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maio 11 2026 Praga caruru-gigante é descartada no RS, mas espécie resistente acende alerta nas lavouras
As análises laboratoriais realizadas em amostras coletadas no Rio Grande do Sul descartaram a presença do caruru-gigante (Amaranthus palmeri), considerado uma das plantas daninhas mais agressivas para as lavouras. O resultado foi confirmado por laboratório de referência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
As oito amostras analisadas, no entanto, apresentaram resultado positivo para outra espécie de caruru (Amaranthus hybridus), planta já disseminada no Estado e que preocupa pelo potencial de resistência a herbicidas.
O trabalho foi coordenado pelo Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Em abril, equipes vistoriaram 182 propriedades rurais em 55 municípios gaúchos. As coletas analisadas ocorreram em Santo Ângelo, Campo Novo, Santa Clara do Sul, Lagoa Vermelha, Dois Lajeados, Capão Bonito do Sul e Bom Retiro do Sul.
Monitoramento reforça barreira sanitária
O objetivo das coletas e análises era confirmar ou descartar a presença do caruru-gigante no Rio Grande do Sul. “O resultado negativo para a espécie mais agressiva é uma notícia importante para a agricultura gaúcha”, destaca a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapi, Deise Feltes Riffel.
Apesar disso, a identificação dessa outra espécie mantém o alerta no campo. As plantas apresentam resistência a diferentes herbicidas e têm avançado nas lavouras, dificultando o controle pelos produtores.
“A alta incidência observada, somada ao porte elevado das plantas, reforça a necessidade de medidas preventivas. Entre as principais recomendações estão a limpeza de máquinas agrícolas, o cuidado com a procedência das sementes e a rotação dos princípios ativos utilizados no manejo”, explica Deise.
A orientação também é fortalecer o manejo integrado das plantas daninhas, combinando diferentes estratégias de controle para conter o avanço da resistência e reduzir prejuízos à produção.
Fiscalização busca evitar entrada da praga
As mobilizações realizadas em abril tiveram como foco orientar produtores e ampliar a vigilância para impedir a entrada do caruru-gigante no território gaúcho. Embora a espécie siga ausente no Estado, a identificação recente da planta no oeste de Santa Catarina acendeu o alerta das autoridades fitossanitárias.
Classificada como praga quarentenária, a planta daninha pode causar perdas de até 79% na produtividade da soja e de 91% no milho, além de elevar custos de produção e dificultar a colheita.
“Esse resultado é positivo para a agricultura, a economia e a defesa sanitária vegetal do Rio Grande do Sul, que mantém o status de área livre da praga. Seguiremos com os monitoramentos para garantir a detecção precoce, caso haja ocorrência futura”, enfatiza o fiscal agropecuário da Seapi Kleiton Saggin, da regional de Santa Rosa.
Como comunicar suspeitas
Casos suspeitos devem ser comunicadas pelo e-mail [email protected], com envio de registro fotográfico, localização precisa (endereço e, principalmente, coordenadas geográficas).
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (51) 3288-6294 e (51) 3288-6289.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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maio 11 2026 Prêmio Top RS Leite de Verdade consagra excelência da pecuária leiteira gaúcha na Fenasoja
A produtividade, a gestão e a inovação tecnológica foram as grandes protagonistas da programação da Fenasoja nesta quarta-feira, 06 de maio. Em uma cerimônia no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, a CCGL realizou a entrega do Prêmio Top RS Leite de Verdade, iniciativa que reconhece o empenho técnico e os resultados operacionais das propriedades leiteiras que são referência no Rio Grande do Sul.
O evento celebrou produtores que se destacaram por índices de excelência em categorias que abrangem desde a eficiência reprodutiva até a performance econômica. Ao todo, 11 produtores foram premiados, entre 26 finalistas destacados no evento, evidenciando o vigor do sistema cooperativo gaúcho.
O Presidente da CCGL, Caio Vianna, reforçou que o prêmio é, acima de tudo, um reconhecimento ao esforço humano por trás dos números. “A homenagem desta noite é para o produtor de leite, para os técnicos da CCGL e das cooperativas, que fazem as coisas acontecerem sempre da melhor forma. Entregar esse prêmio é reforçar que a pecuária leiteira é rentável e pode remunerar adequadamente o produtor. O produtor de leite é um trabalhador exemplar, que produz um alimento essencial para a humanidade”, pontuou Vianna.
O Secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, enfatizou o papel transformador das cooperativas e a relevância da plataforma Smartcoop no suporte ao produtor. “Essa premiação, com certeza, vai ser a grande balizadora da qualidade da produção leiteira no Rio Grande do Sul”, afirmou Madalena. O secretário revelou ainda que o Estado pretende utilizar a plataforma como base para a criação de políticas públicas voltadas ao setor: “O governo assumiu o compromisso de difundir a plataforma como grande aliada da atividade no estado”.
Para o Presidente da Fenasoja, Marcos Servat, a premiação é um marco histórico para a feira, consolidando a união com o setor produtivo. “Em 2022 iniciamos um projeto novo que foi abraçado pela CCGL e estamos muito felizes por fazer parte desse movimento. O trabalho desenvolvido pelo sistema cooperativo é fundamental para a nossa cadeia produtiva”, destacou.
Complementando a visão institucional, Natália Marins Bastos, Coordenadora de Projetos da CCGL, sublinhou o fator pessoal envolvido no sucesso das propriedades, destacando a importância da abdicação e da dedicação integral dos produtores de leite para o alcance de resultados de elite.CONHEÇA OS VENCEDORES PRÊMIO TOP RS LEITE DE VERDADE
Produtividade da Terra (Região Norte)
Sistema Confinado: Camila Frantz (Cooperoque) – Técnico Regis Luiz Sturm Lenz
Sistema Não Confinado: José Librelotto (Cotribá) – Técnica Debora Schroeder
Produtividade da Terra (Região Sul)
Sistema Confinado: Devalci Cogo (Cotribá) – Técnico Leonardo Manzoni
Sistema Não Confinado: Acemar Quatrin (Cotrijuc) – Técnica Andreia Beck
Eficiência Produtiva de Sólidos no Leite
Sistema Confinado: Adriana Machado (Cotrisal) – Técnica Amanda Stefania Tormes Godoy
Sistema Não Confinado: Edson Tiemann (Cotrijal) – Técnico Eduardo Feltrin
Desempenho Reprodutivo
Sistema Confinado: André Gobbi (Cotripal) – Técnica Patricia Simon
Sistema Não Confinado: Luciano Mattei (Cotrisal) – Técnica Paula Eli de Cesaro Pena
Eficiência Econômica
Sistema Confinado: Levino Guilherme Huppenthal (Cotribá) – Técnica Debora Schroeder
Sistema Não Confinado: Valdir Jacoby (Cotrisoja) – Técnico Guilherme Afonso Müller Rodrigues
Prêmio Master
Sistema Confinado: Luiz Carlos Reisdorfer (Cotrisal) – Técnica Paula Eli de Cesaro Pena
Fonte:https://rtc.coop.br/
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maio 07 2026 Gestão, eficiência e planejamento serão decisivos para a pecuária em 2026, alerta Embrapa
Cenário de valorização da arroba convive com alta da reposição, juros elevados e incertezas geopolíticas
A pecuária brasileira deve enfrentar em 2026 um cenário marcado por oportunidades, mas também por aumento da complexidade na gestão da atividade. Apesar da valorização da arroba do boi gordo, fatores como alta no preço da reposição, juros elevados, volatilidade internacional e possíveis impactos sobre fertilizantes e exportações exigirão planejamento e tomada de decisão baseada em indicadores técnicos e econômicos.
Essa é a avaliação do pesquisador da Embrapa Gado de Corte e coordenador do Centro de Inteligência da Carne Bovina (CiCarne), Guilherme Cunha Malafaia. Segundo ele, este ano os sistemas mais eficientes e estruturados serão premiados. “Em 2026, não basta produzir bem. Será necessário administrar capital, risco e eficiência produtiva com muito mais rigor”, afirma.
Para Malafaia, um dos principais pontos de atenção é o aumento expressivo nos preços do bezerro e do gado magro, reflexo da entrada da pecuária em um novo ciclo de retenção de fêmeas para recomposição do rebanho nacional.
Com isso, a relação de troca entre boi gordo e reposição atingiu um dos maiores níveis da série histórica. Ele comenta que atualmente são necessárias cerca de nove arrobas de boi gordo para a compra de um bezerro, tornando a aquisição de animais um fator determinante. O pesquisador destaca que a “decisão de compra da reposição precisa ser estratégica. Comprar mal em 2026 pode comprometer toda a operação, mesmo em um cenário de arroba valorizada”.
Gestão de risco ganha importância
Diante do ambiente macroeconômico atual, o qual combina juros elevados, crédito mais seletivo e aumento do custo de capital, se amplia a necessidade de gestão financeira nas propriedades.
Entre as estratégias recomendadas estão o uso de instrumentos de proteção de preços, como operações de hedge e contratos a termo, além do planejamento financeiro estruturado e da avaliação criteriosa do retorno sobre o capital investido. Malafaia é enfático: “o produtor precisará atuar cada vez mais como gestor financeiro da atividade”.
Sustentabilidade e rastreabilidade
Outro ponto relevante é o avanço das exigências socioambientais nos mercados internacionais. Sustentabilidade e rastreabilidade deixaram de ser diferenciais e passaram a representar condições de acesso a mercados e linhas de financiamento.
O pesquisador cita como exemplos as exigências relacionadas à regulamentação ambiental europeia e o interesse de mercados estratégicos, como Japão e Coreia do Sul, em sistemas com rastreabilidade individual, monitoramento de fornecedores e mensuração de pegada de carbono. Nesse contexto, a pecuária tropical brasileira com sistemas baseados em pastagens e tecnologias de baixo carbono, desenvolvidas pela Embrapa, se sobressaem.
Eficiência produtiva e resiliência climática
A intensificação sustentável da produção também foi apontada como estratégia central para reduzir custos e aumentar a resiliência dos sistemas pecuários frente às mudanças climáticas.
Entre as práticas destacadas estão recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), confinamento estratégico, melhoramento genético e redução da idade de abate.
O especialista em cadeias produtivas avalia que “o sistema que combina pastagem recuperada, integração, suplementação estratégica e gestão eficiente terá mais condições de permanecer competitivo”.
Dependência do mercado chinês
Malafaia comenta os riscos associados à elevada dependência das exportações brasileiras de carne bovina em relação à China, destino de mais da metade do volume exportado pelo Brasil.
De acordo com ele, eventuais restrições comerciais reforçam a importância da diversificação de mercados e da abertura de novos destinos para a carne bovina. Entre os mercados considerados estratégicos estão Japão, Coreia do Sul e União Europeia, especialmente para produtos com maior valor agregado e atributos ligados à sustentabilidade.
Por fim, “o ambiente atual premia gestão baseada em evidências, disciplina financeira, rastreabilidade e intensificação sustentável. Quem operar apenas no improviso poderá enfrentar dificuldades”, conclui o pesquisador da estatal.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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maio 07 2026 Crise de insumos ameaça produção global
A instabilidade geopolítica no Oriente Médio voltou a elevar a preocupação com o abastecimento global de fertilizantes e seus efeitos sobre a produção de alimentos. Segundo Antonio Prado G. B. Neto, consultor de agronegócio, o conflito envolvendo o Irã recolocou o mercado desses insumos no centro das atenções, com impactos diretos sobre a segurança alimentar mundial.
A principal preocupação está na possibilidade de interrupção do fluxo logístico pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela relevante do comércio global de ureia, enxofre e amônia. A restrição de oferta também atinge, direta ou indiretamente, outros elementos essenciais para a agricultura, como fósforo e potássio, ampliando a pressão sobre cadeias produtivas já sensíveis a choques de custo e disponibilidade.
Como consequência, os preços dos fertilizantes nitrogenados já registram altas entre 30% e 50%, com aumentos ainda mais expressivos em algumas regiões. No caso do enxofre, insumo fundamental para a produção de fertilizantes fosfatados, a variação apontada vai de US$ 100 a US$ 1.000 por tonelada. Esse movimento é agravado pelo encarecimento da energia, principal componente na produção de fertilizantes, o que amplia a pressão de custos em toda a cadeia agrícola.
O reflexo mais direto aparece no campo. Com insumos mais caros e escassos, produtores em diferentes regiões tendem a reduzir doses ou postergar aplicações, comprometendo a produtividade das lavouras e reduzindo a oferta global de alimentos nas próximas safras.
A avaliação é que o problema vai além de uma crise de custos e pode se transformar em uma crise de produção. O fertilizante, muitas vezes pouco destacado no debate global, surge como um dos principais vetores de impacto sobre a oferta de alimentos em 2026/27. Além disso, a projeção de um El Niño forte pode atingir lavouras já debilitadas pela menor aplicação de nutrientes, ampliando os efeitos sobre produtividade, custos ao produtor e preços dos alimentos.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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maio 05 2026 Silagem garante alimentação do rebanho em períodos críticos
A utilização da silagem é uma prática já consolidada na pecuária do Sul do Brasil, especialmente em períodos de escassez de pastagens, nos períodos de outono e inverno, sendo vista não apenas como alternativa, mas como garantia de oferta contínua de alimento ao rebanho durante o ano todo.
Durante o inverno, a redução na produção de forragem é um fenômeno natural, principalmente em áreas de campo nativo. Essa queda impacta diretamente o desempenho dos animais, tornando a silagem uma alternativa indispensável para manter a estabilidade produtiva. Já na pecuária leiteira, o uso é mais intenso nas estações de outono e de primavera, quando há substituição entre pastagens de verão e inverno.
A silagem pode substituir o pasto em diferentes épocas do ano, desde que haja equilíbrio nutricional adequado. No entanto, a dieta precisa ser ajustada conforme a categoria animal. Terneiros em crescimento, por exemplo, demandam maior teor de proteína, enquanto vacas em pico de lactação exigem alta densidade energética. Nesses casos, a suplementação com concentrados torna-se necessária para atender às exigências produtivas.
Entre as culturas mais utilizadas para ensilagem estão sorgo, cana-de-açúcar, capim-elefante e o milho, que se destaca no Rio Grande do Sul como principal matéria-prima, devido ao seu elevado teor energético e alta produtividade por área. O ponto de colheita é decisivo para garantir qualidade. No caso do milho, o ideal é quando o grão atinge o estágio farináceo a duro, momento em que apresenta maior valor nutritivo.
CONSERVAÇÃO DE NUTRIENTES
O processo de produção da silagem exige precisão e rapidez. Após a colheita, o material deve ser picado, compactado e armazenado em ambiente completamente vedado, evitando a presença de oxigênio. Esse cuidado é fundamental para garantir a fermentação anaeróbica, responsável pela conservação dos nutrientes. Falhas como excesso de umidade, má compactação ou entrada de ar comprometem a qualidade final e podem gerar perdas significativas, representando prejuízo ao produtor.
Do ponto de vista econômico, a silagem pode contribuir para a redução de custos, desde que o sistema produtivo conte com estrutura adequada, como maquinário e mão de obra. Em propriedades com menor acesso a esses recursos, o custo por quilo produzido pode aumentar, exigindo avaliação criteriosa da viabilidade.
Carlos Brum, médico veterinário e extensionista rural da Emater/RS-Ascar, explica que o planejamento alimentar é um dos pontos centrais no uso da silagem. Segundo ele, para estimar a quantidade necessária, os produtores utilizam como base o consumo de matéria seca, que representa a parte realmente nutritiva do alimento, sem a água. “Em média, um bovino consome cerca de 2,5% do seu peso vivo em matéria seca por dia, o que significa que uma vaca de 400 quilos precisa ingerir aproximados dez quilos diários. Considerando que a silagem contém, em média, 35% de matéria seca, esse consumo equivale a cerca de 28,5 quilos do alimento por dia”, calcula Brum. A partir desses cálculos, é possível projetar com maior precisão o volume necessário, garantindo segurança alimentar ao rebanho e melhor organização da propriedade.
Ao garantir regularidade na alimentação, a silagem contribui para a manutenção do desempenho animal e oferece maior previsibilidade econômica ao produtor, especialmente em cenários de instabilidade climática.
Fonte: https://www.emater.tche.br/site/index.php
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maio 05 2026 Aplicação mal feita pode gerar perdas no campo
A eficiência das aplicações agrícolas depende da integração entre equipamento, calda, ambiente e alvo biológico, para que o produto alcance o ponto desejado na quantidade e forma adequadas. Segundo o engenheiro agrônomo Junior Costa Beber, a tecnologia de aplicação não se limita ao ato de aplicar, mas ao ajuste do sistema para ampliar a deposição no alvo e reduzir perdas.
Na prática, o primeiro passo é identificar o alvo, considerando se ele está nas folhas, no solo ou no baixeiro, além da arquitetura da planta e do comportamento da praga, doença ou planta daninha. Esse diagnóstico orienta dose, volume de calda e método.
Dose e volume devem considerar o tipo de produto, o estádio da cultura e o nível de infestação. Produtos de contato exigem maior cobertura, enquanto sistêmicos dependem de condições que favoreçam a absorção. Volumes inadequados reduzem a distribuição ou elevam perdas.
O momento da aplicação também pesa no resultado. Fora do estádio ideal, a eficiência pode cair mesmo com produtos de alta performance. Temperatura abaixo de 30 °C, umidade acima de 60% e vento entre 2 e 10 km/h são indicados para reduzir deriva.
A escolha do método deve acompanhar a área. A aplicação terrestre oferece cobertura e versatilidade. A aérea amplia a capacidade operacional, mas tem maior risco de deriva. A aplicação no sulco protege a fase inicial, a localizada melhora o uso de insumos e os drones agregam precisão.
O tamanho das gotas completa o ajuste. Gotas finas ampliam cobertura, mas aumentam deriva e evaporação. Gotas médias equilibram cobertura e perdas. Gotas grossas reduzem deriva, mas podem comprometer cobertura.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/
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maio 04 2026 Secretaria da Agricultura valida solução biológica inédita contra carrapato com aplicação por drone nas pastagens
Pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) avançam na validação a campo de um produto biológico inédito para o controle do carrapato bovino, com aplicação direta nas pastagens por meio de drones. A fase mais recente dos testes ocorreu nesta semana em Hulha Negra, na Campanha gaúcha, marcando um novo passo rumo a uma alternativa mais sustentável ao modelo tradicional baseado em químicos.
Desenvolvido pelo Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor (IPVDF), o projeto propõe uma mudança de paradigma: em vez de tratar o animal com produtos químicos, a estratégia atua no ambiente onde o carrapato passa a maior parte do seu ciclo de vida.
A iniciativa parte de uma lacuna tecnológica. Atualmente, não há produtos disponíveis, em escala pecuária, voltados ao controle de parasitas no ambiente. “A maior parte dos carrapatos está na pastagem, aguardando o hospedeiro. Mesmo assim, o controle segue concentrado no animal”, enfatiza o pesquisador e diretor do IPVDF, José Reck.
Reck explica que o estudo utiliza micro-organismos presentes no solo, como fungos e bactérias, selecionados por sua capacidade de atingir o carrapato sem causar danos aos bovinos, aos seres humanos ou ao ambiente. Esses agentes biológicos são concentrados em uma formulação e aplicados diretamente no campo, com apoio de drones, o que amplia a escala e a eficiência da operação.
“Projetos assim são fundamentais para avançarmos em soluções práticas diante de um problema recorrente no dia a dia dos produtores. A atuação técnica e a expertise da Secretaria da Agricultura permitem não apenas o desenvolvimento, mas também a validação de alternativas inéditas, mais sustentáveis e alinhadas às demandas atuais da pecuária”, destaca o secretário da Agricultura, Márcio Madalena.
Conhecimento e inovação
Iniciado no começo de 2025, o projeto está em fase de validação em escala real, com monitoramento contínuo das áreas experimentais. Atualmente, dois tratamentos estão em teste, com avaliação sistemática de custo-benefício. “A previsão é manter os experimentos até julho, quando a chegada do inverno reduz naturalmente a população de carrapatos, permitindo um balanço mais preciso dos resultados”, prevê Reck.
A proposta combina conhecimentos já consolidados na agricultura — onde o uso de micro-organismos no controle de pragas é amplamente difundido — com o manejo sanitário animal. “Trata-se de uma abordagem que considera todo o sistema produtivo, e não apenas o animal”, destaca a professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), diretora da Agência de Inovação e uma das pesquisadoras integrantes do projeto, Patrícia Golo.
Segundo ela, o diferencial está na atuação integrada sobre todas as fases do parasito. “Avaliamos a infestação nos bovinos, as fases no ambiente e a persistência do fungo no solo, em um experimento conduzido em escala próxima à realidade do produtor”, afirma.
A pesquisa representa um avanço em uma linha de trabalho iniciada em 2012 no IPVDF, voltada ao controle biológico de carrapatos. Até recentemente, os esforços estavam concentrados no desenvolvimento de soluções para aplicação direta nos animais. A mudança para o controle no ambiente marca um novo estágio da investigação.
Problema estrutural no RS
O Rio Grande do Sul concentra um dos principais focos de infestação de carrapato bovino nas Américas. A combinação entre o uso predominante de raças europeias — mais suscetíveis — e condições climáticas favoráveis ao parasita ao longo do ano intensifica o problema.
Como consequência, o Estado lidera o uso de carrapaticidas químicos, o que acelera o desenvolvimento de resistência. Esse cenário cria um ciclo difícil de romper: quanto maior o uso de químicos, menor sua eficácia ao longo do tempo, aponta Reck.
O médico veterinário da Seapi, Gabriel Fiori, reforça que esse tipo de experimento com insumos biológicos para o controle de carrapatos é uma estratégia fundamental diante da crescente resistência aos acaricidas químicos tradicionais, do aumento das exigências por sustentabilidade e da necessidade de reduzir resíduos em produtos de origem animal.
“O desenvolvimento e a validação dessas alternativas representam avanços importantes dentro do conceito de sustentabilidade econômica e ambiental da pecuária moderna”, observa Fiori.
Caminho para a sustentabilidade
Nos últimos 15 anos, a Seapi tem investido em alternativas ao controle convencional, incluindo o uso racional de medicamentos e práticas de manejo, como a rotação de pastagens. O novo projeto amplia esse esforço ao propor uma solução de base biológica, com potencial de reduzir impactos ambientais, riscos à saúde e custos no longo prazo.
“Se os resultados se confirmarem, a tecnologia poderá representar uma mudança significativa no controle de carrapatos no campo, alinhando produtividade e sustentabilidade na pecuária gaúcha”, avalia o pesquisador José Reck.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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maio 04 2026 Colheita da soja no RS se aproxima do final
A colheita da soja no Rio Grande do Sul se aproxima do final na maior parte das áreas. No Estado, nesta Safra 2025/2026, foram cultivados 6.624.988 hectares. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar é de 2.871 kg/ha. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (30/04), há certa desaceleração pontual da colheita, em função da elevada umidade atmosférica e da ocorrência frequente de precipitações, que limitam as janelas operacionais. Esse cenário tem mantido as plantas com alto teor de umidade, impactando não apenas o ritmo das operações, mas contribuindo para perdas qualitativas, como aumento de impurezas e grãos avariados.
As lavouras colhidas totalizam 79%, restando parcelas em maturação (20%) e em enchimento de grãos (1%), correspondentes a semeaduras tardias ou de segunda safra. Nessas áreas, as condições hídricas têm favorecido a formação dos grãos. Porém, há incremento na incidência de doenças, especialmente ferrugem-asiática e patógenos de final de ciclo, além de incidência de percevejos, cujo controle tem sido dificultado pelas limitações de acesso às lavouras.
As produtividades apresentam elevada variabilidade, refletindo a disparidade das condições hídricas ao longo do ciclo, especialmente durante o estágio crítico de enchimento de grãos. As áreas implantadas em épocas mais favoráveis e com melhor distribuição de chuvas têm registrado rendimentos muito satisfatórios, equivalente a uma safra normal. Já as lavouras afetadas por restrição hídrica, ou conduzidas em ambientes mais restritivos de fertilidade ou de compactação de solos, apresentam desempenho inferior, com perdas que superam 50% do potencial produtivo. Em alguns casos, a maturação antecipada por estresse hídrico ou manejo (como dessecação) tem contribuído para perdas adicionais por deiscência de vagens.
Milho – A área colhida evoluiu apenas 1% em função das chuvas e da priorização das atividades em outros cultivos, alcançando 92%. As lavouras remanescentes estão nas fases de maturação (4%), enchimento de grãos (4%) e florescimento (1%), distribuídos entre cultivos tardios e de safrinha. De forma geral, a produtividade apresenta variações moderadas, e o desempenho médio da cultura se mantém próximo ao projetado na maior parte das áreas. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.
Milho silagem – A colheita de milho para silagem se encontra em fase final, atingindo 89% dos 345.299 hectares cultivados. As áreas remanescentes correspondem a cultivos tardios (11%), e estão em fases reprodutivas. Nessas áreas remanescentes, majoritariamente de segunda safra, há bom acúmulo de biomassa, favorecido pela adequada disponibilidade hídrica. No entanto, o excesso de umidade no momento da colheita pode comprometer a compactação e a qualidade fermentativa do material ensilado. As produtividades, em geral, continuam próximas às estimativas iniciais, na média de 37.840 kg/ha, mas houve variações em razão de déficits hídricos em fases críticas e a ocorrências pontuais de acamamento.
Feijão 1ª safra – A colheita foi finalizada. A produtividade média está estimada em 1.781 kg/ha pela Emater/RS-Ascar, podendo sofrer revisão negativa no fechamento da safra, devido às perdas registradas nos Campos de Cima da Serra, onde se concentra cerca de 40% da área cultivada na primeira safra. A área total semeada está estimada em 23.029 hectares.
Feijão 2ª safra – O cultivo se encontra no estágio reprodutivo de enchimento de grãos (44%) e floração (13%). As áreas em desenvolvimento vegetativo correspondem a 4%, e 21% estão em maturação fisiológica. A colheita avança lentamente, atingindo 18% da área de 11.690 hectares, condicionada à umidade dos grãos e à predominância de áreas ainda em estádios reprodutivos. De modo geral, as lavouras apresentam bom desempenho. As estimativas de produtividade se mantêm dentro de patamares satisfatórios, mas sujeitas a variações relacionadas às condições locais e à persistência de elevada umidade nas fases finais do ciclo, que podem favorecer o aumento da incidência de doenças foliares em lavouras em floração e em início de formação de grãos. A Emater/RS-Ascar projeta produtividade média de 1.401 kg/ha.
Arroz – A colheita do arroz no Estado está em fase final e atinge 93,51% da área cultivada que, segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), é de 891.908 hectares. As áreas remanescentes estão concentradas em estádios de maturação e ponto de colheita. No período, o avanço das operações foi parcialmente limitado pela ocorrência de precipitações, que elevaram a umidade do solo e dos grãos, reduzindo a eficiência operacional em determinados períodos. De modo geral, a safra apresenta desempenho produtivo elevado. As produtividades continuam em patamares satisfatórios a elevados, com adequada qualidade de grãos e rendimento industrial, apesar das variações pontuais causadas por episódios climáticos específicos. A produtividade está projetada pela Emater/RS-Ascar em 8.744 kg/ha.
Pastagens e Criações
A implantação das pastagens de inverno está em andamento em todas as regiões do Estado, com avanço variável conforme as condições meteorológicas e a umidade do solo, além de aspectos operacionais das propriedades. São realizadas semeaduras de aveia, azevém, trigo e aveia, que apresentam boa germinação, favorecida por precipitações no período. Em algumas áreas, há atrasos pontuais. As primeiras áreas implantadas mostram estabelecimento inicial satisfatório, apesar de muitas ainda não terem atingido condições de pastejo.
Bovinocultura de corte – Os animais apresentam escore de condição corporal satisfatório e desempenho compatível com o período. Em relação ao aspecto sanitário, seguem as ações de monitoramento e controle de ectoparasitas, com destaque para carrapatos e mosca-dos-chifres, além da manutenção das práticas de manejo sanitário nos diferentes lotes.
Bovinocultura de leite – Os rebanhos apresentam escore de condição corporal adequado, e houve aumento no uso de suplementação, em especial com silagem, para sustentar os níveis de produção. Referente ao aspecto sanitário, as condições estão sob controle na maior parte das propriedades, embora haja registros pontuais relacionados à qualidade do leite e às condições de higiene dos ambientes de ordenha, como na região de Ijuí, onde o tempo mais úmido provocou aumento de barro nos locais de descanso e de ordenha dos animais, dificultando a higiene das operações. As condições meteorológicas mais amenas têm favorecido o conforto térmico dos animais, favorecendo a produção de leite, a manutenção dos teores de sólidos, a maior expressão de cio e eficiência na sua detecção, com reflexos positivos nas taxas de prenhez.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, os produtores intensificaram a suplementação com silagem. Seguem as ações de controle de carrapatos e prevenção de tristeza parasitária bovina. A contagem bacteriana total está, em geral, dentro dos padrões, mas há maior dificuldade em manter a contagem de células somáticas nos níveis recomendados.
Fonte:https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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abr 30 2026 Programa encerra monitoramento da ferrugem asiática da soja para a safra 2025/2026
Monitora Ferrugem RS observou, por 23 semanas, coletores de esporos em 95 municípios
O Monitora Ferrugem RS encerrou as atividades de monitoramento desta safra para detectar a presença do fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem asiática da soja. Nesta safra, o monitoramento passou a ser realizado em 95 municípios, com a aquisição de mais 20 coletores de esporos.
O monitoramento iniciou em outubro de 2025, em sincronia com o calendário de semeadura da cultura, e durou 23 semanas. “Durante esse período, foram disponibilizados semanalmente, no site do programa, mapas de distribuição de uredósporos do fungo nos municípios monitorados, bem como mapas de risco climático para a ocorrência da doença”, conta a pesquisadora Andréia Mara Rotta de Oliveira, do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi).
A ocorrência da ferrugem asiática é fortemente influenciada pelas condições ambientais, uma vez que o fungo depende da presença de água livre na superfície da folha e de temperaturas entre 15°C e 25°C para se desenvolver.
Conforme Andréia, a safra 2025/2026 registrou chuvas acima da média na maior parte do Rio Grande do Sul durante o mês de setembro, além de temperaturas elevadas para o período da primavera. No verão, com exceção de dezembro, que foi extremamente chuvoso em praticamente todo o território gaúcho, houve redução das chuvas em janeiro e fevereiro, associada a temperaturas do ar elevadas, típicas da estação.
“A baixa disponibilidade de água e a sequência de dias sem chuva nesses meses contribuíram para a contenção dos focos de ferrugem asiática no estado”, avalia a pesquisadora.
Atualmente, a equipe do Programa Monitora Ferrugem RS está conduzindo a sistematização e análise dos dados coletados, para a publicação de uma circular técnica com os resultados da safra 2025/2026.
O Rio Grande do Sul entrará no período de vazio sanitário da soja a partir de 3 de julho, com término em 30 de setembro, em todas as regiões. Nesse período, é proibida a presença de plantas de soja no campo, sejam voluntárias ou cultivadas, em qualquer fase de desenvolvimento.
Durante o vazio sanitário, a equipe do Programa Monitora Ferrugem RS estará trabalhando no planejamento das ações para o monitoramento da ferrugem asiática da soja na safra 2026/2027, com previsão de início em outubro.
Sobre o Monitora Ferrugem RS
Criado em 2019 e conduzido pela Seapi e a Emater/RS-Ascar, o programa Monitora Ferrugem RS avalia a presença de esporos de ferrugem asiática da soja associada a condições climatológicas, realizando um diagnóstico regionalizado sobre o risco de ocorrência da praga. As informações ficam disponíveis no site do programa: https://www.emater.tche.br/site/monitora-ferrugem-rs/home
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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abr 28 2026 El Niño: como o fenômeno pode afetar o Rio Grande do Sul?
O fenômeno El Niño-Oscilação Sul segue como um dos principais moduladores do clima global e pode voltar a influenciar o Brasil ao longo de 2026, segundo análises recentes. O sistema é composto por três fases — El Niño, La Niña e neutralidade — definidas pelas variações na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica.
No Rio Grande do Sul, o ENOS tem impacto direto ao intensificar o transporte de umidade da região amazônica, o que favorece a formação de sistemas de baixa pressão e a ocorrência de tempestades e inundações.
De acordo com o Centro de Previsão Climática, ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, previsões divulgadas em 20 de abril indicam aumento da probabilidade de formação do El Niño ao longo de 2026. Atualmente, a região do Pacífico equatorial conhecida como Niño 3.4 permanece em condição de neutralidade, após o enfraquecimento da La Niña, mas apresenta aquecimento gradual.
As projeções apontam cerca de 80% de chance de manutenção da neutralidade até o fim do primeiro semestre. A partir do trimestre maio–junho–julho, a probabilidade de formação do El Niño supera 60%, podendo ultrapassar 90% no segundo semestre.
Segundo análise do Instituto Nacional de Meteorologia, o Rio Grande do Sul possui clima subtropical úmido, com chuvas distribuídas ao longo do ano, mas sujeito a variações causadas por padrões de grande escala como o ENOS. “Essa regularidade pode ser alterada por padrões de grande escala, como o ENOS”, aponta a análise, ao destacar que o fenômeno intensifica o transporte de umidade e favorece eventos de chuva acima da média.
Estudos baseados em eventos de El Niño forte entre 1961 e 2019 indicam um padrão de anomalias de precipitação no Brasil, com redução de chuvas nas regiões Norte e Nordeste e aumento na Região Sul, além de áreas do Centro-Oeste e Sudeste. No território gaúcho, os volumes tendem a ficar acima da média na maior parte dos trimestres analisados, com exceção de áreas do extremo sul em períodos específicos.

Figura 1: Composições de anomalias de precipitação no Brasil durante eventos de El Niño forte, entre os anos de 1961 e 2019, nos trimestres de (a) MJJ, (b) JJA, (c) JAS, (d) ASO, (e) SON e (f) NDJ. Os desvios foram calculados considerando a média climatológica de 1981-2010.
Eventos recentes reforçam esse padrão. As chuvas extremas registradas no estado em abril e maio de 2024 ocorreram durante a fase final de um El Niño forte, associada à intensificação do jato subtropical e à atuação de frentes frias estacionárias. A magnitude do evento também foi influenciada por fatores adicionais, como o aquecimento do Atlântico tropical sul e bloqueios atmosféricos que mantiveram a instabilidade.
Para o trimestre maio–junho–julho de 2026, o Inmet indica maior probabilidade de chuvas acima da média no Rio Grande do Sul, com temperaturas próximas aos padrões históricos. Apesar da ausência de sinal claro de extremos no curto prazo, a possível evolução para El Niño ao longo do ano mantém a necessidade de acompanhamento.
A análise conclui que o monitoramento contínuo das condições oceânicas e atmosféricas é fundamental. “A possível volta do El Niño em 2026 reforça a necessidade de acompanhamento contínuo”, destaca o estudo, ao apontar que a interação entre o Pacífico e o Atlântico pode intensificar impactos e exigir ações de prevenção.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/