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  • Soja: Mercado em Chicago tem 3ª feira de estabilidade e fundos se posicionando

    A cautela e a tranquilidade parecem continuar atuando sobre o mercado da soja na Bolsa de Chicago e, nesta terça-feira (18), as cotações trabalham com bastante estabilidade na Bolsa de Chicago. E os fundos investidores seguem buscando um bom posicionamento antes da chegada do próximo ano, como tradicionalmente acontece.

    Assim, por volta de 8h45 (horário de Brasília), os preços subiam pouco mais de 2 pontos entre os vencimentos mais negociados, com o janeiro/19 valendo US$ 9,07 e o maio/19 US$ 9,33 por bushel.

    Faltam novidades que possam movimentar o mercado ainda de forma mais intensa e, nesse ambiente de incerteza, as movimentações ficam mais limitadas, tal qual a atuação dos investidores. Todas as atenções ainda se voltam para a disputa comercial entre China e Estados Unidos e os próximos movimentos de ambos os países.

    E há quem espere, ainda para este final de 2018, o anúncio de novas compras pela China no mercado norte-americano, e as especulações dão um ligeiro apoio aos preços na CBOT.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Bolsa de Chicago abre a semana com leves altas nos preços futuros

    A semana se inicia com os preços futuros do milho operando próximos da estabilidade, apresentando leves altas na manhã dessa segunda-feira (17). Os principais valores apresentavam valorizações entre 0,75 e 1 ponto por volta das 08h34 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,85 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,93 por bushel.

    Segundo divulgado pela Agência Reuters, analistas disseram que o mercado foi impulsionado pelas expectativas de que a China vai comprar grandes quantidades de exportações dos Estados Unidos como parte de uma trégua temporária na guerra comercial entre as duas grandes potências mundiais. “As exportações dos EUA devem se beneficiar da flexibilização das tensões comerciais entre EUA e China “, disse Tobin Gorey, diretor de estratégia agrícola da Commonwealth Bank of Australia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Umidade é fundamental para ativação de herbicida

    Uma certa quantidade de umidade, seja da chuva ou da irrigação, nos campos após uma aplicação pré-emergência é fundamental para ativar o herbicida. De acordo com especialistas da empresa Syngenta, maioria dos herbicidas requer pelo menos meia polegada de água após um herbicida pré-emergente ter sido pulverizado.

    Segundo Joe Wuerffel, Ph.D., Gerente Técnico Global para Herbicidas da Syngenta, os produtores devem saber quais são as ervas daninhas primárias em cada campo para se certificar de que estão usando os produtos certos nos campos certos, na taxa certa e na hora certa, no caminho certo. Nesse cenário, ervas daninhas primárias, incluindo ervas daninhas de folhas largas de semeadura larga, são difíceis de controlar porque germinam de dentro do perfil do solo.

    “Isto é o que nos levou a procurar o único ingrediente ativo biciclopirona. Ele complementa os outros três ingredientes ativos do herbicida de milho Acuron para proporcionar um controle mais efetivo e consistente de ervas daninhas de folhas largas sem sementes. Os herbicidas sem biciclopirona só fornecem controle parcial, se houver, sobre essas ervas daninhas de folhas largas”, indica.

    O especialista afirma que o tipo de herbicida também é muito importante, pois eles são criados com diferentes ingredientes ativos, alguns dos quais são mais fortes contra espécies específicas de ervas daninhas do que outros, por isso é importante lembrar que nem todos os herbicidas são criados iguais. “Os produtores têm que tomar cuidado para que eles estejam cientes dessas diferenças aparentemente sutis que podem ter um grande impacto em seu controle de ervas daninhas”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Ferrugem exige atenção diferenciada, diz especialista

    A incidência de ferrugem asiática na soja brasileira, principalmente na região Sul do País, acaba exigindo uma atenção diferenciada dos produtores rurais. De acordo com o professor e pesquisador Marcelo Madalosso, gerente sênior de Desenvolvimento e inovação da UPL Brasil, é preciso que o agricultor se reorganize e fique atento a todas as recomendações dos engenheiros agrônomos, para que essa doença fúngica não prejudique a sua lavoura.

    Nesse cenário, ele diz que é preciso “evitar ao máximo aplicações de produtos isolados, evitar ao máximo a repetição de princípios ativos e rotacionar sempre que possível os princípios ativos. Multissítios, não reduzir doses e utilizar somente doses recomendadas dos especialistas sobre os multissítios”, indica.

    Além disso, ele salienta a importância de um monitoramento constante da lavoura de soja devido à grande presença da doença na região. Para ele, o acompanhamento constante, não só da sua lavoura, mas também das proximidades pode ser fundamental para uma prevenção ou um controle precoce do problema.

    “Numa situação de plantios mais tardios, em algumas regiões do País, especialmente Sul do País, está acontecendo muito replante de soja, então o produtor ainda não conseguiu estabelecer a lavoura, o que vai colocar a soja em uma situação de pressão de ferrugem mais para frente. Então nós precisamos ficar atentos e também cuidar das lavouras de soja e também cuidar da questão dos fungicidas”, conclui

    Segundo o Comitê de Ação a Resistência em Fungicidas (FRAC), essas medidas são fundamentais para a garantia da colheita, principalmente no que se refere a aplicação correta e recomendada de fungicidas.

    Fonte: Agrolink

  • Soja inicia semana em Chicago trabalhando com leves altas nesta 2ª e ainda à espera de novidades

    Nesta segunda-feira (17), os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago, retomando parte das últimas baixas da semana passada, quando acumulou um recuo de mais de 2% entre os principais contratos. Ainda buscando seu equilíbrio, as cotações subiam entre 3 e 4,25 pontos, por volta de 7h50 (horário de Brasília). O janeiro/19 tinha US$ 9,04 e o maio/19, US$ 9,30 por bushel.

    O mercado começa a semana da mesma forma como terminou: à espera de novidades sobre a relação comercial entre China e Estados Unidos. E esse continuará sendo o fator principal de observação dos traders, já que são esperados novos movimentos de ambos os países ainda nesse ambiente de trégua entre Donald Trump e Xi Jinping.

    Paralelamente, o mercado observa também o desenvolvimento da nova safra da América do Sul, e a chegada das primeiras ofertas no Brasil. Em alguns pontos de Mato Grosso, afinal, a colheita já está sendo iniciada. Apesar de alguns problemas pontuais, a nova temporada brasileira tem se desenhado de forma bastante satisfatória para os produtores.

    A demanda também segue em atenção. Nos EUA, permanece lenta, mesmo com a China tendo feito algumas compras no final da semana passada, e no Brasil os prêmios seguem recuando de forma expressiva, mostrando que os compradores também se retraem um pouco mais neste momento.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • China faz primeira compra de soja nos EUA após trégua firmada entre Trump e Xi

    Empresas estatais chinesas teriam feito a compra de mais de 500 mil toneladas de soja dos EUA no valor de cerca de US$ 180 milhões na tarde desta quarta-feira. Este é o primeiro sinal concreto de que a nação asiática estaria cumprindo sua parte na trégua firmada com o EUA após o encontro do G20.

    As compras, feitas pela Sinograin, teriam sido de cerca de 30 navios, o que totalizaria perto de 2 milhões de toneladas, de um volume que pode ficar entre 3 e 5 milhões, segundo explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities. O importante agora é saber, no entanto, se as tarifas chinesas sobre a soja americana serão mantidas e como isso irá estimular ou não as empresas privadas na China a voltarem a comprar nos EUA.

    Segundo operadores internacionais, essa é a primeira grande compra da nação asiática após o “cessar-fogo” temporário de Xi Jinping e Donald Trump e de que as tensões entre as duas maiores economias do mundo estariam começando a diminuir.

    “A China estava comprando diretamente nos terminais nesta manhã. Parece que estamos de volta aos negócios agora”, disse um segundo operador à Reuters Internacional.

    Trump já havia dito, esta semana, que as compras estariam sendo retomadas.

    “Eu ouvi que eles (os chineses) estão comprando grandes volumes de soja. Eles estão começando, começando agora”, disse o presidente norte-americano Donald Trump, em uma entrevista à Reuters nesta semana, aquecendo as expectativas de que o mercado está prestes a ver um acordo sendo firmado entre China e Estados Unidos em torno da oleaginosa.

    E Trump afirmou ainda que estaria disposto a voltar a se reunir com o presidente chinês Xi Jinping, e que espera saudá-lo por essa volta das compras de soja pela nação asiática no mercado norte-americano. De acordo com o líder dos EUA, as negociações evoluem bem – com boas conversas acontecendo pelo telefone – e mais reuniões entre os dois governos estariam prestes a acontecer.

    Há informações ainda de que a China está prestes a anunciar, ainda neste mês, uma série de compras de soja nos EUA, segundo comunicados oficiais de Pequim, e essa retomada, ao ser efetivada, poderia trazer um alívio considerável aos produtores norte-americanos – que sofrem não só com preços mais baixos – em alguns casos abaixo dos custos de produção – mas também com a dificuldade para armazenar uma safra tão grande.

    De acordo com os últimos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trazidos neste 11 de dezembro, a temporada 2018/19 deverá se consolidar com uma safra maior do que 125 milhões de toneladas e estoques finais de 25,99 milhões de toneladas.

    No último boletim mensal de oferta e demanda, o departamento indicou, ao mesmo tempo, uma manutenção das exportações norte-americanas de 51,71 milhões de toneladas, enquanto aumentou as do Brasil de 777 milhões para 81 milhões de toneladas. Números de consultorias e instituições brasileiras falam em estimativas ainda mais altas para 2018.

    Trump está em meio a uma fase delicada da guerra comercial, onde as negociações também são frágeis. O período é de trégua com a China, porém, a pressão dos mercados financeiros continua crescendo, uma vez que os investidores têm vivido semanas de especulações e tentativas de entender os efeitos de uma possível piora nessa guerra comercial.

    Fonte: Reuters e Bloomberg/ Notícias Agrícolas

  • Comercialização de soja avança no Brasil, aponta a Datagro

    As vendas da safra 2017/18 de soja no Brasil atingiram 95% da produção esperada até o último dia 7 de dezembro. O número indica um avanço sobre os 90% registrados na safra passada, e próximo do patamar recorde de 97% observado em 2015, segundo levantamento feito pela DATAGRO Consultoria.

    “A esperada queda nos preços aconteceu de forma geral, mantendo frouxo o interesse de venda pelos produtores e escasseando os negócios”, destaca o analista de grãos da DATAGRO, Flávio Roberto de França Jr.

    Em relação às vendas da safra 2018/19, o volume negociado chega a 30,3% da produção, também acima dos 26% registrados em dezembro do ano passado. No entanto, ainda abaixo do recorde de 45,5% de observado em 2015, e 31,6% menor na comparação com a média para 5 anos.

    Milho

    O levantamento da DATAGRO também destacou o movimento da comercialização de milho. Segundo o relatório, as vendas da safra de verão 2018 alcançaram 94% da produção obtida, ante 90% registrado em dezembro do ano passado. “A Lentidão nas negociações da temporada está ligada diretamente à expectativa de melhora ainda maior no padrão de preços por parte dos produtores”, destaca o especialista da DATAGRO.

    Já em relação à safra de milho de inverno deste ano, as negociações chegam a 82% da produção esperada. Bem acima do percentual de 78% observado no ano passado. No entanto, ainda abaixo dos 84% da média para os últimos cinco anos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Bolsa de Chicago inicia pregão com leves elevações nessa quinta-feira

    As cotações do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o dia registrando estabilidades com leves altas. Os principais valores futuros apresentavam variações de 0,25 pontos por volta das 08h53 (horário de Brasília) dessa quinta-feira (13). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,76 por bushel e março/19 apontava US$ 3,85 por bushel.

    Os preços do milho tiveram uma pequena dose de força de transbordamento dos futuros de soja e trigo mais altos. “O risco principal está diminuindo, e isso leva as pessoas para lucros. Quando as pessoas no mercado à vista começaram a ouvir que a China estava comprando, começamos a nos preocupar menos com política e mais sobre o balanço”, disse Dan Basse, presidente da AgResource Co.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leve correção nesta 5ª feira em Chicago após alcançar melhores patamares em seis meses

    Os preços da soja recuam levemente na manhã desta quinta-feira (13) na Bolsa de Chicago. As cotações devolviam parte das últimas altas, ainda buscando garantir seu equilíbrio depois das últimas notícias e das incertezas que o mercado ainda tem pela frente. Assim, por volta de 7h55 (horário de Brasília), os futuros da commodity perdiam pouco mais de 1 ponto.

    Com isso, o vencimento janeiro/18, que segue como o mais negociado entre os principais, valia US$ 9,18, enquanto o maio/19 tinha US$ 9,44 por bushel. Com as altas do pregão anterior, os preços bateram em suas máximas em seis meses na CBOT.

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos continua sendo o ponto-chave do mercado, mesmo depois de estatais chinesas terem informado boas compras feitas no mercado americano. A notícia chegou nesta quarta, animou o mercado, porém, já estava precificada e agora os traders buscam, mais uma vez, balancear as informações.

    Fato é que, nos últimos dias, com a evolução das negociações entre Donald Trump e Xi Jinping, a aversão ao risco nos mercados internacionais foi amenizada e deu mais espaço à essa tentativa de recuperação das cotações no mercado futuro norte-americano.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra de milho deve chegar a 90,9 milhões de toneladas

    A safra de milho deve voltar a crescer na temporada 2018/2019. De acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção poderá chegar a 90,95 milhões de toneladas, considerando a primeira e a segunda safras.

    Isso significa um aumento de 12,6% ou 10,1 milhões de toneladas a mais na comparação com a safra passada. No entanto, a demanda pelo cereal deverá crescer mais que a oferta em 2019.

    O consumo interno está estimado em 62,5 milhões de toneladas, frente as 59,8 milhões de toneladas este ano. O incremento é de 4,4% ou 2,65 milhões de toneladas.

    No caso das exportações, a expectativa é de um aumento de 34,8% ou 8 milhões de toneladas a mais na comparação ano a ano. O país deverá embarcar 31 milhões de toneladas no ano que vem, frente as 23 milhões de toneladas previstas para 2018.

    Ou seja, a produção deverá aumentar 10,16 milhões de toneladas, mas do lado da demanda o incremento é de 10,65 milhões, o que deverá reduzir os estoques finais na temporada atual.

    A estimativa é de 13,1 milhões de toneladas ao final de 2018/2019, frente as 15,7 milhões de toneladas em estoques no final de 2017/2018 e as 17,2 milhões de toneladas em 2016/2017.

    Mesmo caindo nas duas últimas temporadas, os estoques são relativamente confortáveis em comparação com os anos anteriores.

    Fonte: Portal DBO