atmosfera inerte que é mantida usando gases de argônio ou nitrogênio. O processo gera bio-óleo, biocarvão (sólido) e piro-gás (produtos gasosos), explica o Dr. Karmee.

    Para conduzir experimentos de pirólise, o Instituto de Pesquisa de Energia Renovável Sardar Patel projetou e desenvolveu uma nova planta de pirólise para produzir biocombustíveis a partir de serragem e resíduos agrícolas.

    Fonte: Agrolink