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  • Agricultura de precisão ajuda no preparo do solo?

    Cultivar não é uma tarefa fácil. O produtor além de sua lavoura precisa monitorar centenas de variáveis que podem interferir no sucesso lá no fim da safra. Para este processo complexo, é preciso o auxílio de ferramentas que facilitem o seu trabalho com dados e números que serão fundamentais nas tomadas de decisões. A tendência nos últimos anos é o surgimento de soluções em agricultura de precisão. Podemos dizer que a agricultura de precisão é uma filosofia de manejo da fertilidade do solo utilizando-se de informações exatas e precisas sobre faixas ou porções menores do terreno, tendo por objetivo aumentar a eficiência do uso de corretivos e fertilizantes nas culturas agrícolas. E o que podemos dizer dessas novas ferramentas para a importância de um bom preparo de solo?

    Primeiro vamos destacar algumas dessas novas “armas” à disposição dos produtores. Podemos elencar os sistemas de posicionamento global (GPS), sistema de informações geográficas (SIG ou GIS), tecnologias de aplicação em taxa variável, monitoramento das áreas, sensoriamento remoto, monitores de colheita, amostradores de solo e balizadores de aplicação (aérea e tratorizada). Além disso, sensores de matéria orgânica, de plantas daninhas, de umidade de solo, de pH, de NO3 no solo, de compactação, pulverizadores de precisão, fotografias aéreas e outros.

    Já ficou claro para o agricultor que é fundamental o preparo do solo, bem feito, isso resulta em lavouras de alta produtividade. Nessa fase inicial é fundamental a mecanização e uso dessas novas tecnologias. O preparo do solo e, principalmente, as práticas corretivas como o uso correto do calcário, do gesso, e até mesmo do fósforo para corrigir o solo estão na lista obrigatória de sucesso.

    A Piccin Tecnologia Agrícola, por exemplo, é uma empresa especialista em desenvolver equipamentos voltados ao preparo do solo, em seu portfólio, conta com soluções tecnológicas com padrão ISOBUS para todo o ciclo produtivo. Ou seja, implementos que garantem comunicação total entre máquinas e tratores ISOBUS, resultando em transparência e liberdade aos produtores. Além disso, há a possibilidade também de utilizar os equipamentos com sistema de desligamento linha a linha para semeadoras, desligamento bico a bico para autopropelidos e taxa variável nas mais diversas operações.

    A empresa também tem parceria com a americana Ag Leader, que disponibiliza para a linha de distribuidores de adubo e materiais como calcário terminais do tipo InCommand 1200/800, com a plataforma, chamada de AgFinit. Essa opção é uma mão na roda e gerencia dados agronômicos, com taxa variável e transferência de informações para “Nuvem”, onde o agricultor pode ter acesso de qualquer lugar e em qualquer momento. Os dados ficam disponíveis em um local virtual, além disso, a sincronização de mapas e relatórios é realizada entre a nuvem e o dispositivo, utilizado pelo agricultor para gerenciar a safra.

    O uso dessas e de tantas outras ferramentas da agricultura de precisão é a redução dos custos de produção, principalmente dos agroquímicos, fertilizantes e/ou corretivos. Conforme aponta Rossato (2010), em média, é possível obter uma redução de 20-30% no custo de insumos como calcário, fósforo e potássio. Com a aplicação diferenciada de insumos consegue-se maior homogeneidade da lavoura e aumento de sua produtividade. É questão de avaliar quais ferramentas melhor se adaptam ao bolso e a necessidade da propriedade.

    Fonte: Grupo /Cultivar

  • Mosca Branca tem nova ação para combate

    Para garantir a produtividade da lavoura, os agricultores precisam adotar técnicas e tecnologias para que os altos índices sejam alcançados. O cuidado com as pragas, doenças e plantas daninhas precisam estar diariamente sob controle do produtor rural. A mosca branca é um dos grandes problemas enfrentados, um pequeno inseto que, somente nos tomateiros, pode representar perdas de 40% a 70% na condição de vetor de vírus, segundo dados da Embrapa.

    Atenta ao problema a ADAMA, obteve o registro para uma nova solução, voltada para o combate da mosca branca: o inseticida Trivor. O produto controla o desenvolvimento do inseto em todas as suas fases, tornando seus ovos inférteis e quebrando o seu ciclo de atividade nas plantas.

    “A mosca branca prejudica a saúde das lavouras em larga escala, pois, além de extrair os nutrientes das plantas, causa fumagina nas folhas inibindo a fotossíntese. Em determinadas culturas de hortifrúti, chega a transmitir viroses por meio do processo de sucção”, destaca Fabrício Pacheco, gerente de Produtos da ADAMA Brasil. “Para oferecer um controle efetivo do inseto, Trivor une praticidade e eficácia em sua ação de choque e residual, além de ser facilmente aplicável pelo fato de ser composto por uma mistura pronta”.

    Trivor chega com a força necessária no manejo do inseto por conta do grande alcance de culturas em que pode ser aplicado. Além de uma grande variedade de culturas de hortifrúti, como batata, tomate, cebola e outras, o inseticida também pode ser aplicado nas lavouras de soja e algodão, que sofrem constantes problemas com as toxinas liberadas pela mosca branca.

    Fonte: Agrolink

  • Seguro agrícola ameniza perdas da 2ª safra de milho

    As perdas na safra 2017/2018 causadas pela seca prolongada que castigou lavouras inteiras no sul do país estão sendo reparadas aos produtores que adquiriram o seguro agrícola.

    Segundo o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, que detém 70% do mercado de seguros rurais do país, a produção de milho safrinha no estado do Paraná foi uma das mais prejudicadas, representando 42% dos sinistros comunicados e 26% dos prejuízos apurados até o momento.

    “O cultivo de milho de segunda safra já estava menor em relação ao ano anterior e a falta de chuva afetou o desenvolvimento do cereal, o que comprometeu o processo de produção. Mais de 92% dos produtores rurais que tiveram perdas em suas plantações foram impactados pela estiagem, muito mais severa este ano”, explica Paulo Hora, diretor técnico de seguros rurais do GRUPO.

    A área indenizada chegou a 111 mil hectares e mais de R$ 56 milhões serão pagos aos produtores afetados no estado.

    A segunda safra de milho é a principal do país, uma vez que produtores têm apostado mais na soja na primeira safra.

    “Muitos agricultores têm acionado o seguro, uma vez que, em algumas propriedades, os prejuízos chegam a 100%. As vistorias já foram realizadas, os prejuízos apurados e estamos finalizando o pagamento dos sinistros aos produtores”, explica o diretor.

    Atualmente, o GRUPO disponibiliza aos produtores o produto BB Seguro Agrícola, que protege a lavoura de problemas com o clima como chuvas excessivas, incêndio, queda de raio, tromba d’água, ventos fortes, friagem, granizo, seca, geada e variações excessivas de temperatura.

    “As indenizações reforçam a importância do seguro, que é uma ferramenta estratégica para quem produz no campo. É um aliado do produtor, permitindo que ele recupere parte do capital investido em caso de intempéries climáticas”, ressalta.

    Fonte: Agrolink

  • Soja segue caminhando de lado em Chicago nesta 4ª feira e atenta ao encontro China x EUA

    Os preços da soja seguem trabalhando com leves altas na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (14), dando continuidade às pequenas altas observadas ontem. As cotações subiam, por volta de 8h05 (horário de Brasília), subiam entre 2,25 e 2,75 pontos, com o janeiro/19 valendo US$ 8,80 por bushel.

    O mercado, porém segue caminhando de lado, diante da falta de novidades que possa movimentar os preços de forma mais substancial. As expectativas maiores seguem sobe o novo encontro do G20 que acontece no fim deste mês.

    Donald Trump e Xi Jinping voltam a se encontrar na Argentina para discutir as taxações impostas por ambos em suas exportações de importações e a possibilidade de um acordo chama a atenção dos traders. Já a proximidade do mesmo não parece tão certa.

    Atenção ainda ao dólar frente ao real e também aos prêmios pagos pela soja brasileira, que começam a perder força neste momento diante dessa possibilidade de consenso entre chineses e americanos.

    “A ARC lembra que a redução dos preços da oleaginosa brasileira disponível para exportação irá elevar o interesse da demanda
    chinesa, que possui cobertura limitada até meados de dezembro”, explicam os analistas de mercado da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Em Chicago, mercado testa leves perdas na manhã desta 3ª feira após valorizações observadas recentemente

    Nesta terça-feira (13), as principais posições do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) testam ligeiras perdas. Às 8h42 (horário de Brasília), os vencimentos da commodity recuavam entre 1,00 e 1,25 pontos. O contrato dezembro/18 era cotado a US$ 3,70 por bushel, enquanto o março/19 trabalhava a US$ 3,81 por bushel.

    O mercado recua após encerrar o dia anterior com leves ganhos apoiado pelas valorizações mais expressivas observadas nos futuros do trigo. De acordo com informações das agências internacionais, as cotações do milho operam de maneira técnica e aguardam por novas informações.

    Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu boletim semanal de embarques e pode influenciar o andamento das negociações. O órgão ainda atualiza os dados do andamento da colheita no país, que até a semana anterior estava em 76%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado em Chicago testa leves ganhos nesta 3ª feira, mas segue no aguardo de novidades

    Nesta terça-feira (13), os preços da soja sobem levemente na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam pouco mais de 2 pontos entre as posições mais negociadas, com o janeiro/19 valendo US$ 8,85 por bushel.

    A exceção era o novembro/18, que já sai da tela nos próximos dias, e o vencimento perdia 0,25 ponto, sendo cotado a US$ 8,71.

    Segundo explicam analistas internacionais, a semana começou com baixo interesse especulativo, com os traders esperando, mais uma vez, por novidades que possam mexer com as cotações de forma mais intensa.

    “A ARC acredita que nesta semana estes fundos irão alavancar as posições vendidas, que hoje somam 45mil contratos líquidos na soja. A reversão deste cenário demanda novidades positivas sobre o acordo comercial EUA-China”, dizem os analistas da ARC Mercosul.

    As atenções, portanto, seguem voltadas para o próximo encontro do G20, que acontece na Argentina, no final do mês, e onde se encontram Donald Trump e Xi Jinping para uma nova rodada de discussões.

    Nesta terça-feira, o mercado espera também pelos novos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre os embarques semanais de grãos norte-americanos, bem como do desenvolvimento da colheita no país, estas informações chegando, somente após o fechamento do mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Aplicativo reconhece pragas em cultivos

    Um aplicativo para celular projetado por estudantes de Engenharia Agrícola da Universidade Nacional da Colômbia auxilia os agricultores no reconhecimento de pragas e cultivos. De acordo com os desenvolvedores da nova ferramenta, a tecnologia já está disponível para download em dispositivos móveis com sistema operacional Android e Windows Phone.

    Segundo o estudante Richard Alejandro Moreno, o “Plagapp” terá um sistema de reconhecimento de imagens com o objetivo de gerar um sistema para que os agricultores possam identificar a praga que está danificando suas lavouras e encontrar as indicações necessárias para eliminá-la. “Por meio de diferentes métodos, como thresholding, abertura, fechamento e aplicação de filtros, entre outros, as características mais relevantes da imagem foram extraídas para automatizar seu reconhecimento”, afirmou Moreno.

    Depois de identificar essas particularidades, as amostras foram classificadas por um método supervisionado conhecido como “classificador bayesiano”, que é baseado no cálculo da incidência das características de uma amostra e na probabilidade de pertencer a uma determinada classe. Assim, por exemplo, quando um agricultor tira uma foto de uma praga, o classificador permite calcular quanto coincide com uma das espécies para determinar qual indivíduo é.

    O objetivo é que o software detecte e relate o nome da praga analisada, para fornecer dados sobre seu tamanho, formas de erradicação, ciclo de vida e reprodução, entre outros dados úteis para o agricultor. Na aplicação, o agricultor também pode preencher um formulário indicando o número de plantas que ele observou em sua safra e quantos deles são afetados, de modo que a aplicação irá informá-lo da incidência percentual da praga na área analisada.

    Fonte: Agrolink

  • INTACTA 2 XTEND® será apresentada em campo pela primeira vez

    Pela primeira vez, os sojicultores brasileiros poderão conhecer em campo a nova tecnologia para soja da Bayer, a INTACTA 2 XTEND®, com lançamento previsto no país para a safra 2021/2022. De novembro de 2018 a janeiro de 2019, os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia receberão o projeto Gigantes da Soja, em que a Bayer abrirá seus campos de testes da tecnologia às visitas de produtores, consultores, técnicos de campo e pesquisadores

    Os dias de campo terão formato inovador e tecnológico e apresentarão com mais clareza como a plataforma auxiliará o agricultor num controle mais amplo de plantas daninhas, proteção às principais lagartas da cultura da soja e como ela elevará a produtividade das lavouras brasileiras a um outro patamar.

    “Durante o evento, vamos mostrar aos sojicultores de cada uma dessas seis regiões, todos os benefícios e diferenciais que a tecnologia INTACTA 2 XTEND® levará ao mercado. E tudo isso de maneira interativa e diferente do que foi visto nas feiras este ano. Eles também poderão tirar dúvidas e saber como esta nova biotecnologia impactará seu dia a dia e, claro, aumentará sua produtividade”, conta o líder de lançamento da nova tecnologia para soja da Bayer, Fábio Passos.

    Com previsão para lançamento comercial no Brasil em 2021, a soja com tecnologia INTACTA 2 XTEND® será a terceira geração de transgênicos trazida pela Bayer ao mercado nacional. Tolerante ao herbicida glifosato, a plataforma trará também uma nova ferramenta para o controle de plantas daninhas: o dicamba, que oferecerá um amplo controle de plantas daninhas de folhas largas, como a buva, caruru, corda-de-viola e picão-preto.

    “A Plataforma INTACTA 2 XTEND® oferecerá ao sojicultor mais opções para que ele possa manejar pragas em sua lavoura. Somado a isso, e para garantir que a soja com essa tecnologia se adapte às particularidades de clima e solo existentes no Brasil e aumente sua performance, utilizamos novos métodos de melhoramento genético para aumentar o alcance dos testes. No fim do dia, todos esses aspectos objetivam elevar o patamar de produtividade do agricultor”, explica Passos.

    Fonte: Agrolink

  • Soja opera em queda na Bolsa de Chicago nesta 2ª feira e corrige altas da última semana

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago dá início a esta nova semana trabalhando em campo negativo. As cotações da oleaginosa, por volta de 7h50 (horário de Brasília), perdiam entre 1,50 e 4 pontos nos principais contratos, com o janeiro/19 valendo US$ 8,82 por bushel.

    Os preços devolvem, nesta segunda-feira (12), parte das altas registradas no fechamento da última sessão, quando o mercado subiu motivado pela boa demanda interna norte-americana.

    Além disso, espera ainda por dois novos reportes do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), sendo o primeiro o de embarque semanais de grãos e o segundo, depois do fechamento do mercado, de acompanhameno de safras dos EUA.

    No paralelo, seguem as expectativas para o novo encontro de Xi Jinping e Donald Trump nas reuniões do G20 que acontecem no final deste mês na Argentina. Segundo explicam analistas da ARC Mercosul, o governo americano tem buscado trabalhar na estruturação de um possível acordo com a nação asiática.

    “O Mercado não espera que uma resolução concreta seja presente no curto-prazo, ou até mesmo no encontro presidencial programado para o fim do mês na Argentina. No entanto, será um fator de sustento especulativo caso novas reuniões para tratar deste assunto possam ser agendada no começo de 2019”, explica a consultoria.

    Além disso, ainda de acordo com a ARC, Trump não gostaria de arrastar isso até 2020, “para que o tema não se torne parte de sua campanha política para a tentativa de reeleição”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Produção agrícola depende da biotecnologia, diz especialista

    O uso da biotecnologia no campo está completando vinte anos e sua preservação está se mostrando fundamental para a produção de alimentos ao redor do mundo. É isso que afirma o engenheiro agrônomo formado pela Universidade Estadual paulista (Unesp) e líder de Proteção a Biotecnologias de INTACTA RR2 PRO®, Cláudio Oliveira.

    “Passados 20 anos desde a aprovação da primeira biotecnologia para a soja, quase 100% da produção brasileira de soja (92%), milho (87%) e algodão (94%) é transgênica, com 53 milhões de hectares plantados. Para os produtores, o resultado foi um lucro acumulado de R$ 35,8 bilhões, a redução do uso de defensivos agrícolas (cerca de 839 mil toneladas deixaram de ser aplicadas nas lavouras) e de gastos e o aumento de produtividade, conforme dados da Agroconsult divulgados em setembro de 2018”, informa.

    De acordo com ele, são muitos os beneficiados com o uso da biotecnologia na cadeia produtiva. No entanto, algumas técnicas devem ser desenvolvidas com êxito para que ela seja preservada, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que é considerado o principal meio para a manutenção da tecnologia.

    “O MIP é composto por importantes pilares, como rotação de culturas, mudas sadias, eliminação de plantas doentes, época de plantio e o controle genético (variedades resistentes), porém o protagonista deles é o refúgio estruturado, fundamental para a preservação dos benefícios da tecnologia Bt”, comenta o especialista.

    Para finalizar ele afirma que o grande erro dos agricultores é tratar a biotecnologia como a solução de todos os problemas do campo. “Ela é mais um dos componentes ou ferramentas que podem facilitar a vida do produtor, mas se todos nós não contribuirmos para preservar seus benefícios e longevidade, correremos o risco de perdermos esta ferramenta que tem sido grande aliada do agricultor brasileiro nos últimos 20 anos”, finaliza.

    Fonte: Agrolink