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junho 2026

  • Colheita da soja entra na reta final no RS

    A colheita da soja está próxima do encerramento no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quarta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar, restam apenas pequenas áreas de segunda safra implantadas após o milho precoce e alguns talhões semeados tardiamente, ambos com baixa representatividade no total cultivado.

    Segundo a Emater/RS-Ascar, as condições meteorológicas permitiram a colheita da maior parte das lavouras maduras. No entanto, a elevada umidade relativa do ar, associada à ocorrência frequente de neblina e à menor incidência de sol, retardou a perda de umidade dos grãos e limitou o avanço das operações em algumas áreas.

    Nas lavouras tardias e de safrinha, a entidade observou redução do potencial produtivo em razão do aumento da incidência de doenças foliares, principalmente oídio e ferrugem. Com o encerramento da safra, os produtores intensificam as atividades de pós-colheita. A Emater/RS-Ascar destaca que os trabalhos envolvem correção da fertilidade do solo, recuperação de áreas afetadas por erosão, classificação de grãos para armazenamento e implantação de pastagens e coberturas de inverno.

    A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 quilos por hectare, enquanto a área cultivada alcançou 6.624.988 hectares. A entidade informou que uma nova avaliação de produtividade está em andamento e deverá ser divulgada nos próximos boletins. Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Maria e Soledade, a colheita da soja já foi concluída.

    Na região de Bagé, os trabalhos estão em fase final. Dos 1.027.050 hectares cultivados, restam aproximadamente 10 mil hectares localizados em municípios como São Borja, Itaqui, Alegrete, São Gabriel, Dom Pedrito e Lavras do Sul, compostos por áreas de safrinha e cultivos tardios já em maturação. A entidade relata que a elevada umidade atmosférica dificultou a redução da umidade dos grãos. Em Aceguá, a produtividade média alcançou 2.160 quilos por hectare, frente à estimativa inicial de 2.200 quilos. Em Bagé, a produtividade final ficou em 2.100 quilos por hectare, resultado 12% inferior ao potencial inicialmente projetado. Em Candiota, a estiagem durante a floração e o enchimento dos grãos reduziu a produtividade média para 1.800 quilos por hectare, abaixo da expectativa inicial de 2.319 quilos. Em Manoel Viana, a quebra estimada em 40% consolidou a quinta safra consecutiva com resultados inferiores ao esperado. Após a colheita, avança a implantação de pastagens de inverno e de plantas de cobertura.

    Na região de Ijuí, mais de 99% da área cultivada já foi colhida. O rendimento médio registrado é de 3.060 quilos por hectare. A Emater/RS-Ascar informa que as lavouras de safrinha seguem apresentando redução de produtividade devido ao aumento da incidência de oídio e ferrugem. A umidade elevada dos grãos também tem restringido o acesso das colhedoras às áreas remanescentes e limitado operações de sistematização do solo, além da aplicação de corretivos e fertilizantes destinados às culturas subsequentes. Em áreas atingidas por erosão, produtores realizam a reposição da fertilidade com corretivos minerais e orgânicos.

    Na região de Pelotas, a colheita alcançou 99% da área cultivada. Conforme a Emater/RS-Ascar, as condições de trafegabilidade foram adequadas, apesar das chuvas pontuais registradas em alguns municípios. O percentual restante encontra-se em fase de maturação e a produtividade média regional está estimada em 2.800 quilos por hectare.

    Na região de Santa Rosa, a colheita está praticamente concluída tanto nas lavouras da safra principal quanto nas áreas de safrinha. Permanecem apenas áreas implantadas tardiamente, equivalentes a cerca de 1% da área cultivada. A combinação de chuvas, dias mais curtos e ocorrência frequente de nevoeiro dificultou a retirada dessas lavouras remanescentes. A Emater/RS-Ascar informa que os produtores intensificam a classificação dos grãos nas propriedades, especialmente daqueles destinados ao armazenamento para uso como sementes na próxima safra.

     

    Fonte: https://www.agrolink.com.br/

  • Plantio do trigo ganha ritmo e supera 40% no país

     A semeadura do trigo avança em ritmo positivo no Brasil, favorecida pelas condições climáticas e pela umidade adequada do solo. Segundo dados divulgados pela Conab, até 1º de junho, 41,1% da área prevista para a cultura no País já havia sido semeada. As condições observadas nas principais regiões produtoras têm favorecido o andamento dos trabalhos no campo. De acordo com pesquisadores do Cepea, a boa disponibilidade de umidade no solo contribui para uma germinação mais uniforme das sementes, fator importante para o desenvolvimento inicial das plantas.Esse cenário tem permitido maior agilidade na implantação da safra, especialmente em áreas onde o clima permanece adequado para o avanço das máquinas. Segundo dados divulgados pela Conab, a semeadura nacional do trigo alcançava 41,1% da área destinada à cultura em 1º de junho. O levantamento também aponta que os trabalhos já estavam encerrados em São Paulo e em Mato Grosso do Sul.

    O avanço reforça o bom ritmo da temporada, embora a evolução ainda dependa das condições locais de solo e clima em cada região produtora.

    Paraná tem 67% da área semeada

    No Paraná, a semeadura também apresenta progresso significativo. Segundo dados da Seab/Deral, até 1º de junho, 67% da área destinada ao trigo no estado já havia sido semeada. O levantamento indica ainda que os trabalhos foram concluídos em diversas regiões paranaenses, consolidando o estado entre os mais adiantados nesta fase da safra.

    Rio Grande do Sul avança de forma gradual

    No Rio Grande do Sul, o plantio segue em ritmo mais moderado. Conforme a Emater/RS, a semeadura avança gradualmente, conforme as condições de umidade do solo permitem a entrada das máquinas e a implantação das lavouras. De acordo com levantamento da Conab, até 29 de maio, o plantio havia alcançado 9% da área prevista para cultivo no estado.

    Com a maior parte dos trabalhos ainda em andamento no País, a manutenção da umidade adequada no solo será determinante para o avanço da semeadura e para o estabelecimento inicial das lavouras.

     

    Fonte: https://www.agrolink.com.br/

  • Geadas reduzem oferta de pastagens no RS

    As geadas registradas nas últimas semanas reduziram a capacidade de suporte das pastagens em diversas regiões do Rio Grande do Sul e afetaram principalmente áreas de maior altitude. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, as baixas temperaturas provocaram danos ao campo nativo, diminuíram a rebrota das forrageiras e reduziram a oferta de volumoso, cenário considerado típico para esta época do ano. Em contrapartida, produtores seguem investindo na sobressemeadura e no plantio direto de espécies de inverno, com destaque para azevém e aveia.

    O levantamento aponta que áreas cultivadas com braquiária, tifton, capim capiaçu e kurumi praticamente interromperam o crescimento em razão do frio. As pastagens de verão também apresentaram redução no desenvolvimento, especialmente nas regiões mais elevadas. Conforme a Emater/RS-Ascar, os produtores mantêm estratégias como manejo rotativo, produção de feno e pré-secado, além da implantação de espécies forrageiras de inverno para garantir alimentação ao rebanho.

    Na região administrativa de Bagé, as áreas de aveia apresentam sinais de estresse provocados pelas geadas e pela falta de chuva. Em algumas localidades, a ausência de precipitações por quase três semanas reduziu o crescimento das plantas e provocou amarelecimento das folhas. Em Hulha Negra, lavouras de trevo implantadas em maio registraram população abaixo do esperado devido à escassez hídrica. Já em áreas de várzea, o desenvolvimento dos trevos permanece adequado. Em Caçapava do Sul, áreas cultivadas com aveia e azevém já estão sendo utilizadas para pastejo, com resultados considerados positivos.

    Nas regiões de Caxias do Sul, Passo Fundo e Soledade, as pastagens anuais de inverno apresentam desenvolvimento entre regular e bom, permitindo o início do pastejo em áreas mais avançadas. Em Erechim, as forrageiras de inverno tiveram boa germinação e estabelecimento, embora o crescimento esteja mais lento em algumas localidades devido aos baixos volumes de chuva acumulados.

    Na região de Frederico Westphalen, o desenvolvimento das espécies de inverno segue dentro do esperado, enquanto a semeadura de trigo, aveia e azevém continua em andamento. Em Ijuí, a implantação das pastagens de inverno está em fase final e apresenta bom estabelecimento. Em algumas propriedades, a produção de massa verde já permite o uso das áreas para pastejo.

    Na região de Pelotas, municípios como Pinheiro Machado, Jaguarão e Santana da Boa Vista registram oferta de pastagem nativa variando entre regular e satisfatória. Entretanto, em algumas áreas, as geadas causaram queimaduras que reduziram a qualidade das forrageiras. Em São Lourenço do Sul, foi observado aumento gradual do uso de pastagens cultivadas de inverno em substituição às áreas de verão e aos campos nativos.

    Nas regiões de Porto Alegre e Santa Maria, poucas áreas de forrageiras de inverno estão aptas ao pastejo, já que a maioria ainda se encontra em fase de implantação ou desenvolvimento inicial. Diante da possibilidade de novas chuvas, produtores têm intensificado a sobressemeadura de azevém nos campos nativos para ampliar a oferta de alimento ao rebanho.

    Em Santa Rosa, técnicos observaram a presença de pulgões e de manchas foliares em áreas de aveia. Apesar da redução das chuvas, a emergência do azevém em áreas de ressemeadura natural e de semeadura a lanço é considerada satisfatória. A região já conta com áreas aptas ao pastejo em cultivos de trigo para duplo propósito e em consórcios de aveia e azevém, enquanto os produtores seguem realizando a implantação escalonada das pastagens de inverno.

     

    Fonte:https://www.agrolink.com.br/

  • Geadas causam danos pontuais em lavouras de milho

    No Rio Grande do Sul, a colheita do milho avançou pouco na última semana e permanece em 96% da área cultivada, repetindo o índice registrado anteriormente. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar. Restam principalmente áreas de safrinha e lavouras implantadas nos períodos mais tardios do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), que se encontram em fase de maturação.

    Segundo a Emater/RS-Ascar, uma parcela reduzida dessas áreas ainda está em enchimento de grãos e permanece suscetível aos efeitos das baixas temperaturas registradas em maio. A entidade destaca que as geadas provocaram danos limitados, principalmente em pendões e no ritmo de desenvolvimento das plantas, com maior impacto em áreas de baixada e em cultivos tardios conduzidos com híbridos de ciclo mais longo. Em algumas propriedades, as lavouras mais afetadas foram destinadas à produção de silagem.

    A Emater/RS-Ascar informa que as lavouras em fase final de ciclo seguem apresentando potencial produtivo satisfatório. No entanto, a combinação de elevada umidade relativa do ar nas primeiras horas do dia, ocorrência frequente de cerração e temperaturas amenas favoreceu o avanço de doenças foliares, como cercosporiose e o complexo de enfezamentos.

    Paralelamente à conclusão da safra, os produtores já iniciaram o planejamento do próximo ciclo produtivo. Conforme a Emater/RS-Ascar, estão em andamento ações voltadas à implantação de plantas de cobertura e adubação verde, além da avaliação dos custos de produção, especialmente relacionados aos fertilizantes.

    Na região administrativa de Bagé, a colheita atingiu 90% da área cultivada. Ainda restam cerca de 6 mil hectares por colher, compostos por lavouras em diferentes estágios de maturação. A Emater/RS-Ascar relata que as geadas registradas em maio provocaram impactos pontuais em híbridos tardios que ainda estavam em enchimento de grãos, principalmente em áreas de baixada. Em São Borja, produtores já iniciaram a semeadura de plantas de cobertura para a próxima safra, utilizando misturas de espécies ou apenas nabo forrageiro, opção considerada mais acessível em termos de custo.

    Na região de Ijuí, a colheita está em fase de encerramento. A produtividade média está próxima de 9.200 quilos por hectare, enquanto as lavouras de safrinha avançam para o final da maturação e devem ser colhidas nos próximos dias.

    Em Pelotas, a colheita alcançou 71% dos 39 mil hectares cultivados. Outros 25% das lavouras estão em maturação e 4% seguem em enchimento de grãos. Os produtores relatam aumento nos prejuízos causados por javalis e caturritas, que vêm afetando parte das áreas cultivadas.

    Na região de Santa Rosa, 97% da área já foi colhida. Ainda permanecem 2% das lavouras em maturação e 1% em enchimento de grãos. A Emater/RS-Ascar observa que as áreas remanescentes apresentam desenvolvimento satisfatório, embora as condições climáticas recentes estejam favorecendo a incidência de cercosporiose e do complexo de enfezamentos.

    Em Soledade, a colheita alcançou 85% da área cultivada. Ainda há 7% das lavouras em enchimento de grãos, 5% em maturação fisiológica e 3% maduras. Conforme a Emater/RS-Ascar, o frio não causou prejuízos expressivos no Baixo Vale do Rio Pardo, mas contribuiu para prolongar o ciclo da cultura devido à redução da radiação solar e das temperaturas. Nas áreas mais elevadas da região, porém, foram registrados danos pontuais provocados por geadas, incluindo casos de requeima de pendões.

     

    Fonte:https://www.agrolink.com.br/

  • Ferrugem e oídio marcam fim da safra gaúcha de soja

    No Rio Grande do Sul, a colheita da soja está em fase de encerramento e já alcança 99% da área cultivada. Os dados constam no Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar, que aponta que as condições de tempo seco e a boa trafegabilidade das áreas favoreceram o avanço dos trabalhos e a conclusão da colheita na maior parte das regiões produtoras.

    Segundo a entidade, restam apenas áreas de safrinha implantadas após o milho precoce e talhões semeados mais tardiamente, principalmente após o período de estiagem registrado no início do verão. Nessas lavouras, que estão finalizando o ciclo fisiológico, foram observadas perdas pontuais por debulha natural, especialmente em áreas de várzea e com limitações de drenagem.

    A Emater/RS-Ascar destaca que as produtividades seguem bastante heterogêneas em razão das diferenças de época de semeadura, disponibilidade hídrica ao longo do ciclo e potencial produtivo das áreas implantadas mais tarde. Em regiões afetadas por déficits hídricos mais severos, sobretudo em solos rasos e arenosos, as perdas foram mais significativas.

    Nas lavouras de segundo cultivo e safrinha, a menor disponibilidade de água, a redução do fotoperíodo e o menor porte das plantas contribuíram para a diminuição do potencial produtivo. Também foi registrado aumento na incidência de doenças foliares, como oídio e ferrugem-asiática, nas áreas que ainda permanecem em fase final de ciclo.

    Com a colheita praticamente concluída, produtores já direcionam esforços para atividades de manejo pós-safra, incluindo aplicação de corretivos, recuperação de áreas com erosão e classificação de grãos destinados à armazenagem ou ao uso como semente própria.

    Nas regiões administrativas de Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Passo Fundo e Soledade, a colheita já foi finalizada. Na região de Bagé, os trabalhos foram concluídos em municípios como Maçambará, Itacurubi, Barra do Quaraí e Uruguaiana. Em Manoel Viana, 99% dos 58 mil hectares cultivados já foram colhidos, enquanto em São Borja ainda restam áreas de safrinha equivalentes a cerca de 10% dos 105 mil hectares semeados.

    Na Campanha, dos 378 mil hectares cultivados, 93% foram colhidos. Restam aproximadamente 26 mil hectares, compostos principalmente por áreas implantadas em janeiro e talhões replantados após as chuvas intensas registradas no fim de dezembro. Em Dom Pedrito, parte dos produtores optou por adiar a colheita durante períodos de maior nebulosidade para evitar descontos relacionados à umidade dos grãos. De acordo com o levantamento, as lavouras semeadas mais tardiamente apresentaram melhor desempenho produtivo, embora a maioria dos municípios deva encerrar a safra abaixo das projeções iniciais.

    Na região de Frederico Westphalen, a colheita alcança 99% dos 434 mil hectares cultivados. As áreas remanescentes estão em maturação e devem ser colhidas nos próximos dias.

    Em Ijuí, os trabalhos atingem 98% da área cultivada. A produtividade média regional é estimada em 3.024 quilos por hectare. O relatório registra redução do potencial produtivo nas áreas tardias e aumento da incidência de oídio e ferrugem-asiática.

    Na região de Pelotas, 97% das lavouras foram colhidas, com produtividade média estimada em 2.800 quilos por hectare. Os baixos volumes de chuva registrados no período não comprometeram o acesso das máquinas às áreas de produção. Os 3% restantes seguem em fase de maturação.

    Em Santa Maria, a colheita está praticamente encerrada, e a produtividade média regional é estimada em 2.900 quilos por hectare.

    Já em Santa Rosa, 98% da área foi colhida, restando apenas 2% das lavouras em fase madura. O avanço da colheita das áreas de safrinha foi favorecido pela umidade adequada do solo, que permitiu o acesso de máquinas a áreas de baixada. Entretanto, parte dessas lavouras registrou perdas por debulha devido à permanência prolongada das plantas maduras no campo. As produtividades variam entre 900 e 4.200 quilos por hectare, refletindo diferenças de disponibilidade hídrica, época de implantação e adaptação das áreas de segundo cultivo.

     

    Fonte:https://www.agrolink.com.br/

  • Declaração de Conformidade pode ser emitida diretamente no Produtor Online

    Documento que comprova o cumprimento de obrigações sanitárias dos criadores de animais, a Declaração de Conformidade agora pode ser emitida diretamente no Produtor Online. Anteriormente, o produtor que precisasse do documento tinha que se deslocar a uma inspetoria ou escritório de defesa agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

    “A declaração é usada pelos produtores como um atestado de cumprimento de obrigações sanitárias. Eles levam para empresas que solicitam, principalmente na indústria de leite. Bancos também cobram essa declaração para a liberação de crédito rural”, explica o chefe da Divisão de Controle e Informações Sanitárias (DCIS/DDA/Seapi), Richard Alves.

    Para emitir a Declaração de Conformidade, o produtor só precisa acessar o Produtor Online com seu login e senha e escolher a funcionalidade. “O sistema emite na hora, se estiver sanitariamente tudo certo com o rebanho”, conta Richard.

    A emissão da Declaração de Conformidade pode ser barrada no Produtor Online, se a propriedade for foco de doença em processo de saneamento. “Nesses casos, a orientação é que o produtor vá para a inspetoria, que poderá fazer a emissão do documento, caso a vacinação ainda estiver no prazo”, complementa o chefe da DCIS.

    Fonte:https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial