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out 16 2025 Controle biológico de lagartas ganha força no milho
O crescimento é nítido
O mercado brasileiro de controle biológico para lagartas do milho vive um momento de consolidação e crescimento acelerado, impulsionado pela adoção de tecnologias mais sustentáveis e eficazes no manejo de pragas. Dados do levantamento FarmTrak milho 2025, da consultoria Kynetec Brasil, mostram que o uso de bioinseticidas no país alcançou uma nova escala, refletindo a transição de produtores para soluções baseadas em microrganismos naturais, em resposta à resistência crescente de pragas às moléculas químicas tradicionais.
Segundo o estudo, a área tratada com produtos voltados ao controle de lagartas na safrinha — o segundo ciclo do milho — aumentou 86% em apenas um ano, passando de 22,5 milhões para 42 milhões de hectares em 2025. Mesmo com a área cultivada praticamente estável, entre 16 e 17 milhões de hectares, o avanço expressivo indica uma clara mudança na estratégia de manejo adotada pelos agricultores. O segmento biológico, que representava apenas 2% do valor total do mercado de inseticidas para lagartas em 2022, já responde por 7% em 2025 — um crescimento quase quatro vezes maior em apenas três safras.
A pressão de pragas lepidópteras, especialmente da Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), continua sendo um dos principais desafios nas lavouras de milho. Com a redução da eficácia de tecnologias transgênicas e de inseticidas químicos, produtores têm recorrido cada vez mais a soluções biológicas à base de vírus e bactérias específicas, que atuam de forma seletiva e segura, preservando inimigos naturais e reduzindo resíduos no ambiente.
O levantamento da Kynetec também revela diferenças regionais importantes. O estado de Mato Grosso concentra 62% das vendas totais de inseticidas — biológicos e químicos — voltados ao controle de lagartas, seguido por Goiás (12%) e Maranhão (7%). O aumento do número de aplicações, que chegou a dobrar em algumas regiões, reforça a necessidade de programas integrados de manejo, combinando diferentes ferramentas de controle.
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out 13 2025 Desafios na fase vegetativa inicial da soja: Proteja sua lavoura com MultiVex
A fase vegetativa inicial da soja, compreendida entre os estádios V1 e V4, representa um dos momentos mais decisivos para o sucesso da safra. É neste período que se estabelecem as bases para o pleno aproveitamento do potencial produtivo da lavoura, com o desenvolvimento das primeiras folhas trifolioladas e a intensificação da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN). No entanto, diversos desafios fitossanitários e nutricionais podem comprometer o desempenho da cultura logo no início do ciclo.
O cenário da fase vegetativa inicial
Durante os primeiros estádios vegetativos, a planta de soja passa por transformações fundamentais. As folhas trifolioladas começam a se formar e expandir, enquanto o sistema radicular se estabelece e os nódulos radiculares intensificam o processo de FBN. Paralelamente, inicia-se a competição por recursos com plantas daninhas, tornando crucial o monitoramento constante de pragas e doenças de solo.
“Este é o momento em que definimos se a planta terá estrutura para expressar todo seu potencial genético”, explica a Satis, empresa especializada em soluções integradas de nutrifisiologia, biológicos e adjuvantes. “Um manejo preventivo fitossanitário com biodefensivos faz toda a diferença no resultado final.”
Principais ameaças ao desenvolvimento inicial
Os desafios enfrentados pelos produtores nesta fase são múltiplos e interconectados: Deficiências nutricionais críticas: A carência de boro e fósforo impacta diretamente a formação de folhas novas, o desenvolvimento radicular, o transporte de açúcares e a transferência de energia celular. Sem o suporte adequado desses nutrientes, a planta não consegue estabelecer uma arquitetura robusta.
Estresse pós-herbicida: A aplicação de herbicidas, embora necessária para o controle de plantas daninhas, pode causar fitotoxicidade e alterações fisiológicas que interferem na nodulação e na FBN. O travamento metabólico resultante compromete o desenvolvimento vegetal justamente quando a planta mais precisa de vigor.
Doenças foliares silenciosas: O ambiente quente e úmido característico das regiões produtoras de soja cria condições ideais para o estabelecimento de patógenos foliares. Oídio, Cercospora, Mancha Parda, Antracnose, Mancha-alvo e até mesmo a temida Ferrugem Asiática começam a se instalar de forma silenciosa, comprometendo gradualmente a fotossíntese e o potencial produtivo antes mesmo de apresentarem sintomas visíveis.
MultiVex: proteção biológica avançada
Para enfrentar especificamente o desafio das doenças foliares na fase vegetativa, a Satis desenvolveu o MultiVex, um fungicida microbiológico de contato que representa uma evolução no controle preventivo de patógenos.
O produto combina esporos e metabólitos de duas cepas bacterianas altamente eficientes: Bacillus amyloliquefaciens CCT8135 e Bacillus velezensis CCT8136. Esta dupla combinação não é casual – cada cepa foi selecionada por suas características específicas de biocontrole e perfil metabólico distinto.
Múltiplos mecanismos de ação
O diferencial do MultiVex está em seus diversos mecanismos de ação simultâneos contra os fungos patogênicos:
• Rompe as membranas celulares dos fungos
• Inibe a síntese de ergosterol, componente essencial da parede fúngica
• Interfere na respiração celular dos patógenos
• Promove lise enzimática da parede celular
• Ocupa nichos ecológicos por competição (ferro, carbono e nitrogênio)
• Induz resistência sistêmica na planta, ativando genes de defesa e fortalecendo as paredes celulares“Esta multiplicidade de ações dificulta o desenvolvimento de resistência pelos patógenos e oferece controle abrangente”, destaca a empresa. A cepa CCT8136, em particular, apresenta capacidade superior de produção de metabólitos secundários bioativos, enquanto a CCT8135 possui características específicas voltadas ao biocontrole direto.
A alta eficiência contra patógenos necrotróficos e hemibiotróficos torna o MultiVex especialmente indicado para a fase vegetativa, preparando a planta para enfrentar as próximas etapas do ciclo com mais saúde e vigor. A dosagem recomendada varia de 0,5 a 1,0 litro por hectare.
Abordagem integrada para a fase vegetativa
O manejo eficiente da fase vegetativa demanda uma abordagem integrada que vá além do controle de doenças. A Satis oferece um portfólio complementar de soluções para cada desafio específico:
Soymax atua como escudo metabólico contra o estresse causado por herbicidas. O produto protege diretamente os nódulos responsáveis pela FBN e fornece aminoácidos essenciais para manter o metabolismo vegetal ativo mesmo após aplicações de herbicidas. Isso reduz a fitotoxicidade, preserva a nodulação e otimiza o teor de proteína nos grãos, acelerando a recuperação da cultura.
Humicbor fornece boro solúvel enriquecido com substâncias húmicas e extrato de algas, nutriente fundamental para a divisão celular, formação e estabilidade das paredes celulares e transporte de fotoassimilados. Na fase vegetativa, promove o desenvolvimento de um sistema radicular robusto, ampliando a capacidade de absorção de água e nutrientes.
Sturdy combina bioativadores com fósforo para impulsionar o crescimento vegetal. O extrato de algas presente na formulação funciona como catalisador metabólico, tornando a absorção e assimilação do fósforo mais eficientes. O resultado é uma arquitetura de planta superior, com máximo engalhamento, maior quantidade de nós produtivos, área foliar expandida e raízes vigorosas.
Investimento no futuro da safra
A fase vegetativa inicial pode parecer apenas o começo da jornada da soja, mas é nela que se constroem os alicerces da produtividade. Investir em manejo preventivo com biológicos e suporte nutrifisiológico adequado não é custo, mas sim garantia de retorno.
“Uma planta bem nutrida, protegida contra doenças e livre de estresses fisiológicos desde o início expressa todo seu potencial genético”, conclui a Satis. “O segredo está em antecipar os problemas, não apenas reagir a eles quando os sintomas já comprometeram o desenvolvimento.”
Com ferramentas biológicas cada vez mais eficientes e uma compreensão aprofundada das necessidades da cultura em cada fase, o produtor brasileiro tem à disposição recursos para construir lavouras mais saudáveis, resilientes e produtivas desde o primeiro trifólio.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 10 2025 Próxima semana deve ser de tempo estável na maior parte do Estado
A previsão é de tempo estável na maior parte do Rio Grande do Sul na próxima semana. As informações constam no Boletim Integrado Agrometeorológico 41/2025, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).
Sexta-feira (10/10) e sábado (11/10): o tempo deve permanecer estável em grande parte do Rio Grande do Sul. Não há previsão de chuvas significativas em nenhuma das regiões.
Domingo (12/10): a atuação de um sistema de baixa pressão próximo ao estado deverá provocar instabilidade em todo o território gaúcho, com previsão de chuvas fracas a moderadas na metade mais ao sul, podendo ser localmente fortes em alguns pontos, e chuvas mais elevadas nas porções central e norte.
Segunda (13/10), terça (14/10) e quarta-feira (15/10): na segunda-feira (13/10), o sistema começará a se afastar, reduzindo sua influência sobre o estado. Assim, na segunda (13/10), terça (14/10) e quarta-feira (15/10), o tempo deve voltar a se manter estável, sem expectativa de chuva significativa na maioria das regiões.
Os acumulados de precipitação previstos variam entre 10 e 100 milímetros. Nas áreas centrais e do norte, os volumes podem superar os 100 mm em pontos isolados, enquanto no extremo sul os totais tendem a ser menores, não ultrapassando 50 mm.
O boletim agrometeorológico atualiza semanalmente a situação de diversas culturas e criações de animais no RS.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 10 2025 Temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas favorecem o desenvolvimento da canola
A colheita da canola alcança 6% da área semeada. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (09/10), as lavouras apresentam desempenho adequado e estão nas fases de enchimento de grãos (55%) e maturação fisiológica (36%). As condições climáticas recentes, caracterizadas por temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas, favoreceram o desenvolvimento das plantas, a formação das síliquas e o acúmulo de óleo nos grãos. A Emater/RS-Ascar projeta área de 203.206 hectares e produtividade de 1.737 kg/ha.
As lavouras com problemas de estabelecimento inicial apresentam o menor potencial produtivo, mas o desempenho geral está satisfatório, com expectativas positivas de rendimento. O estado fitossanitário em geral é apropriado, pois há baixa incidência de doenças fúngicas. No entanto, a ocorrência da traça-das-crucíferas tem sido recorrente em diversas regiões, o que exige monitoramento constante e aplicações sequenciais de inseticidas seletivos para evitar perdas de produtividade.
Trigo
A cultura do trigo avança para a fase final do ciclo, apresentando adequado desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. A maior parte das lavouras está entre os estágios de enchimento de grãos (58%) e em maturação fisiológica (18%), e as semeaduras mais tardias ainda se situam em espigamento e floração (20%). A colheita está incipiente, em proporção pouco inferior a 1% da área cultivada, que foi inicialmente projetada em 1.198.276 hectares, e a estimativa de produtividade em 2.997 kg/ha.
O potencial produtivo permanece elevado, dependendo do nível tecnológico e das condições locais. As lavouras de maior investimento demonstram elevada uniformidade e sanidade, com expectativas superiores a 3.900 kg/ha.
Aveia branca
A cultura de aveia branca apresenta adequado desenvolvimento vegetativo e reprodutivo na maioria das regiões produtoras. As lavouras implantadas dentro do período indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) mantêm alto potencial produtivo em função das temperaturas amenas e da boa disponibilidade hídrica nas fases iniciais e intermediárias do ciclo.
A colheita está em fase inicial, alcançando 7%, devendo intensificar-se nas próximas semanas, pois cerca de 38% dos cultivos estão em maturação. A área projetada inicialmente para o plantio é de 401.273 hectares, e a produtividade de 2.254 kg/ha.
Cevada
As lavouras apresentam desempenho apropriado e estão principalmente em estágios reprodutivos: espigamento (21%), enchimento de grãos (70%) e início de maturação (5%). As condições climáticas do período, como a alternância de chuvas e de tempo firme, têm favorecido o crescimento e o enchimento dos grãos, embora o excesso de umidade, em algumas regiões, possa aumentar a pressão de doenças da espiga.
Milho
As chuvas expressivas dificultaram a semeadura do milho em diversas regiões do Estado, como na Fronteira Oeste, onde os acumulados passaram de 110 mm. Essas precipitações provocaram atraso na semeadura e prejudicaram o trânsito de máquinas pesadas em áreas de lavoura. As baixas temperaturas no Alto Uruguai reduziram o ritmo de crescimento das plantas.
A área semeada evoluiu apenas 1% e alcançou 73% da projetada. De modo geral, as lavouras estão com desenvolvimento adequado, 99% em estágio vegetativo e 1% em floração. Na Safra 2025/2026, a área de milho alcançará 785.030 hectares, segundo dados preliminares da Emater/RS-Ascar. A produtividade projetada é de 7.376 kg/ha.
Fonte : https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 09 2025 Trigo gaúcho mantém foco na exportação
Os moinhos seguem ausentes das compras
O mercado de trigo no Sul do Brasil segue pressionado, com negócios concentrados na exportação e preços em queda nas principais praças. Segundo dados da TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul já contabiliza cerca de 140 mil toneladas negociadas, somando o mercado interno e externo, volume considerado baixo diante do potencial de colheita entre 2,7 e 3,2 milhões de toneladas.
No estado gaúcho, o clima apresentou melhora entre terça e quarta-feira, permitindo o avanço pontual das colheitas, que devem prosseguir até o fim de semana antes da chegada de novas chuvas. No mercado, as operações estão sendo firmadas principalmente para exportação a R$ 1.160,00 por tonelada sobre rodas no porto de Rio Grande, o que equivale a cerca de R$ 1.000,00 no interior. Essa diferença, causada pelo aumento do frete, resultou em uma distorção em relação ao preço de pedra — que deveria estar em torno de R$ 58,00/saca em Panambi, mas ainda se mantém em R$ 64,00.
Os moinhos seguem ausentes das compras, aguardando melhores condições, enquanto os produtores devem aumentar as vendas assim que a colheita avançar. No mercado interno, há ofertas de R$ 1.050,00 para embarques entre outubro e novembro, mas sem demanda efetiva. Com isso, os preços da pedra seguem em queda, com médias de R$ 61,00/saca nas Missões e R$ 64,00 em Panambi.
Em Santa Catarina, o trigo argentino recuou para US$ 207/t FOB Up River, enquanto os produtores locais pedem cerca de R$ 1.250,00 por tonelada FOB. No Paraná, as chuvas têm afetado a qualidade de parte da safra, com preços ao produtor caindo 2,04% na semana, para R$ 66,62/saca. Mesmo com o custo médio de R$ 74,63, o uso do mercado futuro ainda representa oportunidade de rentabilidade em momentos estratégicos de venda.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 07 2025 RS tem 65% de probabilidade de ter La Niña nos próximos três meses
Chuvas podem ficar ligeiramente abaixo da média histórica para o período
As projeções do APEC Climate Center (APCC), sediado na Coreia do Sul, indicam 65% de probabilidade de transição da fase neutra para fase fria (La Niña) no trimestre de outubro a dezembro de 2025. É o que aponta o Boletim Trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). As previsões apresentadas pelo boletim são baseadas no modelo estatístico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O prognóstico climático indica chuvas variando de normal a ligeiramente abaixo da média na maioria das regiões do Rio Grande do Sul no último trimestre do ano. O mês com maiores desvios negativos de precipitação pluvial deverá ser dezembro, especialmente na metade sul e no oeste do estado. Nos meses de outubro e novembro, as precipitações devem ficar mais próximas da média, porém, com maior irregularidade espacial, havendo leve tendência de ficar abaixo da média, principalmente em novembro.
As temperaturas do ar sobem gradativamente ao longo do trimestre, devendo ter anomalias mais positivas em dezembro. Os meses de outubro e novembro são bastante variáveis, pois ainda ocorrem incursões frias seguidas de períodos com aquecimento. Com isso, não se descarta, inclusive, a ocorrência de geadas tardias. A amplitude térmica aumenta consideravelmente no trimestre, ou seja, algumas madrugadas frias podem ser seguidas de tardes quentes, especialmente entre novembro e dezembro.
O boletim do Copaaergs é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 13 entidades estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima. O documento também lista uma série de orientações técnicas para as culturas do período.
Fonte: https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial
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out 06 2025 Plantio da soja é aberto no Estado com expectativa de produção maior que o ano passado
O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participou, nesta sexta-feira (03/10), da 15ª Abertura Oficial do Plantio da Soja no Rio Grande do Sul, no município de Júlio de Castilhos, na região Central. A estimativa da safra de verão 2025/26 é de 21,4 milhões de toneladas de soja, segundo dados da Emater/RS-Ascar, um aumento de 57,14% a mais do que na safra passada, que foi de 13.643.936 toneladas do grão. O secretário da Casa Civil, Artur Lemos, também esteve presente.
De acordo com esta projeção, o Estado cultivará uma área de 6,74 milhões de hectares, uma redução de 0,80% na área plantada. A estimativa de produção depende também das condições climáticas do Rio Grande do Sul.
O secretário Brum destacou a força e a resiliência dos produtores gaúchos, que enfrentam as adversidades climáticas no campo para produzir. “Para esta safra, temos a expectativa de uma recuperação da produtividade e de um desempenho mais positivo, apoiado por condições climáticas mais favoráveis e pela dedicação incansável de homens e mulheres. Se os números se confirmarem, e o clima ajudar, a produção de soja pode voltar a colocar o Rio Grande do Sul em destaque nacional na produção do grão”, enfatizou.
Segundo dados da Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2025 (RAG), publicação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), os municípios maiores produtores no cultivo irrigado são São Borja, Cruz Alta, São Luiz Gonzaga, Santa Bárbara do Sul e Boa Vista do Cadeado. Já no cultivo de sequeiro, se destacam os municípios Palmeira das Missões, Dom Pedrito, Vacaria, Cachoeira do Sul e São Gabriel.
No ano de 2024, o Rio Grande do Sul exportou produtos do complexo soja para 50 países, gerando US$ 6,33 bilhões, sendo o estado o terceiro maior exportador de produtos do complexo soja do país, segundo a RAG. A China é o principal destino desta cultura, adquirindo 56% das exportações gaúcha, seguido por Irã (7,2%), Coréia do Sul e Índia (3,7% cada um) e Iraque (3,1%).
Fonte: https://www.emater.tche.br/site/index.php
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out 06 2025 Cor das plantas indica saúde e produtividade das lavouras
O efeito ocorre porque nutrientes essenciais influenciam a síntese de pigmentos
A coloração das plantas vai muito além do aspecto visual, funcionando como um indicativo direto da saúde e do desenvolvimento das culturas, refletindo nutrição, equilíbrio de minerais e eficiência da fotossíntese. Segundo Luis Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes, fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho dos frutos e até tons específicos em flores, sem alterar a genética das plantas.
“Quando falamos em nutrição vegetal, não pensamos apenas no crescimento ou na produtividade, mas também na coloração das folhas, flores e frutos. Fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho de frutos e até mesmo tons específicos em flores, sem alterar a genética da planta”, explica.
O efeito ocorre porque nutrientes essenciais influenciam a síntese de pigmentos vegetais: o nitrogênio está ligado à produção de clorofila, responsável pelo verde intenso das folhas, enquanto fósforo e potássio podem realçar cores de flores e frutos. Schiavo ressalta que a escolha do fertilizante certo, aliada a acompanhamento técnico, impacta diretamente na aparência, produtividade e resistência das culturas a pragas.
A nutrição foliar, aplicada diretamente nas folhas, permite corrigir deficiências rapidamente e ajustar a coloração em momentos estratégicos do ciclo de cultivo. Além disso, tecnologias de aplicação de precisão e produtos biológicos complementares potencializam os efeitos da nutrição, intensificando cores naturais sem causar danos às plantas.
“Fertilizantes bem escolhidos e aplicados com tecnologia apropriada não apenas promovem crescimento e produtividade, mas também influenciam positivamente a estética das plantas, oferecendo aos produtores mais controle sobre a qualidade de suas lavouras”, finaliza o CEO da Naval Fertilizantes.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/
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out 06 2025 Criando a vaca do futuro: práticas essenciais para a criação de bezerras
O futuro da produção leiteira começa muito antes da vaca entrar em lactação. Esse foi o tema central do episódio mais recente do podcast RTC/CCGL, que trouxe uma conversa rica e prática sobre a importância do cuidado em todas as fases da vida da bezerra. Participaram do bate-papo Renan Faccio, Especialista em Nutrição e Produção de Forragens da CCGL; Jaqueline Alchieri, Assistente Técnica de Campo da CCGL; e Taiane Gayer, Médica Veterinária da Cotrijal.
Segundo os especialistas, o desempenho futuro da bezerra já começa a ser influenciado durante a gestação da bezerra, no útero da mãe, a Nutrição da vaca, manejo no período seco, estresse térmico e protocolos de vacinação impactam diretamente na saúde e vigor do animal ao nascer e na quantidade e qualidade do colostro.
“Tudo que acontece com a mãe durante a gestação afeta o potencial genético da bezerra”, destacou Renan Faccio, lembrando que cada detalhe conta para que o animal expresse ao máximo sua capacidade produtiva.
No momento do parto, atenção redobrada. O auxílio ao parto deve ser realizado apenas quando necessário, além de ser extremamente importante ter um ambiente adequado para o parto, estes fatores são fundamentais para garantir um nascimento saudável. Após o parto, os primeiros passos incluem a cura correta do umbigo, a pesagem da bezerra e a oferta de colostro, este deve ser ofertado em quantidade ideal(10% peso vivo) e qualidade (25% brix e menos de 100 Contagem bacteriana), em até duas horas após o nascimento.
“Não é só quantidade: a higiene dos utensílios e a qualidade microbiológica do colostro são determinantes para que os anticorpos realmente sejam absorvidos”, reforçou Jaqueline Alchieri.
O colostro segue sendo um dos temas centrais na criação de bezerras. Além da primeira mamada, os especialistas destacaram a importância do leite de transição, que contém nutrientes e compostos que fortalecem a imunidade e reduzem a incidência de diarréias e pneumonias.
Para a médica veterinária Taiane Gayer, esse manejo simples, aliado à prevenção de doenças e ao acompanhamento técnico, evita perdas e melhora o desempenho futuro das novilhas: “A diarreia, por exemplo, muitas vezes não mata pela bactéria em si, mas pela desidratação. Hidratação deve ser sempre a primeira medida de tratamento”.
O monitoramento do ganho médio diário (GMD) foi apontado como métrica essencial para medir a eficiência do manejo. O objetivo, conforme os especialistas, é que as bezerras atinjam acima de 900 g/dia até os 60 dias de vida, garantindo desenvolvimento adequado e preparo para a primeira lactação.
Nesse processo, a tecnologia também é aliada. A plataforma Smartcoop, disponível gratuitamente para os associados, permite registrar dados de nascimento, colostragem, ganho de peso e ocorrência de doenças, gerando informações estratégicas para decisões no campo.
Ao longo do episódio, ficou evidente que cada etapa, da gestação ao aleitamento, é decisiva para a rentabilidade futura da propriedade. Como reforçou Renan Faccio, cuidar bem das terneiras é cuidar da sustentabilidade da cadeia produtiva: “A vaca do futuro começa a ser construída hoje, com atenção e manejo adequado desde os primeiros momentos de vida”.
O episódio completo de “A vaca do futuro: estratégias na criação de bezerras” está disponível no YouTube e no Spotify da Rede Técnica Cooperativa.
Fonte: https://rtc.coop.br/
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out 03 2025 Manejo pré-plantio é chave para safra recorde de soja
A safra de soja 2025/26 começa agora
O início da safra de soja 2025/26 projeta novo recorde nacional de produção, estimado pela Safras & Mercado em 180,92 milhões de toneladas, um avanço de 5,3% em relação ao ciclo anterior. A área plantada deve chegar a 48,21 milhões de hectares, com produtividade média de 3.771 kg/ha. Apesar dos números positivos, produtores enfrentam custos mais altos – R$ 4.223 por hectare contra R$ 3.918 da última temporada – e riscos climáticos associados ao possível retorno do fenômeno La Niña.
Nesse cenário, o manejo antecipado de plantas invasoras se torna decisivo para garantir uniformidade no estande de plantas e reduzir gastos com aplicações corretivas. A Agroallianz destaca o herbicida recém-lançado Predecessor®, indicado para uso em pré-plantio, como ferramenta essencial nesse processo. O produto combina três moléculas – Imazetapir, Diclosulam e Flumioxazin – e oferece amplo espectro de controle, atuando na pré e pós-emergência.
A safra de soja 2025/26 começa agora, no momento de preparo das áreas e organização das etapas. O produtor que prioriza o controle de plantas daninhas antes do plantio, com ferramentas eficazes, tem mais segurança e rentabilidade lá na frente”, destaca Renato Menezes, gerente técnico da Agroallianz.
Ensaios independentes em Ponta Grossa (PR) mostraram que áreas tratadas com o herbicida produziram até 25,9% a mais em comparação às não tratadas. Entre as espécies controladas estão buva, picão-preto, corda-de-viola, trapoeraba, capim-colchão e caruru-de-mancha, todas de forte impacto competitivo no início da safra.
Segundo a empresa, o produto terá foco inicial em regiões do Cerrado, como Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, mas pode ser utilizado em todas as áreas produtoras de soja no país. A proposta é apoiar o agricultor na construção de um manejo mais estratégico, sustentável e eficiente, fortalecendo a rentabilidade em meio a um ciclo de maiores desafios.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/