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  • Trigo: Cotações avançam no mercado externo, mas caem no doméstico

    Os preços externos e internos do trigo apresentaram comportamentos distintos em maio. Enquanto os valores avançaram no mercado internacional, no Brasil, oscilaram, influenciados pela cautela de agentes quanto a novas aquisições – como as vendas de farinhas estavam enfraquecidas no mês passado, agentes aguardam um momento mais favorável para negociar. Desta forma, conforme colaboradores do Cepea, as compras do grão foram pontuais ao longo do mês, no intuito de suprir estoques de moinhos no curto prazo. Já nos Estados Unidos e na Argentina, as cotações subiram. Nos EUA, o impulso veio do clima desfavorável às lavouras de primavera – a possibilidade de a umidade seguir elevada em áreas produtoras do país pode resultar em novos atrasos na implantação do cereal. Na Argentina, por sua vez, o maior volume de farinha comercializado nas últimas sete safras elevou os preços da matéria-prima, uma vez que indústrias tentam antecipar as aquisições do cereal no curto prazo.

    Fonte: Cepea

  • Atraso recorde no plantio eleva cotações do milho na Bolsa de Chicago

    A terça-feira (04) começa com valorização para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações apresentavam altas entre 4,50 e 5,50 pontos por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,29, o setembro/19 valia US$ 4,39 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,47.

    Após o último pregão encerrar com cotações em queda e o mercado aguardando um bom avanço no plantio do milho americano, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de progresso mostrando a semeadura em 67%, contra as estimativas de 68% e 73%.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho estão se recuperando hoje depois de realizar um teste de sua forte tendência de alta na segunda-feira. Preocupações com hectares perdidos e rendimentos mais baixos estão contribuindo para um mercado com muito mais perguntas do que respostas.

    O ritmo de plantio do cereal bate o recorde de mais lento da história, segundo a especialista internacional Karen Braun. O índice segue muito atrasado em relação ao ano passado – quando os EUA tinham 96% do plantio concluído – e frente à média dos últimos cinco anos, que tem os mesmos 96%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue avançando em Chicago nesta 3ª com plantio bem atrasado nos EUA

    Os preços da soja sobem em Chicago nesta terça-feira (4). Os futuros da commodity têm altas de pouco mais de 8 pontos nos principais contratos, por volta de 8h10 (horário de Brasília),com o julho valendo US$ 8,87 e o agosto, US$ 8,94 por bushel.

    O mercado avança ainda refletindo os problemas com o clima nos Estados Unidos. O excesso de chuvas mantém o plantio atrasado no país e as condições para a continuidade dos trabalhos de campo não são favoráveis neste momento.

    Até o último domingo (2), os EUA registraram uma evolução na semeadura de 29% para 39% até este domingo. O número ficou dentro do intervalo esperado de 39% a 44% com o qual o mercado trabalhava. Ainda assim, segue registrando o atraso. Em 2018, nessa mesma época, eram 86% e a média para o período é de 79%.

    Assim como no milho, Illinois e Indiana chamam muita atenção, assim como Iowa, que tem somente 41% do plantio concluído, contra 91% do mesmo período de 2018. No Missouri, apenas 18% da área da oleaginosa já foi semeada contra 84% do ano passado e 63% de média dos últimos cinco anos.

     

    Os traders também mantêm-se atentos às questões envolvendo o conflito comercial entre China e Estados Unidos – já que as tensões têm se agravado entre os dois países – porém, este passou a ser um fator secundário para o mercado diante do atual cenário da safra 2019/20 dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja o que esperar do mercado de soja na semana

    A última semana da soja foi marcada por fortes altas na Bolsa de Chicago. Os investidores aproveitaram para realizar lucros e os contratos fecharam em baixa, na ultima sexta-feira, dia 31. A imposição de tarifas ao México, segundo maior importador de grãos dos Estados Unidos, contribuiu para a correção.

    Agora, o mercado internacional aguarda novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados Unidos e China. Enquanto isso, os investidores centralizam as atenções na situação climática sobre o cinturão produtor norte-americano para a reta final dos trabalhos de semeadura da nova safra.

    Luiz Fernando Roque, analista da Safras & Mercado, dá dicas do que pode acontecer na próxima semana. Os fatos elencados têm potencial para mexer com os preços.

    Na semana que se encerra, o governo chinês anunciou a proibição da compra de novas cargas de soja norte-americana por importadores do país. Apesar da proibição, o governo não indicou que irá solicitar o cancelamento das compras já registradas para embarque nos EUA, o que ameniza um pouco o sentimento negativo;

    A notícia, embora importante, não chegou a surpreender o mercado, que desde a última elevação de tarifas por parte dos EUA não esperava por novas compras com volumes relevantes de soja norte-americana por parte dos chineses;

    O panorama climático sobre o cinturão produtor dos EUA muitas incertezas com relação à qual será o verdadeiro tamanho da área semeada com soja nesta temporada. O fechamento da janela ideal para a semeadura do milho, que ocorre nesta sexta-feira, dia 31, indica que boa parte da área destinada ao cereal não foi semeada, o que abre espaço para transferências de áreas para a soja;

    Apesar disso, os mapas continuam indicando que o clima deverá permanecer úmido na primeira quinzena de junho, o que também pode impedir que toda a área destinada à oleaginosa seja semeada;

    As especulações crescem. O momento indica que ambas as áreas, de soja e de milho, serão menores que as estimadas inicialmente. Chicago busca amparo fundamental neste ponto para a busca de patamares mais elevados;

    O mercado demonstra fôlego, mas o rompimento da linha de US$ 9 na posição spot não é tarefa fácil. Há espaço para correções técnicas negativas.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: Preços têm forte reação em maio

    Os preços do milho, que estavam em movimento de queda desde março, passaram a subir em maio, especialmente na segunda quinzena. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registrou elevação de 14,66% no acumulado de maio (de 30 de abril a 31 de maio). Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da retração de vendedores, que estão atentos ao atual maior ritmo das exportações e também à possibilidade de que as vendas externas sigam aquecidas nos próximos meses. Do lado comprador, muitos agentes, desabastecidos, precisam aumentar os valores para conseguir fechar negócios – que, por sua vez, se restringem a pequenos lotes.

    Fonte: Cepea

  • Semana começa com milho futuro em queda na Bolsa de Chicago

    A semana começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) operando em queda para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,25, o setembro/19 valia US$ 4,35 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,43 nesta segunda-feira (03).

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho estão um pouco mais baixos à medida que o mercado tenta se recuperar da reversão de baixa de sexta-feira. Os futuros de julho mantiveram-se bem acima do suporte de sua forte tendência de alta de maio, esfriando um pouco os indicadores de momento.

    Os produtores que reportaram o Feedback From The Field na semana passada notaram um progresso de plantio de até 13%, o que levaria o total nacional para 71%. Em média, os produtores normalmente estão 95% concluídos neste momento. Os prazos finais de plantio de milho foram atingidos na sexta-feira em Iowa e em boa parte de Wisconsin e Minnesota, com o restante do leste do Cinturão do Milho marcado para quarta-feira.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha estável nesta 2ª à espera de novas informações sobre a safra dos EUA

    Os futuros da soja trabalham com leves baixas na manhã desta segunda-feira (3) na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 1,75 e 2,50 pontos nos principais contratos, com o julho cotado a US$ 8,76 eo o agosto, US$ 8,82 por bushel.

    O mercado opera bem próximo da estabilidade neste início de semana e de mês, esperando, principalmente, pelas próximas informações sobre a nova safra dos Estados Unidos.

    De acordo com informações apuradas pela Labhoro Corretora, o fim de semana norte-americano registrou menos chuvas do que as previsões indicavam, o que poderia permitir um ligeiro avanço do plantio nos próximos dias.

    No entanto, os traders estão atentos ainda aos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira com o avanço dos trabalhos de campo na última semana. As chuvas foram muito intensas e não permitiram um grande progresso, segundo analistas e consultores.

    A expectativa é de que a área plantada da soja venha reportada em algo entre 41% e 43%. Os novos números saem às 17h (horário de Brasília), após o fechamento do pregão em Chicago.

    No cenário político e macroeconômico, atenção à guerra comercial, já que começam a valer hoje as tarifas de 25% dos EUA sobre produtos da China. A nação asiática já está retaliando.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Embrapa desenvolve tecnologia para produzir biofertilizantes à base de algas marinhas

    Quando o trator vem aplicando o biofertilizante na lavoura, já se sabe que aumentará a sua produtividade em torno de 10 a 15%. O que se quer é a produção nacional a partir da união entre empresa, pesquisa e aporte financeiro. Em uma parceria, a Dimiagro, a Embrapa Agroenergia, a Embrapii e o Sebrae promovem o desenvolvimento de uma pesquisa que iniciou em 2018 para a produção de biofertilizantes a partir de macroalgas encontradas na costa brasileira.

    O diretor comercial da Dimiagro, Gregori Vieira, explica que a grande vantagem para o investimento dessa tecnologia é a redução de custos da importação do extrato de algas oriundas de países com baixas temperaturas, como Canadá e países da Europa. De acordo com Gregori, essa tecnologia atuará na produção em larga escala de extrato de algas no País, reduzindo a dependência de importação de outros países.

    César Miranda, pesquisador da Embrapa Agroenergia, apresenta o funcionamento e como o produto age nas plantações. O extrato de algas é muito empregado em culturas perenes e também anuais, em países da Europa e nos Estados Unidos. “Queremos produzir um extrato de alga totalmente brasileiro, por isso buscamos a Embrapa. E, com o apoio da Embrapii, isso será possível”, conta Gregori.

    Essa pesquisa só foi possível por causa de uma grande parceria. Outras tecnologias também podem ser geradas dessa forma, por meio da Unidade Embrapii/Embrapa Agroenergia. Nesse modelo, a empresa parceira aporta 1/3 do valor, a Embrapa entra com seu quadro técnico e a sua estrutura, além de aportar valor equivalente, e o restante do recurso é proveniente da Embrapii. “São tecnologias personalizadas e que estão de acordo com o produto de interesse da empresa”, destaca Patrícia Abdelnur, pesquisadora da Embrapa Agroenergia e coordenadora dessa Unidade Embrapii.

    Fonte: Agrolink

  • 4 tendências que afetam o dia a dia do produtor rural

    Produção, mão de obra manual, produção sustentável, muitos são os fatores que influenciam atualmente o setor rural. Agora, o produtor não só conta com tecnologias avançadas, como também investe em produções orgânicas e em equipamentos de ponta.

    Atualmente, os produtores contam com uma variedade de processos e atualizações que facilitam o trabalho na área rural. Confira quais são eles:

    1. Tecnologia
    A evolução da tecnologia, por exemplo, é um dos principais fatores que contribuem para que o produtor que, antes tinha mão de obra um pouco mais lenta e, em muitos casos, totalmente manual, agora possa contar com o auxílio de máquinas totalmente conectadas e funcionais, que emitem desde alertas de erro até o monitoramento de operações por telemetria.

    Além disso, a evolução tecnológica do mercado agrícola é grande. Uma das principais tendências no setor é o avanço dos motores elétricos nos sistemas de acionamento de máquinas e implementos, em substituição aos mecânicos ou eletro-hidráulicos.

    2. Equipamentos
    A tecnologia é importante para o produtor rural e sua produção. No entanto, a escolha de equipamentos é essencial. Entre eles:
    Gerador de energia: é ideal para agricultura, principalmente para fazer manutenções em locais remotos, onde há ausência de energia através da rede elétrica, podendo ser abastecido com gasolina ou diesel. O Gerador de Energia, que conta com horímetro digital, calcula o tempo transcorrido de funcionamento. Robusto e de fácil manuseio, o Gerador de Energia oferece alto desempenho e versatilidade onde há necessidade emergencial de eletricidade.
    Motocultivador: também conhecido como Tratorito, além de ser indicado para revolver o solo em hortas e preparar o local para o plantio, esta ferramenta também é utilizada para a limpeza de cama de aviários. Acoplando acessórios adicionais é possível fazer transportes com carreta e capina. O Motocultivador é robusto, prático de manusear e com baixo consumo de combustível, além de garantir o aumento da produtividade com ótimo custo benefício.
    Motobomba: ideal para coleta e bombeamento de água em casas no campo e áreas suburbanas. Com excelente desempenho e alta durabilidade, a Motobomba praticamente não emite ruídos e vibrações. Além disso, é de fácil manutenção e manuseio.
    Motor: é o que você precisa para equipar bombas de água, rabetas, moendas de cana, equipamentos de construção civil, entre outros. Os Motores são oferecidos nas versões a gasolina (2 e 4 tempos) e diesel, em blocos de alumínio, refrigerados a ar e com opção de partida elétrica e/ou manual.
    Perfurador: é o equipamento perfeito para aberturas de covas visando a construção de cercas. O Perfurador de Solo também é indicado no plantio de mudas diversas e prestação de serviços em geral que te fará economizar tempo, esforço e ainda irá aumentar muito sua produtividade.

    3. Produção orgânica para a saúde
    O Brasil está se consolidando como um grande produtor de alimentos orgânicos. Já são, aproximadamente, 17 mil propriedades certificadas em todas as unidades da federação.

    Uma pesquisa realizada pelo Sebrae, mostra que 63% são produtores exclusivos de orgânicos e 25% trabalham essencialmente com produtos orgânicos. Estima-se que cerca de um milhão de hectares é cultivado organicamente no Brasil e que os principais produtos são: frutas, hortaliças, raízes, tubérculos, grãos e produtos agroindustrializados.

    Entre os atributos de qualidade, cada vez mais os produtos relacionados à preservação da saúde ganham força, tanto na qualidade ambiental dos processos de produção à proteção dos mananciais e da biodiversidade. Com a busca crescente dos consumidores por esses produtos, aumenta a certificação de qualidade e socioambiental também para atender a rastreabilidade do produto e dos respectivos sistemas produtivos.

    4. Sustentabilidade melhorando o planeta
    A sustentabilidade na agricultura se tornou um dos fatores mais importantes da produção agrícola nos últimos tempos. Essa estratégia se baseia na produção de incrementos significativos na produtividade das culturas, economia na aplicação de pesticida e maior segurança financeira para o produtor, proporcionando maior produtividade, além da conservação do solo e do meio ambiente.

    Fonte: G1

  • Milho se recupera das reversões de ontem e abre a 5ªfeira em alta na Bolsa de Chicago

    Após fecharem o última dia em queda, os preços internacionais do milho futuro abrem a quinta-feira (30) apresentando valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 3,50 e 4,25 pontos por volta das 08h56 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,22, o setembro/19 valia US$ 4,31 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,40.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o milho é hoje mais alto, recuperando-se das reversões de quarta-feira. Os futuros de safras antigas e novas se mantêm em poucos dias, tentando consolidar seu aumento nas últimas duas semanas.

    “Os comerciantes estão lutando para definir quantos hectares serão perdidos para as inundações até as datas finais de plantio para a cobertura de seguro de safra integral na sexta-feira em Iowa e na maior parte de Minnesota e Wisconsin”, diz Knorr.

    Um fazendeiro no noroeste de Ohio disse nesta quarta-feira à noite que “está continuamente úmido desde o outono passado. Não recebi nenhum fertilizante de queda aplicado, imaginei que o conseguiríamos nesta primavera. Até agora sem fertilizantes, sem pulverização, sem trabalho de campo, sem plantio”.

    Fonte: Notícias Agrícolas