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  • Soja trabalha estável nesta 5ª feira em Chicago e ainda espera por informações novas

    O mercado da soja segue caminhando de lado na Bolsa de Chicago e testa ligeiras baixas na manhã desta quinta-feira (20). Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 0,25 ponto. O janeiro/19 lutava para manter os US$ 9,00 por bushel, enquanto o maio/19 valia US$ 9,26.

    A falta de novidades continua tirando a força do andamento dos preços e mantém os traders e fundos investidores ainda muito cautelosos, evitando variações mais intensas.

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos permanece no foco central do mercado, e qualquer movimento dos dois países mexe com as cotações, mas ainda de forma limitada. Segundo explicam analistas e consultores, uma mudança mais intensa nos preços virá de um acordo firmado entre as duas maiores economias do mundo ou da confirmação de que não chegarão a um consenso.

    Paralelamente, a nova safra da América do Sul também começa a ganhar um pouco mais de atenção no mercado internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Preços iniciam a quinta-feira estáveis na Bolsa de Chicago

    Após fecharem o pregão de quarta-feira com quedas entre 3 e 3,6 pontos, os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (20) operando praticamente estáveis, com baixíssimas movimentações. As principais cotações apresentavam valorizações entre 0,25 e 0,5 pontos por volta das 07h05 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços desceram em meio a dúvidas sobre a demanda por etanol e negociações comerciais entre Estados Unidos e China na quarta-feira. Os analistas esperam que o USDA divulgue o aumento das vendas de milho em seu próximo relatório semanal, na manhã de hoje, com estimativas que variam entre 90,5 milhões e 114,2 milhões de bushels para a semana encerrada em 13 de dezembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Altos níveis de micotoxinas no milho dos EUA

    Amostras de milho colhidas nos Estados Unidos que foram submetidas a análises laboratoriais em 2018, mostram altos níveis de micotoxinas, particularmente desoxinivalenol (DON), zearalenona, ácido fusárico, fumonisina e HT- 2. Foi isso que informou o laboratório de serviços analíticos de micotoxinas Alltech 37+, que foi responsável pelas análises.

    De acordo com Alexandra Weaver, responsável pelo suporte técnico global da equipe de gerenciamento de micotoxinas da Alltech, as micotoxinas são uma preocupação para os produtores de gado, já que possuem propriedades tóxicas que afetam a qualidade da ração, bem como a saúde e o desempenho dos animais. Segundo ela, todas essas questões estão resultando em uma série de mudanças no clima ao redor do mundo.

    “As micotoxinas prosperam em condições variáveis, com falta de chuva, chuvas excessivas ou, às vezes, uma após a outra, causando uma perfeita tempestade de contaminação. Os eventos climáticos extremos que temos visto este ano em todo o mundo levaram ao aumento da ocorrência de micotoxinas em muitos países”, comenta.

    As amostras coletadas nos Estados Unidos incluem grãos de milho contendo múltiplas micotoxinas, com uma média de 7,0 micotoxinas por amostra, mais de 3,9 micotoxinas a mais, em média, do que no mesmo período de 2017. As micotoxinas em amostras de silagem de milho dos EUA também são mostrando um aumento na ocorrência este ano, com uma média de 6,8 micotoxinas por amostra, em comparação com as 4,6 em média durante o mesmo período do ano passado.

    Para Max Hawkins, nutricionista do programa de controle de micotoxinas da Alltech, “essas micotoxinas podem afetar o desempenho e a saúde dos animais, devido ao menor consumo de ração, saúde intestinal, reprodução e resposta imunológica. Testar rações e alimentos acabados é importante para os produtores de gado entenderem esses riscos”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Anunciada nova estrutura do Ministério da Agricultura

    A futura ministra da Agricultura, deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmou nesta terça-feira, 18, em comunicado divulgado pela sua assessoria, a nova estrutura da Pasta, com a reforma administrativa do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O novo ministério terá mais atribuições e vai absorver unidades que estavam abrigadas nos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social, na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, da Casa Civil, e na Secretaria de Mobilidade Social e Cooperativismo do próprio Ministério da Agricultura. Tereza Cristina confirmou também a criação da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários; da Secretaria da Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação; e da Secretaria de Agricultura Familiar.

    O documento traz os nomes dos secretários indicados, exceto o de Inovação. Não cita, também, mudanças no nome da Pasta, como foi discutido pela equipe de transição.

    A nova Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação vai, segundo informou o documento, “articular, facilitar, promover e alinhar a inovação voltada para o desenvolvimento rural, por meio da Embrapa, das empresas de pesquisa agropecuária estaduais, instituições federais de ensino e de apoio financeiro à pesquisa”. Caberá ao órgão coordenar programas nacionais de irrigação e das questões relativas à produção sustentável, como a agricultura de baixo carbono.

    A Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo será comandada por Fernando Henrique Kohlmann Schwanke. Engenheiro florestal e superintendente regional da Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais em Santa Catarina, foi consultor da Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO). Ex-prefeito de Rio Pardo (RS), Schwanke é indicado pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB).

    “A secretaria vai abrigar programas hoje dispersos em diversos ministérios. Vai trabalhar na busca de alternativas de negócios para os produtores e dará nova abordagem à assistência técnica e à extensão rural. Irá também reforçar o cooperativismo e o associativismo rural”, informou a assessoria da futura ministra.

    A Secretaria Especial de Assuntos Fundiários, terceira a ser criada no Ministério da Agricultura, será comandada por Luiz Antônio Nabhan Garcia, nome anunciado antecipadamente. Ele é empresário rural, presidente da União Democrática Ruralista (UDR) e foi um dos principais aliados de Bolsonaro durante a campanha. Chegou a ser cotado para o ministério. A secretaria terá orçamento independente e tratará “da regularização fundiária, incluindo as atividades de identificação e demarcação de terras indígenas e quilombolas, o licenciamento ambiental e as políticas de reforma agrária”, informou.

    A Secretaria da Aquicultura e Pesca, que volta para o Ministério da Agricultura, será comandada por Jorge Seif, produtor rural e proprietário de um terminal pesqueiro e de embarcações em Santa Catarina. Seif foi indicado pelo próprio Bolsonaro, que é amigo da família e entre as metas da secretaria “estão a busca de garantias para dar maior segurança jurídica às atividades e a ampliação do mercado internacional”.

    Tereza Cristina confirmou também os nomes do secretário de Comércio e Relações Internacionais (antiga Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio), o economista e diplomata Orlando Leite Ribeiro; do secretário de Política Agrícola, o engenheiro agrônomo Eduardo Sampaio Marques, e do secretário de Defesa Sanitária (novo nome Secretaria de Defesa Agropecuária), José Guilherme Tollstadius Leal. Assim como Ribeiro, Leal também é engenheiro agrônomo e funcionário do ministério.

    O documento não cita, mas o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG) será o secretário-executivo. Ele foi o primeiro indicado pela futura ministra.

    Fonte: Estadão Conteúdo/Portal DBO

  • Milho: quarta-feira começa com leves baixas na Bolsa de Chicago

    Os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quarta-feira (19) apresentando leves baixas, com movimentações próximas da estabilidade. As principais cotações apresentavam desvalorização entre 0,4 e 0,6 pontos por volta das 08h51 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,84 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,92 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, o milho também se firmou desde ontem, com os comerciantes antecipando as compras de importação pela China como parte do détente, que incluiu uma promessa de Pequim de comprar produtos agrícolas dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja mantém estabilidade na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira e fundos buscam bom posicionamento

    Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem bem próximos da estabilidade nesta quarta-feira (19). Os investidores seguem buscando uma direção para as cotações, bem como um bom posicionamento antes da chegada do novo ano.

    Assim, por volta de 8h15 (horário de Brasília), o mercado subia entre 0,25 e 0,75 ponto, com o janeiro/19 a US$ 9,08 e o maio/19, que continua servindo como referência para os negócios da nova safra brasileira, valia US$ 9,34 por bushel.

    Falta força para que o mercado dê continuidade aos ganhos das últimas sessões. Os traders precisam de mais novidades – fortes e concretas – para garantir um direcionamento mais claro para as cotações.

    Até que a guerra comercial entre China e Estados Unidos continue, esse deverá continuar sendo o principal fator de observação do mercado. Os próximos movimentos das duas nações serão determinantes para o andamento do mercado.

    No paralelo, o mercado acompanha o desenvolvimento e início da chegada da nova safra brasileira, bem como as tensões que rondam o macrocenário internacional, com o sentimento de um crescimento mais lento da economia global.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Dicas para acompanhar os preços nesta semana

    Acordo entre China e Estados Unidos, retorno das compras de soja são algumas das razões que podem mexer com os preços da soja na semana. Acompanhe abaixo outros fatos que deverão merecer a atenção do mercado. As dicas são do analista da Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez.
    O mercado de soja em Chicago mantém as atenções voltadas para novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados Unidos e China. Sinais de demanda pela soja dos EUA tornam-se agora fundamentais para os players em um cenário de trégua comercial. Paralelamente, o mercado acompanha o clima para o desenvolvimento da nova safra sul americana;
    Após a trégua na guerra comercial, anunciada pelos governos dos EUA da China no início do mês de dezembro, a expectativa do mercado era de que a China retornaria às compras de soja nos portos norte-americanos. Nesta semana tal fato ocorreu. Foram anunciadas, oficialmente, duas vendas de soja dos EUA para a China, totalizando 1,43 milhão de toneladas. São as primeiras vendas volumosas por parte dos EUA para a China desde julho, quando começou a valer a tarifa de 25% sobre a soja norte-americana;
    Apesar destas vendas, o mercado não ganhou força em Chicago. Os players esperam por anúncios de volumes ainda maiores para voltar à ponta compradora, visto que os EUA estão com os maiores estoques de passagem de soja em muitas temporadas devido à mais uma colheita recorde. A tendência é que à medida em que novas vendas sejam anunciadas, os contratos futuros devem voltar a se valorizar. Novos anúncios são esperados para os próximos dias. Este fator é fundamental para Chicago
    No lado da oferta, o fator safra sul americana ganha cada vez mais relevância. A recente falta de chuvas em algumas regiões do Paraná e Mato Grosso do Sul traz algumas preocupações para a safra brasileira, enquanto a falta de umidade no Paraguai já coloca em xeque o potencial produtivo daquele país. O retorno das chuvas é previsto para os próximos dias, o que deve reduzir parte dos problemas. De qualquer maneira, o mercado climático sul americano se torna fator importante para Chicago a partir de agora.

    Fonte: Soja Brasil/Canal Rural

  • Soja: Ferrugem exige atenção diferenciada, diz especialista

    A incidência de ferrugem asiática na soja brasileira, principalmente na região Sul do País, acaba exigindo uma atenção diferenciada dos produtores rurais. De acordo com o professor e pesquisador Marcelo Madalosso, gerente sênior de Desenvolvimento e inovação da UPL Brasil, é preciso que o agricultor se reorganize e fique atento a todas as recomendações dos engenheiros agrônomos, para que essa doença fúngica não prejudique a sua lavoura.

    Nesse cenário, ele diz que é preciso “evitar ao máximo aplicações de produtos isolados, evitar ao máximo a repetição de princípios ativos e rotacionar sempre que possível os princípios ativos. Multissítios, não reduzir doses e utilizar somente doses recomendadas dos especialistas sobre os multissítios”, indica.

    Além disso, ele salienta a importância de um monitoramento constante da lavoura de soja devido à grande presença da doença na região. Para ele, o acompanhamento constante, não só da sua lavoura, mas também das proximidades pode ser fundamental para uma prevenção ou um controle precoce do problema.

    “Numa situação de plantios mais tardios, em algumas regiões do País, especialmente Sul do País, está acontecendo muito replante de soja, então o produtor ainda não conseguiu estabelecer a lavoura, o que vai colocar a soja em uma situação de pressão de ferrugem mais para frente. Então nós precisamos ficar atentos e também cuidar das lavouras de soja e também cuidar da questão dos fungicidas”, conclui

    Segundo o Comitê de Ação a Resistência em Fungicidas (FRAC), essas medidas são fundamentais para a garantia da colheita, principalmente no que se refere a aplicação correta e recomendada de fungicidas.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: terça-feira começa com preços estáveis na Bolsa de Chicago

    Os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a terça-feira (18) apresentando estabilidade, com movimentações muito baixas. As principais cotações apresentavam valorização entre 0,25 e 0,50 pontos por volta das 08h36 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,84 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,92 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, os preços do milho foram pressionados por dados mostrando uma posição líquida maior do que a esperada pelos fundos de commodities, embora as perdas fossem limitadas pelas esperanças de importações pela China como parte de uma trégua comercial entre o presidente dos Estados Unidos e o presidente da China.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado em Chicago tem 3ª feira de estabilidade e fundos se posicionando

    A cautela e a tranquilidade parecem continuar atuando sobre o mercado da soja na Bolsa de Chicago e, nesta terça-feira (18), as cotações trabalham com bastante estabilidade na Bolsa de Chicago. E os fundos investidores seguem buscando um bom posicionamento antes da chegada do próximo ano, como tradicionalmente acontece.

    Assim, por volta de 8h45 (horário de Brasília), os preços subiam pouco mais de 2 pontos entre os vencimentos mais negociados, com o janeiro/19 valendo US$ 9,07 e o maio/19 US$ 9,33 por bushel.

    Faltam novidades que possam movimentar o mercado ainda de forma mais intensa e, nesse ambiente de incerteza, as movimentações ficam mais limitadas, tal qual a atuação dos investidores. Todas as atenções ainda se voltam para a disputa comercial entre China e Estados Unidos e os próximos movimentos de ambos os países.

    E há quem espere, ainda para este final de 2018, o anúncio de novas compras pela China no mercado norte-americano, e as especulações dão um ligeiro apoio aos preços na CBOT.

    Fonte: Notícias Agrícolas