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  • Soja tem oscilações limitadas em Chicago nesta 6ª feira, mas testa os dois lados da tabela

    Nesta manhã de sexta-feira (26), os futuros da soja voltaram a subir, mesmo que timidamente, na Bolsa de Chicago. O mercado internacional recupera parte do leve recuo registrado no pregão anterior, o qual chegou depois que os preços bateram nos US$ 10,00 por bushel. Na sequência, porém, as cotações voltaram a exibir um ligeiro recuo.

    Assim, as cotações registravam pequenas baixas de 0,50 a 1,25 ponto nos vencimentos mais negociados, com o maio/18 valendo US$ 10,02 e o julho/18 sendo cotado a US$ 10,12 por bushel.

    As condições de clima na Argentina permanecem no radar dos traders e preocupando os traders, principalmente em função do papel do país nos mercados de farelo e óleo de soja, já que os argentinos são os maiores exportadores mundiais de ambos os produtos.

    O que limita os ganhos, porém, segundo explicam analistas internacionais, são os bons estoques globais e o caminhar do Brasil para colher uma boa safra. De outro lado, essas menor oferta esperada para vir da Argentina, poderia aumentar a disputa pela soja americana e o movimento trazer força aos preços em Chicago.

    Segue no radar dos traders também o movimento do dólar que, batendo em suas mínimas em três anos, favorece o movimento de alta das commodities ao deixar os produtos americanos mais atrativos para os importadores.

    Ainda nesta sexta, atenção ao boletim semanal de vendas para exportação que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta sexta-feira. O boletim foi adiado de ontem para hoje com parte do governo americano fechada nos últimos dias.

  • Colheita de soja da safra 2017/18 avança a 12,35% da área em Mato Grosso

    A colheita de soja da safra 2017/18 em Mato Grosso, maior produtor do Brasil, avançou 9,06 pontos percentuais em uma semana e atingiu 12,35 por cento da área até esta sexta-feira, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

    Mesmo assim, a colheita segue aquém da observada em igual período do ano passado (16,25 por cento), embora ligeiramente acima da média de cinco anos (11,39 por cento).

    O Imea estima a área plantada com soja no Estado neste ciclo em 9,42 milhões de hectares.

    Fonte: Reuters

  • Em Chicago, soja amplia ganhos com foco no clima na Argentina e mar/18 se aproxima dos US$ 10/bu

    Ao longo da sessão desta quinta-feira (25), os futuros da soja ampliaram os ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da oleaginosa testavam altas entre 4,00 e 4,25 pontos, perto das 11h37 (horário de Brasília). O março/18 se aproxima do patamar de US$ 10,00 por bushel, cotado a US$ 9,96 por bushel. Já o maio/18 trabalhava a US$ 10,08 por bushel.

    As agências internacionais reforçam que os preços operam em alta pelo nono pregão consecutivo. “Esse é o maior rally ininterrupto em quase seis anos, com o clima seco na América do Sul e um dólar americano mais fraco, que pode contribuir para a demanda”, informou a Reuters internacional.

    Para a Argentina, a grande preocupação dos participantes do mercado é em relação ao impacto do clima irregular no rendimento das lavouras de soja. Por enquanto, as previsões climáticas indicam chuvas entre 2 a 15 mm nos próximos três dias em algumas regiões de produção, inclusive em Buenos Aires.

    Por outro lado, o comportamento do dólar americano está no centro das atenções dos investidores. “Os compradores estrangeiros têm mais poder de compra e tendem a comprar mais dos EUA quando o dólar é fraco”, reportou o Agriculture.com. O USDA deverá reportar nesta sexta-feira (26) seu boletim semanal de vendas para exportação.

    Em entrevista à agência Reuters, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que “um dólar mais fraco beneficia a balança comercial norte-americana no curto prazo, mas acredita na força de longo prazo da moeda”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Febre aftosa: nova dose deve ser aplicada a partir do segundo semestre

    Segundo o Mapa, pecuaristas podem ficar tranquilos em relação ao novo produto que será ofertado no mercado.

    A aplicação da vacina contra febre aftosa em dose reduzida de 2 mililitros, prevista na Instrução Normativa nº 11 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deverá valer neste ano, mas a partir da segunda fase de aplicação, que sempre acontece no segundo semestre, explicou nesta quarta-feira (24) o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel. “É importante ressaltar que o pecuarista não procure, agora, em maio, as vacinas com a nova formulação”, alertou.

    Um dos principais objetivos na mudança da vacina será a injeção de menor volume de óleo mineral, com consequente redução de reações alérgicas nos animais. “Trabalhamos muitos anos com a dose de 5mls. A transição precisa ser feita de maneira adequada com todas as vigilâncias necessárias por parte do Ministério da Agricultura para que, com a redução da dose, se mantenham as mesmas garantias. Por isso, esse cuidado”, afirmou.

    De acordo com comunicado do Mapa, o secretário lembrou que “cem por cento dessas vacinas, que são produzidas no Brasil para vacinação de febre aftosa, são testadas pelos Lanagros, os laboratórios oficiais agropecuários do Ministério da Agricultura. Também se mantém vigilância no mercado para garantir a eficiência da vacina”.

    Vacina contra febre aftosa
    Rangel disse que o produtor pode ter tranquilidade em relação ao novo produto que será ofertado, “pois estará atestado pelo ministério e com a segurança necessária”. Mas lembrou que o mesmo cuidado em relação ao produto deve haver também com o manejo. A aplicação da vacina é fundamental para eficiência da imunização, observou. É importante que o pecuarista seja capacitado para aplicar a nova dose. “Para fazer isso e assegurar a transição saudável, que vá além do cuidado com o insumo, fizemos parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e o Senar”.

    Rangel enfatizou ainda: “O mais importante para nós é fazer com que a imunização tenha todas as características de segurança e eficiência para manter o status sanitário que temos hoje. Nós viemos já de 50 anos trabalhando com a erradicação dessa doença no Brasil e a vacinação foi ferramenta fundamental para atingirmos o status atual”. O país está livre da febre aftosa com vacinação, o que deverá ser referendado, em maio próximo, pela OIE (Organização Mundial de saúde Animal). Santa Catarina é o único estado livre sem vacinação.

    Conjunto de normas previstas no Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) traz as ações que serão desenvolvidas nos próximos dez anos para o Brasil tornar-se área livre da febre aftosa sem vacinação a partir de 2023, informou o Mapa.

    Fonte: SF Agro

  • Soja: Após ganhos recentes, mercado inicia 4ª feira em campo negativo na Bolsa de Chicago

    As cotações futuras da soja iniciaram a sessão desta quarta-feira (24) em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da oleaginosa testavam perdas testavam quedas de mais de 4 pontos, perto das 9h17 (horário de Brasília). O março/18 era cotado a US$ 9,81 por bushel, enquanto o maio/18 trabalhava a US$ 9,93 por bushel.

    Apesar do movimento negativo, as posições mais longas ainda mantinham o patamar de US$ 10,00 por bushel. De acordo com informações das agências internacionais, os preços exibem uma correção técnica depois das valorizações registradas recentemente.

    O clima na América do Sul, em especial na Argentina segue no radar dos participantes do mercado. As previsões climáticas ainda indicam condições adversas para o desenvolvimento da soja no país e a preocupação é com o efeito das intempéries climáticas no rendimento das lavouras.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Nova regulamentação reduz dose de vacina contra a aftosa

    Nova dose será de 2 ml; instrução normativa do Mapa trata sobre a retirada do antígeno C, mas não trata sobre o uso da saponina.

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta segunda-feira, 22, a nova regulamentação sobre a vacina contra a febre aftosa, cuja dose a ser aplicada no rebanho bovino brasileiro foi reduzida para 2 mililitros, ante 5 mililitros. O Regulamento Técnico para a Produção, Controle da Qualidade, Comercialização e Emprego do produto oficializa a retirada do antígeno C da formulação, mas não trata do uso da saponina. Segundo o Mapa, um dos principais objetivos na mudança da vacina será a injeção de menor volume de óleo mineral, com consequente redução de reações locais.

    A presença desta substância na composição da vacina gerou debates no ano passado, depois de a saponina ter sido apontada pelo setor produtivo como uma das causas da formação de abscessos na carne bovina – os nódulos presentes no produto exportado para os Estados Unidos fizeram o país suspender as compras em junho de 2017. Havia uma expectativa de que o governo fosse proibir seu uso. A nova vacina deve chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2019, segundo expectativa da indústria.

    De acordo com o Ministério da Agricultura, testes sobre o uso da saponina estão em curso e por isso não foi definida ainda sua aplicação. Por outro lado, Emilio Salani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), afirma que, mesmo sem uma regra oficial, a indústria vai produzir a nova vacina – em doses de 2 mililitros e sem o antígeno C – sem a saponina.

    Ele ressalta que a substância não provoca nódulos na carne, mas a mudança será adotada para atender à demanda. “Não há uma causa única”, afirma. Não há de fato um consenso no mercado sobre a causa do problema. Outra suspeita é de que o nódulo seria uma consequência da aplicação incorreta da vacina ou ainda de falta de higiene no processo.

    Apesar de não tratar da substância, o regulamento publicado hoje define regras sobre questões como teste de tolerância aos quais as vacinas devem ser submetidas. “Quando administrada, a vacina não deve produzir sinais clínicos de febre aftosa ou qualquer reação indesejável local ou sistêmica na espécie alvo”, diz o documento.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Início da colheita da safra 2017/2018 pressiona preços do farelo de soja

    Na comparação com o mês de janeiro de 2017, o farelo de soja está custando 10% menos neste ano.

    As revisões para cima na safra brasileira de soja, a queda do dólar em relação ao real e o início da colheita da safra 2017/2018 pressionaram para baixo os preços do farelo de soja no mercado interno na primeira quinzena de janeiro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a tonelada do insumo ficou cotada, em média, em R$1.095,77, sem o frete.

    Farelo de soja
    Houve queda de 1,6% em relação a dezembro último no preço do farelo de soja, de acordo com a consultoria. Na comparação com janeiro do ano passado, o farelo de soja está custando 10,0% menos este ano. Em curto e médio prazos, a expectativa é de preços mais frouxos para o grão e farelo de soja , em função da maior disponibilidade com a colheita em andamento e aumento do esmagamento no país. Leia também: Abiove estima processamento recorde de 43 milhões de toneladas de soja em 2018.

    Segundo a Scot Consultoria, de qualquer forma, atenção ao clima no Brasil e na Argentina, à demanda mundial aquecida e ao câmbio, que são fatores que podem pontualmente interferir no mercado neste período de safra 2017/2018.

    Fonte: SF Agro

  • Mercado de biológicos deve crescer 11% ao ano

    O mercado de tratamento biológico de sementes foi estimado em US$ 739,3 milhões em 2017 e é projetado para alcançar US$ 1.2 bilhão até 2022 com um crescimento interanual de 11,1%, segundo dados da consultoria americana MarketsandMarkets. O mercado é influenciado pela maior adoção de práticas agrícolas sustentáveis junto com fortes investimentos feitos por importantes agentes em pesquisa e desenvolvimento desses produtos.

    O mercado de tratamento biológico de sementes, baseado em função, é segmentado em biofertilizantes, bioestimulantes, bioinseticidas, biofungicidas, entre outros. Os biofertilizantes estão rapidamente crescendo em função do potencial de trazer resistência em cultivos, enquanto que melhora a qualidade e produtividade. Devido a essa tendência e registro e comércio de novas variedades de biofertilizantes, esse segmento teve uma participação maior estimada no mercado em 2017.

    Por cultivo, o tratamento biológico de sementes foi segmentado em milho, trigo, soja, algodão, girassol, vegetais e outros cultivos. O milho tem maior aplicação em comida, ração e produção de etanol. Este cultivo está sendo afetado por um número de patógenos, pestes e nematoides e é um grande fator que influenciar o uso de tratamento biológico. O milho teve a maior participação nesse mercado em 2016.

    O mercado de tratamento biológico de sementes, por tipo, é segmentado em microbial, botânico e outros. A indústria de microbiais dominou o mercado em 2016, devido à crescente demanda em cultivos como soja e milho.

    A América do Norte teve a maior participação em 2016 e também é projetada para ter o maior crescimento nos próximos cinco anos. A liderança da América do Norte é atribuída à proibição de certas formulações químicas na região. Uma crescente tendência em desenvolver as opções sustentáveis para mitigar em riscos ambientais deve melhorar a demanda de mercado para esses produtos.

    O mercado global por tratamento biológicos de sementes é dominado por Basf (Alemanha), Bayer AG (Alemanha), Syngenta (Suíça), Monsanto BioAg (Estados Unidos), DuPont (Estados Unidos) e Italpollina (Itália). Koppert (Holanda), Incotec (Holand), Plant Health Care (Estados Unidos), Precision Laboratories (Estados Unidos), Verdesin Life Sciences e Valent Biosciences (Estados Unidos são alguns de outros agentes importantes no mercado.

    Fonte: Agrolink

  • Plantio de soja na Argentina deve ser reduzido

    A Bolsa de Cereais de Buenos Aires deve reduzir outra vez a área do plantio de soja estimada devido aos atrasos de semeadura causados pelo clima seco em importantes regiões produtoras. Na semana passada, a bolsa baixou a projeção de área plantada par 18 milhões de hectares dos 18,1 milhões hectares previstos previamente, citando a seca no Noroeste da província de Buenos Aires. Cerca de 30% dos um milhão de hectares projetados para soja nessa parte do país ainda precisam ser plantados, segundo um anúncio da Bolsa de Cereais da semana passada.

    “Ainda há risco de não poder finalizar os planos de plantio em partes do Sul das províncias de Salta e de Tucumán, onde alguns produtores podem mudar soja para feijão,” afirmou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

    A janela para semeadura está rapidamente fechando porque a soja plantada muito tarde em Janeiro começa a correr o risco de morrer por geadas durante o Outono do Hemisfério do Sul entre Maio e Junho. O plantio de soja da Argentina começa a meados de Outubro e usualmente se estende somente a primeira semana de Janeiro.

    Ainda de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os produtores argentina já plantaram 96,7% da área total estimada para a temporada 2017/2018 de grãos. Além de perder superfície para o feijão, a área da oleaginosa também começou a disputar espaço com amendoim, segundo reportado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) recentemente. No caso do amendoim, as áreas se concentram na província de Córdoba.

    Fonte: Agrolink

  • Rio Grande do Sul terá muitas chuvas em fevereiro

    Segundo a meteorologia até lá, a expectativa é de tempo firme nesta semana e chuvas na próxima semana.

    Produtores de soja do Rio Grande do Sul estão preocupados com o desenvolvimento das lavouras, afinal as chuvas têm sido muito irregulares desde o inicio do plantio. Segundo dados meteorológicos as precipitações devem vir com maior regularidade a partir de fevereiro.

    A partir do dia 24 até 30 de janeiro essa situação muda e o Rio Grande do Sul já recebe precipitações de 55 milímetros. No mesmo período, Sudeste e Centro-Oeste recebem 80 milímetros acumulados.

    Fonte: Canal Rural