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ago 06 2025 Nutrição de bovinos deve combinar suplementação injetável e oral, diz médico-veterinário
Para especialista, atenção à quantidade de aminoácidos nos produtos administrados aos animais de corte e leite é indispensável
A nutrição nas fases de cria e recria é decisiva para o desempenho produtivo na bovinocultura de corte e leite ao longo de toda a vida do animal.
O médico-veterinário e gerente de serviços bovinos da Ceva Saúde Animal, Marcos Malacco, chama atenção para o papel do intestino, que figura como órgão mais importante à imunidade por ser o responsável pelo primeiro contato do gado com partículas estranhas da ração, como bactérias.
“Na parede do intestino, que chamamos de epitélio, existe uma série de células diferenciadas exatamente para receber e processar esses agentes externos e, então, levá-los ao sistema imune para ter o desenvolvimento da imunidade geral. Isso seria o que a gente chama de imunidade adaptativa.”
Por conta dessa importância, Malacco reforça que tais células do aparelho digestivo precisam estar muito bem preparadas nutricionalmente para conferir uma resposta à agressão dos patógenos.
Nutrição oral e injetável
Segundo ele, o pecuarista precisa estar sempre atento à qualidade da matéria-prima que está sendo usada tanto na nutrição oral, ou seja, a do cocho, quanto pela parenteral, a injetável.
“Então a dieta ou esses suplementos nutricionais devem ter uma formulação bastante equilibrada, com o número de aminoácidos essenciais necessários, que são dez, e são produzidos no organismo. Além disso, temos outros dez que a gente chama de não essenciais que são produzidos no nosso organismo a partir de outros aminoácidos ou outras substâncias”, detalha.
Assim, o médico-veterinário considera que o equilíbrio na formulação e a qualidade dos princípios ativos que estão sendo usados na ração ou no suplemento injetável são essenciais. “Também é importante adquiri-los em locais idôneos, conhecidos e consagrados na produção desses nutrientes.
Custo-benefício
A respeito do custo-benefício da nutrição animal, Malacco acredita que um bom indicador é a taxa de sobrevivência dos bezerros.
“Podemos começar, por exemplo, com a nutrição injetável, a que tenha a formulação mais completa possível, contendo o maior número de aminoácóidos, pelo menos todos os dez essenciais. Isso vai começar a dar aquele choque, digamos assim, no organismo do bezerro. Então, a partir daí, complementamos com a nutrição via cocho”, ensina.
Em complemento a isso, o especialista da Ceva Saúde Animal lembra que a vaca também precisa estar saudável em metabólicos e nutricionais para poder transmitir um leite de alta qualidade e em quantidade suficiente para os bezerros.
Por fim, Malacco reforça que alguns períodos da vida do animal são ideais para a suplementação injetável, como a da primeira vacinação, entre os 60 e 120 dias de vida.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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ago 05 2025 Soja não-transgênica aposta em sustentabilidade e conquista de novos mercados com nova diretoria
O Instituto Soja Livre (ISL) empossou sua nova diretoria nesta sexta-feira (01/08), em Cuiabá, com a missão de expandir a presença da soja não-transgênica brasileira no mercado global. Com um novo time à frente da instituição, a aposta é em uma comunicação estratégica que destaque a sustentabilidade, a produção de baixo carbono e a qualidade do grão brasileiro, visando, principalmente, os exigentes mercados da Europa e da Ásia.
A soja não-transgênica, que hoje representa cerca de 2% da produção nacional, é vista como um nicho de alto valor agregado e com grande potencial de crescimento. A nova diretoria do ISL, liderada pelo presidente Luiz Fiorese, pretende unir a cadeia produtiva — de produtores rurais a indústrias e compradores internacionais — para fortalecer a produção e a comercialização. A meta é reforçar a mensagem de que a soja brasileira convencional é sinônimo de preservação e sustentabilidade.
“Estou assumindo esse desafio com muita alegria e honra, pois estou no projeto há 16 anos e acredito no Soja Livre”, afirmou Luiz Fiorese. “Queremos deixar claro que produzimos com sustentabilidade e preservação, que é uma agricultura de baixo carbono. A expectativa é muito boa, pois o produtor de soja não-transgênica é um especialista muito dedicado.”
A busca por contratos de longo prazo para dar segurança aos produtores rurais é uma das prioridades da nova gestão. Elton Hamer, presidente da Aprosmat e diretor administrativo do ISL, reforça a importância desse ponto. “O que precisamos trabalhar fortemente são os contratos de longo prazo para dar segurança aos produtores rurais. A Aprosmat vê o ISL como uma segurança, assim como a Embrapa, pois é importante não termos o produto vinculado apenas a empresas estrangeiras”, destacou Hamer. Ele ainda ressaltou a parceria com empresas como Caramuru, CJ Selecta e Amaggi, que já possuem mercado na Europa.
A valorização da soja convencional vai além do aspecto financeiro. Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, salientou que a escolha por essa cultura também está ligada ao manejo da lavoura. “Temos um mercado mundial que preza pela soja convencional e o Instituto Soja Livre foi feito para fomentar essa produção e é composto por produtores que optam por essa cultura. E não estão somente buscando renda, mas também manejo de ervas daninhas e doenças de solo, por exemplo”, disse Costa Beber.
Para Guilherme Thomazi, diretor de Relações Internacionais do ISL, a chave para o sucesso está na comunicação e na certificação, que garantem a credibilidade do produto. “O mercado da soja não transgênica no mundo está na Europa e, de uns anos para cá, vemos uma procura muito grande do mercado asiático. Nos últimos 15 anos que atuo no ramo de certificação, vejo que estes países não conhecem o Brasil, então, temos que reforçar muito a comunicação lá fora”, afirmou Thomazi.
Ele enfatizou a necessidade de “mostrar a ‘cara’ do Brasil” para os compradores, destacando a qualidade superior da soja brasileira, que, segundo ele, possui 3% a mais de proteína, um fator crucial para a indústria de rações e para a conversão de proteína vegetal em carne. Thomazi acredita que, com parcerias estratégicas e a certificação adequada, o ISL conseguirá posicionar a soja não-transgênica como uma alternativa de alto valor agregado e alinhada com as demandas por sustentabilidade dos mercados internacionais.
Com a nova diretoria, o Instituto Soja Livre se consolida como um importante elo entre a produção nacional e as oportunidades no exterior, mostrando que a agricultura brasileira tem potencial para liderar não apenas em volume, mas também em qualidade e sustentabilidade.
A nova diretoria do Instituto Soja Livre é composta por Luiz Fiorese (presidente), Evandro Gianezini (vice-presidente), Elton Hamer (diretor administrativo), Dr. Sebastião Pedro (diretor técnico), Marcelo Calzerani (diretor financeiro) e Guilherme Thomazi (diretor de relações internacionais). O Conselho Fiscal é formado por César Borges, Diogo Balistieri, Rodrigo Brogin, Odilon Lemos, Francisco Soares e Marcos Borges.
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/
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ago 05 2025 Plantio de soja no Brasil deve avançar 2% e nova safra pode bater recorde, dizem analistas
A área plantada com soja no Brasil em 2025/26 deverá crescer 2,0% em relação à temporada passada, permitindo que o maior produtor e exportador da oleaginosa tenha um novo recorde produtivo, apesar de margens não tão boas para os agricultores, afirmaram consultorias nesta segunda-feira.
A Céleres estimou em 48,6 milhões de hectares a área plantada para o novo ciclo, com plantio a partir de setembro. Mas a semeadura cresceria menos de 1 milhão de hectares, um avanço considerado mais “comedido” diante de margens positivas, “mas pressionadas”. Desafios para um crescimento mais robusto das importações da China também foram citados pela consultoria.
“Com preços esperados mais limitados para março/26, o produtor deve agir com prudência na gestão de comercialização e de novos investimentos no curto prazo”, disse o analista Gabriel Santos, em relatório nesta segunda-feira com as primeiras projeções publicadas pela Céleres.
Com esse aumento na área e um avanço de 0,5% nas produtividades esperadas, o Brasil poderia produzir 177,2 milhões de toneladas de soja, apagando o recorde do ciclo anterior, de 172,8 milhões de toneladas.
A Céleres destacou que com a estimativa de margem operacional de cerca de 12 sacas por hectare em Mato Grosso — levemente abaixo da média histórica –, o principal Estado produtor brasileiro ainda deve ser “protagonista” no avanço de área de soja no Brasil com alta de 250 mil hectares em relação a safra passada.
Os Estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) devem ampliar o plantio em 250 mil hectares, e Mato Grosso do Sul e Goiás em 100 mil hectares, cada, segundo a Céleres.
Santos citou que do lado da demanda “há desafios claros para um crescimento mais robusto das importações chinesas no curto prazo, o que já é evidenciado nessa temporada”.
Mas ele destacou que a expectativa de aumento de excedente no país, real desvalorizado e as incertezas na política externa dos EUA — segundo maior produtor de soja — sustentam crescimento nas exportações da oleaginosa no ciclo 25/26, que deverão atingir 110 milhões de toneladas, versus 106 milhões no ciclo anterior.
AUMENTO NA SOJA E NO MILHO VERÃO?
Para a StoneX, corretora e consultoria especializada em commodities, a área plantada com soja aumentará também 2% em relação ao ciclo passado, permitindo uma produção de 178,2 milhões de toneladas, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira.
A StoneX indicou também um avanço da produtividade influenciado por uma esperada recuperação da safra do Rio Grande do Sul, que vem sendo afetada por problemas climáticos nos últimos anos.
Na semana passada, a consultoria Datagro apontou uma visão ainda mais positiva em termos absolutos, estimando a produção brasileira da oleaginosa em 182,9 milhões de toneladas em 2025/26, aumento de 5% ante a máxima histórica vista na colheita deste ano.
Segundo a StoneX, as exportações brasileiras poderiam atingir 112 milhões de toneladas, também um patamar recorde, em momento em que a China, maior importadora, lida com disputas comerciais com os Estados Unidos.
“As questões geopolíticas e tarifárias podem beneficiar a soja brasileira, especialmente pelas possibilidades de atritos entre EUA e China”, afirmou a especialista de Inteligência de Mercado, Ana Luiza Lodi, em nota.
A StoneX também considera que o Mato Grosso deverá concentrar o crescimento em termos absolutos, adicionando cerca de 400 mil hectares, para 13 milhões de hectares no total.
E também avalia que o milho primeira safra no Brasil deverá ter crescimento de área, também de 2%, principalmente na região Sul, com destaque para os Estados do Paraná e Rio Grande do Sul.
“Embora milho verão e soja sejam culturas concorrentes na ocupação do solo, o Brasil dispõe de uma base territorial ampla e dinâmica, com possibilidade de expansão sobre áreas de pastagem, especialmente degradadas”, disse à Reuters, após ser consultada.
Já a Céleres considera que a área de milho na safra primeira safra brasileira deve apresentar “leve redução” (100 mil hectares, -2,4%) em 25/26, diante da perda de competitividade com as culturas concorrentes, especialmente a soja na região Sul.
A Céleres projeta um potencial ligeiro avanço anual da colheita total de milho em 2025/26, cuja maior parcela advém normalmente da segunda safra. A produção totalizaria mais de 148 milhões de toneladas.
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/
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ago 01 2025 Armazenagem, o elo frágil de uma potência agrícola
Os sucessivos recordes de safra, que consolidaram o Brasil como uma potência agrícola e impulsionaram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), escondem um problema crônico: a falta de armazéns para guardar todos os grãos produzidos. O descompasso entre produção e estocagem vem piorando ano a ano, colocando em risco o desenvolvimento sustentável da produção agrícola e a segurança alimentar e pressionando a inflação dos alimentos.
A capacidade estática atual de armazenagem atingiu 203,1 milhões de toneladas, o que cobre apenas cerca de 60% da produção total de grãos esperada para 2024/25. O déficit é estimado entre 100 e 124 milhões de toneladas.
Com a falta de espaço para estocagem, milhares de produtores são obrigados a escoar a sua produção logo após a colheita, perdendo a oportunidade de esperar melhores condições de mercado. Essa antecipação reduz as margens de lucro, aumenta os custos logísticos com transporte e eleva o risco de perdas por armazenagem inadequada, que pode comprometer a qualidade dos grãos.
Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o ideal é que a capacidade de armazenagem corresponda a 1,2 vez a produção anual, uma meta ainda distante da realidade brasileira.
Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) revelam a disparidade entre produção e estocagem: entre 2010 e 2025, a produção de grãos no país cresceu a uma média de 5,27% ao ano, enquanto a capacidade de armazenagem avançou apenas 2,80% ao ano.
Ou seja, faltam investimentos em infraestrutura e soluções como armazéns, silos e silo bolsas, para acompanhar o ritmo das safras recordes. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) estima que seriam necessários investimentos da ordem de R$ 15 bilhões por ano para construir armazéns capazes de suporte esse crescimento.
Outro ponto crítico é a baixa capacidade de armazenagem dentro das fazendas produtoras (on-farm), que daria mais autonomia ao produtor na hora de comercializar a sua produção. No Brasil, apenas 15% da capacidade de armazenagem está dentro das fazendas, enquanto nos Estados Unidos, esse índice chega a 53,4%, de acordo com a CNA.
Um dos entraves apontados para a crise no armazenamento, além do crescimento acelerado da produção agrícola, é a escassez de linhas de crédito para investimento em silos e outras estruturas. A avaliação entre os especialistas é de que os recursos públicos disponíveis são insuficientes para atender a demanda do setor.
Um sistema de armazenagem de grãos bem estruturado e eficiente é crucial para qualquer país garantir o abastecimento alimentar e aumentar a competividade do agronegócio. Soluções de armazenagens são fundamentais para a formação de estoques estratégicos, permitindo regular a oferta e os preços em momentos de instabilidade climática ou econômica.
A expansão da capacidade de estocagem, alinhada ao ritmo de crescimento da produção, é, portanto, um desafio relevante que envolve diferentes agentes e exige planejamento de longo prazo. Garantir infraestrutura adequada para o armazenamento é um passo necessário para manter a competitividade do agronegócio e assegurar o aproveitamento pleno das safras colhidas.
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/
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jul 31 2025 Manejo adequado de Olerícolas busca reduzir danos no período de geadas
A possível ocorrência de geadas durante o inverno do Rio Grande do Sul chama a atenção dos produtores de olerícolas, que devem estar preparados para manter os cuidados necessários para preservar a produtividade e a qualidade das hortaliças. A geada causa danos significativos às plantas, incluindo queima de folhas, interrupção do crescimento e até a morte da vegetação, especialmente em estágios sensíveis como floração e frutificação. “O congelamento da água nas células vegetais pode romper as paredes celulares, causando danos físicos e levando à necrose”, explica Gervásio Paulus, extensionista e coordenador técnico estadual de Olericultura da Emater/RS-Ascar.
“O manejo adequado durante esse período é fundamental para minimizar os impactos das baixas temperaturas, evitar perdas na lavoura e garantir a continuidade da produção”, ressalta, ao observar que técnicas simples, quando bem aplicadas, podem fazer a diferença na sustentabilidade das atividades agrícolas durante o frio intenso. Segundo Paulus, “nessa época do ano, o excesso de umidade, a ocorrência de geadas e a baixa luminosidade acabam afetando a fotossíntese das plantas, prejudicando seu desenvolvimento, o que favorece a ocorrência de podridão e de doenças fúngicas e bacterianas”.
A produção de olerícolas no Estado está distribuída por diversas regiões, com destaque para os Campos de Cima da Serra, que se consolida como polo importante no cultivo de hortaliças. Municípios como São Francisco de Paula, Bom Jesus e São José dos Ausentes se destacam no plantio de batata e couve-brócolis, sendo referência nessas culturas.
Outras regiões também possuem forte presença na produção de olerícolas. A Serra, o Sul, o Noroeste e o Nordeste concentram o cultivo de cebola, com destaque para cidades como São José do Norte, Tavares e Nova Pádua. Já o tomate é produzido em Caxias do Sul, Nova Bassano e Pelotas, enquanto que o aipim tem expressão em municípios como Santo Antônio da Patrulha, Novo Hamburgo e São José do Hortêncio. As olerícolas folhosas, por sua vez, são cultivadas em diferentes áreas do Estado, com maior destaque para Santa Rosa, Maquiné e Caxias do Sul.
Segundo o último boletim do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, os produtores da região de Santa Rosa relatam que a vegetação ainda não se recuperou dos efeitos das geadas intensas e que boa parte dos cultivos está sendo eliminada para a implantação de mudas não danificadas.
MANEJO ADEQUADO DAS OLERÍCOLAS
A ocorrência de geadas necessita da adoção de boas práticas no cultivo de olerícolas, tornando-se essencial para evitar perdas na produção. Técnicas simples, aplicadas de forma correta, podem reduzir de forma significativa os impactos negativos das baixas temperaturas sobre as hortaliças.
Entre as medidas recomendadas estão o uso de coberturas físicas, como túneis e estufas, a irrigação adequada em horários estratégicos, além da escolha de cultivares mais tolerantes ao frio. A orientação técnica especializada dos extensionistas da Emater/RS-Ascar é uma aliada fundamental para que os agricultores consigam adaptar o manejo às condições climáticas adversas, preservando a produtividade e a qualidade dos alimentos, e garantindo renda para as famílias produtoras.
“Nos cultivos protegidos, o risco de a produção ser afetada pelos eventos climáticos é menor, porque o ambiente é regulado, entre um ou dois graus acima da temperatura externa, o que é suficiente para evitar esse efeito da geada nas hortaliças”, destaca Paulus.
Algumas hortaliças, como alface, rúcula, couve, espinafre e outras folhosas, são mais sensíveis às variações bruscas de temperatura e, por isso, exigem atenção redobrada durante os períodos de geada. O planejamento da produção, com base nas previsões meteorológicas e no calendário, também é uma ferramenta importante para a tomada de decisão no campo.
“A Emater orienta os produtores e atende às demandas conforme solicitado, com foco no acompanhamento técnico e na divulgação de tecnologias que possibilitem o cultivo em ambiente protegido, além do manejo adequado da irrigação, que é importante fator nesse contexto”, complementa o extensionista.
A Emater/RS-Ascar tem atuado junto aos agricultores familiares por meio de orientações presenciais, oficinas e materiais técnicos, reforçando as ações preventivas no manejo das olerícolas. O objetivo é garantir a segurança alimentar das famílias, manter a oferta nos mercados locais e contribuir para a sustentabilidade da atividade, mesmo em condições climáticas adversa.
Fonte: https://www.emater.tche.br/site/index.php
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jul 31 2025 O papel dos biocombustíveis na agricultura brasileira
O agronegócio brasileiro tem se mostrado protagonista na busca por soluções que aliem produtividade e sustentabilidade. Um dos caminhos promissores para essa transformação está na adoção crescente do uso de combustíveis alternativos nas máquinas agrícolas, contribuindo para um campo mais eficiente e ambientalmente responsável.
O Brasil tem uma matriz energética privilegiada. O etanol, por exemplo, já é uma realidade consolidada na mobilidade urbana e possui um potencial imenso no campo. O biometano, derivado de resíduos de usinas de milho e cana-de-açúcar, também se apresenta como uma alternativa estratégica: além de sustentável, ele pode ser produzido nas próprias fazendas, o que aumenta a segurança energética do produtor e reduz sua dependência da volatilidade do diesel.
Na AGCO, estamos comprometidos em liderar essa transição energética, com uma abordagem centrada no agricultor, apoiada pela inovação tecnológica e movida pelo propósito de descarbonizar a agricultura de forma viável e eficiente. Hoje, nossas máquinas já operam com motores eletrônicos que atendem aos padrões mais exigentes de emissões, como o MAR-1, e já estamos trabalhando ativamente na próxima fase, o MAR-2, com foco na redução de Nox (óxidos de nitrogênio que contribuem para a poluição do ar) e material particulado presente nos gases liberados pelo motor durante a queima de combustível.
Nossa engenharia está dedicada ao desenvolvimento de máquinas que operem com combustíveis renováveis. Porém, a transição energética exige muito mais do que apenas trocar o combustível, a viabilidade depende de cada componente da máquina, que precisa ser ajustado: transmissões, sistemas hidráulicos, refrigeração e eletrônica embarcada. É uma verdadeira reengenharia de toda a máquina.
A infraestrutura também é ainda um desafio. Para que o biometano se torne uma opção viável, é necessário investimentos feitos pelos produtores em biodigestores, sistemas de armazenamento e transporte de gás. A AGCO tem atuado ao lado de clientes estratégicos para superar esses obstáculos, oferecendo consultoria técnica e desenvolvimento de soluções.
Sabemos que o produtor rural brasileiro faz conta, investe, mas quer segurança e retorno. Por isso, mantemos projetos em parceria com grandes agricultores, com testes em campo em condições reais de operação e análise detalhada de desempenho, consumo, durabilidade e viabilidade econômica.
Outro fator fundamental é o treinamento. A tecnologia está evoluindo rapidamente e garantir que o agricultor e sua equipe saibam operar esses novos sistemas é parte essencial da entrega de valor. Nossos programas de treinamento e suporte no pós-venda são parte relevante dessa jornada, já que o agricultor precisa entender e dominar a nova tecnologia para extrair dela os melhores resultados.
Portanto, a transição energética é inevitável. Estamos vendo avanços importantes na mistura de biodiesel ao diesel tradicional, com perspectivas de alcançar o B20 nos próximos anos. Ao mesmo tempo, o uso do etanol em máquinas agrícolas deve crescer. A AGCO se prepara para todos esses cenários, desenvolvendo soluções para uma matriz energética agrícola diversificada e resiliente. O Brasil tem tudo para ser protagonista nesse processo. Afinal, um agro mais limpo, eficiente e inovador é bom para o produtor, para o planeta e para todos nós.
Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/
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jul 30 2025 Horticultura: um pilar da agricultura familiar
A horticultura gaúcha é diversificada e inclui a produção de frutas, verduras, hortaliças e legumes, além de outros produtos, como mandioca, milho, temperos e castanhas. Um dos fatores mais importantes da variação na produção de frutas e hortaliças é a possibilidade de colheita de uma variedade, em caso de problemas com outra, além do cultivo de alimentos que permitem colheitas rápidas.
As principais divisões são a olericultura, fruticultura e floricultura. A olericultura se dedica ao cultivo de hortaliças, como alface, couve, tomate, cenoura, entre outras; a fruticultura, ao cultivo de frutas, como laranja, uva, melancia e banana, entre outras e, por último, a floricultura, relacionada ao cultivo de plantas e flores ornamentais e de jardim e decorativas.
A EMATER/RS-ASCAR NA HORTICULTURA
Como executora de políticas públicas de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) no RS há sete décadas, a Emater/RS-Ascar tem papel de destaque no cenário da horticultura, tema que faz parte dos 11 focos estratégicos da Instituição, promovendo conhecimento e parcerias continuados, voltados à segurança e soberania alimentar e ao abastecimento no Estado.O extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Gervásio Paulus, destaca o Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), prática incentivada pela Instituição, com o objetivo de melhorar a saúde das plantas e a fertilidade química, física e biológica dos solos. Nesse sistema são definidas as lavouras de estudo, de forma participativa com os agricultores, em torno de propósitos e metas comuns. “Ao invés de preparar o solo pelo sistema convencional, o Plantio Direto utiliza plantas nas quantidades e no momento adequado ou no mais próximo do ideal, evitando, dessa forma, tanto a falta como o excesso desses nutrientes no solo e na planta”, explica Paulus.
A Emater/RS-Ascar prioriza o conhecimento desenvolvido a partir da vivência dos agricultores e com foco no mercado local, levando orientações sobre boas práticas de cultivo, como a importância de uma adubação equilibrada e o uso de mudas e sementes de qualidade, para garantir melhor germinação e desenvolvimento das plantas, bem como estratégias de irrigação e de controle de pragas e doenças.
AGRICULTURA FAMILIAR E PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL DE HORTALIÇAS
No Rio Grande do Sul, o plantio de frutas e hortaliças tem sido uma opção cada vez mais lucrativa para pequenos agricultores, uma vez que não requer produção em escala. A produção agrofamiliar é responsável por dois terços da produção de frutas, verduras e legumes da horticultura em todo o país, ocupando a terceira posição entre os maiores produtores mundiais de frutas, sendo mais da metade destinada a consumidores internos. Além disso, os investimentos nesse segmento permitem que, além da venda direta da fruta, produtos secundários sejam produzidos, como polpas, geleias e conservas, entre outros.Segundo o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Igor De Bearzi, “o cultivo de hortaliças tem, pelo menos, três dimensões que traduzem sua importância na segurança alimentar: a produção de alimentos saudáveis – fonte de vitaminas e minerais, maior capacidade de geração de renda em relação a outros cultivos, uma vez que possibilita maior aproveitamento da área de plantio, e a permanência dos produtores no meio rural, promovendo a sucessão familiar e mais oportunidades para o jovem no campo”.
O produtor rural Romerito Assis Vodzik cultiva pimentão, berinjela, pimenta, vagem e tomate-cereja em sua propriedade de três hectares em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Sua produção é comercializada na Ceasa/RS e no comércio local. Assessorado pela Emater/RS-Ascar, ele destaca o trabalho conjunto em sua lavoura de hortaliças, especialmente no enfrentamento aos eventos climáticos recentes. “Às vezes temos uma boa colheita, mas também temos momentos em que produzimos apenas para cobrir as despesas da propriedade. A Emater contribui de forma significativa, trazendo orientações sobre o clima, análise de solo, conhecimento sobre pragas, entre outros, e nos ajuda a efetuar mudanças que se refletem em nossos resultados”, diz.
INVESTIMENTO EM CAPACITAÇÃO
A horticultura demanda conhecimentos específicos sobre as características das plantas, as condições ideais de cultivo, técnicas de manejo, prevenção e controle de pragas e doenças, aliados a habilidades em planejamento e gestão.A capacitação é um dos destaques da atuação da Emater/RS-Ascar há mais de três décadas e representa uma oportunidade de adquirir conhecimento técnico com aplicação prática no campo, contribuindo para uma produção mais sustentável e lucrativa. Atualmente, a Instituição mantém oito centros de treinamento em todo o Estado dedicados à capacitação dos extensionistas e dos produtores rurais, e estão localizados em Bom Progresso, Canguçu, Caxias do Sul, Erechim, Montenegro, Não-Me-Toque, Nova Petrópolis e Teutônia.
O Centro de Treinamento de Agricultores de Montenegro (Cetam), por exemplo, sedia o Curso de Horticultura Agroecológica. O de Nova Petrópolis (Cetanp) oferece cursos como o de Fruticultura Básica Pomar Doméstico, Viticultura Itinerante e o de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares. Já o de Teutônia, Produção de Morango e de Tomate em Substrato/Sem o Uso e Sem Resíduo de Agrotóxico. Cada unidade de formação procura atender à demanda regional e local, oferecendo cursos de capacitação aos agricultores familiares. Desde o início das ações de capacitação, em 1995, mais de 35 mil pessoas já passaram pelos cursos oferecidos pela Emater/RS-Ascar.
Fonte: https://www.emater.tche.br/site/index.php
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jul 29 2025 Ministério da Agricultura amplia número de estações meteorológicas no país
Mapa deve investir R$ 150 milhões na modernização do Inmet
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou a instalação de novos transmissores para modernizar a rede de mais de 600 estações meteorológicas do país. A primeira etapa ocorre no Rio Grande do Sul, onde 98 unidades estão sendo instaladas ou substituídas, segundo o diretor do Inmet, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz.
“O estado já contava com 44 estações, que agora recebem equipamentos mais modernos. Também estão sendo implantadas novas estações em outras localidades, em resposta aos eventos climáticos extremos recentes”, explicou. A previsão é concluir as instalações no estado até o fim do terceiro trimestre de 2026.
Entre as cidades que já receberam os novos equipamentos no Rio Grande do Sul estão Campo Bom, Canela, Porto Alegre e Teutônia, que passaram por retrofit, ou seja, tiveram estações antigas modernizadas. Também foram instaladas novas estações meteorológicas em localidades que antes não contavam com esse serviço, como Butiá, Cachoeirinha, Caxias do Sul , Charqueadas, Eldorado do Sul, Montenegro, Morro Reuter, Riozinho, Rolante, São Francisco de Paula, Sapucaia do Sul, Sertão Santana e Taquari.
A nova tecnologia permite transmissões mais rápidas e seguras, reduzindo o intervalo de envio de dados de uma hora para 15 minutos em situações de emergência
“A instalação desses transmissores moderniza a coleta e o envio de dados meteorológicos. Com isso, conseguimos trabalhar de forma mais ágil e confiável”, destacou Camilo Mussi, subsecretário de Tecnologia da Informação do Mapa. Ele lembrou que antes as informações eram atualizadas apenas uma vez por hora. “Agora podemos requisitar dados a cada 15 minutos, o que é essencial em eventos extremos e ajuda a prevenir desastres”.
Investimento e modernização
O plano de modernização do Inmet conta com investimento de R$ 150 milhões. Os recursos serão aplicados na instalação das 98 estações no Rio Grande do Sul, na ampliação do monitoramento e na atualização tecnológica de toda a rede.
Entre as melhorias previstas estão a substituição de equipamentos analógicos por sistemas automáticos, capazes de coletar e registrar dados meteorológicos e de solo em tempo real. O projeto também prevê a integração dessas informações com as Superintendências Federais de Agricultura e Pecuária (SFAs), ampliando o uso dos dados no planejamento agropecuário.
Para reforçar a infraestrutura de transmissão, o Inmet firmou parceria com a Telebras. Além disso, o Instituto passará a ter status de secretaria do Mapa, ampliando sua capacidade de atuação diante das demandas da agropecuária e das mudanças climáticas.
Com dados mais completos e em tempo real, a modernização vai beneficiar produtores rurais, pesquisadores, gestores públicos e toda a sociedade. Essas informações são essenciais para decisões sobre plantio, colheita e prevenção de perdas causadas por fenômenos extremos.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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jul 28 2025 Cinco falhas que mais param as colheitadeiras e como evitá-las
Rompimento de correias lidera o ranking de problemas nesse tipo de máquina; confira os demais
Em uma jornada de sete horas, é possível colher cerca de 29 toneladas de soja. Assim, caso a máquina esteja parada, o prejuízo diário pode chegar a quase R$ 450 mil, conforme estimativas da indústria.
Contudo, o impacto não se limita ao rendimento da produção, mas inclui também perdas com caminhões parados e operadores ociosos, sem contar o risco de perda de qualidade dos grãos, que devem ser colhidos no ponto ideal.
Portanto, entender quais são os principais pontos de atenção na colheitadeira antes do início da operação e como preveni-los é essencial para garantir o desempenho das máquinas no campo. Pensando nisso, o coordenador de pós-venda Massey Ferguson Edison Souza listou as cinco falhas mais recorrentes que causam paradas durante a safra:
Rompimento de correias: esse tipo de falha pode ser mais grave do que parece. Em determinados modelos, algumas correias quando se rompem podem levar ao rompimento das demais que estão próximas, comprometendo todo o sistema.
Falhas no sistema de corte: componentes como caixa de navalha, dedos do molinete e facas da navalha estão entre os que mais sofrem desgaste, especialmente, se não passarem por revisão adequada.Rolamentos danificados: as falhas relacionadas aos rolamentos são as que podem demorar mais tempo para corrigir, pois muitas vezes em função destas falhas, ocorre a quebra de engrenagens, carcaças ou outros componentes do sistema envolvido.
Problemas nos redutores finais: vazamentos e falhas em rolamentos nos redutores finais afetam diretamente a tração e movimentação da máquina, sendo difíceis de corrigir durante a operação em campo.Defeitos nos sistemas hidráulico e elétrico: bombas hidráulicas e sensores de rotação e plataforma também são vulneráveis quando não recebem a manutenção preventiva necessária, afetando o desempenho da colheitadeira.
Souza lembra que para prevenir as falhas, é fundamental realizar a manutenção preventiva. “Muitos produtores deixam para fazer manutenção apenas quando a máquina quebra. É a chamada manutenção corretiva, que ocorre no pior momento possível, no meio da lavoura. O ideal é agir com antecedência, na entressafra, com base no histórico da máquina”, recomenda.
Segundo ele, a revisão preventiva, além de reduzir o risco de paradas inesperadas, diminui custo e permite um planejamento técnico mais eficiente. “Ao corrigir de forma preventiva apenas os componentes desgastados, evita-se a quebra de outras peças do mesmo sistema, o que gera economia na manutenção, além de permitir um melhor planejamento e execução por parte da concessionária”, detalha.
De acordo com o especialista da Massey, outro fator que merece atenção é o diesel, já que o combustível contaminado é um dos principais causadores de problemas durante a colheita.
Quando não tratado, o diesel pode gerar problemas no sistema de injeção, começando com a saturação do filtro e perda de potência do motor. Em casos mais graves, atinge bombas injetoras e bicos injetores. O custo para realizar o tratamento é muito baixo se comparado ao risco que representa”, alerta.
Fonte: https://www.canalrural.com.br/
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jul 28 2025 Smartcoop é destaque em evento do Centro de Inteligência do Agronegócio promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS
A plataforma Smartcoop foi um dos destaques do encontro promovido nesta quinta-feira (24) pelo Centro de Inteligência do Agronegócio do RS (Centro Agro), realizado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O evento reuniu representantes de entidades públicas, cooperativas, universidades, empresas e organizações do setor agropecuário, com o objetivo de avançar na agenda de inovação e fortalecer entregas previstas para 2025.
Durante o painel “Casos e resultados no agro gaúcho”, a Smartcoop foi apresentada como uma solução que vem contribuindo para qualificar a gestão no campo e ampliar o acesso à tecnologia por mais de 18 mil produtores cooperados do Rio Grande do Sul. A plataforma integra informações, apoia a tomada de decisões, democratiza o acesso a ferramentas modernas e tecnológicas de gestão, promovendo a inclusão digital nas propriedades rurais.
A apresentação foi conduzida pela gerente de Operações da CCGL, Silvana Trindade, que destacou os impactos positivos da Smartcoop na rotina dos produtores. “A plataforma tem como premissa entregar gestão através das funcionalidades das mais diversas áreas, que vão desde a propriedade digital, manejo agrícola, manejo do rebanho, gestão financeira, rastreabilidade, acesso aos boletins técnicos da Pesquisa RTC, NF-e, comercialização, mapas de predições, previsão do tempo no talhão, tudo isso de forma prática e objetiva, respeitando a realidade de quem está no campo. Além disso, conseguimos atrair os jovens a permanecer na propriedade rural e auxiliar na tomada de decisões efetivas. Isso significa transformar tecnologia em ferramentas úteis para o dia a dia da produção”, afirmou.
O evento foi promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Na abertura, as autoridades destacaram a importância da articulação entre os setores público e privado para tornar o Rio Grande do Sul referência em inteligência e tecnologia no agronegócio até 2035.
Para a CCGL, a participação no evento reafirma o compromisso com a transformação digital no meio rural, apoiando o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da gestão das propriedades por meio de soluções tecnológicas acessíveis.
Fonte: https://rtc.coop.br/